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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025113 páginasCódigo CVM 16101Versão 1Recebida em 26/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de GAFISA S/A.

GAFISA S/A. · CNPJ 01.545.826/0001-07

GAFISA S/A.
CNPJ 01.545.826/0001-07
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
GAFISA S/A.
CNPJ
01.545.826/0001-07
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
113
Ano de referência
2025*
Publicado em
26/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total4.727.8915.302.367−10,8%
1.01Ativo Circulante2.508.8213.196.748−21,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa17.6508.95197,2%
1.01.01.01Caixa E Banco17.6508.95197,2%
1.01.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.01.03Recursos Em Custódia De Terceiros00—
1.01.02Aplicações Financeiras190.639237.908−19,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado190.639237.908−19,9%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo190.639237.908−19,9%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber873.587812.7557,5%
1.01.03.01Clientes873.587812.7557,5%
1.01.03.01.01Clientes de Incop e Venda de Imóveis812.778752.4518,0%
1.01.03.01.02Clientes de Serviço e Construção60.80960.3040,8%
1.01.03.01.03Outros Valores A Receber00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques1.171.7591.461.901−19,8%
1.01.04.01Imóveis a Comercializar1.171.7591.461.901−19,8%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas17.87416.5258,2%
1.01.07.01Despesas Pagas Antecipadamente e Outros17.87416.5258,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes237.312658.708−64,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda3.7097.166−48,2%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.02.01Ativos Mantidos Para Venda00—
1.01.08.03Outros233.603651.542−64,1%
1.01.08.03.01Demais Contas a Receber177.705285.444−37,7%
1.01.08.03.02Instrumentos Financeiros0324.359−100,0%
1.01.08.03.03Partes Relacionadas55.89841.73933,9%
1.02Ativo Não Circulante2.219.0702.105.6195,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.322.4911.252.3065,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado143.001169.271−15,5%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber330.403258.22828,0%
1.02.01.04.01Clientes330.403258.22828,0%
1.02.01.04.02Outras Contas A Receber00—
1.02.01.05Estoques260.404368.756−29,4%
1.02.01.05.01Imovéis a Comercializar260.404368.756−29,4%
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos00—
1.02.01.07.01Imposto De Renda E Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos Com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos Com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes588.683456.05129,1%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Demais Contas a Receber e Outros305.221172.58976,8%
1.02.01.10.04Partes Relacionadas126.593126.5930,0%
1.02.01.10.05Instrumentos financeiros156.869156.8690,0%
1.02.02Investimentos858.217809.0656,1%
1.02.02.01Participações Societárias266.512309.513−13,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas266.512309.513−13,9%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento591.705499.55218,4%
1.02.02.02.01Participação Em Controladas - Ágio00—
1.02.03Imobilizado16.91521.944−22,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação16.91521.944−22,9%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível21.44722.304−3,8%
1.02.04.01Intangíveis21.44722.304−3,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, Conselheiros e Administradores da Gafisa S.A.São Paulo - SPOpinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasExaminamos as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, da Gafisa S.A. ("Companhia") e suas controladas, identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações, individuais e consolidadas, do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas financeiras adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS") aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil, registradas na CVM. Base para opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. ÊnfaseReconhecimento de receitaConforme descrito na Nota Explicativa nº 2.1 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, essas demonstrações foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil, registradas na CVM. Desta forma, a determinação da política contábil adotada pela Companhia, para o reconhecimento de receita nos contratos de compra e venda de unidade imobiliária não concluída, sobre os aspectos relacionados à transferência de controle, segue o entendimento manifestado pela CVM no Ofício Circular CVM/SNC/SEP nº 02/2018 sobre a aplicação da NBC TG 47 (IFRS 15). Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto. Principais Assuntos de Auditoria (PAA)Principais assuntos de auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Reconhecimento do resultado de incorporação imobiliáriaConforme mencionado na Nota Explicativa nº 2.1, a Companhia reconhece os resultados de incorporação imobiliária durante o andamento da obra com base no método da percentagem completada (Percentage of Completion - "POC") de acordo com o entendimento manifestado pela CVM no Ofício Circular CVM/SNC/SEP nº 02/2018 sobre a aplicação da NBC TG 47 (IFRS 15). Este método é realizado utilizando a razão do custo incorrido em relação ao custo total orçado dos respectivos empreendimentos e a receita é apurada multiplicando-se este percentual pelas vendas contratadas. Os custos de terrenos e de construção inerentes às respectivas incorporações das unidades vendidas são apropriados ao resultado quando incorridos.Este assunto foi considerado significativo para nossa auditoria tendo em vista que o processo de reconhecimento de receita envolve julgamento da Administração. Resposta da auditoria sobre o assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:?Avaliação do ambiente de controle interno, no que tange ao processo orçamentário adotado pela Companhia?Avaliação da exatidão e integridade das informações utilizadas nos cálculos apresentados pela Companhia?Inspeção física dos empreendimentos, em base amostral, bem como a comparação de informações contábeis e gerenciais da obra ?Obtenção dos orçamentos analíticos, em base amostral, e declaração formal da Administração sobre a revisão do saldo a gastar?Teste documental, em base amostral, sobre a base de vendas, distratos, e custos incorridos e saldo a gastar?Avaliação da divulgação das informações nas notas explicativas.Com base nas evidências obtidas, determinamos que as estimativas utilizadas para reconhecimento da receita estão adequadas, assim como as suas respectivas divulgações, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Outros assuntosDemonstrações do Valor Adicionado (DVA)As Demonstrações individual e consolidada do Valor Adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros financeiras, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas financeiras adotadas no Brasil e das demonstrações consolidadas de acordo com as práticas financeiras adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil, registradas na CVM, e pelos controles internos que ela determinou co mo necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:?Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais?Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas?Avaliamos a adequação das políticas financeiras utilizadas e a razoabilidade das estimativas financeiras e respectivas divulgações feitas pela Administração?Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manter em continuidade operacional?Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada?Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do Grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 26 de março de 2026. BDO RCS Auditores Independentes SS Ltda.CRC 2 SP 013846/O-1 Diego Cavalcante BastosContador CRC 1 SP 292913/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO Os Diretores da Gafisa S.A., inscrita no Ministério da Fazenda sob o CNPJ nº 01.545.826/0001-07, com sede na Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, nº 1.830, 13º andar, conjunto 131, bloco 2, Edifício Sao Luiz, Vila Nova Conceição, São Paulo-SP, declaram para os fins do disposto no artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que: i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas sobre as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2025 e São Paulo, 26 de março de 2026 GAFISA S.A. A Diretoria

