Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2020204 páginasCódigo CVM 1155Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 23/03/2021valores em R$ mil

DFP 2020 de BANESTES SA BANCO DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO

BANESTES SA BANCO DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO · CNPJ 28.127.603/0001-78

Versões deste exercício: v1 (23/02/2021) · v2 (23/03/2021), esta

BANESTES SA BANCO DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO
CNPJ 28.127.603/0001-78
DFP 2020 (V2)
Exercício 2020
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
BANESTES SA BANCO DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO
CNPJ
28.127.603/0001-78
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
204
Ano de referência
2020*
Publicado em
23/03/2021 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202031/12/2019Var.
1Ativo Total30.530.92223.788.78028,3%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.082.1993.005.475−30,7%
1.01.01Caixa351.375253.41738,7%
1.01.02Aplicações de Liquidez1.730.8242.752.058−37,1%
1.02Ativos Financeiros27.320.32619.732.96638,5%
1.02.01Depósito Compulsório Banco Central683.742686.381−0,4%
1.02.01.01Reservas no Banco Central683.742686.381−0,4%
1.02.02Ativos Financeiros Avaliados ao Valor Justo através do Resultado655.210564.59216,1%
1.02.02.01Títulos e Valores Mobiliários655.210564.59216,1%
1.02.02.02Derivativos00—
1.02.03Ativos Financeiros Avaliados ao Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes4.955.1713.380.78146,6%
1.02.03.01Títulos e Valores Mobiliários4.955.1713.380.78146,6%
1.02.04Ativos Financeiros ao Custo Amortizado21.026.20315.101.21239,2%
1.02.04.01Aplicações em Depósitos Interfinanceiros00—
1.02.04.02Aplicações no Mercado Aberto10.616.9407.251.74646,4%
1.02.04.03Títulos e Valores Mobiliários5.570.1923.935.66141,5%
1.02.04.04Operações de Crédito4.839.0713.913.80523,6%
1.02.04.05Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito00—
1.02.04.06Operações de Arrendamento00—
1.02.04.07Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito de Operações de Arrendamento00—
1.02.04.08Outros Ativos Financeiros00—
1.03Tributos275.990217.97926,6%
1.03.01Imposto de Renda e Contribuição Social - Correntes00—
1.03.02Imposto de Renda e Contribuição Social - Diferidos275.990217.97926,6%
1.03.03Outros00—
1.04Outros Ativos555.992535.0813,9%
1.04.01Ativos Não Correntes a Venda88.94785.4064,1%
1.04.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.04.03Outros467.045449.6753,9%
1.05Investimentos411440−6,6%
1.05.01Participações em Coligadas00—
1.05.02Participações em Controladas em Conjunto00—
1.05.03Propriedades para Investimento411440−6,6%
1.05.04Outros Investimentos00—
1.06Imobilizado162.864172.264−5,5%
1.06.01Imobilizado de Uso328.892311.4035,6%
1.06.02Direito de Uso de Arrendamento00—
1.06.03Depreciação Acumulada−166.028−139.139−19,3%
1.07Intangível133.140124.5756,9%
1.07.01Intangíveis223.359235.206−5,0%
1.07.02Goodwill00—
1.07.03Amortização Acumulada−90.219−110.63118,5%
1.07.03.01Amortização Acumulada−88.968−110.63119,6%
1.07.03.02Perdas por Impairment−1.2510—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis consolidadasAos Administradores e AcionistasBanestes S.A. - Banco do Estado do Espírito SantoOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis consolidadas do Banestes S.A. - Banco do Estado do Espírito Santo ("Banco") e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2020 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado e do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banestes S.A. - Banco do Estado do Espírito Santo e suas controladas em 31 de dezembro de 2020, o desempenho consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accouting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2020 foi planejada e executada considerando que as operações do Banco e do Consolidado não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior.Porque é um PAA Provisão para perdas com impairment em empréstimos e recebíveis (Notas 3e, 4, 5 e 11)A estimativa de perdas com impairment em empréstimos e recebíveis continuou como área de foco em nossa auditoria, pois envolve um elevado nível de julgamento da Administração, e considera, dentre outros elementos, a deterioração do risco de crédito e a classificação dos créditos nos estágios previstos no IFRS 9 - Instrumentos Financeiros, além da utilização de várias premissas, considerando fatores internos e externos, incluindo os níveis de inadimplência e garantia das operações, cenário econômico atual e prospectivo. