Pular para o conteúdo
CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201694 páginasCódigo CVM 21091Versão 1Recebida em 08/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de DEXCO S.A

DEXCO S.A · CNPJ 97.837.181/0001-47

DEXCO S.A
CNPJ 97.837.181/0001-47
DFP 2016
Exercício 2016
Carregando…

Metadados

Empresa
DEXCO S.A
CNPJ
97.837.181/0001-47
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
94
Ano de referência
2016*
Publicado em
08/02/2017 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total9.340.7969.008.0593,7%
1.01Ativo Circulante3.214.7062.767.63816,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.416.360910.72155,5%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber883.198903.957−2,3%
1.01.03.01Clientes835.229874.214−4,5%
1.01.03.01.01Contas a receber de clientes797.920831.247−4,0%
1.01.03.01.02Contas a receber de partes relacionadas37.30942.967−13,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber47.96929.74361,3%
1.01.03.02.01Valores a receber47.96929.74361,3%
1.01.03.02.02Partes relacionadas00
1.01.04Estoques802.498796.5690,7%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar95.839143.833−33,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar95.839143.833−33,4%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes16.81112.55833,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda5.5080
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros11.30312.558−10,0%
1.02Ativo Não Circulante6.126.0906.240.421−1,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo2.019.9701.925.3234,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber68.15838.53176,9%
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber68.15838.53176,9%
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos1.528.9171.441.5716,1%
1.02.01.06Tributos Diferidos255.142275.416−7,4%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos255.142275.416−7,4%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes167.753169.805−1,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Depósitos vinculados49.62644.29012,0%
1.02.01.09.04Créditos com plano de previdência100.482102.700−2,2%
1.02.01.09.05Impostos e contribuições a recuperar17.64522.815−22,7%
1.02.02Investimentos9219210,0%
1.02.02.01Participações Societárias9219210,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias9219210,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.02.02.01Outros Investimentos00
1.02.03Imobilizado3.571.8953.759.232−5,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação3.465.1213.598.581−3,7%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento106.774160.651−33,5%
1.02.04Intangível533.304554.945−3,9%
1.02.04.01Intangíveis273.497299.988−8,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Carteira de Clientes223.300252.808−11,7%
1.02.04.01.03Softwares, marcas e patentes50.19747.1806,4%
1.02.04.02Goodwill259.807254.9571,9%
1.02.04.02.01Goodwill na aquisição da Satipel em 2009187.573187.5730,0%
1.02.04.02.02Goodwill na aquisição Cerâmica Monte Carlo em 200822.15422.1540,0%
1.02.04.02.03Goodwill na aquisição da Deca Nordeste em 201117.09217.0920,0%
1.02.04.02.04Goodwill na aquisição da Ind. Metalúrgica Jacareí em 20122.4022.4020,0%
1.02.04.02.05Goodwill na aquisição da Thermosystem em 201325.57725.5770,0%
1.02.04.02.06Goodwill na aquisição da DuchaCorona em 20155.0091593.050,3%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Administradores e Acionistas da Duratex S.ASão Paulo - SPOpinião Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Duratex S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Companhia em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para 0pinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, incluímos nossa descrição de como a auditoria endereçou o assunto, incluindo comentários sobre os resultados de nossos procedimentos. Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos desenhados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações contábeis. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para endereçar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações contábeis da Companhia.Mensuração do valor justo dos ativos biológicos A Companhia registra suas florestas, denominadas ativos biológicos, em seu ativo não circulante, as quais são avaliadas pelo valor justo. Em 31 de dezembro de 2016, o valor justo desses ativos, reconhecido no ativo não circulante da Companhia e suas controladas, era de R$ 1.528.917mil. A estimativa de valor justo dos ativos biológicos foi determinada levando-se em consideração diversas premissas, tais como: índice de crescimento das florestas, taxas de juros para descontos dos fluxos de caixa, estimativas de produtividade e preço da madeira em pé. Este assunto está divulgado nas notas explicativas 2, 3 e 14 às demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Esse tema foi considerado um principal assunto de auditoria devido à relevância dos valores dos ativos registrados pela Companhia, devido às incertezas inerentes a esse tipo de estimativa e ao julgamento necessário que deve ser exercido pela administração na determinação das premissas de