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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025170 páginasCódigo CVM 1325Versão 1Recebida em 04/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de BANCO MERCANTIL DO BRASIL SA

BANCO MERCANTIL DO BRASIL SA · CNPJ 17.184.037/0001-10

BANCO MERCANTIL DO BRASIL SA
CNPJ 17.184.037/0001-10
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
BANCO MERCANTIL DO BRASIL SA
CNPJ
17.184.037/0001-10
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
170
Ano de referência
2025*
Publicado em
04/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total35.564.98625.479.10939,6%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa6.296.9743.934.84260,0%
1.01.01Caixa1.063.0771.311.041−18,9%
1.01.02Aplicações de Liquidez5.233.8972.623.80199,5%
1.02Ativos Financeiros26.271.63819.592.79334,1%
1.02.01Depósito Compulsório Banco Central1.185.771576.988105,5%
1.02.02Ativos Financeiros Avaliados ao Valor Justo através do Resultado88.14194.302−6,5%
1.02.02.01Títulos e Valores Mobiliários88.14194.302−6,5%
1.02.02.02Derivativos00—
1.02.03Ativos Financeiros Avaliados ao Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes1.423.7981.658.098−14,1%
1.02.03.01Títulos e Valores Mobiliários1.423.7981.658.098−14,1%
1.02.04Ativos Financeiros ao Custo Amortizado23.573.92817.263.40536,6%
1.02.04.01Aplicações em Depósitos Interfinanceiros2.74650.948−94,6%
1.02.04.02Aplicações no Mercado Aberto00—
1.02.04.03Títulos e Valores Mobiliários630.199574.2909,7%
1.02.04.04Operações de Crédito23.717.38017.372.83736,5%
1.02.04.05Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito−995.623−812.498−22,5%
1.02.04.06Operações de Arrendamento00—
1.02.04.07Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito de Operações de Arrendamento00—
1.02.04.08Outros Ativos Financeiros219.22677.828181,7%
1.03Tributos1.659.980856.76593,7%
1.03.01Imposto de Renda e Contribuição Social - Correntes209.960209.0550,4%
1.03.02Imposto de Renda e Contribuição Social - Diferidos1.388.896628.599121,0%
1.03.03Outros61.12419.111219,8%
1.04Outros Ativos475.644477.126−0,3%
1.04.01Ativos Não Correntes a Venda46.87051.740−9,4%
1.04.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.04.03Outros428.774425.3860,8%
1.05Investimentos26.02821.63320,3%
1.05.01Participações em Coligadas00—
1.05.02Participações em Controladas em Conjunto00—
1.05.03Propriedades para Investimento2.9552.957−0,1%
1.05.04Outros Investimentos23.07318.67623,5%
1.06Imobilizado622.164431.31144,2%
1.06.01Imobilizado de Uso181.185149.71921,0%
1.06.02Direito de Uso de Arrendamento440.979281.59256,6%
1.06.03Depreciação Acumulada00—
1.07Intangível212.558164.63929,1%
1.07.01Intangíveis00—
1.07.02Goodwill00—
1.07.03Amortização Acumulada00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasBanco Mercantil do Brasil S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais do Banco Mercantil do Brasil S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Mercantil do Brasil S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BCB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Ênfase - Informações comparativasChamamos a atenção para a Nota 2.3 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas que descreve que as referidas demonstrações foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, considerando a dispensa de apresentação das cifras comparativas nas demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2025, conforme previsto na Resolução no 4.966 do Conselho Monetário Nacional (CMN) e na Resolução no 352 do Banco Central do Brasil (BCB). Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do semestre e exercício correntes. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAA Provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito (Notas 2.4 (d) 5, 6 e 7)A partir de 1º de janeiro de 2025 entrou em vigor a Resolução nº 4.966 do Conselho Monetário Nacional (CMN), em substituição à Resolução n° 2.682 do Banco Central do Brasil, que estabelece novos requerimentos de classificação, mensuração, reconhecimento e baixa de instrumentos financeiros, bem como para constituição de provisão para perdas associadas ao risco de crédito.A mensuração da provisão para perdas associadas ao risco de crédito, considerando os requerimentos da Resolução nº 4.966 do CMN, envolve um elevado nível de julgamento, por parte da administração, na determinação da provisão mediante a aplicação de metodologia e processos que utilizam várias premissas, incluindo informações prospectivas e critérios para determinar aumentos e reduções do risco de crédito.Essa é uma área que permanece como foco de auditoria pois o uso desse julgamento na apuração do valor da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito poderia resultar em variações significativas na estimativa dessa provisão.