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos nosso entendimento do processo desenvolvido pelo Banco para análise e avaliação do IFRS 9, bem como realizamos determinados procedimentos de auditoria, com o auxílio de nossos especialistas, relacionados a aderência aos requisitos da referida norma.Inspecionamos a conciliação preparada pela Administração e confrontamos os saldos contábeis com a posição analítica. Em base amostral, inspecionamos os documentos suporte das operações.Em relação à metodologia de impairment, aplicamos procedimentos de auditoria relacionados a: (i) análise das políticas contábeis da Administração em comparação com os requisitos do IFRS 9 (ii) entendimento e testes relacionados à mensuração da provisão para perda esperada, que consideram base de dados, parâmetros, modelos e premissas adotados pela Administração (iii) testes dos modelos, incluindo o seu processo de aprovação e de validação das premissas adotadas para determinação das estimativas de perdas e de recuperação. Adicionalmente, realizamos testes sobre os critérios para determinação do aumento significativo do risco e do impacto nos níveis de risco estabelecidos na norma, bem como a alocação das operações nos seus respectivos estágios, conforme requisitos d0 IFRS 9 (iv) análise das divulgações realizadas pela Administração nas notas explicativas em atendimento aos requisitos do IFRS 9.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração proporcionam uma base razoável para a apuração e registro contábil da provisão para perdas com impairment em empréstimos e recebíveis, com base no IFRS 9, no contexto das demonstrações contábeis consolidadas.Porque é um PAAAmbiente de tecnologia da informação O Banco e suas controladas são dependentes da sua estrutura de tecnologia para o desenvolvimento de suas operações e a continuidade de seus processos de negócios.O ambiente de tecnologia considera o grau de diversidade tecnológica, bem como diversos controles automatizados ou dependentes de tecnologia.A busca por maior eficiência operacional requer o aprimoramento das tecnologias utilizadas. Assim, a não adequação da estrutura de tecnologia e dos respectivos controles, poderia ocasionar o processamento impreciso de informações críticas para a tomada de decisões ou das próprias operações. Dessa forma, essa permanece uma área de foco de nossos trabalhos de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaCom o auxílio dos nossos especialistas, atualizamos o nosso entendimento do desenho e testamos a efetividade dos controles gerais de tecnologia que incluem segurança da informação, gerenciamento de mudanças sistêmicas e operações de tecnologia da informação. Nossos testes consideraram também os controles compensatórios, quando necessário.Os resultados desses principais procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada de auditoria de que o ambiente de tecnologia do Banco e de suas controladas suportam, de forma razoável, a geração das informações para as demonstrações contábeis. Porque é um PAABenefícios a Empregados (Notas 3p e 39)O Banco e suas controladas patrocinam a BANESES - Fundação BANESTES de Seguridade Social, pessoa jurídica sem fins lucrativos, que tem por finalidade suplementar benefícios previdenciários definidos a seus empregados, cujos valores envolvem a necessidade de utilização de uma adequada base de dados e a determinação de metodologia atuarial e premissas com elevado grau de subjetividade, tais como: taxas de desconto, de inflação e de mortalidade.Essa continua como uma área de foco em nossa auditoria, pois alterações nas premissas podem resultar em impactos relevantes nas obrigações relacionadas aos planos de benefício definido.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos o nosso entendimento dos processos relevantes estabelecidos pela Administração para o cálculo das obrigações relacionadas aos planos de benefício definido.Analisamos, com o auxílio de nossos especialistas, a metodologia e premissas utilizadas pela Administração para cálculo do passivo atuarial mediante a comparação com metodologias e premissas independentes, bem como analisamos a consistência dessas premissas e metodologia com as adotadas em períodos anteriores. Testamos também a adesão dos procedimentos da Administração em atendimento aos requisitos técnicos contábeis e aspectos de divulgação nas demonstrações