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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016105 páginasCódigo CVM 20877Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 06/04/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de HELBOR EMPREENDIMENTOS S.A.

HELBOR EMPREENDIMENTOS S.A. · CNPJ 49.263.189/0001-02

Versões deste exercício: v1 (23/03/2017) · v2 (24/03/2017) · v3 (06/04/2017), esta

HELBOR EMPREENDIMENTOS S.A.
CNPJ 49.263.189/0001-02
DFP 2016 (V3)
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
HELBOR EMPREENDIMENTOS S.A.
CNPJ
49.263.189/0001-02
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
105
Ano de referência
2016*
Publicado em
06/04/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total5.359.1805.083.1555,4%
1.01Ativo Circulante3.914.5913.812.2252,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa78.535136.404−42,4%
1.01.02Aplicações Financeiras190.336198.948−4,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo190.336198.948−4,3%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda190.336198.948−4,3%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.477.7471.344.7889,9%
1.01.03.01Clientes1.477.7471.344.7889,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques2.131.1992.085.3292,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar2.5583.551−28,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar2.5583.551−28,0%
1.01.07Despesas Antecipadas3.04211.017−72,4%
1.01.07.01Despesas com Vendas a Apropriar3.04211.017−72,4%
1.01.08Outros Ativos Circulantes31.17432.188−3,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda6.62111.593−42,9%
1.01.08.01.01Empréstimos6.62111.593−42,9%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros24.55320.59519,2%
1.02Ativo Não Circulante1.444.5891.270.93013,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.348.5471.229.1039,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber424.161811.085−47,7%
1.02.01.03.01Clientes424.161811.085−47,7%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques910.834393.347131,6%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas8.3529.302−10,2%
1.02.01.07.01Depósitos Judiciais7.4136.9257,0%
1.02.01.07.02Despesas com Vendas a Apropriar9392.377−60,5%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas2.0703.070−32,6%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas2.0703.070−32,6%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes3.13012.299−74,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Empréstimos3.13012.299−74,6%
1.02.02Investimentos67.77016.145319,8%
1.02.02.01Participações Societárias67.77016.145319,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas67.77016.145319,8%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado27.56724.76911,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação27.56724.76911,3%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível705913−22,8%
1.02.04.01Intangíveis705913−22,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Helbor Empreendimentos S.A.Demonstrações financeiras individuais e consolidadas em 31 de dezembro de 2016 e relatório do auditor independente Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasHelbor Empreendimentos S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Helbor Empreendimentos S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Examinamos também as demonstrações financeiras consolidadas da Helbor Empreendimentos S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Helbor Empreendimentos S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Helbor Empreendimentos S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2016, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.ÊnfaseConforme descrito na Nota 2.1, as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia e suas controladas, elaboradas de acordo com as IFRS aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, consideram adicionalmente a orientação técnica OCPC 04 - "Aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 às Entidades de Incorporação Imobiliária Brasileira" editada pelo CPC. Essa orientação trata do reconhecimento da receita desse setor e envolve assuntos relacionados ao significado e à aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle na venda de unidades imobiliárias, conforme descrito em maiores detalhes na Nota 2.22.1. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria doexercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossaauditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Reconhecimento de receitaPorque é um PAA Conforme divulgado nas Notas 2.22.1 e 3.1(a) às demonstrações financeiras, a Companhia e suas controladas utilizam o método de Porcentagem de Conclusão ("POC") para contabilizar seus contratos de venda de unidades nos empreendimentos de incorporação imobiliária.O método POC requer que a administração da Companhia estime os custos a serem incorridos até o término da construção e entrega das chaves das unidades imobiliárias pertencentes a cada empreendimento de incorporação imobiliária, de modo a estabelecer uma proporção em relação aos custos já incorridos. Essa proporção é aplicada sobre o valor justo da receita das unidades vendidas, ajustada segundo as condições dos contratos de venda, determinando o montante da receita de venda a ser reconhecido em cada período.Essa área foi considerada como de foco em nossa auditoria pois o processo de reconhecimento da receita envolve complexidade e julgamentos críticos da administração na determinação dos orçamentos de custos e na sua revisão. Adicionalmente, quaisquer mudanças nessas estimativas podem impactar de forma relevante o resultado do exercício.