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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016Código CVM 8753Versão 1Recebida em 28/03/2017valores em R$

DFP 2016 de METISA METALURGICA TIMBOENSE S/A

METISA METALURGICA TIMBOENSE S/A · CNPJ 86.375.425/0001-09

METISA METALURGICA TIMBOENSE S/A
CNPJ 86.375.425/0001-09
DFP 2016
Exercício 2016
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
METISA METALURGICA TIMBOENSE S/A
CNPJ
86.375.425/0001-09
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2016*
Publicado em
28/03/2017 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total316.950.097412.055.200−23,1%
1.01Ativo Circulante227.802.593323.764.549−29,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa102.881.511205.510.561−49,9%
1.01.02Aplicações Financeiras5.773.1462.426.081138,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo5.773.1462.426.081138,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação5.773.1462.426.081138,0%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber50.908.22151.085.432−0,3%
1.01.03.01Clientes47.310.78148.393.628−2,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber3.597.4402.691.80433,6%
1.01.04Estoques61.320.90660.396.0251,5%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar6.779.1514.247.85359,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar6.779.1514.247.85359,6%
1.01.07Despesas Antecipadas139.65898.59741,6%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros00
1.02Ativo Não Circulante89.147.50488.290.6511,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo977.6111.484.617−34,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber977.6111.484.617−34,2%
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber977.6111.484.617−34,2%
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.02Investimentos0160.000−100,0%
1.02.02.01Participações Societárias0160.000−100,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias0160.000−100,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado87.151.91985.452.9232,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação79.622.88373.959.2377,7%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento7.529.03611.493.686−34,5%
1.02.04Intangível1.017.9741.193.111−14,7%
1.02.04.01Intangíveis1.017.9741.193.111−14,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAosAcionistas e Administradores daMetisa Metalúrgica Timboense S.A.Timbó - SCOpinião Examinamos as demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, da Metisa Metalúrgica Timboense S.A. ('Companhia'), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial, individual e consolidado, em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações, individuais e consolidadas, do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Metisa - Metalúrgica Timboense S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho, individual e consolidado, de suas operações e os seus fluxos de caixa, individuais e consolidados, para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Reconhecimento de receitaA Companhia reconhece suas receitas quando os produtos faturados tenham sido efetivamente entregues aos seus clientes e para tanto existem diversos controles que assegurem que as receitas sejam reconhecidas respeitando o período de competência que converge com o requerimento das normas contábeis vigentes. Esse processo abrange as transações dos mercados interno e externo e condições comerciais e contratuais de cada transação.Assim, a análise detalhada de cada uma das condições específicas, bem como o julgamento da Administração determinam os valores e momento que são reconhecidos.O período de fechamento contábil é o parâmetro principal para que o reconhecimento da receita não contenha valores de períodos incorretos, respeitando o momento em que ocorre a transferência de riscos e benefícios de cada transação.Resposta da auditoria ao assuntoRevisão da aplicação dos critérios definidos pelos controles internos da Companhia e julgamento da Administração para reconhecimento da receita sobre os documentos comprovantes de entrega e transferência de riscos e benefícios dos produtos.Avaliação da adequação das premissas utilizadas pela Administração e se as políticas de reconhecimento de receita adotadas estão de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Revisão da adequada divulgação realizada na Nota Explicativa no 24 às demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). ContingênciasConforme descrito nas notas explicativas nº 13 e nº 16, a Companhia é parte ativa e passiva em processos judiciais e administrativos em tramitação perante tribunais e órgãos governamentais, envolvendo questões jurídicas de natureza tributária, cível e trabalhista. Esse assunto exige da Companhia e de seus assessores jurídicos julgamento significativo na determinação das estimativas relacionadas ao valor e a probabilidade de desembolso financeiro, e divulgação dos valores envolvidos. Em função da complexidade dos assuntos e do ambiente tributário no Brasil, mudanças nas premissas utilizadas pela Companhia ou nas condições externas, incluindo o posicionamento das autoridades tributárias, trabalhistas e cíveis, podem impactar significativamente os montantes reconhecidos e divulgados nas demonstrações contábeis. Resposta da auditoria ao assuntoA avaliação das políticas contábeis aplicadas pela Companhia para reconhecimento e mensuração das provisões, passivos e ativos contingentes, incluindo a avaliação do julgamento exercido pela Companhia.Analisamos as provisões reconhecidas e os valores de passivos e ativos contingentes divulgados nas demonstrações contábeis, mediante reuniões periódicas com a Companhia para discutir a evolução das contingências ativas e passivas significativas, obtendo informações relevantes para a nossa análise. A avaliação dos riscos de perdas e ganhos, assim como os valores envolvidos, consistiram na análise da documentação existente, bem como por meio da obtenção de confirmações externas junto aos assessores da Companhia.Avaliamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras estão de acordo com as regras aplicáveis e fornecem informações sobre a natureza, exposição e valores provisionados ou divulgados. Outros assuntosOs valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015 e apresentados para fins de comparação, foram anteriormente auditados, por outros auditores independentes que emitiram relatório datado de 11 de março de 2016, o qual não conteve modificações.Demonstrações, individual e consolidada, do valor adicionado As demonstrações, individual e consolidada, do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações, individual e consolidada, do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accouting Standards Board (IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e sua controlada ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e sua controlada são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e sua controlada.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e sua controlada. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e sua controlada a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Florianópolis, 21 de março de 2017. BDO RCS Auditores Independentes SSCRC 2 SC 000202/F-1Paulo Sérgio TufaniContador CRC 1SP 124504/O-9 -S -SC

