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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201697 páginasCódigo CVM 22608Versão 1Recebida em 30/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de EMPREENDIMENTOS PAGUE MENOS S/A

EMPREENDIMENTOS PAGUE MENOS S/A · CNPJ 06.626.253/0001-51

EMPREENDIMENTOS PAGUE MENOS S/A
CNPJ 06.626.253/0001-51
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
EMPREENDIMENTOS PAGUE MENOS S/A
CNPJ
06.626.253/0001-51
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
97
Ano de referência
2016*
Publicado em
30/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total2.774.3253.022.053−8,2%
1.01Ativo Circulante2.035.8002.428.079−16,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa144.152296.744−51,4%
1.01.02Aplicações Financeiras02.977−100,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado02.977−100,0%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento02.977−100,0%
1.01.03Contas a Receber514.768445.54315,5%
1.01.03.01Clientes427.158339.01526,0%
1.01.03.01.01Contas a receber de clientes - Cartões de créditos386.192308.81825,1%
1.01.03.01.02Convenios a Receber28.00628.465−1,6%
1.01.03.01.03Comissões a Receber1.3301.732−23,2%
1.01.03.01.04Programa de Benefícios de Medicamentos - PBM17.7950—
1.01.03.01.05Provisão para créditos de liquidação duvidosa−6.1650—
1.01.03.02Outras Contas a Receber87.610106.528−17,8%
1.01.03.02.02Despesas antecipadas01.563−100,0%
1.01.03.02.03Acordos Comerciais077.396−100,0%
1.01.03.02.04Adiantamentos a terceiros018.917−100,0%
1.01.03.02.05Outras08.652−100,0%
1.01.04Estoques1.294.0541.057.32222,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar64.58662.1204,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar64.58662.1204,0%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes18.240563.373−96,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros18.240563.373−96,8%
1.01.08.03.01Arrecadação de Recursos de Terceiros09.482−100,0%
1.01.08.03.02Partes Relacionadas00—
1.01.08.03.05Adiantamento a Terceiros - Partes relacionadas00—
1.01.08.03.06Outros Créditos - Alienação de Participação Societária0440.084−100,0%
1.01.08.03.07Operações com Derivativos18.240113.807−84,0%
1.02Ativo Não Circulante738.525593.97424,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo109.060135.304−19,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos75.0690—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos75.0690—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes33.991135.304−74,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos e Contribuições a Recuperar24.1444.375451,9%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais7.62716.112−52,7%
1.02.01.09.05Outros Créditos0474−100,0%
1.02.01.09.06Operações com Derivativos2.220113.904−98,1%
1.02.01.09.07Despesas antecipadas0439−100,0%
1.02.02Investimentos102.33890.00013,7%
1.02.02.01Participações Societárias91.92390.0002,1%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias91.92390.0002,1%
1.02.02.02Propriedades para Investimento10.4150—
1.02.02.02.01Aplicações Financeiras10.4150—
1.02.03Imobilizado498.565353.45141,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação498.565353.45141,1%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível28.56215.21987,7%
1.02.04.01Intangíveis28.56215.21987,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Administradores e Acionistas daEmpreendimentos Pague Menos S.A.Fortaleza - CEOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis da Empreendimentos Pague Menos S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Empreendimentos Pague Menos S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Controles internos e controles gerais de tecnologia de informaçãoA Companhia, impactada pelo seu elevado número de transações e dispersão geográfica, utiliza-se de uma complexa estrutura de controles internos, sejam eles manuais, automatizados e dependentes dos sistemas integrados de gestão. Desta forma, a eficácia no desenho e na operação destes controles é de suma importância para que os registros contábeis e por consequência, as demonstrações contábeis estejam livres de erros significativos. Essa estrutura complexa, que envolve diversas lojas em todos os estados da federação e quatro centros de distribuição, encontra-se com diferentes níveis de maturação e os riscos relacionados aos processos de tecnologia da informação relevantes para as transações processadas nos diferentes sistemas podem resultar em informações críticas incorretas, inclusive as utilizadas na elaboração das demonstrações contábeis. Devido à importância da estrutura de controle interno para a Companhia, consideramos essa área como relevante para a nossa auditoria.Nossos procedimentos incluíram, entre outros, o envolvimento de especialistas em tecnologia da informação para nos auxiliar na análise dos controles relacionados aos ambientes dos sistemas de informação, assim como os controles manuais, dependentes de sistema e automatizados e que afetam toda a estrutura de negócios da Companhia. Adicionalmente, efetuamos procedimentos de testes para controles adicionais compensatórios quando da identificação de inconsistências em relação aos controles gerais de tecnologia testados e avaliamos a integridade dos relatórios produzidos pelos sistemas relacionados e utilizados em nossos procedimentos. Reconhecimento da receita de bonificação de fornecedoresAs bonificações de fornecedores e as contribuições promocionais são práticas comerciais regulares no setor de varejo. A Companhia recebe vários tipos de bonificações, e esses subsídios são um componente significativo no custo das mercadorias vendidas.Consideramos este assunto significativo para a nossa auditoria em virtude dos volumes envolvidos, do reconhecimento do benefício e seu consequente registro em contas a receber requererem julgamentos por parte da Administração da Companhia sobre a natureza e o cumprimento das obrigações descritas nos acordos comerciais com fornecedores e das estimativas para apurar os valores a serem reconhecidos e o período durante o qual o resultado dos acordos deve ser reconhecido no custo das mercadorias vendidas.Nossos procedimentos incluíram, entre outros, a avaliação do desenho e da eficácia operacional dos controles internos implementados sobre a contabilização das bonificações, análise sobre a existência e exatidão dos dados oriundos dos acordos comerciais reconhecidos no sistema de contabilidade, avaliando as premissas estabelecidas pela Companhia para a determinação das bonificações e subsídios a receber de fornecedores através de discussões com a Administração e execução dos seguintes procedimentos específicos: i)para uma amostra de transações de bonificação, confrontamos os montantes registrados com os respectivos acordos comercais com os fornecedores e efetuamos o recálculo do resultado esperado com acordos comerciaisii)Testamos o período de competência do reconhecimento do resultado com acordos comerciais e as condições de desempenho associadasiii)para avaliar a confiabilidade das estimativas da Administração, realizamos uma revisão do recebimento subsequente das bonificações a receber registrados. Adicionalmente, examinamos se a Companhia havia cumprido ou possuía grande capacidade de cumprir determinados dados do acordo comercial antes de registrar as contas a receber.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoA demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Demonstrações contábeis do exercício anterior examinadas por outro auditor independenteAs demonstrações contábeis da Empreendimentos Pague Menos S.A. para o exercício findo em 31 de dezembro de 2015 foram examinadas por outro auditor independente que emitiu relatório em 24 de março de 2017 com opinião sem modificação sobre essas demonstrações contábeis. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a a uditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no relatório da administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeisA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeisNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como, obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações, e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Fortaleza, 30 de março de 2017ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC 2SP015199/F-6Carlos Santos Mota FilhoContador CRC - PE 020.728/O-7-T-CE

