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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201893 páginasCódigo CVM 20370Versão 1Recebida em 20/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de LPS BRASIL - CONSULTORIA DE IMOVEIS S/A.

LPS BRASIL - CONSULTORIA DE IMOVEIS S/A. · CNPJ 08.078.847/0001-09

LPS BRASIL - CONSULTORIA DE IMOVEIS S/A.
CNPJ 08.078.847/0001-09
DFP 2018
Exercício 2018
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Metadados

Empresa
LPS BRASIL - CONSULTORIA DE IMOVEIS S/A.
CNPJ
08.078.847/0001-09
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
93
Ano de referência
2018*
Publicado em
20/03/2019 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total231.875290.276−20,1%
1.01Ativo Circulante43.67375.746−42,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa14.17239.195−63,8%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber26.77732.340−17,2%
1.01.03.01Clientes20.34821.225−4,1%
1.01.03.01.01Contas a receber de clientes29.90831.550−5,2%
1.01.03.01.02Provisão para Perdas estimadas de créditos de liquidação duvidosa−9.560−10.3257,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber6.42911.115−42,2%
1.01.03.02.01Dividendos a Receber00—
1.01.03.02.02Contas a receber com alienação de entidades2.6565.192−48,8%
1.01.03.02.03Outros ativos3.7735.923−36,3%
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar2.6854.110−34,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar2.6854.110−34,7%
1.01.07Despesas Antecipadas39101−61,4%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante188.202214.530−12,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo42.80050.095−14,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber10.0114.104143,9%
1.02.01.04.01Contas a receber de clientes484155212,3%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber9.5273.949141,3%
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos00—
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas32.78945.991−28,7%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas4034030,0%
1.02.01.09.05Opções de Compra da Participação dos Não Controladores "Call Option"32.38645.588−29,0%
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos10.6679.38913,6%
1.02.02.01Participações Societárias10.6679.38913,6%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas1.1341.0983,3%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto9.5338.29115,0%
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado9.93213.875−28,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação9.93013.055−23,9%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento2820−99,8%
1.02.04Intangível124.803141.171−11,6%
1.02.04.01Intangíveis124.803141.171−11,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangíveis65.17067.366−3,3%
1.02.04.01.03Intangíveis identificados na aquisição em combinação de negócios52.91567.087−21,1%
1.02.04.01.04Ágio6.7186.7180,0%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAosAcionistas, Conselheiros e Administradores daLPS Brasil - Consultoria de Imóveis S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da LPS Brasil - Consultoria de Imóveis S.A. ("Companhia"), identificadas como "Controladora" e "Consolidado", respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da LPS Brasil - Consultoria de Imóveis S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações financeiras. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações financeiras da Companhia.Valor recuperável de ativos intangíveis e ágio por rentabilidade futura Em 31 de dezembro de 2018, os saldos de intangíveis (Nota Explicativa 9) e ágio por rentabilidade futura (Nota Explicativa 8), totalizavam R$34.038 mil e R$6.718 mil, respectivamente, na controladora, e R$52.915 mil e R$6.718 mil, respectivamente, no consolidado.Esses ativos foram adquiridos em anos anteriores, com o objetivo da Companhia ampliar suas atividades por meio de aquisição de controle societário de outras entidades. Como resultado destas combinações de negócios, foram identificados e mensurados ativos intangíveis e ágios pelo excesso de contrapartida transferida em relação aos ativos adquiridos e passivos assumidos. A Companhia e suas controladas suportam a realização destes ativos por meio de estimativas de suas rentabilidades futuras e geração de caixa, preparadas pela Administração, com base em seu julgamento e amparada no plano de negócios e orçamento, aprovados pelos órgãos de governança corporativa. Nos termos das normas contábeis adotadas no Brasil e IFRS, tais estimativas são preparadas e revisadas, ao menos anualmente, seguindo os padrões de revisão e aprovação estabelecidos pela estrutura de governança da Companhia, uma vez que envolvem elevado grau de julgamento. Anualmente, a Companhia avalia as premissas e estimativas de rentabilidade futura e geração de caixa por Unidades Geradoras de Caixa (UGC) às quais os intangíveis e os respectivos ágios estão alocados, bem como as taxas de crescimento, taxas de desconto, projeções dos fluxos de caixa, dentre outros indicadores, uma vez que podem ocorrer mudanças nos mercados de atuação, quer sejam econômicas ou regulatórias. Em função das mudanças que podem ocorrer nessas estimativas e que podem impactar de forma relevante o valor de recuperação destes ativos e, consequentemente, as demonstrações financeiras como um todo, consideramos esse assunto como significativo para a nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assunto: Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o envolvimento de especialistas em valuation para nos auxiliar na análise e revisão das metodologias, dos modelos utilizados pela Administração, das premissas que suportaram as projeções que determinaram o plano de negócios, dos estudos técnicos e das análises do valor recuperável dos intangíveis e dos ágios. Nossos procedimentos também incluíram a avaliação da razoabilidade e consistência dos dados e das premissas utilizados na preparação desses documentos, incluindo taxas de crescimento, taxas de desconto, projeções de fluxo de caixa, dentre outros, conforme fornecidos pela Administração da Companhia e comparando com informações externas de mercado e com as próprias premissas aprovadas pela Administração na elaboração de seu plano de negócios. Analisamos ainda a exatidão dos cálculos matemáticos e comparamos a assertividade de projeções realizadas em períodos anteriores em relação ao desempenho atingido pela Companhia. Analisamos informações que pudessem contradizer as premissas mais significativas e as metodologias selecionadas e a sensibilidade sobre tais premissas, para avaliar o comportamento do valor recuperável, considerando outros cenários e premissas, com base em dados de mercado. Adicionalmente, comparamos o valor recuperável adotado pela Administração, com base no fluxo de caixa descontado, com o valor contábil dos intangíveis e para os ágios comparamos com o valor contábil das respectivas UGCs, bem como comparamos o valor de mercado da Companhia, com base no valor de suas ações negociadas no mercado com o valor de seu patrimônio líquido, avaliando a adequação das divulgações nas respectivas notas explicativas às demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2018.Como resultado destes procedimentos, identificamos ajuste de auditoria