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos incluíram, entre outros, a atualização do nosso entendimento e testes de controles internos relevantes para a apuração da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito.Em relação à metodologia para mensuração da provisão para perdas, aplicamos determinados procedimentos de auditoria, principalmente, relacionados à análise das políticas contábeis da administração em comparação com a Resolução nº 4.966 do CMN, testes dos modelos, incluindo o seu processo de aprovação e de validação de premissas adotadas para determinação das estimativas de perdas. Adicionalmente, realizamos testes, em base amostral, sobre as garantias, renegociações de crédito, avaliação de risco da contraparte, atrasos e outros aspectos que possam resultar em aumento ou redução significativa de risco de crédito, bem como a alocação das operações nos seus respectivos estágios e análise das divulgações realizadas pela administração nas demonstrações financeiras.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração na determinação e registro da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito são consistentes e estão alinhados com as informações analisadas em nossa auditoria.Porque é um PAA Reconhecimento e valor recuperável dos créditos tributários (Notas 2.4 (e) e 8.2)O Banco possui ativos decorrentes de créditos tributários de diferenças temporárias, prejuízos fiscais de imposto de renda e bases negativas de contribuição social sobre o lucro.Para o registro e a manutenção dos referidos créditos, a administração elabora estudo de projeção de lucros tributários e de realização dos créditos tributários, conforme requerido pelas normas do Banco Central do Brasil.Na elaboração do referido estudo foram utilizados julgamentos e premissas de natureza subjetiva, estabelecidos pela administração, para projeção de lucros tributários futuros.Considerando o acima descrito, essa permanece sendo considerada uma área de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos principais procedimentos consideraram a análise da razoabilidade das premissas relevantes e metodologia utilizadas na projeção de lucros tributáveis futuros contidas no estudo de realização dos créditos tributários, aprovado pelo Conselho de Administração.Efetuamos, também, a análise da razoabilidade das principais premissas utilizadas pelo Banco com as projeções macroeconômicas divulgadas no mercado, quando aplicável, o confronto dos principais dados históricos com as referidas projeções e a análise de aderência em relação à Resolução CMN no 4.842/20.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para a determinação da realização dos créditos tributários são consistentes e estão alinhados com as informações analisadas em nossa auditoria.Porque é um PAA Provisões para passivos relacionados à processos judiciais e administrativos (Notas 2.4 (j) e 15)O Banco e suas controladas são parte em processos judiciais e administrativos de natureza cível, trabalhista e tributária.Os processos podem ser encerrados após um longo tempo e envolvem, não só discussões acerca do mérito, mas também aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação e jurisprudência vigentes. A evolução de jurisprudência sobre determinadas causas nem sempre é uniforme.Assim, a mensuração e definição de reconhecimento dos passivos para processos judiciais e administrativos, envolve aspectos subjetivos e julgamentos exercidos pela administração do Banco.Conforme descr ito na Nota 15 (c), em dezembro de 2025, o Banco celebrou transação tributária individual com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e com a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, para pagamento dos tributos relacionados aos processos administrativos e judiciais, descritos na Nota 15 (c).Considerando o acima descrito, essa permanece sendo considerada uma área de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos principais procedimentos de auditoria abrangeram a atualização do entendimento dos processos internos relevantes relacionados à identificação, avaliação, monitoramento, mensuração, registro da provisão para passivos relacionados aos processos judiciais e administrativos e as divulgações em notas explicativas, bem como testes sobre as bases de contingências.Efetuamos testes, em base amostral, sobre a integridade e histórico de perdas incorridas que são base para quantificação dos processos judiciais de natureza cível e trabalhista.Com relação aos processos individualizados, a apuração é realizada periodicamente a partir da determinação do valor do pedido e da probabilidade de perda. Realizamos testes da avaliação de risco dos principais processos de acordo com a sua natureza.Adicionalmente, realizamos procedimentos de confronto dos saldos contábeis com os relatórios analíticos suporte, bem como obtivemos confirmação com os assessores jurídicos responsáveis pelos principais processos judiciais e administrativos sobre a probabilidade de perda.Obtivemos o Termo de Transação Individual celebrado pelo Banco com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e com a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, em dezembro de 2025, para pagamento dos tributos relacionados aos processos administrativos e judiciais, descritos na Nota 15 (c), e testamos a sua liquidação financeira e os correspondentes registros contábeis decorrentes dessa transação tributária.