contábeis. Consideramos que a metodologia e premissas adotadas pela Administração para a mensuração e registro contábil das obrigações relacionadas aos planos de benefício definido são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações contábeis.Porque é um PAAProvisões, contingências passivas e riscos fiscais (Notas 3n e 21)O Banco e suas controladas são partes em processos judiciais e administrativos de natureza trabalhista, cível e fiscal, inerentes ao curso normal dos seus negócios.Os riscos são analisados de acordo com a probabilidade de perda, com base na estimativa de seus assessores jurídicos.Normalmente, os referidos processos são encerrados após um longo período de tempo e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação vigente.Nesse contexto, essa permanece como uma área de foco de auditoria, inclusive pelos aspectos subjetivos de determinação da possibilidade de perda atribuída a cada processo.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaDentre os principais procedimentos realizados, destacamos: reuniões com a Administração e assessores jurídicos internos, testes relacionados a integridade da base de dados e confirmação, junto aos assessores jurídicos, sobre as informações dos processos, inclusive o prognóstico de perda. Envolvemos nossos especialistas tributários para nos auxiliar nos procedimentos executados e também nas reuniões com os assessores jurídicos internos, quando necessário.Consideramos que os critérios adotados pela Administração para a determinação da provisão para riscos judiciais e administrativos estão consistentes com o ano anterior e continuam razoáveis, em todos os aspectos relevantes, no contexto das demonstrações contábeis.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis consolidadas e o relatório do auditorA Administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis consolidadasA Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accouting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a Administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do g rupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança, a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 22 de março de 2021PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes CRC 2SP000160/O-5 Paulo Rodrigo Pecht Contador CRC 1SP213429/O-7Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasBanestes S.A. - Banco do Estado do Espírito SantoOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais do Banestes S.A. - Banco do Estado do Espírito Santo ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2020 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas do Banestes S.A. - Banco do Estado do Espírito Santo e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2020 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banestes S.A. - Banco do Estado do Espírito Santo e do Banestes S.A. - Banco do Estado do Espírito Santo e suas controladas em 31 de dezembro de 2020, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o semestre e exercício findos nessa mesma data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do semestre e do exercício correntes. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Nossa auditoria para o semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2020 foi planejada e executada considerando que as operações do Banco e do Consolidado não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do semestre e do exercício anteriores. Porque é um PAAProvisão para Perdas de Operações de Crédito (Notas 3j e 8 às demonstrações financeiras)A apuração do valor da provisão para perdas de operações de crédito é uma área sensível ao julgamento da Administração. A identificação de situação de comprometimento do valor recuperável dos créditos e a correspondente determinação do valor da provisão para perdas de operações de crédito envolve um processo com várias premissas e fatores, incluindo, dentre outros, os valores estimados de recuperação e a realização das garantias.O uso de diferentes premissas e fatores poderia resultar em estimativa de provisão significativamente diferente. Adicionalmente, o gerenciamento de risco de crédito é complexo e dependente de base de dados completa e íntegra. Continuamos a considerar essa uma área foco de auditoria, pois o uso de diferentes premissas e fatores na apuração da provisão para perdas de operações de crédito poderia resultar em variações significativas nessa estimativa.