indicando a necessidade de reversão de redução ao valor recuperável reconhecida em exercícios anteriores, o qual não foi ajustado pela Companhia devido à imaterialidade sobre as demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetu ados sobre o valor recuperável dos ativos intangíveis, bem como dos ágios, e considerando que ambos estão consistentes com a avaliação da Administração, concluímos que os critérios e premissas de valor recuperável desses ativos, assim como as respectivas divulgações nas Notas Explicativas 8 e 9, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Provisões e passivos contingentes - cíveis, trabalhistas e fiscal Em 31 de dezembro de 2018, a rubrica de Provisões para riscos legais (Nota Explicativa 14) é de R$7.851 mil na controladora e de R$30.313 mil no consolidado.A Companhia é parte passiva em processos de natureza cível, trabalhista e fiscal, decorrentes do curso normal de suas atividades, que podem resultar em desembolsos significativos em caso de decisões desfavoráveis para a Companhia. A mensuração, reconhecimento e divulgação das provisões e passivos contingentes requer julgamento profissional da Companhia e de seus assessores jurídicos. Devido à relevância, complexidade e julgamento envolvidos na avaliação do risco desses processos e, consequentemente, da mensuração das provisões e passivos contingentes, esses podem resultar em impactos relevantes sobre as demonstrações financeiras, e por isso consideramos o assunto como significativo para nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a avaliação do ambiente de controles internos relativos à identificação e acompanhamento dos processos em que a Companhia é parte, especificamente os critérios para estimativa de perda utilizados na metodologia de mensuração dos valores provisionados e/ou divulgados. Envolvemos nossos especialistas em impostos para nos auxiliar na avaliação do embasamento técnico, bem como a probabilidade de perda definida pelos advogados para alguns processos tributários. Obtivemos a lista de advogados externos que representam a Companhia nos processos e efetuamos procedimentos de envio de carta de confirmação para análise das respectivas respostas contendo informação sobre os montantes envolvidos e avaliação de risco de perda dos advogados da Companhia, bem como dados e informações históricas e confrontamos com os valores considerados pela Companhia. Avaliamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras estão de acordo com as normas aplicáveis e fornecem informações sobre a natureza, exposição e os valores de riscos provisionados ou divulgados, sobre os principais processos envolvendo a Companhia.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre o reconhecimento, mensuração subsequente e divulgação das provisões e passivos contingentes, e que tais provisões estão devidamente consistentes com a avaliação da Administração, concluímos que os critérios e premissas adotados pela Administração, assim como as respectivas divulgações na Nota Explicativa 14, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em seu conjunto.Opções de compra das participações de não controladores - ("Call Option")Em 31 de dezembro de 2018, a rubrica de Opções de compra das participações de não controladores - ativo, conforme divulgado na Nota Explicativa 10, totalizava R$14.739 mil na controladora, e R$32.386 mil no consolidado.Quando das aquisições de controle societário de outras entidades, realizadas em anos anteriores, o Grupo firmou clausulas com opções de compra das participações de não controladores da parcela residual não adquirida das participações de tais acionistas não controladores naquelas entidades. Estes instrumentos financeiros são avaliados a valor justo com base em cálculos preestabelecidos contratualmente e estimativas do lucro líquido projetado e fluxos de caixa futuros descontados das entidades a que estas opções estão associadas e que foram internamente preparadas pela Administração. Devido ao fato de qualquer mudança nessas estimativas e premissas poder impactar de forma relevante o valor desses instrumentos financeiros e, consequentemente, as demonstrações financeiras, identificamos esse assunto como significativo para a nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assunto: Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o envolvimento de especialistas em valuation para nos auxiliar na análise e revisão das metodologias, dos modelos utilizados pela Administração, das premissas que suportaram as projeções que determinaram o plano de negócios e das análises do valor justo destes instrumentos financeiros. Nossos procedimentos também incluíram a avaliação da razoabilidade e consistência dos dados e das premissas utilizados na preparação desses documentos, incluindo taxas de crescimento, taxas de desconto, projeções de fluxo de caixa, dentre outros, conforme fornecidos pela Administração da Companhia e comparando com informações externas de mercado e com as próprias premissas aprovadas pela Administração na elaboração de seu plano de negócios. Analisamos ainda a exatidão dos cálculos matemáticos e comparamos a assertividade de projeções realizadas em períodos anteriores em relação ao desempenho atingido pela Companhia. Analisamos informações que pudessem contradizer as premissas mais significativas e as metodologias selecionadas e por fim, analisamos a sensibilidade sobre tais premissas, para avaliar o comportamento do valor justo, considerando outros cenários e premissas, com base em dados de mercado.Adicionalmente, comparamos o valor justo adotado pela Administração, com base no fluxo de caixa descontado, com o valor contábil das Opções de compra das participações de não controladores - ativo, avaliando a adequação das divulgações na respectiva Nota Explicativa 10 às demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2018.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre a mensuração subsequente e divulgações das Call options, e que ambos estão consistentes com a avaliação da Administração, concluímos que os critérios e premissas para mensuração subsequente desse ativo foram devidamente adotados pela Administração, assim como as respectivas divulgações na Nota Explicativa 10, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em seu conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidade do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 19 de março de 2019.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC-2SP034519/O-6Marcos Kenji de Sá Pimentel OhataContador CRC-1SP209240/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25, §1º, VI DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/2009Declaramos, na qualidade de diretores da LPS Brasil - Consultoria de Imóveis S.A., companhia aberta, com sede na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Estados Unidos, n° 1.971, inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica sob o n° 08.078.847/0001-09 ("Companhia"), nos termos do inciso VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução n.º 480, editada pela Comissão de Valores Mobiliários em 7 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018. São Paulo, 19 de março de 2019.Nome: Marcos Bulle LopesCargo: Diretor PresidenteNome: Robson Pereira PaimCargo: Diretor Financeiro

