Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025168 páginasCódigo CVM 18821Versão 1Recebida em 09/02/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.

MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A. · CNPJ 02.846.056/0001-97

MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.
CNPJ 02.846.056/0001-97
DFP 2025
Exercício 2025
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
MOTIVA INFRAESTRUTURA DE MOBILIDADE S.A.
CNPJ
02.846.056/0001-97
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
168
Ano de referência
2025*
Publicado em
09/02/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total71.013.87059.097.09920,2%
1.01Ativo Circulante23.927.06110.441.129129,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.651.5444.187.905−12,8%
1.01.02Aplicações Financeiras4.287.2722.520.96570,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado4.287.2722.520.96570,1%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.04Aplicações Financeiras4.015.5452.204.38282,2%
1.01.02.01.05Aplicações Financeiras - Conta Reserva271.727316.583−14,2%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber2.209.7112.245.249−1,6%
1.01.03.01Clientes2.209.7112.245.249−1,6%
1.01.03.01.01Contas a Receber das Operações897.9111.097.331−18,2%
1.01.03.01.02Contas a Receber de Partes Relacionadas2.50313.358−81,3%
1.01.03.01.03Contas a Receber dos Poderes Concedentes1.309.2971.134.56015,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques443.073499.822−11,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar439.592489.952−10,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes12.895.869497.2362.493,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas12.497.8900—
1.01.08.02.01Ativos Mantidos para Venda12.497.8900—
1.01.08.03Outros397.979497.236−20,0%
1.01.08.03.01Contas a Receber com Operações de Derivativos35521.764−98,4%
1.01.08.03.02Dividendos e Juros sobre Capital Próprio00—
1.01.08.03.03Pagamentos Antecipados Relacionados a Concessão125.459127.371−1,5%
1.01.08.03.04Adiantamentos a Fornecedores75.43180.495−6,3%
1.01.08.03.05Adiantamento a Fornecedores com Partes Relacionadas8.76611.216−21,8%
1.01.08.03.06Despesas Antecipadas e Outros Créditos187.968256.390−26,7%
1.02Ativo Não Circulante47.086.80948.655.970−3,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo9.397.0489.696.358−3,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado155.437214.124−27,4%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber5.578.3035.607.098−0,5%
1.02.01.04.01Contas a Receber das Operações48.78852.046−6,3%
1.02.01.04.02Contas a Receber dos Poderes Concedentes5.529.5155.555.052−0,5%
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos1.224.1891.420.872−13,8%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.224.1891.420.872−13,8%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas154.744294.508−47,5%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.05Contas a receber de partes relacionadas052.352−100,0%
1.02.01.09.06Mútuos com partes relacionadas152.585241.753−36,9%
1.02.01.09.07Adiantamento para futuro aumento de capital com partes relacionadas2.159403435,7%
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes2.284.3752.159.7565,8%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Contas a Receber com Operações de Derivativos234.83081.507188,1%
1.02.01.10.04Tributos a Recuperar127.426159.204−20,0%
1.02.01.10.05Pagamentos Antecipados Relacionadas a Concessão1.413.2981.538.757−8,2%
1.02.01.10.06Despesas Antecipadas e Outros Créditos301.942274.7359,9%
1.02.01.10.07Títulos e Valores Mobiliários20.3730—
1.02.01.10.08Estoque186.506105.55376,7%
1.02.02Investimentos357.5311.162.245−69,2%
1.02.02.01Participações Societárias80.618884.884−90,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento276.913277.361−0,2%
1.02.03Imobilizado1.882.1831.217.50654,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação934.853618.31651,2%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento25.84121.78318,6%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento921.489577.40759,6%
1.02.04Intangível35.450.04736.579.861−3,1%
1.02.04.01Intangíveis35.450.04736.579.861−3,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível28.728.28830.649.683−6,3%
