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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017130 páginasCódigo CVM 19445Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 23/02/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS COPASA MG

COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS COPASA MG · CNPJ 17.281.106/0001-03

Versões deste exercício: v1 (22/02/2018) · v2 (23/02/2018), esta

COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS COPASA MG
CNPJ 17.281.106/0001-03
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS COPASA MG
CNPJ
17.281.106/0001-03
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
130
Ano de referência
2017*
Publicado em
23/02/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total10.809.99210.947.481−1,3%
1.01Ativo Circulante1.703.3071.724.671−1,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa420.858638.743−34,1%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.222.7391.028.55118,9%
1.01.03.01Clientes1.091.175925.69917,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber131.564102.85227,9%
1.01.03.02.01Impostos a Compensar16.89125.505−33,8%
1.01.03.02.02Convênio de Cooperação Técnica91.38940.172127,5%
1.01.03.02.03Bancos e Aplicação de Convênios23.28437.175−37,4%
1.01.03.02.04Títulos e Valores Mobiliários00—
1.01.04Estoques44.89140.9049,7%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes14.81916.473−10,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros14.81916.473−10,0%
1.01.08.03.01Adiantamentos a Empregados13.63112.8616,0%
1.01.08.03.02Diversos1.1883.612−67,1%
1.02Ativo Não Circulante9.106.6859.222.810−1,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.201.6491.250.833−3,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber333.379431.512−22,7%
1.02.01.03.01Clientes82.478139.595−40,9%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber250.901291.917−14,1%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos136.065155.219−12,3%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos136.065155.219−12,3%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes732.205664.10210,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ativos Financeiros - Contratos de Concessão659.147604.5389,0%
1.02.01.09.04Ativos Disponíveis para Venda73.05859.56422,7%
1.02.02Investimentos2602600,0%
1.02.02.01Participações Societárias2602600,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias2602600,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado1.769.541137.9221.183,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.769.541137.9221.183,0%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível6.135.2357.833.795−21,7%
1.02.04.01Intangíveis6.135.2357.833.795−21,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão5.115.7086.679.325−23,4%
1.02.04.01.02Intangível em Andamento1.019.5271.154.470−11,7%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasindividuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasCompanhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASAOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA e da Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017 foi planejada e executada considerando que as operações da Companhia deSaneamento de Minas Gerais - COPASA e da Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA e suas controladas em 31 de dezembro de 2017não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagemde auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior.Receita de prestação de serviço de água e esgoto e contas a receber de clientes (Notas explicativas 7 e 27) Porque é um PAA A Companhia reconhece a receita de prestação de serviços de água e esgoto em base diárias e possui uma carteira de clientes pulverizada, sendo altamente dependente do ambiente de tecnologia, requerendo uma estrutura robusta para suportar o volume de transações de faturamento e as contas a receber, desde a leitura do consumo, processamento, emissão e liquidação de faturas. Adicionalmente, o reconhecimento da receita inclui estimativa das vendas baseada no volume consumido e ainda não faturado, calculada a partir da última data de leitura de consumo até o final de cada período. Em função da complexidade, dos riscos inerentes e do alto nível de dependência do ambiente de tecnologia que o processo de receita e contas a receber possuem, essa permanece como uma área de foco em nossa auditoria. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaCom o auxílio dos nossos especialistas de sistemas, atualizamos o entendimento e testamos os controles gerais do ambiente de tecnologia relacionados, principalmente, aos aspectos de segurança da informação, mudança em sistemas e monitoramento dos processamentos que suportam o sistema de faturamento da Companhia. Efetuamos, também, atualização do entendimento e teste dos controles internos relevantes relacionados com os processos de faturamento e contas a receber, que incluem leitura do consumo, processamento, emissão e liquidação das faturas. Além dos testes de controles, realizamos entre outros procedimentos, teste de conciliação dos saldos contábeis com os relatórios auxiliares e, em base amostral, inspecionamos faturas e recebimento, bem como realizamos teste de recebimento subsequente de selecionadas contas a receber em aberto ao final do exercício. Para a estimativa da receita a faturar, avaliamos a razoabilidade dos dados e critérios adotados pela administração da Companhia, bem como a uniformidade desses critérios em relação ao adotado no ano anterior. Também efetuamos comparação dessa estimativa com a receita faturada no mês subsequente.