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO Os Diretores da Gafisa S.A., inscrita no Ministério da Fazenda sob o CNPJ nº 01.545.826/0001-07, com sede na Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, nº 1.830, 13º andar, conjunto 131, bloco 2, Edifício Sao Luiz, Vila Nova Conceição, São Paulo-SP, declaram para os fins do disposto no artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que: i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2025 e ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2025. São Paulo, 26 de março de 2026 GAFISA S.A. A Diretoria

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO FISCALREALIZADA EM 26 DE MARÇO DE 20261.Data, Hora e Local: No dia 26 do mês de março de 2026, às 11h, em formato híbrido, online por vídeo conferência, e presencial na sede da Gafisa S.A. ("Companhia" ou "Gafisa"), localizada na cidade de São Paulo, estado de São Paulo, na Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, nº 1.830, Bloco I, 13º andar, Vila Nova Conceição, CEP 04543-900.2.Convocação e Presença: Dispensada a convocação em face da presença de todos os membros do Conselho Fiscal da Companhia, a saber: Elias Matos de Brito, Luiz Otávio Nunes West e John Alexander Harold Auton. Presentes, também, Eduardo Larangeira Jácome, presidente do Conselho de Administração, além dos membros da Diretoria Estatutária Luis Fernando Garzi Ortiz, Taimir Larissa Contro Barbosa e Carmelo Aldo Di Leta, bem como, Diogo Palumbo Furlanetto, Gerente de Controladoria, e os membros da BDO RCS Auditores Independentes ("BDO"), Diego Bastos e Ricardo Bispo.3.Mesa: Elias Matos de Brito - Presidente Carmelo Aldo Di Leta - Secretário. 4.Ordem do Dia: Discutir e opinar sobre as seguintes matérias: relatório anual da administração, das demonstrações financeiras e das notas explicativas, acompanhadas do parecer dos auditores externos independentes, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.5.Deliberações: 5.1. Feitos os questionamentos considerados necessários pelos membros do Conselho Fiscal relacionados aos resultados da Companhia, tendo estes recebido os esclarecimentos solicitados, os membros do Conselho Fiscal deram-se por satisfeitos com as apresentações feitas pela BDO e pela Administração da Companhia. 5.2. Considerando o parecer sem ressalvas pela BDO, os membros titulares do Conselho Fiscal, por unanimidade de voto e sem ressalvas, manifestaram-se favoravelmente ao arquivamento do relatório anual da administração, das demonstrações financeiras e das notas explicativas, acompanhadas do parecer dos auditores externos independentes, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. 5.3. Adicionalmente, foi declarado que não tomaram conhecimento de nenhum fato que impeça o encaminhamento, para a Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas, do relatório anual da administração, das demonstrações financeiras referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025 na forma constante das demonstrações financeiras, emitindo o seguinte parecer: O Conselho Fiscal da Gafisa S.A. ("Companhia"), em conformidade com as atribuições dispostas no Estatuto Social da Companhia, em seu Regimento Interno e nos incisos do Artigo 163 da Lei nº 6.404/76, examinou as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025, acompanhadas dos Relatórios da Administração e do auditor emitido sem ressalvas pela BDO. Com base nos documentos examinados e nos esclarecimentos prestados pela Administração e pelos Auditores Independentes, os membros titulares do Conselho Fiscal opinaram pelo encaminhamento dos referidos documentos à aprovação pela Assembleia Geral Ordinária.6.Encerramento: O Presidente ofereceu a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém se manifestou, declarou suspensos os trabalhos pelo prazo necessário à lavratura desta ata, em livro próprio, a qual, logo após, foi lida e aprovada pela totalidade dos membros do Conselho Fiscal presentes. São Paulo, 26 de março de 2026.Confere com original, lavrada em livro próprio.________________________ ________________________ Elias Matos de Brito Carmelo Aldo Di Leta Presidente da Mesa Secretário da Mesa

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