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para a apuração e registro contábil das provisões para processos judiciais e administrativos são consistentes e estão alinhados com as informações analisadas em nossa auditoria.Porque é um PAA Ambiente de Tecnologia da InformaçãoO processamento das transações do Banco e suas controladas, o desenvolvimento de suas operações e a continuidade de seus processos de negócios são dependentes de sua estrutura tecnológica.Assim, é importante a efetiva operação dos controles gerais de Tecnologia da Informação, bem como dos seus controles dependentes para assegurar o processamento correto de informações críticas para a tomada de decisões ou das operações.Portanto, o ambiente de Tecnologia da Informação continua sendo uma área de foco em nossos trabalhos de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaCom o auxílio de nossos especialistas de sistemas, atualizamos o nosso entendimento e realizamos testes sobre os principais controles gerais de Tecnologia da Informação, controles automatizados ou dependentes de Tecnologia da Informação, bem como os controles compensatórios, quando aplicável.Em nosso plano de trabalho, consideramos também testes relacionados ao acesso lógico, aos processos de gerenciamento e desenvolvimento de mudanças sistêmicas e à segurança de acessos a programas e banco de dados.Como resultado desses trabalhos consideramos que os processos e controles do ambiente de Tecnologia da Informação nos proporcionaram uma base razoável para determinarmos a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria sobre as demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs Demonstrações do Valor Adicionado (DVA) individuais e consolidadas, referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco e apresentadas como informação suplementar, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração do Banco é responsável pela elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil (BCB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco e suas controladas, em seu conjunto, continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco e suas controladas, em seu conjunto, ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e a valiamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e suas controladas, em seu conjunto. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco e suas controladas, em seu conjunto, a não mais se manter em continuidade operacional.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria realizado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar ameaças à nossa independência ou salvaguardas aplicadas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do semestre e exercício correntes e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Belo Horizonte, 3 de março de 2026PricewaterhouseCoopersAuditores Independentes Ltda.CRC 2SP000160/F-5Luís Carlos Matias RamosContador CRC 1SP171564/O-1==================================================================================================Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras consolidadasAos Administradores e AcionistasBanco Mercantil do Brasil S.A. e suas controladasOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Mercantil do Brasil S.A. ("Banco") e suas controladas, que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Mercantil do Brasil S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2025, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAAProvisão para perdas esperadas sobre créditos - (Notas 2.4 (d) (viii) e 7.4 (e)) A estimativa de perda do valor recuperável das operações de crédito, considerando os requerimentos do IFRS 9, envolve um elevado nível de julgamento da administração na classificação dos créditos nos estágios previstos no IFRS 9, bem como na determinação da provisão necessária mediante a aplicação de metodologia e processos que utilizam várias premissas, incluindo, entre outras, informações prospectivas e critérios para determinação do risco de crédito.Essa é uma área que permanece como foco de auditoria pois o uso desse julgamento na apuração do valor da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito poderia resultar em variações significativas na estimativa dessa provisão.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos o entendimento do processo desenvolvido pelo Banco para apuração e reconhecimento da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito, considerando o IFRS 9, bem como realizamos determinados procedimentos de auditoria, com o auxílio de nossos especialistas, relacionados a aderência aos requisitos da referida norma. Aplicamos determinados procedimentos de auditoria relacionados à: (i) análise das políticas contábeis da administração em comparação com os requisitos do IFRS 9 (ii) entendimento e testes relacionados à mensuração da provisão para perdas esperadas que consideram base de dados, modelos e premi ssas adotadas pela administração (iii) testes dos modelos, incluindo o seu processo de aprovação e de validação de premissas adotadas para determinação das estimativas de perdas e de recuperação e (iv) confronto entre os valores apurados de provisão e os valores contabilizados.