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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201599 páginasCódigo CVM 21040Versão 1Recebida em 10/03/2016valores em R$ mil

DFP 2015 de SYN PROP E TECH S.A.

SYN PROP E TECH S.A. · CNPJ 08.801.621/0001-86

SYN PROP E TECH S.A.
CNPJ 08.801.621/0001-86
DFP 2015
Exercício 2015
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Metadados

Empresa
SYN PROP E TECH S.A.
CNPJ
08.801.621/0001-86
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
99
Ano de referência
2015*
Publicado em
10/03/2016 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:58

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201531/12/2014Var.
1Ativo Total4.856.1834.353.54211,5%
1.01Ativo Circulante714.275949.722−24,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa566.073572.990−1,2%
1.01.01.01Caixa e Bancos26.18518.00845,4%
1.01.01.02Aplicações financeiras539.888554.982−2,7%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber99.89180.02124,8%
1.01.03.01Clientes99.89180.02124,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques25.540261.540−90,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar5.2723.67243,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar5.2723.67243,6%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes17.49931.499−44,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros17.49931.499−44,4%
1.01.08.03.01Demais contas a receber10.34725.277−59,1%
1.01.08.03.02Adiantamento a fornecedores7.1526.22214,9%
1.02Ativo Não Circulante4.141.9083.403.82021,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.419.6952.011.180−29,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber68412.949−94,7%
1.02.01.03.01Clientes68412.949−94,7%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques1.269.5791.926.307−34,1%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas49.2403.5121.302,1%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas49.2403.5121.302,1%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes100.19268.41246,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Créditos com parceiros nos empreendimentos00—
1.02.01.09.04Impostos a compensar79.40064.83622,5%
1.02.01.09.05Depósitos Judiciais33591268,1%
1.02.01.09.06Créditos diversos00—
1.02.01.09.07Adiantamento por aquisições de imóveis00—
1.02.01.09.08Adiantamento a fornecedores00—
1.02.01.09.09Demais contas a receber20.4573.475488,7%
1.02.01.09.10Títulos e valores mobiliários010−100,0%
1.02.02Investimentos2.718.2091.390.19895,5%
1.02.02.01Participações Societárias927.947774.48319,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas927.947774.48319,8%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento1.790.262615.715190,8%
1.02.03Imobilizado3.8342.36662,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação3.8342.36662,0%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível17076123,7%
1.02.04.01Intangíveis17076123,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Software17076123,7%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESSOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Acionistas e Administradores daCyrela Commercial Properties S.A. Empreendimentos e ParticipaçõesSão Paulo - SPIntroduçãoExaminamos as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, da Cyrela Commercial Properties S.A. Empreendimentos e Participações ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem os balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ("IFRSs"), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM e pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e pelos controles internos que a Administração determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados às circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas preparadas deacordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ("IFRSs"), aplicáveis aentidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê dePronunciamentos Contábeis - CPC , pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM e pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Cyrela Commercial Properties S.A. Empreendimentos e Participações em 31 de dezembro de 2015, o desempenho consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as IFRSs aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo CPC, pela CVM e pelo CFC. ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa nº 2 às demonstrações financeiras, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As demonstrações financeiras individuais e consolidadas preparadas de acordo com as IFRSs aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil consideram, adicionalmente, a orientação técnica OCPC 04 - Aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 às Entidades de Incorporação Imobiliária Brasileiras editada pelo CPC. Essa orientação trata do reconhecimento da receita desse setor e envolve assuntos relacionados ao significado e à aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e controle na venda de unidades imobiliárias, conforme descrito em maiores detalhes na nota explicativa nº 3. Nossa opinião não está ressalvada em razão desse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRSs que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo, 10 de março de 2016DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Tarcisio Luiz dos Santos Auditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 207626/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, o Diretor de Relações com Investidores da Companhia declara que revisou, discutiu e concordou com a demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2015.São Paulo, 10 de março de 2016.Dani AjbeszycDiretor Financeiro e de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, o Diretor de Relações com Investidores da Companhia declara que revisou, discutiu e concordou com o relatório de revisão dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2015.São Paulo, 10 de março de 2016.Dani AjbeszycDiretor Financeiro e de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

A companhia declara não ter Conselho Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.