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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 10456Versão 1Recebida em 15/02/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de ALPARGATAS S.A.

ALPARGATAS S.A. · CNPJ 61.079.117/0001-05

ALPARGATAS S.A.
CNPJ 61.079.117/0001-05
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
ALPARGATAS S.A.
CNPJ
61.079.117/0001-05
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
15/02/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total3.980.1053.846.3923,5%
1.01Ativo Circulante2.389.3122.439.913−2,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa518.782629.238−17,6%
1.01.02Aplicações Financeiras22.15677.115−71,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado22.15677.115−71,3%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação22.15677.115−71,3%
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber972.499911.5416,7%
1.01.03.01Clientes972.499911.5416,7%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques730.330698.7614,5%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar85.54485.1580,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar85.54485.1580,5%
1.01.07Despesas Antecipadas22.71211.262101,7%
1.01.07.01Despesas Antecipadas22.37911.26298,7%
1.01.07.02Despesas Antecipadas com Propaganda3330
1.01.08Outros Ativos Circulantes37.28926.83838,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros37.28926.83838,9%
1.01.08.03.01Adiantamento de Fornecedores13.6419.47344,0%
1.01.08.03.02Contas a Receber Funcionários10.0676.02267,2%
1.01.08.03.03Ganhos não Realizados em Operações com Derivativos1.1360
1.01.08.03.04PIS e COFINS Diferidos17915317,0%
1.01.08.03.05Outros Ativos12.26611.1909,6%
1.02Ativo Não Circulante1.590.7931.406.47913,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo364.425189.68092,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber3.0630
1.02.01.04.01Clientes3.0630
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos99.106107.041−7,4%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos98.650106.406−7,3%
1.02.01.07.02PIS e COFINS Diferidos456635−28,2%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes262.25682.639217,4%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Depósitos Compulsórios73730,0%
1.02.01.10.04Depósitos Judiciais e Cauções44.32216.193173,7%
1.02.01.10.05Tributos a Recuperar200.27916.5641.109,1%
1.02.01.10.06Outras Contas a Receber17.58249.809−64,7%
1.02.02Investimentos2.3221.32075,9%
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento2.3221.32075,9%
1.02.02.02.01Outras Participações Societárias2.3221.32075,9%
1.02.03Imobilizado770.722721.6456,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação719.517666.6137,9%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento51.20555.032−7,0%
1.02.04Intangível453.324493.834−8,2%
1.02.04.01Intangíveis453.324493.834−8,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Intangíveis453.324493.834−8,2%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos administradores e acionistas da Alpargatas S.A São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Alpargatas S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Alpargatas S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Reconhecimento de receita - controladora e consolidadoVeja a Nota 24 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipal assunto de auditoriaParte substancial das receitas da Companhia são provenientes da venda de produtos para o atacado e para rede de franquias, cuja entrega do produto não ocorre geralmente na mesma data da emissão da fatura. Conforme o Pronunciamento Técnico CPC 47 - Receita de contrato com cliente (IFRS 15 - Revenue from Contracts with Customers), a receita é reconhecida quando o cliente obtém o controle dos bens ou serviços. Determinar o momento da transferência de controle - em um momento especifico no tempo ou ao longo do tempo - requer julgamento quanto ao momento da entrega da mercadoria no mercado interno e externo.Devido à relevância dos valores e do julgamento significativo envolvido, consideramos o reconhecimento e a mensuração da receita de contrato com clientes como um assunto significativo para a nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento do desenho dos controles internos relevantes relacionados ao processo de reconhecimento da receita. Para uma amostra das receitas, analisamos os documentos relacionados às vendas para confirmar a data efetiva de entrega dos produtos, bem como contratos e acordos comerciais, quando aplicável. Avaliamos também na análise do reconhecimento de receita preparada pela Companhia, as devoluções e cancelamentos ocorridos subsequentemente a 31 de dezembro de 2018. Adicionalmente, analisamos as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras.As deficiências que chegaram ao nosso conhecimento no desenho dos controles internos relativos à identificação do momento do reconhecimento das receitas de produtos faturados e não entregues no final do exercício alteraram nossa avaliação quanto à natureza do nosso trabalho e ampliaram a extensão de nossos procedimentos substantivos de auditoria inicialmente planejados. No decorrer da nossa auditoria identificamos ajustes imateriais que afetavam a mensuração das receitas reconhecidas, os quais foram registrados pela administração.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que a receita de vendas e as respectivas divulgações são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Avaliação de perda do valor recuperável de ativos com vida útil indefinida - controladora e consolidadoVeja a Nota 14 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipal assunto de auditoriaConforme divulgado na nota explicativa 14, em 31 de dezembro de 2018, a Companhia mantém em suas demonstrações financeiras consolidadas ágio pago por expectativa de rentabilidade futura e outros intangíveis de vida útil indefinida, relativos às aquisições da CBS S.A - Companhia Brasileira de Sandálias, da Terra de Aventura Indústria de Artigos Esportivos S.A. (Osklen) e da Alpargatas S.A.I.C. - Argentina. Nas demonstrações financeiras individuais esses valores estão apresentados na rubrica de investimentos.Anualmente, a Companhia realiza o teste da redução ao valor recuperável (teste de impairment) desses ativos, conforme requerido pelo CPC 01 (R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos. O processo de avaliação do valor recuperável desses ativos é complexo e envolve um alto grau de subjetividade, bem como é baseado em diversas premissas, tais como a determinação das unidades geradoras de caixa, taxas de desconto, projeção de inflação, esta afetada pelo ambiente econômico da controlada na Argentina, percentuais de crescimento, cotação de moedas estrangeiras e rentabilidade dos negócios da Companhia e de suas controladas para os próximos anos, entre outros. Devido a estes aspectos e pelo fato das variações das premissas utilizadas poderem impactar significativamente as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos esse assunto como significativo para a nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a revisão do plano de negócios, orçamentos, e análises de valor recuperável disponibilizados pela Companhia. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas avaliamos o modelo utilizado para mensurar o valor recuperável, a metodologia e as premissas mais significativas utilizadas pela Companhia, incluindo taxas de crescimento e de desconto utilizadas nos fluxos de caixa descontados e a margem de lucro das unidades geradoras de caixa nas quais os ágios e ativos intangíveis de vida útil indefinida foram alocados. Avaliamos também as divulgações relacionadas ao assunto nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que são aceitáveis os saldos dos ágios e dos intangíveis com vida útil indefinida e respectivas divulgações no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomada s em conjunto.Discussões judiciais sobre temas fiscais - ICMS na base de cálculo PIS e COFINS - controladoraVeja a Nota 21 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipal assunto de auditoriaConforme mencionado na nota explicativa 21, a Companhia questiona judicialmente a inclusão do ICMS na base de cálculo da COFINS desde maio de 1993 e na base de cálculo do PIS desde março de 2002.Em 2018 ocorreu o trânsito em julgado da ação judicial da COFINS relativa ao período de maio de 1993 a dezembro de 2014. Os montantes envolvidos nesta ação compreenderam R$ 15 milhões, depositados em juízo, relativos ao período de maio de 1993 a fevereiro de 1996, e R$ 181 milhões, pagos a maior, relativos ao período de março de 1996 a maio de 2008. Tais ativos foram reconhecidos pela Companhia baseado em pareceres de seus assessores jurídicos externos, na rubrica "Outras receitas operacionais".Devido à relevância dos valores envolvidos, e controles e processos internos para mensuração dos montantes reconhecidos e o grau de julgamento envolvido, consideramos esse assunto como significativo para a nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, com auxílio de nossos especialistas em impostos e em assuntos legais, a avaliação da documentação da decisão judicial (trânsito em julgado), as opiniões legais emitidas e os aspectos legais e tributários da legislação brasileira, para entendimento do mérito e argumentação que orientou a Companhia sobre o reconhecimento e a mensuração dos valores. Os nossos procedimentos incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas pela Companhia nas demonstrações financeiras. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que os montantes registrados e as divulgações são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:-Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.-Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.-Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.-Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relaç ão a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.-Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.-Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 15 de fevereiro de 2019KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Marcelle Mayume KomukaiContadora CRC 1SP249703/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASDe acordo com o artigo 25, parágrafo 1º, inciso VI da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as informações contábeis das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício de 2018 da Alpargatas S.A.São Paulo, 15 de fevereiro de 2019.Roberto FunariDiretor-PresidenteAdalberto Fernandes GranjoAna Marcia LopesCarla SchmitzbergerEdson Rubião GonzalesJulian Garrido Del Val NetoMarcelo FerreiraMarcelo TurriDiego Mohadeb