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade com o artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com a reapresentação das demonstrações financeiras.Fortaleza, 30 de março de 2017.___________________________ Mario Henrique Alves de QueirósDiretor Presidente____________________Josué Ubiranilson AlvesDiretor Vice-Presidente___________________________ Luiz Renato NovaisDiretor Financeiro e Relações com Investidores____________________________Carlos Henrique Alves de Queirós Diretor de Expansão e Novos negócios________________________________Patriciana Maria de Queirós RodriguesDiretora Comercial___________________________Edson de Arruda Câmara JúniorDiretor de Operações_______________________________Pedro Ronaldo de Carvalho PraxedesDiretor de Sistemas e Logística

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

m conformidade com o artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM 480/09, os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no Relatório da Revisão Especial favorável sem ressalvas dos auditores independentes, referentes a reapresentação do exercício findo em 31 de dezembro de 2016.Fortaleza, 30 de março de 2017.___________________________ Mario Henrique Alves de QueirósDiretor Presidente____________________Josué Ubiranilson AlvesDiretor Vice-Presidente___________________________ Luiz Renato NovaisDiretor Financeiro e Relações com Investidores____________________________Carlos Henrique Alves de Queirós Diretor de Expansão e Novos negócios________________________________Patriciana Maria de Queirós RodriguesDiretora Comercial___________________________Edson de Arruda Câmara JúniorDiretor de Operações_______________________________Pedro Ronaldo de Carvalho PraxedesDiretor de Sistemas e Logística

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.