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos o nosso entendimento e testamos os controles relevantes relacionados a apuração da provisão para perdas de operações de crédito que incluem a integridade da base de dados, sistemas subjacentes, processamento, registro e divulgação. Adicionalmente, inspecionamos a conciliação preparada pela Administração e confrontamos os saldos contábeis com a posição analítica. Em base amostral, inspecionamos os documentos suporte das operações. Realizamos o recálculo da provisão considerando o risco da contraparte (rating), bem como o atraso das operações conforme requerido pelas normas do Banco Central do Brasil. Com relação ao risco da contraparte, analisamos a consistência das premissas adotadas pela Administração.Consideramos que as premissas adotadas pela Administração para a determinação da provisão para perdas de operações de crédito são razoáveis no contexto de relevância das demonstrações financeiras.Porque é um PAAAmbiente de tecnologia da informação O Banco e suas controladas são dependentes da sua estrutura de tecnologia para o desenvolvimento de suas operações e a continuidade de seus processos de negócios.O ambiente de tecnologia considera o grau de diversidade tecnológica, bem como diversos controles automatizados ou dependentes de tecnologia.A busca por maior eficiência operacional requer o aprimoramento das tecnologias utilizadas. Assim, a não adequação da estrutura de tecnologia e dos respectivos controles, poderia ocasionar o processamento impreciso de informações críticas para a tomada de decisões ou das próprias operações. Dessa forma, essa permanece uma área de foco de nossos trabalhos de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaCom o auxílio dos nossos especialistas, atualizamos o nosso entendimento do desenho e testamos a efetividade dos controles gerais de tecnologia que incluem segurança da informação, gerenciamento de mudanças sistêmicas e operações de tecnologia da informação. Nossos testes consideraram também os controles compensatórios, quando necessário.Os resultados desses principais procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada de auditoria de que o ambiente de tecnologia do Banco e de suas controladas suportam, de forma razoável, a geração das informações para as demonstrações financeiras.Porque é um PAABenefícios a Empregados (Notas 3v e 26 às demonstrações financeiras)O Banco e suas controladas patrocinam a BANESES - Fundação BANESTES de Seguridade Social, pessoa jurídica sem fins lucrativos, que tem por finalidade suplementar benefícios previdenciários definidos a seus empregados, cujos valores envolvem a necessidade de utilização de uma adequada base de dados e a determinação de metodologia atuarial e premissas com elevado grau de subjetividade, tais como: taxas de desconto, de inflação e de mortalidade.Essa continua como uma área de foco em nossa auditoria, pois alterações nas premissas podem resultar em impactos relevantes nas obrigações relacionadas aos planos de benefício definido.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos o nosso entendimento dos processos relevantes estabelecidos pela Administração para o cálculo das obrigações relacionadas aos planos de benefício definido.Analisamos a metodologia e premissas utilizadas pela Administração para cálculo do passivo atuarial mediante a comparação com metodologias e premissas independentes, bem como analisamos a consistência dessas premissas e metodologia com as adotadas em períodos anteriores. Testamos também a adesão dos procedimentos da Administração em atendimento aos requisitos técnicos contábeis e aspectos de divulgação nas demonstrações financeiras. Consideramos que a metodologia e premissas adotadas pela Administração para a mensuração e registro contábil das obrigações relacionadas aos planos de benefício definido são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras.Porque é um PAAProvisões, contingências passivas e riscos fiscais (Notas 3u e 24 às demonstrações financeiras)O Banco e suas controladas são partes em processos judiciais e administrativos de natureza trabalhista, cível e fiscal, inerentes ao curso normal dos seus negócios.Os riscos são analisados de acordo com a probabilidade de perda, com base na estimativa de seus assessores jurídicos.Normalmente, os referidos processos são encerrados após um longo período de tempo e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação vigente.Nesse contexto, essa permanece como uma área de foco de auditoria, inclusive pelos aspectos subjetivos de determinação da possibilidade de perda atribuída a cada processo.