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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2013198 páginasCódigo CVM 12793Versão 1Recebida em 29/01/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de FIBRIA CELULOSE S/A

FIBRIA CELULOSE S/A · CNPJ 60.643.228/0001-21

FIBRIA CELULOSE S/A
CNPJ 60.643.228/0001-21
DFP 2013
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
FIBRIA CELULOSE S/A
CNPJ
60.643.228/0001-21
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
198
Ano de referência
2013*
Publicado em
29/01/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total26.750.17228.144.580−5,0%
1.01Ativo Circulante5.807.0016.245.933−7,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.271.752943.85634,7%
1.01.02Aplicações Financeiras1.068.1822.351.986−54,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo1.068.1822.351.986−54,6%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação1.068.1822.351.986−54,6%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.284.671754.76870,2%
1.01.03.01Clientes382.087754.768−49,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber902.5840—
1.01.03.02.01Contas a receber relativo a venda de terras e benfeitorias (Nota 1(e))902.5840—
1.01.04Estoques1.265.7301.183.1427,0%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar201.052209.462−4,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar201.052209.462−4,0%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes715.614802.719−10,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda589.849589.8490,0%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros125.765212.870−40,9%
1.01.08.03.01Instrumentos Financeiros Derivativos22.53718.34422,9%
1.01.08.03.02Outros103.228194.526−46,9%
1.02Ativo Não Circulante20.943.17121.898.647−4,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo6.437.4805.966.2497,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado48.1830—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento48.1830—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos3.423.4343.325.6042,9%
1.02.01.06Tributos Diferidos968.116879.60610,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos968.116879.60610,1%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas7.1426.24514,4%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas7.1426.24514,4%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.990.6051.754.79413,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Instrumentos Financeiros Derivativos71.01726.475168,2%
1.02.01.09.04Impostos a Recuperar743.883657.83013,1%
1.02.01.09.05Adiantamento a Fornecedores726.064740.310−1,9%
1.02.01.09.06Demais Contas a Receber252.135172.61246,1%
1.02.01.09.07Depósitos Judiciais197.506157.56725,3%
1.02.02Investimentos46.92240.67415,4%
1.02.02.01Participações Societárias46.92240.67415,4%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias46.92240.67415,4%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado9.824.50411.174.561−12,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação9.824.50411.174.561−12,1%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível4.634.2654.717.163−1,8%
1.02.04.01Intangíveis4.634.2654.717.163−1,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangíveis4.634.2654.717.163−1,8%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentessobre as demonstrações financeirasindividuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasFibria Celulose S.A. Examinamos as demonstrações financeiras individuais da Fibria Celulose S.A. ("Companhia" ou "Controladora") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas.Examinamos também as demonstrações financeiras consolidadas da Fibria Celulose S.A. e suas controladas ("Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e dessas demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro.Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Fibria Celulose S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Fibria Celulose S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na Nota 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Fibria Celulose S.A., essas práticas diferem das IFRS, aplicáveis às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos pelo método de equivalência patrimonial, uma vez que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Outros assuntosInformação suplementar - demonstrações do valor adicionadoExaminamos também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 29 de janeiro de 2014PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Luciano Jorge Moreira Sampaio JuniorContador CRC 1BA018245/O-1 "S" SP

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

FIBRIA CELULOSE S.A.Companhia AbertaCNPJ/MF n.º 60.643.228/0001-21NIRE 35.300.022.807DECLARAÇÃOOs Diretores da Fibria Celulose S.A. ("Fibria" ou "Companhia") declaram, para os fins do disposto no parágrafo 1º, do artigo 25, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que:a)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia, do exercício findo em 31 de dezembro de 2013 eb)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia, do exercício findo em 31 de dezembro de 2013.São Paulo, 29 de janeiro de 2013.Marcelo Strufaldi CastelliAires GalhardoPaulo Ricardo Pereira da SilveiraGuilherme Perboyre CavalcantiHenri Philippe van KeerLuiz Fernando Torres Pinto

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

FIBRIA CELULOSE S.A.Companhia AbertaCNPJ/MF n.º 60.643.228/0001-21NIRE 35.300.022.807DECLARAÇÃOOs Diretores da Fibria Celulose S.A. ("Fibria" ou "Companhia") declaram, para os fins do disposto no parágrafo 1º, do artigo 25, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que:a)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia, do exercício findo em 31 de dezembro de 2013 eb)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia, do exercício findo em 31 de dezembro de 2013.São Paulo, 29 de janeiro de 2013.Marcelo Strufaldi CastelliAires GalhardoPaulo Ricardo Pereira da SilveiraGuilherme Perboyre CavalcantiHenri Philippe van KeerLuiz Fernando Torres Pinto

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

FIBRIA CELULOSE S.A.Companhia AbertaCNPJ/MF n.º 60.643.228/0001-21NIRE 35.300.022.807Parecer do Conselho Fiscal O Conselho Fiscal da FIBRIA CELULOSE S.A. ("Fibria" ou "Companhia"), em conformidade com as atribuições previstas no art. 163 da Lei 6.404/76, em reunião realizada em 27 de janeiro de 2014 na sede da Companhia, examinou as Demonstrações Financeiras: Individual (controladora) e Consolidada (Fibria e suas controladas) e as notas explicativas integrantes das mesmas, o Relatório Anual da Administração e os demais demonstrativos elaborados pela Companhia, relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, bem como as propostas neles contidas, inclusive a proposta de orçamento de capital para o exercício social de 2014. Com base nos exames efetuados e considerando-se ainda o parecer dos auditores independentes, PricewaterhouseCoopers, datado de 29 de janeiro de 2014, apresentado sem ressalvas, bem como as informações e esclarecimentos prestados por representantes da Companhia no decorrer do exercício, os membros do Conselho Fiscal abaixo assinados concluíram por unanimidade, em consonância com o disposto no art. 163 da Lei 6.404/76, opinar favoravelmente quanto ao encaminhamento dos referidos documentos e propostas para aprovação da Assembléia Geral Ordinária do exercício de 2013.São Paulo, 29 de janeiro de 2014.Mauricio Aquino HalewiczPresidente do ConselhoGilsomar Maia SebastiãoConselheiroSérgio Mamede Rosa do NascimentoConselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.