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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201396 páginasCódigo CVM 21709Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 21/06/2013valores em R$ mil

DFP 2013 de COMPANHIA MINEIRA DE ACUCAR E ALCOOL PARTICIPACOES

COMPANHIA MINEIRA DE ACUCAR E ALCOOL PARTICIPACOES · CNPJ 08.493.364/0001-62

Versões deste exercício: v1 (20/06/2013) · v2 (21/06/2013), esta

COMPANHIA MINEIRA DE ACUCAR E ALCOOL PARTICIPACOES
CNPJ 08.493.364/0001-62
DFP 2013 (V2)
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
COMPANHIA MINEIRA DE ACUCAR E ALCOOL PARTICIPACOES
CNPJ
08.493.364/0001-62
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
96
Ano de referência
2013*
Publicado em
21/06/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/03/201331/03/2012Var.
1Ativo Total733.131639.65014,6%
1.01Ativo Circulante108.79263.18572,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa19.77412.64856,3%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber29.1385.323447,4%
1.01.03.01Clientes27.3953.169764,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber1.7432.154−19,1%
1.01.04Estoques32.50835.323−8,0%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar20.7668.421146,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes6.6061.470349,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante624.339576.4658,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo161.655126.83227,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber01.326−100,0%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber01.326−100,0%
1.02.01.04Estoques20.0423.306506,2%
1.02.01.05Ativos Biológicos117.43787.38534,4%
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes24.17634.815−30,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Tributos a Compensar23.06834.102−32,4%
1.02.01.09.04Instrumentos Financeiros Derivativos1.10871355,4%
1.02.01.09.05Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.02Investimentos220,0%
1.02.02.01Participações Societárias220,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias220,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado460.373447.8922,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação460.373447.8922,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.3091.73932,8%
1.02.04.01Intangíveis2.3091.73932,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASAos Administradores e Acionistas daCompanhia Mineira de Açúcar e Álcool ParticipaçõesUberaba - MGExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia Mineira de Açúcar e Álcool Participações ("Companhia"), respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de março de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia.Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Mineira de Açúcar e Álcool Participações em 31 de março de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Companhia Mineira de Açúcar e Álcool Participações em 31 de março de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfasesa) Sem ressalvarmos nossa opinião, enfatizamos que, conforme descrito na nota explicativa no 2 às demonstrações financeiras, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia, essas práticas diferem das IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial que, para fins das IFRS, seria custo ou valor justo.b) Sem ressalvarmos nossa opinião, chamamos a atenção para o fato de a Companhia ter apresentado prejuízo de R$8.473 mil no exercício findo em 31 de março de 2013, e que, naquela data, o passivo circulante consolidado excede o ativo circulante consolidado em R$222.976 mil. Essas condições indicam a existência de incerteza significativa que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Enfatizamos que, nessa data, a Companhia depende do suporte financeiro de seus acionistas e/ou da obtenção de empréstimos com terceiros para continuar operando.Outros assuntosExaminamos, também, as demonstrações, individual e consolidada, do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de março de 2013, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS, que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorDemonstrações financeiras individuais e consolidadasAs demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, correspondentes ao exercício findo em 31 de março de 2012, foram por auditadas por nós, para as quais emitimos relatório datado de 6 de julho de 2012, que continha, além dos parágrafos de ênfase idênticos aos das letras "a" e "b" acima, outros parágrafos de ênfase sobre: (i) a aprovação parcial do pedido de "waiver", decorrente do descumprimento de determinadas obrigações relacionadas a indicadores financeiros (covenants), para o exercício findo em 31 de março de 2012 e (ii) informação sobre a reapresentação das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de março de 2011, para permitir a comparabilidade com as práticas contábeis existentes.Belo Horizonte, 18 de junho de 2013DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores IndependentesCRC-2SP 011.609/O-8 F/MGWalmir BolgheroniContadorCRC-1SP 139.601/O-9 T/MG

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASNos termos do artigo 25, parágrafo 1º, inciso 6º da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que reviu discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de março de 2013

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

ECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESNos termos do artigo 25, parágrafo 1º, inciso 5º da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que reviu discutiu e concorda com opiniões expressas no parecer dos auditores independentes emitido em 31 de março de 2013.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.