GAFISA S.A.CNPJ n° 01.545.826/0001-07NIRE 35.300.147.952Companhia AbertaEXTRATO DA ATA DA REUNIÃO DO COMITÊ DE AUDITORIAREALIZADA EM 26 DE MARÇO DE 20261.Data, Hora e Local: No dia 26 do mês de março de 2026, às 9h00, em formato híbrido, online por videoconferência e presencial, na sede da Gafisa S.A. ("Companhia" ou "Gafisa"), na Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, nº 1.830, conjunto 131, Torre 1, 13º andar, Condomínio Edifício São Luiz, Vila Nova Conceição, São Paulo/SP, CEP 04543-900.2.Convocação e Presença: Convocação devidamente realizada nos termos do Estatuto Social da Companhia, com a presença da totalidade dos membros do Comitê de Auditoria da Companhia ("CoAud"), Gilberto Braga, Thomas Cornelius Azevedo Reichenheim, Pedro Carvalho de Mello e Antônio Carlos Romanoski. Presentes também, os membros da Diretoria Executiva, Taimir Larissa Contro Barbosa e Carmelo Aldo Di Leta, e o presidente do Conselho de Administração, Eduardo Larangeira Jácome. Presentes também, os membros da BDO - auditoria externa, Diego Bastos e Ricardo Bispo.3.Mesa: Presidente: Gilberto Braga Secretário: Carmelo Aldo Di Leta.4.Ordem do Dia: Apreciação das Demonstrações Financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2025.5.Deliberações: 5.1. Feitos os questionamentos considerados necessários pelos membros do Comitê de Auditoria ("Coaud") relacionados aos resultados da Companhia, tendo estes recebido os esclarecimentos solicitados, os membros do Comitê de Auditoria deram-se por satisfeitos com as apresentações feitas pela BDO e pela Administração da Companhia. 5.2. Considerando o parecer sem ressalvas pela BDO, os membros titulares do Coaud, por unanimidade de voto e sem ressalvas, manifestaram-se favoravelmente ao arquivamento do relatório anual da administração, das demonstrações financeiras, da destinação do resultado e das notas explicativas, acompanhadas do parecer dos auditores externos independentes, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. 5.3. Adicionalmente, foi declarado que não tomaram conhecimento de nenhum fato que impeça o encaminhamento, para a Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas, do relatório anual da administração, das demonstrações financeiras referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025 na forma constante das demonstrações financeiras.5.4. Por fim, o Coaud emitiu o Relatório do Comitê de Auditoria referente ao exercício findo em 2025, conforme Anexo I, o qual faz parte integrante da presente ata. 6.Encerramento: Nada mais havendo a ser tratado, o Presidente ofereceu a palavra a quem dela quisesse fazer uso e, como ninguém se manifestou, registrou que a reunião foi suspensa pelo prazo necessário à lavratura desta ata, em livro próprio, a qual, logo após, foi lida e aprovada pelos membros do Comitê de Auditoria. São Paulo, 26 de março de 2026.Confere com original, lavrada em livro próprio.Mesa:_________________________________Gilberto BragaPresidente_________________________________Carmelo Aldo Di LetaSecretário[página da ata de reunião do CoAud, realizada em 26 de março de 2026.] ANEXO IGAFISA S.A.CNPJ/MF n° 01.545.826/0001-07 NIRE 35.300.147.952RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO EXERCÍCIO DE 2025Reunidos no dia 26 de março de 2025, às 09 horas, na sede social da GAFISA S.A., localizada na Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, nº 1830, Conjunto 131, 13º andar, Vila Nova Conceição, São Paulo, SP, CEP 04543-900 ("Companhia"), os membros do Comitê de Auditoria ("CoAud") abaixo assinados, emitiram o presente relatório, compreendendo as atividades do CoAud desempenhadas no curso de exercício de 2025, contado a partir da data de emissão do último relatório, até a presente data. Nesse intervalo foram realizadas 10 (dez) reuniões do CoAud, sendo que o CoAud participou também de algumas agendas das reuniões do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal, quando realizadas em conjunto. As atas de todas as reuniões foram encaminhadas aos membros do Conselho de Administração e Conselho Fiscal, bem como aos membros do CoAud.O Comitê de Auditoria é composto por quatro membros efetivos eleitos pelo Conselho de Administração que possuem experiência profissional e formação acadêmica compatível com o cargo, e possuem reconhecida experiência profissional em contabilidade societária e auditoria das demonstrações financeiras.O CoAud apreciou as informações e dados apresentados pela Administração em relação as medidas de redução de custos operacionais envolvendo áreas e estrutura organizacional da Companhia, bem como