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTEDe acordo com o artigo 25, parágrafo 1º, inciso V da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as opiniões expressas no relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício de 2017 da Alpargatas S.A.São Paulo, 15 de fevereiro de 2019.Roberto FunariDiretor-PresidenteAdalberto Fernandes GranjoAna Marcia LopesCarla SchmitzbergerEdson Rubião GonzalesJulian Garrido Del Val NetoMarcelo FerreiraMarcelo TurriDiego Mohadeb

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

ALPARGATAS S.A.Companhia AbertaCNPJ: 61.079.117/0001-05Parecer do Comitê de Auditoria O Diretor de Finanças e Relação com Investidores apresentou os principais indicadores financeiros para o exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Os auditores independentes apresentaram o relatório dos auditores independentes para o exercício findo em 31 de dezembro de 2018. Depois dos esclarecimentos e de analisados e debatidos os aspectos relevantes das referidas demonstrações financeiras, juntamente com os auditores independentes, os integrantes do Comitê de Auditoria emitiram o seguinte parecer: "Concluído o exame das Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social de 2018 e constatada a exatidão de todos os elementos apreciados, considerando o relatório sem ressalva da KPMG Auditores Independentes, os membros efetivos do Comitê de Auditoria da Alpargatas S/A. são da opinião de que esses documentos refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas pela sociedade no período e reúnem condições de serem submetidos à apreciação e aprovação dos Acionistas".São Paulo, 15 de fevereiro de 2019.Ricardo BaldinCoordenador do comitêAlfredo S. Lazzareschi NetoMembro do ComitêCarlos A. Reis de Athayde FernandesMembro do ComitêRodolfo Villela MarinoMembro do Comitê

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.