Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016108 páginasCódigo CVM 5258Versão 1Recebida em 16/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de RAIA DROGASIL S/A

RAIA DROGASIL S/A · CNPJ 61.585.865/0001-51

RAIA DROGASIL S/A
CNPJ 61.585.865/0001-51
DFP 2016
Exercício 2016
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
RAIA DROGASIL S/A
CNPJ
61.585.865/0001-51
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
108
Ano de referência
2016*
Publicado em
16/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total5.659.3034.699.20120,4%
1.01Ativo Circulante3.427.7832.685.84427,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa276.632266.0514,0%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber877.353700.09225,3%
1.01.03.01Clientes772.241601.83128,3%
1.01.03.01.01Cheques a Receber61.38632.90186,6%
1.01.03.01.02Cartões de Crédito e Débito648.386507.68027,7%
1.01.03.01.03PBM - Programa de Benefício de Medicamentos41.97547.681−12,0%
1.01.03.01.04Convênios com Empresas23.22620.47913,4%
1.01.03.01.05Boleto Bancário/Transferência Online240—
1.01.03.01.08(-) Provisão p/Crédito de Liquidação Duvidosa−2.756−6.91060,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber105.11298.2617,0%
1.01.03.02.01Adiantamento a Funcionários7.4918.567−12,6%
1.01.03.02.02Devoluções a Fornecedores7.69210.427−26,2%
1.01.03.02.03Acordos Comerciais74.53261.53621,1%
1.01.03.02.04Outros15.39717.731−13,2%
1.01.04Estoques2.149.4681.650.45330,2%
1.01.04.01Mercadorias de Revenda2.157.5901.670.15429,2%
1.01.04.02Materiais2.0434.611−55,7%
1.01.04.03(-) Provisão p/Perdas com Mercadorias−10.165−24.31258,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar111.77259.53087,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar111.77259.53087,8%
1.01.06.01.01Tributos s/lucro a Recuperar12.04910.18218,3%
1.01.06.01.02Outros Tributos a Recuperar99.72349.348102,1%
1.01.07Despesas Antecipadas12.5589.71829,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante2.231.5202.013.35710,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo50.85844.49914,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber334584−42,8%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber334584−42,8%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas4.5532.029124,4%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes45.97141.8869,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Compul. e Incentivos Fiscais00—
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais23.00718.73022,8%
1.02.01.09.05Tributos a Recuperar22.40322.595−0,8%
1.02.01.09.06Precatórios5615610,0%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado1.006.606801.98525,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível1.174.0561.166.8730,6%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Acionistas e AdministradoresRaia Drogasil S.A. OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Raia Drogasil S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Raia Drogasil S.A. e sua controlada ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Raia Drogasil S.A. e da Raia Drogasil S.A. e sua controlada em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e sua controlada, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoriaProjeções de resultado utilizadas na avaliação do valor recuperável de ativos intangíveis e na determinação do passivo financeiro Ágio por rentabilidade futuraNota explicativa 11.(f) Opção de compra da participação residual da 4Bio Medicamentos S.A.Nota explicativa 10 A Companhia apresenta ativos intangíveis de vida útil indefinida no valor total de R$ 825.535 mil, os quais estão registrados no Ativo intangível sob título de Ágio por rentabilidade futura. Adicionalmente, em 2015, a Companhia adquiriu 55% de participação societária da 4Bio Medicamentos S.A., sendo que a aquisição da participação societária remanescente de 45%, será em 1º de janeiro de 2021. A obrigação será calculada mediante apuração do valor da opção de compra detida pela Companhia. Portanto, trata-se de mensuração de um passivo financeiro a valor justo. Ambos os temas acima são áreas de foco de auditoria pois envolvem estimativas críticas e julgamento da administração, tanto pela previsão dos fluxos de caixa futuros quanto pela determinação das taxas de desconto. Essas determinações e mensurações têm como referência premissas que podem se alterar por condições futuras e inesperadas, sejam internas, de mercado ou econômicas. Portanto, premissas individualmente significativas podem resultar em alterações do valor justo com impacto imediato no resultado do exercício.Entre outros procedimentos, discutimos e testamos os cálculos e a razoabilidade das principais premissas consideradas pela administração. Com o apoio dos nossos especialistas internos em avaliação, efetuamos:. análise dos avaliadores externos contratados e da coerência geral, lógica e aritmética, das projeções de fluxo de caixa, bem como análise da consistência dessas projeções com os orçamentos aprovados pelo Conselho de Administração, quando aplicável. análise das taxas de desconto e de crescimento utilizadas na perpetuidade, quando aplicável, e a comparação com as expectativas de mercado e do setor de atuação e. recálculo do valor presente dos fluxos de caixa e teste da análise de sensibilidade efetuado pela administração mediante modificação de determinadas premissas relevantes e voláteis na projeção do desempenho financeiro futuro dos negócios adquiridos. Quanto aos trabalhos relacionados com a avaliação do passivo financeiro, procedemos ainda à análise dos termos e condições do contrato e à contabilização do passivo financeiro oriundo da opção de compra dessa participação remanescente.No contexto de nossa auditoria, consideramos que as técnicas de avaliação e as premissas adotadas pela administração são razoáveis. Acordos comerciaisNota explicativa 4.(t) Como empresa varejista, em conjunto com o processo de compra regular de mercadorias para revenda, a Companhia e sua controlada negociam uma série de acordos comerciais individuais com seus fornecedores com o propósito de oferecer vantagens de compra para seus clientes e melhoria da rentabilidade de suas vendas. Os acordos comerciais apresentam características individuais e podem ser de natureza complexa. Em virtude de haver diferentes condições previstas nos acordos comerciais, são necessárias estimativas e julgamentos para apurar os valores a serem reconhecidos e o período durante o qual o resultado dos acordos deve ser reconhecido no custo das mercadorias vendidas.Consequentemente, consideramos o reconhecimento do resultado com acordos comerciais uma área de foco em nossa auditoria, especialmente quanto a integridade/totalidade e período correto de reconhecimento.Nossos procedimentos de auditoria consideraram, entre outros procedimentos de testes:. Entendimento do processo e teste dos principais controles existentes sobre os acordos comerciais. . Entendimento dos principais termos de contratos individualmente relevantes ou incomuns, teste de recálculo do resultado esperado com acordos comerciais e inspeção de sua liquidação financeira subsequente. . Teste do período de competência do reconhecimento do resultado com acordos comerciais e as condições de desempenho associadas, assim como o controle sequencial desses contratos Consideramos que as conclusões e divulgações da administração estão consistentes com os dados e documentos obtidos em nossa auditoria. Ambiente de controles internos e de tecnologia da informaçãoA Companhia opera seu negócio de varejo de medicamentos por meio de 8 centros de distribuição e mais de 1.400 lojas próprias, situadas em 18 estados da federação e representadas no mercado por suas três diferentes bandeiras: Raia, Drogasil e Farmasil. Sua estrutura operacional requer um robusto sistema de controles internos e de tecnologia da informação (TI) capaz de permitir à sua administração pleno monitoramento das operações diárias e tomada de decis ões de forma centralizada, bem como o acompanhamento e compilação de informações quantitativas, financeiras e fiscais de suas operações. Esta área foi foco de nossa auditoria porque, nesse processo, observamos que existem diversos controles manuais e automatizados em operação. Esses controles estão em diferentes estágios de maturidade e de documentação e a avaliação da sua efetividade é determinante no processo de auditoria e na definição da abordagem pretendida para obtenção do conforto necessário, uma vez que controles ou processos podem, eventualmente, ocasionar processamento incorreto de informações e, consequentemente, resultar na apresentação inadequada das demonstrações financeiras. Realizamos o entendimento e testamos a efetividade dos principais controles e sistemas de informação que são importantes para a produção de relatórios financeiros. Para obter conforto necessário em nossa auditoria dos sistemas e aplicativos, foi necessário executar testes adicionais a fim de avaliar a integridade e a precisão das informações geradas pelos sistemas, dos relatórios automatizados e, quando necessário, aplicação de procedimentos assistidos por computador, de forma a permitir um espectro maior de teste e evidência.Também executamos procedimentos de imprevisibilidade e de revisão dos lançamentos contábeis específicos às exceções de acesso identificadas, em complemento aos procedimentos já previstos e endereçados ao risco de transgressão dos controles.Os resultados desses procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada e suficiente de auditoria no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Outros assuntos Demonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e sua controlada ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e sua controlada são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e sua controlada.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e sua contro lada. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e sua controlada a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio da Companhia e sua controlada para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria da Companhia e sua controlada e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 16 de fevereiro de 2017 PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 Renato Barbosa PostalContador CRC 1SP187382/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade com o artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras. São Paulo, 16 de fevereiro de 2017.  __________________________________Marcilio D''Amico PousadaDiretor Presidente  __________________________________ __________________________________Antonio Carlos Coelho Antonio Carlos de Freitas Diretor Diretor  __________________________________ __________________________________Eugênio De Zagottis Fernando Kozel VarelaDiretor Diretor  __________________________________ __________________________________Marcello De Zagottis Renato Cepollina RaduanDiretor Diretor  __________________________________ __________________________________Maria Susana de Souza Antonio Carlos Marques de OliveiraDiretora Contador Responsável CRC-1SP215445/O-0