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para a apuração e registro contábil da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito são consistentes e estão alinhados com as informações analisadas em nossa auditoria.Porque é um PAAReconhecimento e valor recuperável dos créditos tributários (Notas 2.4 (e) e 8.2)O Banco e suas controladas possuem ativos decorrentes de créditos tributários sobre diferenças temporárias, prejuízos fiscais de imposto de renda e bases negativas de contribuição social sobre o lucro.Para o registro e manutenção dos referidos créditos, a administração elabora estudo de projeção de lucros tributários e de realização dos créditos tributários.Na elaboração do referido estudo foram utilizados julgamentos e premissas de natureza subjetiva, estabelecidos pela administração, para projeção de lucros tributários futuros.Esse assunto permanece uma área de foco de auditoria, pois a utilização de diferentes premissas na projeção dos lucros tributários poderia modificar significativamente a estimativa para realização dos créditos tributários, com consequente impacto contábil, bem como no atendimento aos requisitos das IFRS relativos ao registro e manutenção desses ativos nas demonstrações financeiras consolidadas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos principais procedimentos consideraram a análise da razoabilidade das premissas relevantes e metodologia utilizadas na projeção de lucros tributáveis futuros contidas no estudo de realização dos créditos tributários, aprovado pelo Conselho de Administração.Efetuamos, também, a análise da razoabilidade das principais premissas utilizadas pela administração com as projeções macroeconômicas divulgadas no mercado, quando aplicável, e o confronto dos principais dados históricos com as referidas projeções.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para a determinação da realização dos créditos tributários são consistentes e estão alinhados com as informações analisadas em nossa auditoria.Porque é um PAAProvisões para passivos relacionados à processos judiciais e administrativos (Notas 2.4 (j) e 15) O Banco e suas controladas são parte em processos judiciais e administrativos de natureza cível, trabalhista e tributária.Os processos podem ser encerrados após um longo tempo e envolvem, não só discussões acerca do mérito, mas também aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação e jurisprudência vigentes. A evolução de jurisprudência sobre determinadas causas nem sempre é uniforme.Assim, a mensuração e definição de reconhecimento dos passivos para processos judiciais e administrativos, envolve aspectos subjetivos e julgamentos exercidos pela administração.Conforme descrito na Nota 15 (c), em dezembro de 2025, o Banco celebrou transação tributária individual com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e com a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, para pagamento dos tributos relacionados aos processos administrativos e judiciais, descritos na Nota 15 (c).Considerando o acima descrito, essa permanece sendo considerada uma área de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos principais procedimentos de auditoria abrangeram a atualização do entendimento dos processos internos relevantes relacionados à identificação, avaliação, monitoramento, mensuração, registro da provisão para passivos relacionados à processos judiciais e administrativos e as divulgações em notas explicativas, bem como testes sobre as bases de contingências.Efetuamos testes em base amostral sobre a integridade e histórico de perdas incorridas que são base para quantificação dos processos judiciais de natureza cível e trabalhista.Com relação aos processos individualizados, a apuração é realizada periodicamente a partir da determinação do valor do pedido e da probabilidade de perda. Realizamos testes da avaliação de risco dos principais processos de acordo com a sua natureza.Adicionalmente, realizamos procedimentos de confronto dos saldos contábeis com os relatórios analíticos suporte, bem como obtivemos confirmação com os assessores jurídicos responsáveis pelos processos judiciais e administrativos, sobre a probabilidade de perda.Obtivemos o Termo de Transação Individual celebrado pelo Banco com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e com a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, em dezembro de 2025, para pagamento dos tributos relacionados aos processos administrativos e judiciais, descritos na Nota 15 (c), e testamos a sua liquidação financeira e os correspondentes registros contábeis decorrentes dessa transação tributária.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para a apuração e registro contábil das provisões para processos judiciais e administrativos são consistentes e estão alinhados com as informações analisadas em nossa auditoria.Porque é um PAAAmbiente de Tecnologia da InformaçãoO processamento das transações do Banco e suas controladas, o desenvolvimento de suas operações e a continuidade de seus processos de negócios são dependentes de sua estrutura tecnológica. Assim, é importante a efetiva operação dos controles gerais de Tecnologia da Informação, bem como dos seus controles dependentes para assegurar o processamento correto de informações críticas para a tomada de decisões ou das operações.Portanto, o ambiente de Tecnologia da Informação continua sendo uma área de foco em nossos trabalhos de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaCom o auxílio de nossos