os custos operacionais mensais e o detalhamento de cargos e funções dos colaboradores, especialmente indicando os níveis gerenciais, times de obras e reorganização de estrutura física e organizacional. Adicionalmente, foi apresentada a estrutura de diversidade e composição por gênero e idade dos colaboradores da Companhia. Tais medidas foram vistas como um aperfeiçoamento na estrutura de governança corporativa e operacional da Companhia.A Companhia se mantém no foco de enquadramento e excelência de sua estrutura de governança corporativa com os melhores níveis de mercado, considerando a avaliação realizada em 2023 pela B3 - Bolsa, Brasil e Balcão ("B3"), sem solicitações complementares no ano de 2025, cujo diagnóstico apontou atendimento e aderência às regras do Regulamento do Novo Mercado.O CoAud, dentre suas competências, realizou junto a Administração e Área de Compliance da Companhia a execução do ciclo das atividades de auditoria interna, que foi desempenhada ao longo do ano de 2025. Também foi objeto de análise a matriz de riscos, apresentando considerações no sentido de propor melhorias, mas sem apontamentos relevantes.O CoAud, em cumprimento ao calendário de Reuniões Ordinárias, vem realizando reuniões com a Administração no sentido de acompanhar o andamento das políticas de gestão, a ampliação do escopo dos treinamentos de Compliance, canal de denúncias, disseminação da cultura de governança corporativa e garantia de receita, restando o entendimento que a Companhia vem adotando as melhores práticas e redução de exposição de riscos no âmbito dos assuntos tratados.Também faz parte do escopo das atividades do CoAud avaliar a qualidade das informações fornecidas pelos auditores externos, o que, neste sentido, não houve apontamentos prejudicasse a objetividade e a independência profissional.O Comitê de Auditoria, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, acompanhou o processo de elaboração das Demonstrações Contábeis, analisando trimestralmente o Balanço Patrimonial, a Demonstração dos Resultados e as Notas Explicativas, bem como das Demonstrações Contábeis, Relatório da Administração e Relatório dos Auditores Independentes relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.Durante todo o exercício de 2025 apresentou, quando cabível, recomendações de aprimoramentos, pedidos de esclarecimentos a fim de permitir suas conclusões e manifestações.O CoAud acompanhou os trabalhos desenvolvidos pela Auditoria Independente durante o exercício de 2025, com reuniões, no mínimo, trimestrais. Nas reuniões foram discutidos temas como: planejamento das atividades da auditoria independente, equipe de auditoria alocada aos trabalhos, processos contábeis e de controles internos, relatórios trimestrais emitidos, conclusões e recomendações resultantes de suas avaliações.Especificamente para as Demonstrações Contábeis de 2025, em março de 2025, o Comitê de Auditoria reuniu-se com o representante da Auditoria Independente para conhecer o resultado do seu trabalho de exame das demonstrações contábeis relativas ao exercício de 2025, no qual foram discutidos os principais pontos de atenção das Demonstrações Contábeis e seus elementos instrutivos, visando a sua aderência aos dispositivos legais e aos princípios contábeis adotadas no Brasil e, ainda, sobre os Principais Assuntos de Auditoria (PAA) e forma qu e esses foram endereçados pela Auditoria Independente.Nas reuniões realizadas e/ou análise da documentação não foram identificadas pelo CoAud, nem relatadas por seus interlocutores, quaisquer divergências entre as informações prestadas pela Administração e a Auditoria Independente em relação às atividades realizadas para a execução dos trabalhos de auditoria sobre a elaboração das Demonstrações Contábeis de 2025.A Auditoria Independente apresentou a sua opinião a respeito da fidedignidade das Demonstrações Contábeis, em relação às práticas contábeis adotadas no Brasil, além da aderência a outras normas e preceitos da legislação societária brasileira e não foi reportada nenhuma ocorrência que pudesse comprometer sua independência.O CoAud realizou a avaliação da atuação da Auditoria Independente, relativo ao exercício de 2025, para ser enviada ao Conselho de Administração, para ciência, em cumprimento à sua atividade de supervisão dos trabalhos da Auditoria