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Dentre os principais procedimentos realizados, destacamos: reuniões com a Administração e assessores jurídicos internos, testes relacionados a integridade da base de dados e confirmação, junto aos assessores jurídicos, sobre as informações dos processos, inclusive o prognóstico de perda. Envolvemos nossos especialistas para nos auxiliar nos procedimentos executados e também nas reuniões com os assessores jurídicos internos, quando necessário.Consideramos que os critérios adotados pela Administração para a determinação da provisão para riscos judiciais e administrativos estão consistentes com o ano anterior e continuam razoáveis, em todos os aspectos relevantes, no contexto das demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2020, elaboradas sob a responsabilidade da Administração do Banco, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e é apresentada como informação suplementar para fins do Banco Central do Brasil, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações fina nceiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança, a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do semestre e exercício correntes e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 22 de fevereiro de 2021PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Paulo Rodrigo PechtContador CRC 1SP213429/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaramos que: Revisamos as Demonstrações Financeiras relativas ao período findo em 31 de Dezembro de 2020 do Banestes S.A. - Banco do Estado do Espírito Santo e, baseado nas discussões subsequentes, concordamos que tais Demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondente aos períodos apresentados.Vitória (ES), 22 de fevereiro de 2021José Amarildo CasagrandeDiretor-Presidente Fernando Poncio PaivaDiretor de Relações com Investidores e de Finanças

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOEm conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaramos que: Baseado em nosso conhecimento, no planejamento apresentado pelos Auditores Independentes e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordamos com as opiniões expressas no parecer sem ressalvas, elaborado pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, não havendo qualquer discordância.Vitória (ES), 22 de fevereiro de 2021José Amarildo Casagrande Diretor-Presidente Fernando Poncio PaivaDiretor de Relações com Investidores e de Finanças

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALDeclaramos ter examinado o Relatório da Administração, acompanhado das Demonstrações Financeiras do Banestes S.A. - Banco do Estado do Espírito Santo, relativas ao Exercício de 2020, compreendendo o Balanço Patrimonial, a Demonstração do Resultado, a Demonstração do Resultado Abrangente, a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, a Demonstração dos Fluxos de Caixa, a Demonstração do Valor Adicionado, as Notas Explicativas e as Demonstrações Financeiras Consolidadas, bem como o Relatório do Auditor Independente sobre as Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas, sem ressalvas, e o Comentário sobre o Comportamento das Projeções Empresariais. Somos de parecer favorável à aprovação dos referidos documentos.Vitória (ES), 22 de fevereiro de 2021.Aurélio Meneguelli RibeiroConselheiro EfetivoEduardo José ZanoteliConselheiro EfetivoMarcello RinaldiConselheiro EfetivoPedro Marcelo Cezar GuimarãesConselheiro EfetivoTyago Ribeiro HoffmannConselheiro Efetivo

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Sem texto na entrega.

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA EXERCÍCIO 2020Introdução - O Comitê de Auditoria, como órgão estatutário do BANESTES S.A - Banco do Estado do Espírito Santo foi instalado em março de 2010 pelo Conselho de Administração, e está em conformidade com a Resolução n.º 3.198/04, do Conselho Monetário Nacional e Estatuto Social do BANESTES (disponível no site http://www.banestes.com.br/ri), sendo que a partir de agosto de 2014 suas atividades se estenderam à Banestes Seguros S.A., em conformidade com a Resolução n.