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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201692 páginasCódigo CVM 20125Versão 1Recebida em 21/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de BRADSAUDE S.A.

BRADSAUDE S.A. · CNPJ 58.119.199/0001-51

BRADSAUDE S.A.
CNPJ 58.119.199/0001-51
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
BRADSAUDE S.A.
CNPJ
58.119.199/0001-51
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
92
Ano de referência
2016*
Publicado em
21/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total1.358.0101.195.65013,6%
1.01Ativo Circulante582.291479.85321,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa22.04016.35834,7%
1.01.02Aplicações Financeiras406.337317.99427,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo406.337317.99427,8%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Aplicações Financeiras Vinculadas a Provisões Técnicas (Garantidoras)75.27079.178−4,9%
1.01.02.01.04Aplicações Financeiras (Livres)331.067238.81638,6%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber127.062121.1154,9%
1.01.03.01Clientes119.191111.5636,8%
1.01.03.01.01Contraprestações Pecuniárias a Receber161.285143.35412,5%
1.01.03.01.02(-) Provisão para Perdas sobre Créditos−48.449−32.716−48,1%
1.01.03.01.03Outros Créditos de Operações com Planos de Assistências à Saúde6.355925587,0%
1.01.03.01.04Seguros a Receber00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber7.8719.552−17,6%
1.01.03.02.01Adiantamentos a Fornecedores1.4451.593−9,3%
1.01.03.02.02Adiantamentos a Funcionários5973.317−82,0%
1.01.03.02.03Demais Créditos a Receber5.8294.64225,6%
1.01.04Estoques2.015323523,8%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar9.96911.278−11,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar9.96911.278−11,6%
1.01.06.01.01Créditos Tributários e Previdenciários9.96911.278−11,6%
1.01.07Despesas Antecipadas14.86812.78516,3%
1.01.07.01Despesas de Comercialização Diferidas13.51811.68915,6%
1.01.07.20Outras1.3501.09623,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante775.719715.7978,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo210.908159.04332,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado14.2350—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento14.2350—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos142.900109.41630,6%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos142.900109.41630,6%
1.02.01.06.02Outros tributos diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes53.77349.6278,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais51.00646.9848,6%
1.02.01.09.04Outros Créditos a Receber2.6882.5644,8%
1.02.01.09.05Títulos e Créditos a Receber79790,0%
1.02.02Investimentos6.2896.0803,4%
1.02.02.01Participações Societárias6.2896.0803,4%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias6.2896.0803,4%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.02.02.01Outros Investimentos00—
1.02.03Imobilizado20.48819.4835,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação18.67417.6845,6%
1.02.03.01.01Uso Próprio13.69614.072−2,7%
1.02.03.01.02Outras Imobilizações4.9783.61237,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento1.8141.7990,8%
1.02.03.03.01Imobilizações em Curso1.8141.7990,8%
1.02.04Intangível538.034531.1911,3%
1.02.04.01Intangíveis538.034531.1911,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Ágio na Aquisição de Investimentos500.296500.2960,0%
1.02.04.01.03Desenvolvimento de Sistemas e Licenças de Uso de Softwares e Outros37.73830.89522,1%
1.02.04.01.04Despesas de Comercialização Diferidas00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas Aos Administradores e Acionistas da Odontoprev S.A.Barueri - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Odontoprev S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam, adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Odontoprev S.A., em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam, adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Odontoprev S.A., em 31 de dezembro de 2016, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Odontoprev S.A., e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Valor recuperável do ágio (Controladora e Consolidado)Conforme descrito nas Notas Explicativas nº 2.7.4 (a) e 12.1, a Companhia possui ágio decorrente de aquisições de investimentos cuja recuperabilidade está fundamentada na expectativa de lucros futuros estimados. A Companhia avalia anualmente a probabilidade da ocorrência desses lucros futuros bem como as premissas que os determinam, tais como a rentabilidade das Unidades Geradoras de Caixa (UGC), as taxas de crescimento dos negócios, as projeções de fluxo de caixa e as respectivas taxas de descontos aplicadas sobre os fluxos financeiros esperados base para os estudos de imparidade. Essas estimativas são preparadas e revisadas de acordo com o definido pela estrutura de governança da Companhia. Devido ao alto grau de julgamento inerentes à determinação dessas estimativas e a relevância do valor do ágio reconhecido contabilmente na Companhia, consideramos esse assunto relevante para a nossa auditoria.Como nossa auditoria endereçou esse assuntoObtivemos o entendimento sobre os principais controles internos relacionados ao processo de elaboração, revisão e aprovação das premissas base para a elaboração dos estudos de imparidade. Com o apoio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos as premissas e a metodologia utilizada nos principais estudos de imparidade realizados pela Companhia bem como avaliamos a razoabilidade e consistência das premissas utilizadas na preparação dos referidos estudos, tais como taxas de crescimento e taxas de desconto em relação às práticas usuais de mercado. Também efetuamos a análise da razoabilidade dos cálculos matemáticos incluídos nos estudos. Os nossos procedimentos de auditoria incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras descritas na Nota Explicativa n° 12.1.Provisões técnicas dos contratos de assistência odontológica (Controladora e Consolidado)Conforme mencionado na Nota Explicativa 2.10 e 13.2, a Companhia possui passivos relacionados a contratos de assistência odontológica denominados Provisões Técnicas. O processo de determinação e mensuração das provisões técnicas e do teste de adequação de passivos requer julgamento e envolvimento de atuários na determinação de metodologias e premissas que incluem, entre outras, expectativas de sinistralidade, frequência de utilização e custo dos procedimentos odontológicos. Devido à relevância das provisões técnicas oriundas dos contratos de assistência odontológica e o impacto que eventuais mudanças nas premissas poderia ter nas demonstrações financeiras, consideramos esse assunto relevante para a nossa auditoria.Como nossa auditoria endereçou esse assuntoTestamos o desenho, implementação e a efetividade operacional dos controles internos relevantes relacionados à determinação das Provisões Técnicas. Com o auxílio técnico de nossos atuários, avaliamos as metodologias utilizadas na mensuração da Provisão de Eventos Ocorridos e não Avisados e no Teste de Adequação de passivos, assim como avaliamos a consistência dos dados e razoabilidade das premissas, tais como sinistralidade, frequência de utilização e custo dos procedimentos odontológicos. Adicionalmente efetuamos o recálculo das provisões técnicas considerando a metodologia, premissas e dados. Os nossos procedimentos de auditoria incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras descritas na Nota Explicativa n° 13.2.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Odontoprev S.A. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de Companhia, continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia, e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia, e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:  Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia, e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia, e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 21 de fevereiro de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Érika Carvalho RamosContador CRC 1SP224130/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

