Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2015373 páginasCódigo CVM 1023Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 02/06/2016valores em R$ mil

DFP 2015 de BANCO DO BRASIL SA

BANCO DO BRASIL SA · CNPJ 00.000.000/0001-91

Versões deste exercício: v1 (25/02/2016) · v2 (28/03/2016) · v3 (02/06/2016), esta

BANCO DO BRASIL SA
CNPJ 00.000.000/0001-91
DFP 2015 (V3)
Exercício 2015
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
BANCO DO BRASIL SA
CNPJ
00.000.000/0001-91
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
373
Ano de referência
2015*
Publicado em
02/06/2016 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:58

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201531/12/2014Var.
1Ativo Total1.388.864.5291.278.136.9488,7%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa102.700.11362.078.58165,4%
1.01.01Caixa e Depósitos Bancários18.046.71713.337.18035,3%
1.01.02Depósitos Interfinanceiros46.457.25335.592.52430,5%
1.01.03Aplicações em Operações Compromissadas38.196.14313.148.877190,5%
1.01.04Aplicações em Moeda Estrangeira00—
1.02Aplicações Financeiras117.503.713106.605.11910,2%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo113.611.973106.245.2446,9%
1.02.01.01Títulos para Negociação11.218.15012.441.262−9,8%
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda102.393.82393.803.9829,2%
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado3.891.740359.875981,4%
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento3.891.740359.875981,4%
1.03Empréstimos e Recebíveis1.019.903.303967.249.5415,4%
1.03.01Empréstimos a Instituições Financeiras Líquidos de Provisão20.011.16522.215.797−9,9%
1.03.02Aplicações em Operações Compromissadas265.334.673250.176.2126,1%
1.03.03Empréstimos a Clientes Líquidos de Provisão673.746.547631.633.2956,7%
1.03.04Depósitos Compulsórios em Bancos Centrais60.810.91863.224.237−3,8%
1.04Tributos Diferidos37.887.91923.555.75960,8%
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos37.887.91923.555.75960,8%
1.05Outros Ativos76.657.52885.613.703−10,5%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda45.96824.16590,2%
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.05.03Outros76.611.56085.589.538−10,5%
1.05.03.01Ativos por Impostos Correntes7.462.8558.976.596−16,9%
1.05.03.02Outros Ativos69.148.70576.612.942−9,7%
1.06Investimentos17.986.42515.922.10313,0%
1.06.01Participações em Coligadas17.986.42515.922.10313,0%
1.06.02Outros00—
1.07Imobilizado7.411.9477.179.8783,2%
1.07.01Imobilizado de Uso7.411.9477.179.8783,2%
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00—
1.08Intangível8.813.5819.932.264−11,3%
1.08.01Intangíveis8.165.0759.301.963−12,2%
1.08.02Goodwill648.506630.3012,9%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis consolidadasAo Conselho de Administração, aos Acionistas e aos Administradores do Banco do Brasil S.A. Brasília - DFExaminamos as demonstrações contábeis consolidadas do Banco do Brasil S.A. ("Banco") e suas controladas, que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeis consolidadasA Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis consolidadas com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis consolidadas estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis consolidadas do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Banco. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis consolidadas tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada do Banco do Brasil S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2015, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS), emitidas pelo "International Accounting Standard Board - IASB".Brasília, 22 de março de 2016KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/O-6 F-DFCarlos Massao TakauthiContador CRC 1SP206103/O-4_________________________________________________________________________________________________________________Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasAoConselho de Administração, aos Acionistas e aos Administradores doBanco do Brasil S.A.Brasília - DFExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas do Banco do Brasil S.A. ("Banco") que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações individuais e consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasA Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Banco. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada do Banco do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2015, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício e semestre findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos também, a demonstração individual e consolidada do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração do Banco do Brasil S.A., para o exercício e semestre findos em 31 de dezembro de 2015, cuja apresentação é requerida de acordo com as normas expedidas pela CVM - Comissão de Valores Mobiliários. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Brasília, 23 de fevereiro de 2016KPMG Audi tores IndependentesCRC SP-014428/O-6 F-DFCarlos Massao TakauthiContador CRC 1SP206103/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO DIRETOR SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Em conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaramos que revisamos as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015 do Banco do Brasil S.A. e, baseado nas discussões subsequentes, concordamos que tais Demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.Brasília (DF), 23 de fevereiro de 2016.Alexandre Côrrea AbreuPresidenteAntonio Mauricio Maurano César Augusto Rabello BorgesVice-presidente de Negócios de Atacado Vice-presidente de Serviços, Infraestrutura e OperaçõesGeraldo Afonso Dezena da Silva José Mauricio Pereira CoelhoVice-presidente de Tecnologia Vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com InvestidoresJulio Cezar Alves de Oliveira Osmar Fernandes DiasVice-presidente de Governo Vice-presidente de Agronegócios e Micro e Pequenas EmpresasPaulo Roberto Lopes Ricci Raul Francisco MoreiraVice-presidente de Distribuição de Varejo e Gestão de PessoasVice-presidente de Negócios de VarejoWalter Malieni JuniorVice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO DIRETOR SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Em conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaramos que, baseado em nosso conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordamos com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes, de 23.02.2016, não havendo qualquer discordância.Brasília (DF), 23 de fevereiro de 2016.Alexandre Côrrea AbreuPresidenteAntonio Mauricio Maurano César Augusto Rabello BorgesVice-presidente de Negócios de Atacado Vice-presidente de Serviços, Infraestrutura e OperaçõesGeraldo Afonso Dezena da Silva José Mauricio Pereira CoelhoVice-presidente de Tecnologia Vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com InvestidoresJulio Cezar Alves de Oliveira Osmar Fernandes DiasVice-presidente de Governo Vice-presidente de Agronegócios e Micro e Pequenas EmpresasPaulo Roberto Lopes Ricci Raul Francisco MoreiraVice-presidente de Distribuição de Varejo e Gestão de PessoasVice-presidente de Negócios de VarejoWalter Malieni JuniorVice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO CONSELHO FISCAL DO BANCO DO BRASIL S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, procedeu ao exame do Relatório da Administração e das Demonstrações Contábeis, incluindo a proposta de destinação do resultado relativo ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2015, os quais foram aprovados, nesta data, pelo Conselho de Administração. Com base nos exames efetuados, nas informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício e no Relatório dos Auditores Independentes - KPMG Auditores Independentes, sem ressalvas, nesta data expedido, o Conselho Fiscal opina que os referidos documentos estão em condições de ser encaminhados para aprovação da Assembléia Geral dos Acionistas.Brasília (DF), 23 de fevereiro 2016.Aldo César Martins Braido Giorgio Bampi Conselheiro ConselheiroMarcos Machado Guimarães Maurício Graccho de Severiano Cardoso Conselheiro Conselheiro Paulo José dos Reis Souza Presidente

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.