1.02.04.01.03Infraestrutura em Construção6.721.7595.930.17813,3%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos acionistas, Conselheiros e Administradores da Motiva Infraestrutura de Mobilidade S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Motiva Infraestrutura de Mobilidade S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Motiva Infraestrutura de Mobilidade S.A. em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Redução ao valor recuperável (impairment) de ativos não financeiros relacionados à concessão - individuais e consolidadasVeja as Notas 3.9 e 14 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipal assunto de auditoriaComo auditoria endereçou esse assuntoA Companhia avaliou a existência de indicadores sobre a desvalorização dos ativos não financeiros em determinadas controladas, consideradas como componentes significativos. A Companhia estimou o valor recuperável com base no valor em uso ou valor justo menos custo de venda, dos dois o maior, das suas unidades geradoras de caixa (UGCs) às quais esses ativos estão alocados. A determinação do valor em uso das UGCs, é baseado em fluxos de caixas esperados, descontados a valor presente com base em projeções econômico-financeiras, que leva em consideração o orçamento aprovado pela Companhia, na data da avaliação até a data final do prazo de concessão, envolvendo o uso de premissas relacionadas à estimativa de tráfego/usuários dos projetos de infraestrutura detidos, aos índices que reajustam as tarifas, ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e à respectiva elasticidade ao PIB de cada negócio, custos operacionais, inflação e taxas de descontos.Consideramos esse assunto como significativo em nossa auditoria devido às incertezas relacionadas a aplicação do método e da seleção das premissas, utilizadas para estimar o valor recuperável das UGCs que possuem risco significativo de resultar em um ajuste material nos saldos das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, mas não se limitaram a:(i)Avaliação, com o auxílio dos nossos especialistas de finanças corporativas, da razoabilidade e consistência das principais premissas, utilizadas para estimar o valor em uso das UGCs, comparando-as com dados históricos e/ou de mercado e avaliando se são condizentes com o orçamento aprovado pela Administração da Companhia e(ii)Teste, com o auxílio dos nossos especialistas de finanças corporativas, se os cálculos matemáticos, práticas e metodologias de avaliação normalmente utilizadas nos fluxos de caixas esperados na estimativa foram elaboradas de forma consistente e não apresentam qualquer tipo de erro que possa impactar a estimativa do valor recuperável das UGCs Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que são aceitáveis o valor recuperável dos ativos não financeiros relacionados à concessão e respectivas divulgações, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.Realização do imposto de renda e contribuição social diferidos - individuais e consolidadasVeja as notas 3.14 e 9.2 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipal assunto de auditoriaComo auditoria endereçou esse assuntoA Companhia e determinadas controladas possuem imposto de renda e contribuição social diferidos decorrentes de diferenças temporárias, prejuízos fiscais acumulados e base negativa da contribuição social. Tais saldos devem ser reconhecidos na medida em que seja provável a existência de lucros tributáveis futuros contra diferenças temporárias, os prejuízos fiscais acumulados e a base negativa da contribuição social possam ser utilizados. As estimativas dos lucros tributáveis futuros são preparadas pela Companhia e fundamentadas em estudo técnico de viabilidade, aprovado na data da avaliação até a data final do prazo de concessão, envolvendo premissas relacionadas ao crescimento da receita decorrente de cada atividade operacional, que podem ser impactadas pelas reduções ou crescimentos econômicos, taxas de inflação e volume de tráfego. Consideramos esse assunto como significativo em nossa auditoria devido às incertezas relacionadas a aplicação do método e da seleção das premissas, para se estimar os lucros tributáveis futuros que possuem risco significativo de resultar em um ajuste material nos saldos das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, mas não se limitaram a:(i)Avaliação, com o auxílio dos nossos especialistas de finanças corporativas, da razoabilidade e consistência das principais premissas utilizadas na estimativa de lucros tributáveis futuros, comparando-as com dados históricos e/ou de mercado e