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os critérios e premissas adotados pela administração para o reconhecimento da receita, incluindo correto período de competência, são razoáveis e consistentes com as informações e documentos apresentados. Estimativas relacionadas a provisão para perda do valor recuperável de contas a receber de clientes (Nota explicativa 3.5) Porque é um PAAA Companhia adota como critério para o cálculo da provisão para perda do valor recuperável de contas a receber o modelo matemático determinado pela legislação tributária, complementado por provisão para os créditos a vencer e vencidos há menos de 180 dias, para clientes que já possuem faturas inseridas na provisão para perda do valor recuperável. O critério utilizado pela administração em atendimento à legislação tributária, com o complemento acima, poderia não satisfazer às práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS). Por essa razão, mantivemos essa área como foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos o entendimento geral do processo com os responsáveis da administração acerca dos critérios e controles utilizados para elaboração da estimativa. Em nossa auditoria, entre outros procedimentos: . Efetuamos testes sobre a aplicação da metodologia de cálculo dessa provisão em relação aos critérios definidos pela administração. . Realizamos testes em bases amostrais com o objetivo de observar integridade da base de dados utilizada para o cálculo da provisão, bem como confronto dos saldos contábeis com os relatórios analíticos fornecidas pela administração. . Realizamos análise da idade de vencimento dos títulos vencidos para a base coletiva do contas a receber e comparamos com o histórico das perdas efetivas apuradas pela Companhia nos últimos anos, identificando e reportando ajustes considera dos não relevantes pela Administração. Consideramos que as premissas e os critérios adotados pela administração para o reconhecimento da provisão são razoáveis no contexto das demonstrações financeiras. Ativos intangíveis e ativos financeiros decorrente dos contratos de concessão (Notas explicativas 3.7 e 3.9 (a))Porque é um PAAOs ativos intangíveis de concessão são reconhecidos com base nos investimentos realizados na construção ou melhoria da infraestrutura e realizados através da cobrança aos usuários via tarifa. Já os ativos financeiros de concessão são reconhecidos quando há o direito incondicional de receber caixa no final da concessão a título de indenização e referem-se a parcela que não é recuperada via tarifa e sim diretamente do poder concedente. Nos concentramos nessa área porque a aplicação da referida prática contábil envolve julgamento significativo e uso, pela administração, de premissas e estimativas subjetivas, tais como critérios de elegibilidade para adições no intangível, valores de amortização até o final da concessão, além da magnitude dos valores relacionados aos ativos intangíveis e ativos financeiros ligados à concessão (R$ 6,1 bilhões e R$ 659 milhões em 31 de dezembro de 2017, respectivamente).Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaEntre outros, realizamos os seguintes procedimentos: . Avaliamos a consistência da aplicação da política contábil de reconhecimento dos ativos intangíveis e ativos financeiros decorrentes dos contratos de concessão. . Atualizamos o entendimento e teste dos controles internos para aquisição, avaliação, mensuração e reconhecimento desses ativos intangíveis. . Testamos o cálculo da segregação de valores entre o ativo financeiro e o ativo intangível no reconhecimento inicial, bem como mensurações subsequentes decorrentes da renovação de concessões e da atualização do ativo financeiro. . Para uma determinada amostra inspecionamos documentações referentes às principais adições ao intangível e seus correspondentes pagamentos.. Checamos, também, os contratos e aspectos relevantes do processo licitatório de uma determinada amostra de intangível em andamento registrada no exercício. . Realizamos o confronto dos saldos contábeis com os controles auxiliares fornecidos pela administração. . Testamos o cálculo das amortizações dos ativos intangíveis. . Para as concessões vencidas, discutimos com a administração o status das renovações e inspecionamos, quando aplicável, as principais documentações que suportam as negociações em andamento e os respectivos reflexos contábeis. Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para a apuração dos ativos intangíveis e ativos financeiros decorrente dos contratos de concessão são razoáveis, e as divulgações efetuadas são consistentes com dados e informações que tivemos acesso.Provisão para demandas judiciais (Nota explicativa 13)Porque é um PAAA Companhia e suas controladas são parte integrante, em processos judiciais e administrativos de natureza cível, tributária, ambiental e trabalhista, para os quais a administração registra uma provisão com bases em estimativas em seu balanço patrimonial nos casos em que considera que haverá perda provável. Essa área continua sendo foco de nossa auditoria uma vez que os processos mencionados geralmente envolvem discussões sobre o mérito e sobre aspectos processuais complexos, além de julgamentos críticos da administração no que se referem às probabilidades de êxito. Mudanças nos prognósticos e/ou julgamentos podem trazer impactos relevantes nas demonstrações financeiras da Companhia e suas Controladas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a atualização do entendimento sobre os controles internos relevantes que envolvem a identificação, o reconhecimento das provisões e as divulgações em notas explicativas. Atualizamos, também, o entendimento sobre o modelo de cálculo adotado, que considera o histórico de perda em processos da mesma natureza e prognósticos fornecidos por consultores jurídicos externos. Efetuamos procedimentos de confirmação de informações com os escritórios de advocacia externos e o departamento jurídico interno da Companhia e suas Controladas, que patrocinam os processos judiciais e administrativos em relação à avaliação do prognóstico, à totalidade das informações e ao valor das provisões. Para selecionadas causas, discutimos com os consultores jurídicos da Companhia, a razoabilidade do prognóstico de perda. Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para a determinação da provisão para demandas judiciais, bem como as divulgações relevantes efetuadas, são consistentes com as posições dos consultores jurídicos internos e externos. Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e con solidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Belo Horizonte, 22 de fevereiro de 2018.PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 Guilherme Campos e SilvaContador CRC 1SP218254/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DE REVISÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E DO PARECER DE AUDITORIA INDEPENDENTE PELOS DIRETORESEm atendimento aos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, a Diretora Presidente e os demais Diretores da Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA MG, sociedade de economia mista por ações, de capital aberto, com sede na Rua Mar de Espanha, 525, Belo Horizonte - MG, inscrita no CNPJ sob nº 17.281.106/0001- 03, declaram que:1.Reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, relativamente às demonstrações financeiras da Controladora e Consolidadas em IFRS referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, e2.Reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Controladora e Consolidadas em IFRS relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Belo Horizonte, 22 de fevereiro de 2018.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DE REVISÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E DO PARECER DE AUDITORIA INDEPENDENTE PELOS DIRETORESEm atendimento aos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, a Diretora Presidente e os demais Diretores da Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA MG, sociedade de economia mista por ações, de capital aberto, com sede na Rua Mar de Espanha, 525, Belo Horizonte - MG, inscrita no CNPJ sob nº 17.281.106/0001- 03, declaram que:1.Reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, relativamente às demonstrações financeiras da Controladora e Consolidadas em IFRS referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, e2.Reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Controladora e Consolidadas em IFRS relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Belo Horizonte, 22 de fevereiro de 2018.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA MG, no exercício de suas funções legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração, o Balanço Social e as Demonstrações Financeiras, compreendendo: Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado, Demonstração do Resultado Abrangente, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstração dos Fluxos de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado e Notas Explicativas. Os membros do Conselho Fiscal examinaram ainda a Proposta de Orçamento de Capital e o Parecer dos Auditores Independentes, relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Com base nos exames efetuados e à vista do parecer da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, de 22 de fevereiro de 2018, apresentado sem ressalva, o Conselho Fiscal opina favoravelmente à aprovação das Demonstrações Financeiras da COPASA (Controladora e Consolidada em IFRS), do exercício findo em 31 de dezembro de 2017, a ser submetida à discussão e votação na AGO dos acionistas da COPASA MG.Belo Horizonte, 22 de fevereiro de 2018.Sebastião Espírito Santo de CastroPresidente do ConselhoAdriano Cives Seabra ConselheiroPaulo Roberto de AraújoConselheiroDagmar Maria Pereira Soares DutraConselheiraVirgínia Kirchmeyer VieiraConselheira

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.