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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2011327 páginasCódigo CVM 1023Versão 4 · reapresentaçãoRecebida em 09/04/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de BANCO DO BRASIL SA

BANCO DO BRASIL SA · CNPJ 00.000.000/0001-91

Versões deste exercício: v1 (14/02/2012) · v2 (14/02/2012) · v3 (30/03/2012) · v4 (09/04/2012), esta

BANCO DO BRASIL SA
CNPJ 00.000.000/0001-91
DFP 2011 (V4)
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
BANCO DO BRASIL SA
CNPJ
00.000.000/0001-91
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
327
Ano de referência
2011*
Publicado em
09/04/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total966.823.068802.819.79520,4%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa44.309.88825.219.70075,7%
1.01.01Caixa e Depósitos Bancários10.492.1439.816.6756,9%
1.01.02Empréstimos a Instituições Financeiras23.765.78914.889.97059,6%
1.01.03Aplicações em Operações Compromissadas10.051.956513.0551.859,2%
1.02Aplicações Financeiras167.619.990143.840.09016,5%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo152.622.661127.232.78320,0%
1.02.01.01Títulos para Negociação68.294.47252.222.15830,8%
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda84.328.18975.010.62512,4%
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado14.997.32916.607.307−9,7%
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento14.997.32916.607.307−9,7%
1.03Empréstimos e Recebíveis546.093.441442.022.89023,5%
1.03.01Empréstimos a Instituições Financeiras18.080.70219.087.463−5,3%
1.03.02Aplicações em Operações Compromissadas128.980.24584.547.12952,6%
1.03.03Empréstimos a Clientes399.032.494338.388.29817,9%
1.04Tributos Diferidos20.418.32319.568.2334,3%
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos20.418.32319.568.2334,3%
1.05Outros Ativos163.676.931151.588.6938,0%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda114.38897.29217,6%
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.05.03Outros163.562.543151.491.4018,0%
1.05.03.01Depósitos Compulsórios em Bancos Centrais93.689.98787.055.9477,6%
1.05.03.02Ativos por Impostos Correntes8.300.2489.992.106−16,9%
1.05.03.03Outros Ativos61.572.30854.443.34813,1%
1.06Investimentos514.2061.184.775−56,6%
1.06.01Participações em Coligadas514.2061.184.775−56,6%
1.06.02Outros00—
1.07Imobilizado6.194.3865.553.13611,5%
1.07.01Imobilizado de Uso6.194.3865.553.13611,5%
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00—
1.08Intangível17.995.90313.842.27830,0%
1.08.01Intangíveis15.197.91011.443.79432,8%
1.08.02Goodwill2.797.9932.398.48416,7%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADASAo Conselho de Administração, aos Acionistas e aos Administradores do Banco do Brasil S.A. Brasília - DFExaminamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco do Brasil S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras consolidadasA Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras consolidadas. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Banco. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada do Banco do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS), emitidas pelo "International Accounting Standard Board - IASB".Brasilia, 27 de março de 2012KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6 F-DFGiuseppe MasiContador CRC 1SP176273/O-7 S-DFCarlos Massao TakauthiContador CRC 1SP206103/O-4 S-DF***************************************************************************************************************************************RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISAoConselho de Administração, aos Acionistas e aos Administradores doBanco do Brasil S.A.Brasília - DFExamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas do Banco do Brasil S.A., que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeisA administração do Banco do Brasil S.A. é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis do Banco do Brasil S.A. para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Banco do Brasil S.A.. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Demonstração do valor adicionadoExaminamos também a demonstração do valor adicionado (DVA) individual e consolidada, elaborada sob a responsabilidade da administração do Banco do Brasil S.A., para o exercício e semestre findos em 31 de dezembro de 2011, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Brasília, 10 de fevereiro de 2012KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6 F-DFGiuseppe MasiContador CRC 1SP176273/O-7 S-DFCarlos Massao TakauthiContador CRC S26 03/O-4 S-DF