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

RAIA DROGASIL S.A. Em conformidade com o artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras e com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes. São Paulo, 16 de fevereiro de 2017.  __________________________________Marcilio D''Amico PousadaDiretor Presidente  __________________________________ __________________________________Antonio Carlos Coelho Antonio Carlos de Freitas Diretor Diretor  __________________________________ __________________________________Eugênio De Zagottis Fernando Kozel VarelaDiretor Diretor  __________________________________ __________________________________Marcello De Zagottis Renato Cepollina RaduanDiretor Diretor  __________________________________ __________________________________Maria Susana de Souza Antonio Carlos Marques de OliveiraDiretora Contador Responsável CRC-1SP215445/O-0

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Aos Administradores e Acionistas daRaia Drogasil S.A.O Conselho Fiscal da Companhia, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, procederam ao exame das Demonstrações Financeiras, do Relatório da Administração e da Proposta da Administração para destinação do resultado, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016, e, com base nos exames efetuados e nos esclarecimentos prestados pela Administração, considerando, ainda, o parecer favorável sem ressalvas dos auditores independentes, PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, os membros do Conselho Fiscal concluíram que os documentos acima, em todos os seus aspectos relevantes, estão adequadamente apresentados, e opinaram, por unanimidade, pelo seu encaminhamento para deliberação da Assembleia Geral de Acionistas da Companhia, a ser convocada nos termos da Lei nº 6.404/76. São Paulo, 16 de fevereiro de 2017.    ______________________________Gilberto LérioConselheiro Fiscal   ____________________________Fernando Carvalho BragaConselheiro Fiscal   ______________________________Mário Antonio Luiz CorrêaConselheiro Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.