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25, §1º, V DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/2009Declaramos, na qualidade de diretores da LPS Brasil - Consultoria de Imóveis S.A., companhia aberta, com sede na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Estados Unidos, n° 1.971, inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica sob o n° 08.078.847/0001-09 ("Companhia"), nos termos do inciso V do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução n.º 480, editada pela Comissão de Valores Mobiliários em 7 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia - Ernst & Young Auditores Independentes S.S. - referentes às demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018. São Paulo, 19 de março de 2019.Nome: Marcos Bulle LopesCargo: Diretor PresidenteNome: Robson Pereira PaimCargo: Diretor Financeiro

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

ATA DA REUNIÃO DO COMITÊ DE AUDITORIA REALIZADA EM 19 DE MARÇO DE 2019Data, Horário e Local: Em 19 de março de 2019, às 10:00 horas, reuniram-se os Srs. integrantes do Comitê de Auditoria da LPS Brasil - Consultoria de Imóveis S.A. ("Companhia"), na sede da Companhia, na Rua Estados Unidos, 2000, Jardim América, São Paulo, SP.Presença: Presentes os seguintes membros do Comitê de Auditoria: os Srs. Alcídes Lopes Tápias e Maurício Curvelo de Almeida Prado. Participaram também Marcello Rodrigues Leone, Robson Pereira Paim, Marco Aurélio Vicente Coelho e Paulo Fernando de Sousa e Silva.Convidados: Representantes da empresa Ernst & Young Auditores Independentes.Mesa: Presidente: Sr. Alcides Lopes Tápias e Secretário: Sr. Maurício Curvelo de Almeida Prado.Ordem do Dia: (i) Analisar as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2018.Deliberações: Após exame e discussão da matéria constante da ordem do dia, os membros do Comitê de Auditoria deliberaram por unanimidade de votos:(i)Recomendar ao Conselho de Administração a aprovação das Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2018 e recomendar à Companhia a instituição de um programa de Compliance, já no ano de 2019, para atender as determinações da Lei 12.846/2013 e questões de Governança Corporativa do Regulamento do Novo Mercado.Encerramento: Nada mais havendo a tratar, encerrou-se a reunião da qual se lavrou esta ata, em forma de sumário, que foi lida, aprovada e assinada pelos presentes, assim como pelo Secretário dos trabalhos.São Paulo, 19 de março de 2019.Mesa:ALCIDES LOPES TÁPIASPresidente MAURÍCIO CURVELO DE ALMEIDA PRADOSecretárioMembros Presentes:Alcides Lopes TápiasMaurício Curvelo de Almeida Prado

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.