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Membros do Conselho Diretor sobre as Demonstrações FinanceirasEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaramos que revisamos as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011 do Banco do Brasil S.A. e, baseado nas discussões subsequentes, concordamos que tais Demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.Brasília (DF), 13 de fevereiro de 2012.Aldemir BendinePresidenteAlexandre Corrêa AbreuVice-presidente de Negócios de Varejo Dan Antonio Marinho ConradoVice-presidente de Varejo, Distribuição e Operações Danilo AngstVice-presidente de Controles Internos e Gestão de RiscoGeraldo Afonso Dezena da SilvaVice-presidente de TecnologiaIvan de Souza MonteiroVice-presidente de Gestão Financeira, Mercado de Capitais e Relações com InvestidoresOsmar Fernandes DiasVice-presidente de Agronegócios e Micro e Pequenas EmpresasPaulo Rogério CaffarelliVice-presidente de Atacado, Negócios Internacionais e Private BankRicardo Antonio de OliveiraVice-presidente de GovernoRobson RochaVice-presidente Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Membros do Conselho Diretor sobre o Relatório dos Auditores IndependentesEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaramos que, baseado em nosso conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordamos com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes, de 13.02.2012, não havendo qualquer discordância.Brasília (DF), 13 de fevereiro de 2012Aldemir BendinePresidenteAlexandre Corrêa Abreu Vice-presidente de Negócios de Varejo Dan Antonio Marinho Conrado Vice-presidente de Varejo, Distribuição e Operações Danilo AngstVice-presidente de Controles Internos e Gestão de RiscoGeraldo Afonso Dezena da SilvaVice-presidente de TecnologiaIvan de Souza MonteiroVice-presidente de Gestão Financeira, Mercado de Capitais e Relações com InvestidoresOsmar Fernandes DiasVice-presidente de Agronegócios e Micro e Pequenas EmpresasPaulo Rogério CaffarelliVice-presidente de Atacado, Negócios Internacionais e Private BankRicardo Antonio de OliveiraVice-presidente de GovernoRobson RochaVice-presidente Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIASEGUNDO SEMESTRE DE 2011IntroduçãoO Comitê de Auditoria do Banco do Brasil é órgão estatutário de assessoramento do Conselho de Administração e tem como principais atribuições: avaliar a efetividade do sistema de controles internos e das auditorias interna e externa e revisar, previamente à publicação, o conjunto das demonstrações contábeis. O regimento interno do Comitê de Auditoria está disponível no site www.bb.com.br/ri. O universo de atuação do Comitê compreende o Banco Múltiplo e as seguintes subsidiárias: BB Banco de Investimento S.A., BB Leasing S.A. - Arrendamento Mercantil, BB Gestão de Recursos - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários - DTVM S.A., BB Administradora de Cartões de Crédito S.A., BB Administradora de Consórcios S.A. e BESC Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.A administração do Banco do Brasil e as administrações de suas subsidiárias são responsáveis por elaborar e garantir a integridade das demonstrações contábeis, gerir os riscos, manter sistema de controles internos efetivo e consistente e zelar pela conformidade às normas legais e regulamentares.A Auditoria Interna responde de forma independente pela realização de trabalhos periódicos com o objetivo de avaliar as ações de gerenciamento de riscos bem como a adequação e a efetividade dos controles internos.A KPMG Auditores Independentes é a empresa responsável pela prestação dos serviços de auditoria das demonstrações contábeis, a quem cabe opinar sobre a sua adequação em relação à posição financeira e patrimonial em todos os aspectos relevantes de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Avalia, também, a qualidade e adequação do sistema de controles internos no contexto dos trabalhos de auditoria sobre as demonstrações contábeis, inclusive o sistema de processamento eletrônico de dados e de gerenciamento de riscos, e o cumprimento de dispositivos legais e regulamentares. AtividadesComo parte de suas atividades, o Comitê de Auditoria realizou 76 reuniões no semestre, de um total de 133 no exercício, com a administração da Instituição, auditorias interna e externa, órgãos externos de fiscalização e controle e principais responsáveis pelas áreas estratégicas de negócios, contabilidade, relação com investidores, controles internos, jurídica, tecnologia, gestão de pessoas, de riscos e da segurança.Entre os assuntos abordados nessas reuniões estão gestão de capital, gestão de riscos, regras de Basileia, provisões para crédito e para contingências, impairment, ágio decorrente de aquisições, aprimoramento dos mecanismos de controles internos, conformidade a leis e normas, procedimentos para a prevenção e combate à lavagem de dinheiro, segurança da informação, soluções tecnológicas, ouvidorias interna e externa e recomendações das auditorias interna e externa e de órgãos externos de fiscalização e controle.Manteve diálogo com as equipes das auditorias interna e externa, oportunidade em que verificou o cumprimento dos seus planejamentos anuais, conheceu o resultado dos trabalhos realizados e examinou suas conclusões e principais recomendações.Acompanhou o processo de preparação das demonstrações contábeis, avaliou os aspectos relevantes, a abrangência, conformidade e clareza das notas explicativas, examinou as práticas contábeis adotadas, os procedimentos utilizados para constituição de provisões e conheceu o teor do relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Nas situações em que identificou oportunidades de melhoria, sugeriu aprimoramentos à instância competente da Instituição.ConclusõesCom base nas atividades que desenvolveu no período e tendo presente suas atribuições e as imitações inerentes ao escopo de sua atuação, o Comitê de Auditoria concluiu que:a. o sistema de controles internos é adequado ao porte e à complexidade do Conglomerado e é objeto de permanente atenção por parte da administração. O Comitê de Auditoria solicitou e o Banco realizou trabalho especial de revisão do sistema de controles internos, com o objetivo de garantir a adoção das melhores práticas sobre o temab. o Conglomerado Banco do Brasil adota atitude conservadora na assunção de riscos, conta com estrutura de governança que possibilita que eventuais deficiências sejam levadas ao conhecimento da alta administração e dispõe de mecanismos capazes de identificar, avaliar e adotar medidas corretivas para as fragilidades identificadas c. a auditoria interna desempenha suas funções de forma efetiva e independente e responde adequadamente às demandas do Comitêd. a auditoria externa desenvolve seus trabalhos com efetividade e não foram identificadas ocorrências que comprometessem sua independênciae. as demonstrações contábeis consolidadas do exercício findo em 31.12.2011 foram elaboradas em conformidade com as normas legais e com as práticas adotadas no País e refletem, em todos os aspectos relevantes, a situação patrimonial e financeira do Conglomerado naquela data.Brasília-DF, 10 de fevereiro de 2012.José Danúbio RozoCoordenadorCelene Carvalho de JesusJosé Gilberto Jaloretto PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal do Banco do Brasil S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, procedeu ao exame do Relatório da Administração e das Demonstrações Contábeis, incluindo a proposta de destinação do resultado relativo ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2011, os quais foram aprovados, nesta data, pelo Conselho de Administração. Com base nos exames efetuados, nas informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício e no Relatório dos Auditores Independentes - KPMG Auditores Independentes, sem ressalvas, nesta data expedido, o Conselho Fiscal opina que os referidos documentos estão em condições de serem encaminhados para aprovação da Assembléia Geral dos Acionistas.Brasília (DF), 10 de fevereiro de 2012.Anelize Lenzi Ruas de AlmeidaConselheiraClóvis Ailton MadeiraConselheiroMarcos Machado GuimarãesConselheiroPedro Carvalho de MelloConselheiroDaniel SigelmannPresidente

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.