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossa abordagem de auditoria considerou, entre outros, os seguintes procedimentos: Efetuamos entendimento dos principais controles internos estabelecidos pela administração para o reconhecimento da receita de venda das unidades imobiliárias em construção, bem como para o preparação e aprovação das estimativas de custos a incorrer e monitoramento dos custos incorridos. Analisamos a consistência das estimativas de custos a incorrer da administração, comparando-as com dados históricos da Companhia e com os custos efetivamente incorridos. Para determinadas transações de receita com vendas inspecionamos os contratos de venda e os comprovantes de liquidação financeira. Testamos, em base amostral, os custos incorridos, inspecionando as medições de obra, contratos, documentos fiscais e pagamentos efetuados, bem como analisamos a evolução das obras por meio de inspeções físicas.Testamos o cálculo aritmético de atualização monetária dos orçamentos com base nos índices contratuais.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos utilizados pela administração em relação a esse tema são razoáveis e as informações divulgadas estão consistentes com os dados e documentos obtidos.Provisão para rescisões de contratos com clientesPorque é um PAA Conforme divulgado nas Notas 3.1(b) e 6 às demonstrações financeiras, a Companhia foi afetada pelo aumento do volume das rescisões contratuais, dado o atual cenário macro econômico de restrição de crédito para financiamento de imóveis.A Companhia estima uma provisão para distratos em seu balanço para os casos em que considera que haverá provável rescisão contratual, com base em julgamentos sobre a recuperação da carteira de recebíveis e sobre as perspectivas de perda dos processos judiciais de natureza cível em andamento movidos por seus clientes.Consideramos essa uma área de foco de auditoria, pois a avaliação realizada pela administração da Companhia envolve julgamentos importantes e subjetivos. Mudanças nos julgamentos e/ou prognósticos das ações podem trazer impactos relevantes nas demonstrações financeiras da Companhia. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros, o entendimento dos controles internos relevantes associados a análise de crédito e da carteira de contas a receber em aberto, por período de vencimento, bem como o entendimento do ambiente de tecnologia que suporta a estrutura de controles da Companhia.Realizamos também o entendimento e testes das premissas e modelo utilizados na estimativa adotada pela administração da Companhia para determinação da provisão para rescisões de contratos com clientes.Obtivemos confirmações dos assessores jurídicos externos contemplando os prognósticos de perda para os principais processos cíveis relacionados aos contratos firmados com clientes. Adicionalmente, inspecionamos, em base amostral, os termos de rescisões contratuais ocorridos no exercício.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e premissas utilizados pela administração em relação a esse tema são razoáveis, em todos os aspectos relevantes, no contexto das demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo CPC, pela CVM e pelo CFC, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras , a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou in cluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 23 de março de 2017PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Marcelo OrlandoContador CRC1SP217518/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração para fins do art. 25, inciso V, da Instrução CVM nº 480/09Nos termos do inciso V, da Instrução CVM nº 480/09, os diretores da Helbor Empreendimentos S.A. declaram que: i) discutiram, reviram e concordaram com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes ii) discutiram, reviram e concordaram com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016.DiretoriaNome PosiçãoHenry Borenstein Diretor PresidenteHenrique Borenstein Diretor Vice-Presidente ExecutivoNelson Duarte Diretor Vice-Presidente AdministrativoRoberval Lanera Toffoli Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresFabiana Parsloe Lex Diretora de MarketingCarlos Rabello de Oliveira Diretor de ControladoriaCarlos Eduardo Kehdi Diretor TécnicoMarcelo Lima Bonanata Diretor ComercialDenervaldo Aparecido Setin Diretor de Novos NegóciosEduardo Akira Sugino Diretor Jurídico

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração para fins do art. 25, inciso V, da Instrução CVM nº 480/09Nos termos do inciso V, da Instrução CVM nº 480/09, os diretores da Helbor Empreendimentos S.A. declaram que: i) discutiram, reviram e concordaram com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes ii) discutiram, reviram e concordaram com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016.DiretoriaNome PosiçãoHenry Borenstein Diretor PresidenteHenrique Borenstein Diretor Vice-Presidente ExecutivoNelson Duarte Diretor Vice-Presidente AdministrativoRoberval Lanera Toffoli Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresFabiana Parsloe Lex Diretora de MarketingCarlos Rabello de Oliveira Diretor de ControladoriaCarlos Eduardo Kehdi Diretor TécnicoMarcelo Lima Bonanata Diretor ComercialDenervaldo Aparecido Setin Diretor de Novos NegóciosEduardo Akira Sugino Diretor Jurídico

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.