avaliando se são condizentes com o orçamento aprovado pela Administração da Companhia e(ii)Teste, com o auxílio dos nossos especialistas de finanças corporativas, se os cálculos matemáticos foram elaborados de forma consistente e não apresentam qualquer tipo de erro que possa impactar a estimativa das projeções de lucros tributáveis futuros Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitáveis o saldo do imposto de renda e contribuição social diferidos e suas respectivas divulgações no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS Accounting Standards, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companh ia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:-Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.-Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.-Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.-Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.-Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.-Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócios do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com os requisitos éticos pertinentes, de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar as ameaças ou as salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 09 de fevereiro de 2026.KPMG Au ditores Independentes Ltda.CRC 2SP-014428/O-6Marcelo GavioliContador CRC 1SP201409/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA Em observância às disposições constantes no artigo 27, §1º, V e VI, da Resolução CVM nº. 80, de 29 de março de 2022, os membros da Diretoria da Companhia declaram que: (i) reviram, discutiram e concordam, por unanimidade, com as opiniões expressas no Relatório da KPMG Auditores Independentes ("KPMG") sobre as sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 e (ii) reviram, discutiram e concordam, por unanimidade, com as Demonstrações Financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.São Paulo/SP, 9 de fevereiro de 2026. MIGUEL NUNO SIMÕES NUNES FERREIRA SETAS DIRETOR PRESIDENTE RODRIGO ARAUJO ALVESDIRETOR VICE-PRESIDENTE DE FINANÇAS E DE RELAÇÕES COM INVESTIDORESWALDO PEREZ DIRETOR VICE-PRESIDENTE DE CAPEX, SUPPLY CHAIN E SERVIÇOS COMPARTILHADOSROBERTO PENNA CHAVES NETODIRETOR VICE-PRESIDENTE JURÍDICO, DE GOVERNANÇA, COMPLIANCE E RELAÇÕES GOVERNAMENTAISANDRÉ GUSTAVO SALCEDO TEIXEIRA MENDESDIRETOR VICE-PRESIDENTE DE NEGÓCIOSRAQUEL CARDOSO DA SILVADIRETORA VICE-PRESIDENTE DE PESSOAS, DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL E SUSTENTABILIDADEEDUARDO SIQUEIRA MORAES CAMARGODIRETOR VICE-PRESIDENTE DE NEGÓCIOS

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA Em observância às disposições constantes no artigo 27, §1º, V e VI, da Resolução CVM nº. 80, de 29 de março de 2022, os membros da Diretoria da Companhia declaram que: (i) reviram, discutiram e concordam, por unanimidade, com as opiniões expressas no Relatório da KPMG Auditores Independentes ("KPMG") sobre as sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 e (ii) reviram, discutiram e concordam, por unanimidade, com as Demonstrações Financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.São Paulo/SP, 9 de fevereiro de 2026. MIGUEL NUNO SIMÕES NUNES FERREIRA SETAS DIRETOR PRESIDENTE RODRIGO ARAUJO ALVESDIRETOR VICE-PRESIDENTE DE FINANÇAS E DE RELAÇÕES COM INVESTIDORESWALDO PEREZ DIRETOR VICE-PRESIDENTE DE CAPEX, SUPPLY CHAIN E SERVIÇOS COMPARTILHADOSROBERTO PENNA CHAVES NETODIRETOR VICE-PRESIDENTE JURÍDICO, DE GOVERNANÇA, COMPLIANCE E RELAÇÕES GOVERNAMENTAISANDRÉ GUSTAVO SALCEDO TEIXEIRA MENDESDIRETOR VICE-PRESIDENTE DE NEGÓCIOSRAQUEL CARDOSO DA SILVADIRETORA VICE-PRESIDENTE DE PESSOAS, DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL E SUSTENTABILIDADEEDUARDO SIQUEIRA MORAES CAMARGODIRETOR VICE-PRESIDENTE DE NEGÓCIOS

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL Os membros do Conselho Fiscal da Motiva Infraestrutura de Mobilidade S.A. ("Companhia"), no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no artigo 163 da Lei das Sociedades por Ações, em reunião realizada nesta data, procederam ao exame e análise do Relatório Anual da Administração e das Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 ("Demonstrações Financeiras"), do orçamento de capital e da proposta de destinação dos resultados do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 e, com base nas informações prestadas pela KPMG Auditores Independentes ("KPMG") sobre as Demonstrações Financeiras, manifestam-se, por unanimidade, favoravelmente às referidas demonstrações, bem como à proposta de orçamento de capital e de destinação de resultados do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, que estão em plenas condições de serem votados pela Assembleia Geral de Acionistas da Companhia. São Paulo/SP, 06 de fevereiro de 2026. PIEDADE MOTA DA FONSECA LEDA MARIA DEIRO HAHN MARIA CECILIA ROSSI