º 321/2015, do Conselho Nacional de Seguros Privados.Competências - O Comitê de Auditoria reporta-se ao Conselho de Administração, e desempenha as suas atribuições com autonomia e independência, atuando como órgão auxiliar, consultivo e de assessoramento, sem poder decisório ou atribuições executivas. As funções e responsabilidades são desempenhadas em cumprimento às atribuições legais aplicáveis, estatutárias e definidas no seu Regimento Interno. O Comitê de Auditoria tem a competência de zelar pelo cumprimento das exigências legais e regulamentares pela integridade e qualidade das Demonstrações Financeiras do BANESTES e de suas controladas eficácia e efetividade da atuação das auditorias independente e interna, e pelo acompanhamento permanente da qualidade dos controles internos e da gestão de riscos. A Administração do BANESTES é responsável pela elaboração, divulgação e integridade das Demonstrações Financeiras das empresas que compõem o Sistema Financeiro BANESTES e pela adoção das melhores práticas de sistemas de controles internos e procedimentos, de modo a garantir a observância às Normas Contábeis Brasileiras e a toda Legislação aplicável, e tem proporcionado livre acesso do Comitê de Auditoria às áreas do Banco, mantendo um canal de comunicação efetivo com o Comitê de Auditoria.Atividades exercidas no período - No período de janeiro a dezembro de 2020, o Comitê de Auditoria realizou 31 (trinta e uma) reuniões, sendo 16 reuniões no primeiro semestre (seis reuniões ordinárias e dez extraordinárias), e 15 reuniões no segundo semestre (seis reuniões ordinárias e nove extraordinárias), obedecendo a um cronograma de reuniões ordinárias mensais e extraordinárias, para o cumprimento de suas obrigações regimentais, estatutárias e demais normativos legais. Registra-se que algumas reuniões foram realizadas por vídeo conferência, devido à adoção de medidas de contingência associadas ao combate à disseminação do novo coronavírus (COVID-19).Os assuntos tratados nas reuniões do Comitê de Auditoria foram registrados em Atas, que estão arquivadas à disposição do Conselho de Administração do BANESTES e do Banco Central do Brasil e fazem parte deste relatório, em sua versão completa. Sistemas de Controles Internos e Gerenciamento de Riscos - A Diretoria responsável pela área de riscos e controle tem como principais funções as atividades de controle interno, gerenciamento de riscos de mercado, liquidez, crédito e operacional, e pela disseminação da cultura de gestão de riscos e controle na Instituição. O monitoramento de risco operacional e a avaliação da efetividade dos controles internos são desenvolvidos com o objetivo de manter o ambiente de controle interno, dentro dos padrões estabelecidos. O Comitê de Auditoria acompanha as suas atividades por meio de reuniões e relatórios e tem recomendado uma ampliação dos processos de gestão de riscos, avaliação e melhoria dos controles internos, adequada ao porte e à complexidade dos negócios do BANESTES, especialmente no que diz respeito aos processos que envolvem a área de Tecnologia da Informação (TI). O Comitê de Auditoria também entende que as atividades que se relacionam à política de crédito do Banco, incluindo os seus controles, devem merecer atenção especial dos gestores e contar com apoio efetivo dos sistemas de informática. Auditoria Interna - O Comitê de Auditoria reuniu-se com a Auditoria Interna durante o exercício de 2020 para tratar de assuntos relacionados aos trabalhos do Comitê, bem como para o acompanhamento do Plano Anual de Auditoria e conhecimento dos trabalhos realizados e eventuais anomalias identificadas. É responsabilidade da Auditoria Interna comunicar ao Comitê de Auditoria e ao Conselho de Administração eventuais deficiências que possam comprometer a efetividade dos controles internos do BANESTES e/ou a qualidade de suas demonstrações financeiras. Os relatórios da Auditoria Interna, no período, não apontaram falhas no cumprimento da legislação, da regulamentação e das normas internas, cuja gravidade tivesse colocado em risco, de forma irreversível, a continuidade dos negócios do Sistema Financeiro BANESTES. Os assuntos levantados pela Auditoria Interna sobre melhorias no ambiente de controle interno são discutidos com os gestores e diretores responsáveis com o objetivo de regularização e, nos casos mais relevantes, o Comitê de Auditoria atua junto ao Diretor responsável para aprimoramento e fortalecimento dos controles internos. O Comitê de Auditoria também avaliou a proposta do Plano Anual de Auditoria Interna para o exercício de 2020 e solicitou a inclusão de algumas ações sobre temas considerados relevantes. Ouvidoria Geral - O Comitê de Auditoria