especialistas de sistemas, atualizamos o nosso entendimento e realizamos testes sobre os principais controles gerais de Tecnologia da Informação, controles automatizados ou dependentes de Tecnologia da Informação, bem como os controles compensatórios, quando aplicável.Em nosso plano de trabalho, consideramos também testes relacionados ao acesso lógico, aos processos de gerenciamento e desenvolvimento de mudanças sistêmicas e segurança de acessos a programas e banco de dados.Como resultado desses trabalhos consideramos que os processos e controles do ambiente de Tecnologia da Informação nos proporcionaram uma base razoável para determinarmos a natureza, época e extensão de nossos procedimentos de auditoria sobre as demonstrações financeiras consolidadas.Outros assuntos - Demonstração do Valor AdicionadoA Demonstração do Valor Adicionado (DVA) consolidada referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaborada sob a responsabilidade da administração do Banco e apresentada como informação suplementar para fins de normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras consolidadas do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras consolidadas e o relatório do auditorA administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras cons olidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras consolidadasA administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco e suas controladas, em seu conjunto, continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco e suas controladas, em seu conjunto, ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e suas controladas, em seu conjunto. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco e suas controladas, em seu conjunto, a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria realizado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar ameaças à nossa independência ou salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Belo Horizonte, 3 de março de 2026PricewaterhouseCoopersAuditores Independentes Ltda.CRC 2SP000160/F-5Luís Carlos Matias RamosContador CRC 1SP171564/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasEm cumprimento ao disposto no art. 27, incisos V e VI da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 80, de 29 de março de 2022, os Diretores do Banco Mercantil do Brasil S.A. - "Banco", declaram que, conforme seus conhecimentos acerca da matéria, reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras do Banco, relativas ao período findo em 31 de dezembro de 2025.Belo Horizonte/MG, 3 de março de 2026.Diretor-PresidenteLuiz Henrique Andrade de AraújoDiretor Vice-Presidente Executivo (CEO)Gustavo Henrique Diniz de AraújoDiretores Vice-PresidentesBruno Pinto SimãoFelipe Lopes BoffDiretor Vice-Presidente e de Relações com InvestidoresPaulino Ramos RodriguesDiretores ExecutivosAnderson Adeilson de OliveiraCarolina Marinho do Vale DuarteGregório Moreira FrancoMariana Machado de Araújo de Souza LimaUelquesneurian Ribeiro de AlmeidaDiretoresLucas Lopes KubiakiRodrigo de Araújo Simões

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Parecer do Auditor IndependenteEm cumprimento ao disposto no art. 27, incisos V e VI da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 80, de 29 de março de 2022, os Diretores do Banco Mercantil do Brasil S.A. - "Banco", declaram que, conforme seus conhecimentos acerca da matéria, reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer emitido pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda., resultante do procedimento de auditoria realizado nas Demonstrações Financeiras do Banco, relativas ao período findo em 31 de dezembro de 2025.Belo Horizonte/MG, 3 de março de 2026.Diretor-PresidenteLuiz Henrique Andrade de AraújoDiretor Vice-Presidente Executivo (CEO)Gustavo Henrique Diniz de AraújoDiretores Vice-PresidentesBruno Pinto SimãoFelipe Lopes BoffDiretor Vice-Presidente e de Relações com InvestidoresPaulino Ramos RodriguesDiretores ExecutivosAnderson Adeilson de OliveiraCarolina Marinho do Vale DuarteGregório Moreira FrancoMariana Machado de Araújo de Souza LimaUelquesneurian Ribeiro de AlmeidaDiretoresLucas Lopes KubiakiRodrigo de Araújo Simões

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALÀs 12h40min (doze horas e quarenta minutos) do dia 2 de março de 2026, os conselheiros fiscais do Banco Mercantil do Brasil S.A. ("Banco"), reuniram-se de forma presencial, na sede do Banco, localizada na Avenida do Contorno, Edifício Statement, nº 5.800, 14º andar, bairro Savassi, em Belo Horizonte/MG, em cumprimento às disposições legais e estatutárias e de acordo com o previsto no art. 163, inciso VII e inciso III, da Lei nº 6.404/76. No exercício de suas atribuições legais, os Conselheiros procederam ao exame das Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas do Banco, elaboradas de acordo com o padrão contábil estabelecido pelo Banco Central do Brasil (BACEN-GAAP) e com as normas internacionais de contabilidade (IFRS), relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, acompanhadas das respectivas Notas Explicativas, as quais foram preparadas em conformidade com as Resoluções CMN nº 4.818/2019 e nº 4.966/2021, bem como do Relatório Anual da Administração, devidamente elaborado nos