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Relatório Anual do Comitê de Auditoria, Compliance e Riscos da Motiva Infraestrutura de Mobilidade S.A. ("Companhia" ou "Motiva") - Exercício Social Findo em 31 de dezembro de 2025O Comitê de Auditoria, Compliance e Riscos ("CAC") da Motiva é órgão de caráter permanente, de assessoramento ao Conselho de Administração cujos objetivos, entre outros, incluem supervisionar as atividades dos auditores independentes relativamente à sua independência, qualidade e adequação dos serviços prestados às necessidades da Companhia monitorar a qualidade e integridade de suas demonstrações financeiras e dos mecanismos de controles internos utilizados avaliar e monitorar a exposição de riscos considerando a política de riscos adotada monitorar a adequação do compliance em relação às políticas e normas estabelecidas e que a forma de gerenciamento empreendida esteja em consistência com as diretrizes estratégicas da Motiva.Responsabilidades e formação atual do Comitê O CAC, no cumprimento de suas responsabilidades de supervisão e monitoramento definidas a partir da legislação aplicável, do Estatuto Social da Companhia, assim como das disposições do Regimento Interno do Conselho de Administração da Motiva e seus Comitês de Assessoramento, baseia suas análises e avaliações para formar seu julgamento e suas opiniões considerando, principalmente, (i) as informações recebidas da Diretoria Executiva e dos Gestores, incluindo, entre outros os responsáveis pela preparação das demonstrações financeiras (ii) a estrutura de Compliance, de Riscos e Controles Internos e de Segurança Corporativa e Resiliência Empresarial (iii) os trabalhos realizados pela Auditoria Interna da Companhia (incluindo os projetos conduzidos por auditores terceirizados) e (iv) os trabalhos realizados pelos Auditores Independentes.O CAC é composto por quatro membros independentes, sendo três membros conselheiros de administração e um coordenador externo e atende os requisitos de manutenção de um membro com experiência em assuntos de contabilidade societária, conforme requerido pela Resolução CVM n.º 23, de 25 de fevereiro de 2021.Atividades do CACO CAC possui Plano de Trabalho definido anualmente, com agenda temática preparada considerando os temas de maior relevância. A agenda do CAC incorpora, ao longo do ano, as solicitações advindas do Conselho de Administração, como, também, outras situações que se requeiram, segundo a dinâmica e circunstâncias dos negócios da Companhia.Ao longo do período de janeiro de 2025 até a data deste relatório, o CAC se reuniu em 20 (vinte) ocasiões, considerando as reuniões ordinárias e extraordinárias, (i) com diretores e colaboradores das várias unidades e áreas de negócios da Motiva (ii) com a área de Auditoria Interna da Companhia, para discutir o funcionamento das respectivas áreas sob auditoria, eventuais deficiências e recomendações efetuadas para aprimoramento dos processos de trabalho dessas áreas, relativamente aos seus sistemas de controles internos, os planos de ação e seus respectivos desenvolvimentos (iii) com os auditores independentes para conhecimento do escopo de trabalho, dos principais assuntos de auditoria, discussão dos relatórios emitidos sobre as demonstrações financeiras da Companhia e as recomendações de controles internos efetuadas (iv) com a área de Compliance, para acompanhamento dos trabalhos executados (v) com a área de riscos e controles internos para análise e discussões relacionadas aos principais riscos identificados e das recomendações propostas para melhoria desses controles internos e (vi) com outras áreas da Companhia, para discussão de temas específicos. Adicionalmente, os membros do CAC interagiram com os representantes das Unidades de Negócio da Companhia e visitaram a AutoBAn e Centro de Serviços Compartilhados.Auditoria Interna:O processo para elaboração do Plano de Auditoria Interna, proposto para o ano findo em 31 de dezembro