ODONTOPREV S.A.DECLARAÇÃOPara fins do artigo 25, inciso VI da Instrução CVM nº 480/09Declaramos, na qualidade de Diretores Estatutários da Odontoprev S.A., sociedade por ações com sede na cidade de Barueri, Estado de São Paulo, na Avenida Marcos Penteado de Ulhôa Rodrigues, nº 939, 14º Andar, Ed. Jatobá, Tamboré, inscrita no CNPJ/MF sob nº 58.119.199/0001-51 ("Companhia"), nos termos do inciso VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução ICVM 480, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras da Companhia para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016.Barueri/SP, 21 de fevereiro de 2017.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

ODONTOPREV S.A.DECLARAÇÃOPara fins do artigo 25, inciso V da Instrução CVM nº 480/09Declaramos, na qualidade de Diretores Estatutários da Odontoprev S.A., sociedade por ações com sede na cidade de Barueri, Estado de São Paulo, na Avenida Marcos Penteado de Ulhôa Rodrigues, nº 939, 14º Andar, Ed. Jatobá, Tamboré, inscrita no CNPJ/MF sob nº 58.119.199/0001-51 ("Companhia"), nos termos do inciso V do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009 ("ICVM 480"), conforme alterada, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia, KPMG Auditores Independentes, referentes às demonstrações financeiras da Companhia para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016.Barueri/SP, 21 de fevereiro de 2017.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

ODONTOPREV S.A.(Artigo 163, incisos II, III e VII da Lei nº 6.404/76)PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Odontoprev S.A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras da Companhia e Consolidado, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016. Com base nos exames efetuados e considerando o Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras, apresentado sem ressalvas, emitido pela KPMG Auditores Independentes em 21 de fevereiro de 2017, opina que os referidos documentos, bem como a proposta de destinação do lucro do exercício, incluindo a distribuição antecipada de dividendos e dos juros sobre o capital próprio e o orçamento de capital estão em condições de serem apreciados e votados pela Assembleia Geral. Barueri/SP, 21 de fevereiro de 2017.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.