termos da Lei nº 15.177/2025. Foi igualmente analisado o "Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras - 2025", emitido sem ressalvas pela PricewaterhouseCoopers ("PwC"), bem como o Estudo Técnico de Expectativa de Geração de Lucros Tributáveis Futuros, nos termos da Resolução CMN nº 4.842/2020. Adicionalmente, os Conselheiros examinaram a proposta da Administração relativa à destinação do resultado do exercício de 2025, incluindo o pagamento de dividendos complementares, tendo verificado sua conformidade com a legislação societária e com o Estatuto Social do Banco.Com base nas análises efetuadas e nos esclarecimentos prestados pela Administração acerca dos controles internos, e à vista do relatório dos auditores independentes - PricewaterhouseCoopers ("PwC"), emitido sem ressalvas, bem como do Estudo Técnico de Expectativa de Geração de Lucros Tributáveis Futuros, os membros do Conselho Fiscal opinaram, por unanimidade, favoravelmente: (i) às Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, acompanhadas dos demais documentos mencionados neste parecer, por entenderem que se encontram em condições de serem divulgadas e, posteriormente, submetidas à apreciação e deliberação da Assembleia Geral dos acionistas e (ii) à proposta de destinação do lucro líquido do exercício, incluindo o pagamento de dividendos complementares relativos ao exercício de 2025, recomendando sua aprovação pelo Conselho de Administração e subsequente deliberação pela Assembleia Geral do Banco.Belo Horizonte/MG, 2 de março de 2026.CONSELHO FISCALEuler Luiz de Oliveira PenidoYehuda WaisbergÂngela Mourão Cançado JusteTaise Christine da CruzMarcelo Rezende Amorim

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO RESUMIDO DO COMITÊ DE AUDITORIAEm linha com as responsabilidades inerentes ao Comitê de Auditoria, os trabalhos desenvolvidos ao longo do ano de 2025 compreenderam, em suma, reuniões internas e expositivas, análises e discussões com os responsáveis pelas áreas foco de atuação deste Comitê.Durante este exercício foram realizadas 34 (trinta e quatro) reuniões do Comitê de Auditoria com as áreas de Auditoria Interna Auditoria Externa Controladoria e Finanças Compliance, PLD e LGPD Riscos Operacionais e Controles Internos Riscos Financeiros Risco Socioambiental e Climático Ouvidoria Jurídico e Conduta, além das reuniões do próprio Comitê.Durante esses trabalhos, verificamos que a visão de processos com foco nos riscos permanece disseminada e padronizada, contando com a participação das auditorias interna e independente, além das áreas de controle. Dentro da nossa dinâmica de análise, os riscos entendidos como prováveis, a partir dessas avaliações, foram refletidos nas demonstrações financeiras.O Banco continua adotando postura conservadora na avaliação de riscos e dispõe de instrumentos apropriados para sua gestão e mitigação. A RAS - Declaração de Apetite a Riscos, instrumento de gestão que reflete o apetite a risco da instituição, mostra-se efetiva em seu objetivo de fornecer uma avaliação quantitativa do tema. Desta forma, considera, inclusive, a opinião de especialistas externos e outros profissionais cuja opinião técnica seja julgada relevante. Nossas análises encontraram um cenário adequado nos processos de administração de riscos.Consideramos que as atribuições e responsabilidades, assim como os procedimentos relativos à avaliação e monitoramento dos riscos legais, estão definidas e continuam sendo praticadas de acordo com as orientações corporativas. Com base nas informações recebidas das áreas responsáveis, nos trabalhos de auditoria interna e nos relatórios elaborados pelos auditores independentes, concluímos que não foram apontadas falhas no cumprimento da legislação, da regulamentação e das normas internas que possam colocar em risco a continuidade do Banco.As demonstrações financeiras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2025 foram elaboradas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central. Não temos conhecimento de eventos relativos às empresas controladas pelo Banco que possam afetar a integridade destas informações.CONCLUSÃOO Comitê de Auditoria, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no seu Regimento Interno, após análise das demonstrações financeiras, acompanhadas das notas explicativas, do relatório da administração e do parecer dos auditores independentes, emitido sem ressalvas, correspondentes ao período encerrado em 31 de dezembro de 2025, opinou, por unanimidade, que os referidos documentos refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimonial e financeira do Banco e de suas controladas, e, ponderadas suas responsabilidades e as limitações naturais decorrentes do escopo de sua atuação, recomenda a sua aprovação pelo Conselho de Administração do Banco Mercantil do Brasil S.A..Belo Horizonte, 2 de março de 2026.Glaydson Ferreira CardosoCoordenador e Membro Especialista do Comitê de AuditoriaLauro Wilson da SilvaMembro do Comitê de AuditoriaWagner RiccoMembro do Comitê de AuditoriaLeonardo Ferreira AntunesMembro do Comitê de Auditoria

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias65.1560
Preferenciais39.676349
Total104.832349

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.