de 2025, considera o mapeamento de temas prioritários da matriz de riscos corporativos, o planejamento estratégico, o universo auditável considerando a rotação de ênfase aprovada, o resultado dos trabalhos anteriormente executados, a identificação de principais riscos emergentes, além da avaliação e sinergia dos trabalhos realizados pelas áreas de Compliance, Controles Internos e Riscos, Segurança Corporativa e Resiliência Empresarial, bem como discussões mantidas com os executivos das áreas de negócio da Companhia.O plano proposto foi analisado e debatido com os membros do CAC que recomendaram a sua aprovação ao Conselho de Administração que, após revisão e considerações efetuadas, aprovou em 27 de novembro de 2024. Referido Plano foi substancialmente concluído durante o ano de 2025 e foi composto por projetos englobando processos relevantes, tais como: Gestão de Metas, Gestão do Contrato de Concessão, Planejamento da Operação, Reequilíbrio Econômico Financeiro, Gestão de Licenças, Gestão dos Processos de Meio Ambiente, Gestão de Projetos de Engenharia e Qualidade, Aquisição de Contratação de Terceiros, Gestão de Almoxarifado/Estoques, Cibersegurança para OT - "Operation Technology", Gestão de Segurança do Trabalho de Terceiros, Receitas Tarifárias para as Plataformas Rodovias e Trilhos, Gestão de Crises e Continuidade de Negócios da Linhas 8 e 9, Gestão Estratégica para ESG, Processamento da Folha de Pagamento.O CAC revisou os assuntos relevantes classificados nesses relatórios com ênfase naqueles classificados como de risco muito alto e alto com a Auditoria Interna da Companhia que, como parte da execução de seus trabalhos, discutiu os resultados diretamente com os diretores e gestores das respectivas Plataformas de Negócio das entidades, assim como monitorou o andamento dos planos de ação elaborados para a correção das deficiências identificadas.Compliance: Foram apresentados e discutidos com o CAC os seguintes temas:Monitoramento periódico do atendimento de Compliance referente às políticas e práticas da CompanhiaResultados dos testes transacionais efetuados, suas conclusões e principais recomendações para aprimoramento de controles internos e planos de ação decorrentesIndicadores em geral, bem como os relatos de maior relevância do Canal Confidencial da Motiva Análise das conclusões de principais investigações e as medidas de remediação propostasCronograma de atividades, análise crítica e resultados de auditorias referentes a extensão e manutenção das Certificações da ABNT NBR ISO 37001:2017 (Sistema de Gestão Antissuborno) e da ABNT NBR ISO 37301:2021 (Sistema de Gestão de Compliance) com foco em ESG, para a Holding, CSC e Plataformas de Negócios da MotivaCronograma de atividades e monitoramento da evolução dos Pilares do Programa de Integridade da Motiva, incluindo: ?atualização de políticas?riscos de suborno?cronograma de comunicação e treinamentos?due diligence de fornecedores, parceiros e beneficiários ?embaixadores de Compliance declarações anuais obrigatórias?melhoria contínua, com automatizações e uso de inteligência artificial Monitoramento de Fornecedores Estratégicos, com a avaliação de riscos de Compliance, implementação de mitigadores e finalização da qualificação Hands on ESG & IntegridadePrincipais indicadores quantitativos e qualitativos das Unidades que a Motiva detém participação societária compartilhada com outros sóciosRiscos e Controles: Foram apresentados e discutidos com o CAC os seguintes principais temas:Matriz de RiscosPlano Operacional de Gestão de Riscos e Controles InternosAgenda Temática de Riscos e ControlesMetodologia de precificação de riscos: ativos com riscos precificados, sendo os principais: Ativos e Passivos Regulatórios, Variação de CAPEX, ClimaMetodologia de rating risco-retorno para classificação dos ativos do portfólioNo contexto da agenda temática de Riscos e Controles da Companhia e de sua relevância, foram também discutidos com o CAC assuntos relacionados com: Gestão de Terceiros, Mudanças Regulatórias e Políticas, Segurança da Informação, Gestão de Ativos (Estruturas), Gestão de Licenças Operacionais, Responsabilidades Contratuais, Implantações (CAPEX), Clima, Inadimplências, Gestão de Almoxarifado, Planejamento de Materiais, Segurança Ocupacional, Gestão de Ativos (Equipamentos) e Reputação, bem como aspectos econômicos - financeiros associados ao ambiente geral dos negócios.Segurança