Independente.O CoAud registra que debateu com os auditores externos, Diretoria e Conselho de Administração os ajustes de contabilidade julgados pertinentes para as demonstrações financeiras do exercício findo em 31.12.2025, sendo que tais apontamentos foram avaliados e atendidos para fins de conclusão satisfatória da auditoria do exercício de 2025.Por recomendação do CoAud, o Relatório de Administração foi elaborado com clareza e apresentando de forma objetiva o desempenho operacional da Companhia, da receita bruta expressiva obtida num exercício considerando os lançamentos ocorridos e as vendas de estoques, bem como o ajuste financeiro decorrente da atualização da 17ª Escritura de Debêntures.O CoAud, em suas interações com a Auditoria Interna, se colocou à disposição para apoiar quaisquer necessidades e solicitou que situações que pudessem impedir ou dificultar a execução das atividades de Auditoria Interna fossem relatadas ao Comitê. Além disso, recomendou aprimoramentos, quando necessários.O CoAud avaliou a atuação da Auditoria Interna, concluindo que no exercício de 2025, cumpriu as suas atribuições legais e regulamentares, e desempenhou suas funções com independência e objetividade.No decorrer do ano de 2025, em suas reuniões mensais, o CoAud recebeu os relatórios e analisou os reportes encaminhados pela Ouvidoria, os quais constam o detalhamento de todas as manifestações recebidas no período, por meio dos seus sistemas próprios, e os respectivos tratamentos/encaminhamentos realizados.No cumprimento dessa atribuição, o CoAud zelou para que as denúncias e inconformidades tivessem o adequado tratamento pela Administração, sejam elas advindas do público interno ou externo da Companhia.O CoAud fez recomendações que foram transmitidas aos executivos da Companhia, extensivas ao Conselho de Administração, incluindo temas como diversidade, inclusão e sustentabilidade, visando maior aprofundamento e desenvolvimento nos planos de ação que foram desenvolvidos pela Companhia ao longo do exercício de 2025, e vem sendo aperfeiçoados a cada ano.Destaca-se que a Companhia foi re-certificada no Índice de Sustentabilidade Empresarial ISE B3 e ingressou no Índice IDiversa B3, como uma empresa que se destaca em diversidade de gênero e raça entre os seus colaboradores. As opiniões e manifestações do Comitê de Auditoria são elaborados com base em informações apresentadas pela Administração, em particular pelos integrantes da Diretoria Financeira e Controladoria, além dos Auditores Independentes.Quanto às Demonstrações Contábeis e do Relatório da Administração relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, os membros do CoAud, no exercício de suas atribuições e responsabilidades, conforme previsto no Regimento Interno do próprio Comitê, procederam à análise dos documentos apresentados, acompanhados do Relatório dos Auditores Independentes, emitido em 26 de Março de 2026, sem ressalvas.A partir das informações prestadas pela Administração, pela área contábil e pela Auditoria Interna e Auditoria Independente, o Comitê de Auditoria analisou as Demonstrações Contábeis de 2025, acompanhadas do relatório do Auditor Independente, sem ressalva, e, considerando os esclarecimentos e informações prestadas, opinou, por unanimidade, que as "Demonstrações Contábeis 2025" e o "Relatório da Administração 2025", estavam em condições de serem submetidos ao Conselho de Administração para seu encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária, nos termos da lei, para deliberação.O Comitê de Auditoria não recebeu, até o fechamento deste relatório, registro de qualquer denúncia de descumprimento de normas, ausências de controles, ato ou omissão por parte da Administração que indicasse a existência de fraudes, falhas ou erros que colocassem em risco a continuidade da empresa ou a fidedignidade das Demonstrações Contábeis.Por fim, o CoAud registra o cumprimento das atividades previstas no seu Plano de Trabalho para o exercício de 2025, agradece ao Conselho de Administração, à Diretoria Executiva, aos Gestores e Colaboradores da Companhia pela confiança e apoio recebido ao longo do ano de 2025.São Paulo, 26 de Março de 2026.

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias11.1621.646
Preferenciais00
Total11.1621.646

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.