realizou reuniões com o Gerente da Ouvidoria Geral e recebeu os relatórios quantitativos e qualitativos acerca da atuação da Ouvidoria do BANESTES, referentes ao ano de 2020, sem que houvesse necessidade de encaminhamento de proposições ao Conselho de Administração. Auditoria Externa - A PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes - PwC foi a empresa responsável pelo exame e emissão do relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras semestrais e pela emissão dos relatórios especiais sobre as revisões trimestrais no exercício de 2020. O Comitê de Auditoria reuniu-se trimestralmente com os representantes da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes no ano de 2020 e avaliou que os trabalhos desenvolvidos pelos Auditores, tanto em relação ao volume e a qualidade das informações fornecidas, quanto ao teor do seu relatório, com o qual concorda, foram satisfatórios. Além disso, o Comitê não recebeu informações que evidenciassem fatos que pudessem comprometer a independência dos auditores externos. Por sua vez, os Auditores Independentes confirmaram a manutenção de uma adequada política de independência e que, no desempenho de suas atividades de auditoria no Sistema Financeiro BANESTES ("SFB"), não ocorreram situações que pudessem afetar essa independência. Na conclusão dos trabalhos de auditoria não foram apontadas falhas materiais no cumprimento da legislação, da regulamentação e das normas Internas, cuja gravidade pudesse comprometer a continuidade dos negócios do SFB. Demonstrações Financeiras - O Comitê de Auditoria analisou os aspectos que envolvem o processo de elaboração das demonstrações financeiras, notas explicativas, relatórios financeiros e relatório da administração com data base em 31/12/2020, tendo ainda, realizado reuniões com os responsáveis pela elaboração de tais documentos e com os auditores independentes, para informações e esclarecimentos adicionais. Além disso, foram analisadas as práticas contábeis utilizadas pelo BANESTES na elaboração de demonstrações financeiras, não tendo sido constatados fatos ou diferenças que pudessem influenciar, de forma material, a situação econômica e financeira da Instituição. Atenção especial tem sido dispensada aos impactos da norma contábil internacional IFRS 9 - Financial Instruments, que entrou em vigor em 01/01/2018 para as Demonstrações Financeiras preparadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Banestes Seguros S.A. - O Comitê de Auditoria realizou reuniões com representantes da Banestes Seguros S.A. no decorrer do ano de 2020, incluindo Diretoria e a área de Gerenciamento de Riscos. O Comitê tem recomendado a ampliação das ações que visam à redução de processos manuais e à integração de sistemas na Banestes Seguros S.A. Recomendações - Com base em análises de assuntos discutidos em reuniões e em relatórios e/ou informações obtidas nas diversas áreas do Sistema Financeiro BANESTES e Auditoria Externa, o Comitê tem recomendado ao Conselho de Administração do BANESTES, a adoção de medidas para aprimorar as atividades relacionadas à mitigação de riscos, especialmente os riscos envolvendo a área de TI, a gestão do crédito, o fortalecimento dos controles internos e a melhoria dos sistemas informatizados.Conclusão - O Comitê de Auditoria do BANESTES S.A - Banco do Estado do Espírito Santo, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no Regimento Interno do Comitê, não recebeu, neste período, registro de denúncia de descumprimento de normas, ausência de controles, ato ou omissão por parte da Administração do BANESTES S.A. que indicassem a existência de fraudes, falhas ou erros que colocassem em riscos a continuidade do Sistema Financeiro BANESTES ou pudessem afetar, de forma material a fidedignidade de suas Demonstrações Financeiras. Procedidas às análises das Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas e do Relatório da Administração referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2020, e considerando as informações prestadas pelos auditores independentes, opinam, por unanimidade, recomendar sua aprovação pelo Conselho de Administração e o seu encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária para deliberação pelos acionistas. Vitória (ES), 22 de fevereiro de 2021. Mário Zan Barros Sebastião José Balarini

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias231.3290
Preferenciais84.5830
Total315.9120

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.