Corporativa e Resiliência Empresarial: Foram apresentados e discutidos com o CAC os seguintes principais temas:Planos Operacionais de Resiliência Climática estruturados para todos os ativos, contemplando mitigação, adaptação e valoraçãoImplementação da Gestão de Crises e Continuidade de Negócios - BIA - Business Impact Analysis - relacionada aos ativos classificados como críticos da MotivaCapacitação decorrente da Inclusão do Treinamento de Resiliência Empresarial no Sistema de Controles de TreinamentosPlanos Operacionais de Resiliência Climática estruturados para todos os ativos, contemplando mitigação, adaptação e valoraçãoGestão de Seguros CorporativosObtenção da Certificação ISO 22301 (Sistema de Gestão de Continuidade de Negócios - SGCN) e do selo Resilient Enterprise emitido pelo DRI (Disaster Recovery Institute)Segurança Corporativa: Implementação do projeto de segurança orgânica na Nova Sede da Holding, bem como Projetos de Segurança em Rodovias (RioSP, ViaSul e ViaCosteira, Rota Sorocabana, PRVias) e em Trilhos (Linhas 4, 5 e 17, 8 e 9) incluindo aspectos tecnológicosTreinamentos relacionados à disseminação da Cultura de Ciber Segurança DigitalOutros temas:Adicionalmente, o CAC (i) analisou as principais transações contratadas pela administração com Partes Relacionadas (ii) recomendou ao Conselho de Administração a aprovação (a) do Código de Conduta Ética e Declaração de Diretos Humanos (b) da POL 017 - Política do Sistema de Gestão de Compliance (c) da POL 001 - Política da Empresa Limpa e Combate à Corrupção e ao Suborno (e) do Orçamento da área de Riscos e Controles, Compliance, Auditoria Interna e do CAC (iii) interagiu com a Companhia sobre o Plano de Resiliência Empresarial.Auditoria Independente:O CAC se reuniu em 10 (dez) ocasiões, entre janeiro de 2025 e fevereiro de 2026, com sócios e equipes da KPMG Auditores Independentes.Os Auditores Independentes apresentaram ao CAC o escopo dos trabalhos planejados, os principais procedimentos de auditoria realizados e os pontos identificados como relevantes durante os trabalhos de auditoria para o fechamento das demonstrações financeiras trimestrais e anual relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, incluindo os principais assuntos de auditoria (PAA) destacados pelo auditor independente em seu relatório com a descrição das principais atividades realizadas.Em particular, foram também discutidos, com a presença da administração da Companhia, os principais reequilíbrios contratuais contabilizados, bem como os principais assuntos relacionados às transações do ano.Os auditores independentes confirmaram ao CAC sua avaliação de independência em relação à Companhia. Adicionalmente, não veio ao conhecimento do Comitê nenhum evento ou situação que pudesse afetar a independência ou a objetividade dos auditores independentes, tampouco de quaisquer divergências relevantes entre o posicionamento da administração e dos auditores independentes com respeito às demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2025.Recomendação referente às demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Motiva - Exercício Social Findo em 31 de dezembro de 2025Os membros do Comitê de Auditoria, Compliance e Riscos da Motiva Infraestrutura de Mobilidade S.A. ("Motiva" ou "Companhia') no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme as disposições do Estatuto Social da Companhia e do Regimento Interno do Conselho de Administração da Motiva e seus Comitês de Assessoramento, procederam à análise das Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas, acompanhadas do relatório da KPMG Auditores Independentes, correspondentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 e, com base nos trabalhos efetuados, considerando as informações prestadas pela Administração da Companhia e pela Auditoria Independente, por unanimidade, recomendam ao Conselho de Administração da Motiva a aprovação dessas Demonstrações Financeiras para seu encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária de Acionistas, nos termos da Lei das Sociedades por Ações.São Paulo, 6 de fevereiro de 2026.Jorge Roberto ManoelCoordenador do ComitêJosé Guimarães MonforteEliane Aleixo Lustosa de Andrade Eduardo Bunker Gentil

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias2.020.000.0009.512.335
Preferenciais00
Total2.020.000.0009.512.335

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.