cálculo do valor justo dos ativos. Como nossa auditoria endereçou o assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, utilização de profissionais especializados para nos auxiliar na avaliação das premissas e metodologia usadas pela Companhia, em particular relacionadas às estimativas de índice de crescimento das florestas, taxas de juros para descontos dos fluxos de caixa, estimativas de produtividade e preço da madeira em pé. Também focamos na adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre as premissas utilizadas nos cálculos de mensuração do respectivo valor justo, tanto no ativo não circulante como seus reflexos no resultado do exercício.O resultado destes nossos procedimentos de auditoria sobre o valor justo dos ativos biológicos está consistente com a avaliação da administração e com nossa opinião sobre as demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Também avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre as premissas-chave mais sensíveis na mensuração do valor justo dos ativos biológicos incluídas nas notas explicativas 2, 3 e 14 às demonstrações contábeis.Estimativa de realização dos tributos diferidos Em 31 de dezembro de 2016, o saldo de imposto de renda e da contribuição social diferidos ativos registrados pela Companhia e suas controladas totalizava R$ 204.516 mil individual e R$ 255.142 mil, consolidado, os quais encontram-se divulgados nas notas explicativas 2 e 10 às demonstrações contábeis individuais e consolidadas, juntamente com a informação de que a administração da Companhia considera que essa estimativa envolve a necessidade de julgamento contábil crítico em relação ao reconhecimento contábil desses ativos e suas futuras realizações. Esse item foi considerado como um principal assunto de auditoria, tendo em vista que o processo de estimativa de realização desses tributos é complexo e envolve a utilização de diversas premissas para se estimar o montante e o correspondente ano fiscal no qual os referidos tributos diferidos serão realizados no curso normal das operações da Companhia e suas controladas. Essas estimativas estão apoiadas na realização de estudos de projeção de rentabilidade futura, preparados pela administração, os quais incluem previsões de condições futuras de mercado e de negócios, relacionados ao ambiente de negócios em que a Companhia e suas controladas atuam, que possibilitarão a realização desses tributos diferidos nos próximos exercícios. Como nossa auditoria endereçou o assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a revisão das projeções de rentabilidade futura preparadas pela administração a consistência das projeções de rentabilidade futura preparadas pela administração com os dados históricos de estimativas passadas e, também, com as efetivas realizações das mesmas. Adicionalmente, recorremos a profissionais especializados para nos auxiliar na avaliação das premissas e metodologia usadas pela Companhia e suas controladas quando da preparação dessas estimativas de rentabilidade futura. O resultado destes nossos procedimentos de auditoria sobre a estimativa de realização dos tributos diferidos está consistente com a avaliação da administração e com nossa opinião sobre as demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Também avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre a estimativa de realização dos tributos diferidos incluídas nas notas explicativas 2 e 10 às demonstrações contábeis.Recuperabilidade dos ativos intangíveis - Goodwill De acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil a Companhia é requerida a proceder anualmente um teste de recuperabilidade dos valores registrados como Ativos Intangíveis de vidas úteis indefinidas ("goodwill"). Em 31 de dezembro de 2016 o saldo individual desta conta era R$ 254.798 mil e R$ 259.807 mil, consolidado, e estão divulgados nas notas explicativas 2, 3, 15 e 16 às demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Esse item foi considerado como um principal assunto de nossa auditoria, tendo em vista que o processo de avaliação da recuperabilidade desses ativos intangíveis é complexo e envolve um alto grau de subjetividade, bem como, é baseando em diversas premissas tais como: determinação das unidades geradoras de caixa, taxas de descontos, percentuais de crescimento e rentabilidade dos negócios da Companhia e suas controladas para vários anos futuros. Tais premissas poderão ser afetadas, de forma relevante, pelas condições de mercado ou cenários econômicos futuros do Brasil, os quais ainda não podem ser estimados com precisão.Como nossa auditoria endereçou o assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, utilização de profissionais especializados para nos auxiliar na avaliação das premissas e metodologia usadas pela Companhia e suas controladas, em particular relacionadas às estimativas de vendas futuras, taxa de crescimento, taxa de desconto utilizada nos fluxos de caixa descontados, margem de lucro de todas as unidades geradoras de caixa. Também focamos na adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre as premissas utilizadas nos cálculos de