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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2011149 páginasCódigo CVM 21237Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 23/05/2013valores em R$ mil

DFP 2011 de ENEVA S.A.

ENEVA S.A. · CNPJ 04.423.567/0001-21

Versões deste exercício: v1 (21/03/2012) · v2 (23/05/2013), esta

ENEVA S.A.
CNPJ 04.423.567/0001-21
DFP 2011 (V2)
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
ENEVA S.A.
CNPJ
04.423.567/0001-21
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
149
Ano de referência
2011*
Publicado em
23/05/2013 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total7.953.6804.821.98664,9%
1.01Ativo Circulante1.708.592931.96183,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.442.415304.467373,8%
1.01.01.01Caixa e Bancos20.55413.32354,3%
1.01.01.02Fundo Multimercado MPX 631.210.166208.848479,4%
1.01.01.03Bradesco Corporate FIC FI Referenciado DI Federal61.50567.484−8,9%
1.01.01.04CDB124.44913.392829,3%
1.01.01.05Outras Aplicações em Renda FIxa25.7411.4201.712,7%
1.01.02Aplicações Financeiras9.437175.091−94,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo9.437175.091−94,6%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários9.437175.091−94,6%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber21.8989.846122,4%
1.01.03.01Clientes21.8989.846122,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques85.9387.0681.115,9%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar37.71152.615−28,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar37.71152.615−28,3%
1.01.07Despesas Antecipadas13.9088.46964,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes97.285374.405−74,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros97.285374.405−74,0%
1.01.08.03.01Adiantamentos Diversos11.2854.132173,1%
1.01.08.03.03Ganhos com Derivativos19.2890—
1.01.08.03.04Depósitos Vinculados61.844365.508−83,1%
1.01.08.03.05Subsídios a receber - CCC4.8284.19015,2%
1.01.08.03.06Outros Créditos39575−93,2%
1.02Ativo Não Circulante6.245.0883.890.02560,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo527.921278.36489,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos339.049215.22057,5%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos339.049215.22057,5%
1.02.01.07Despesas Antecipadas2.5144.283−41,3%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes186.35858.861216,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ganhos com Derivativos00—
1.02.01.09.04Depósitos Vinculados62.4719.170581,3%
1.02.01.09.05Subsídios a Receber - CCC24.61724.6170,0%
1.02.01.09.06Títulos e Valores Mobiliários00—
1.02.01.09.07Impostos a Recuperar90.83418.270397,2%
1.02.01.09.08Contas a Receber com Outras Pessoas Ligadas8.4363.263158,5%
1.02.01.09.09Outros Créditos03.541−100,0%
1.02.02Investimentos55.74250.45910,5%
1.02.02.01Participações Societárias55.74250.45910,5%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas54.46626.240107,6%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias1.27624.219−94,7%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado5.393.8093.472.67955,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível267.61688.523202,3%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAoConselho de Administração e Acionistas daMPX Energia S.A.Rio de Janeiro - RJExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da MPX Energia S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, dos resultados abrangentes, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da MPX Energia S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da MPX Energia S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfasesDiferenças nas praticas contábeis adotadas no Brasil com das IFRS nas demonstrações financeiras individuaisConforme descrito na Nota Explicativa nº 3, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da MPX Energia S.A. essas práticas diferem das IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligada e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo e pela opção pela manutenção do saldo de ativo diferido, existente em 31 de dezembro de 2008. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.Continuidade operacional - Controladas em fase pré-operacionalConforme mencionado na Nota Explicativa nº 1, as controladas Porto do Pecém Geração de Energia S.A., MPX Pecém II Geração de Energia S.A., UTE Porto do Itaqui Geração de Energia S.A., UTE Porto do Açú Energia S.A., Seival Sul Mineração Ltda., UTE MPX Sul Energia Ltda., MPX Viena GmbH, MPX Àustria GmbH, MPX Colômbia S.A., Porto do Pecém Transportadora de Minérios S.A., MPX Comercializadora de Combustíveis Ltda., Termopantanal Ltda., Nova-Sistemas de Energia Ltda., UTE Parnaíba Geração de Energia S.A., Pecém Operação e Manutenção de Unidades de Geração Elétrica S.A., Kebiny S.A., CGX Castilla Generación de Energia Ltda., Usina Termelétrica Seival Ltda. e UTE Parnaíba II Geração de Energia S.A encontram-se em fase pré-operacional. A recuperação dos valores registrados no ativo não circulante depende do sucesso das operações futuras da Companhia e de suas controladas, coligadas e controladas em conjunto, bem como estas dependem do suporte financeiro dos acionistas e/ou recursos de terceiros até que suas operações se tornem rentáveis. Os planos da Administração da Companhia e de suas controladas com relação às atividades operacionais estão descritos nas Notas Explicativas nºs 1 e 13. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto. Reapresentação das demonstrações financeirasEm 21 de março de 2012 emitimos relatório de auditoria sem modificações sobre as Demonstrações Financeiras da MPX Energia S.A. relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, que ora estão sendo reapresentadas. Conforme descrito na Nota Explicativa nº 3, essas Demonstrações Financeiras foram alteradas e estão sendo reapresentadas para refletir determinadas reclassificações efetuadas pela administração conforme descrito na referida Nota Explicativa nº 3. Consequentemente, nossa opinião considera estas alterações e substitui a opinião anteriormente emitida. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, elaboradas sob a responsabilidade da Administração, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 23 de maio de 2013KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/O-6 F-RJVânia Andrade de SouzaContadora CRC RJ-057497/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução nº 480/09, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras (Controladora e Consolidado) relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011.Rio de Janeiro, 23 de maio de 2013.Eduardo Karrer - Diretor Presidente e de Relações com InvestidoresRudolph Ihns - Diretor FinanceiroXisto Vieira Filho - Diretor de Comercialização de Energia e RegulaçãoMarcus Bernd Temke - Diretor de Implantação e OperaçõesBruno de Rossi Chevalier - Diretor Jurídico

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução nº 480/09, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com a opinião expressa no parecer dos Auditores Independentes, datado em 23 de maio de 2013, relativo às Demonstrações Financeiras (Controladora e Consolidado) do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011. Rio de Janeiro, 23 de maio de 2013.Eduardo Karrer - Diretor Presidente e de Relações com InvestidoresRudolph Ihns - Diretor FinanceiroXisto Vieira Filho - Diretor de Comercialização de Energia e RegulaçãoMarcus Bernd Temke - Diretor de Implantação e OperaçõesBruno de Rossi Chevalier - Diretor Jurídico

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da MPX ENERGIA S.A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras da Companhia (controladora e consolidado), referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011. Com base nos exames efetuados e considerando o Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras, sem ressalva, emitido pela KPMG Auditores Independentes em 23 de maio de 2013, opinam que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária de Acionistas. Rio de Janeiro, 23 de maio de 2013.Conselho Fiscal da MPX Energia S.A.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.