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

A Diretoria da Companhia, nos termos da Instrução CVM 480/09, declara que preparou, revisou, discutiu e concordou com o conjunto das Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016.Timbó (SC), 21 de março de 2017.Edvaldo AngeloDiretor PresidenteWilson Harrison JacobsenDiretor de Relações com Investidores Amin Omar Massud Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

A Diretoria da Companhia, nos termos da Instrução CVM 480/09, declara que revisou, discutiu e concordou com a opinião expressa no parecer dos Auditores Independentes e com as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016.Timbó (SC), 21 de março de 2017.Edvaldo AngeloDiretor PresidenteWilson Harrison JacobsenDiretor de Relações com Investidores Amin Omar Massud Diretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL No dia vinte e um de março de dois mil e dezessete, às 14:00 horas, nas dependências da METISA Metalúrgica Timboense S.A., na Rua Fritz Lorenz, 2442, Distrito Industrial, na cidade de Timbó, Estado de Santa Catarina, reuniram-se os membros do Conselho Fiscal para emissão de parecer sobre o Balanço Patrimonial encerrado em 31 de dezembro de 2016: Os membros do Conselho Fiscal da Metisa Metalúrgica Timboense S.A. presentes, por unanimidade, cumprindo atribuições legais e estatutárias, examinaram as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social findo em 31/12/2016, compostas de Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração do Fluxo de Caixa e da Demonstração do Valor Adicionado, acompanhados das respectivas Notas Explicativas e do Relatório da Administração. Examinaram também as respectivas Demonstrações Financeiras Consolidadas da Companhia. Considerando as análises efetuadas e levando em conta o Parecer da Auditoria realizada pela BDO RCS Auditores Independentes SS, os Conselheiros presentes, por unanimidade, opinaram no sentido de que tais documentos traduzem adequadamente a posição patrimonial da Companhia e de que os mesmos estão em condições de merecer aprovação dos Acionistas em Assembléia Geral. (Parecer do Conselho Fiscal da Metisa S.A., aprovado pela Ata Nº 245, folha 140, do dia 21 de março de 2017).Vinício Pedro CeminPresidente Leopoldo Francisco Raimo Ramiro HeiseRiccardo Ferruccio GobboWerner Kraus

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.