recuperabilidade dos referidos ativos intangíveis.O resultado destes nossos procedimentos de auditoria sobre a recuperabilidade dos ativos intangíveis ( Goodwill) está consistente com a avaliação da administração e com nossa opinião sobre as demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Também avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre as premissas-chave mais sensíveis no teste de recuperabilidade dos ativos intangíveis (Goodwill), incluídas nas notas explicativas 2, 3, 15 e 16 às demonstrações contábeis. Reconhecimento de receita O processo de reconhecimento de receita da Companhia envolve um número elevado de controles com o objetivo de se assegurar de que todos os produtos faturados tenham sido entregues aos seus respectivos compradores dentro do período contábil adequado e que, portanto, as receitas de vendas foram reconhecidas dentro de seus períodos de competência corretos, conforme estabelecem as práticas contábeis adotadas no Brasil. As receitas auferidas pela Companhia e seus critérios de reconhecimento no resultado, encontram-se divulgados nas notas explicativas 2 e 24 às demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Esse item foi considerado como um principal assunto de nossa auditoria, tendo em vista que os controles que asseguram a correta apuração e reconhecimento das receitas, que envolvem vendas no mercado nacional e no mercado externo, de todos os segmentos da Companhia e suas controladas, são executados, em parte, de forma manual. Eventuais falhas nos controles que envolvem o reconhecimento de receita pela Companhia, poderiam provocar distorções nas demonstrações contábeis. Como nossa auditoria endereçou o assunto:Nossos procedimentos de auditoria para cobrir o risco de erros materiais no reconhecimento da receita, incluíram:Teste de controles internos que abrangem a identificação, a separação e o registro de receitas de vendas relativas às vendas efetivamente entregues aos respectivos compradores dentro do prazo contábil adequado Teste documental de amostra representativa de notas fiscais e comprovantes de entrega, a fim de corroborar a aderência do relatório que demonstra as notas fiscais faturadas e não entregues no período. Tal relatório é base para o cálculo de estorno da receita Recálculo dos valores dos ajustes efetuados pela Companhia para estornar receitas de vendas faturadas e não entregues no período contábil adequado.O resultado destes nossos procedimentos de auditoria sobre o reconhecimento de receita está consistente com a estimativa da administração para as operações do exercício de 2016. Todavia, identificamos deficiência de controle para o reconhecimento da receita no período contábil apropriado no exercício anterior, comunicadas ao Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos, cuja remediação foi efetuada pela Companhia no exercício findo em 31 de dezembro de 2016.Também avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre o reconhecimento da receita nas notas explicativas 2 e 24 às demonstrações contábeis.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis individuais e consolidadas livres de distorção releva nte, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis, que compreendem a diretoria da Companhia e suas controladas, o Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos e o Conselho de Administração. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:  Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como, obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.  Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.  Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.  Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.  Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações, e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.  Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria da Companhia e suas controladas e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 8 de fevereiro de 2017.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6Drayton Teixeira de MeloContador CRC-1SP236947/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DURATEX S.A.CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia AbertaNIRE 35300154410ATA SUMÁRIA DA REUNIÃO DA DIRETORIAREALIZADA EM 8 DE FEVEREIRO DE 2017DATA, HORA E LOCAL: em 8 de fevereiro de 2017, às 8:00 horas, na Avenida Paulista, 1938, piso Terraço, em São Paulo (SP).MESA: Antonio Joaquim de Oliveira (Presidente) e Carlos Henrique Pinto Haddad (Secretário).QUORUM: a totalidade dos membros eleitos.DELIBERAÇÕES TOMADAS POR UNANIMIDADE: após exame das demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, bem como do relatório da Ernst & Young Auditores Independentes S/S, a Diretoria deliberou, por unanimidade e em observância às disposições dos Incisos V e VI do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, alterada, declarar que:a)reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório emitido pela Ernst & Young Auditores Independentes S/S e,b)reviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016.ENCERRAMENTO: nada mais havendo a tratar e ninguém desejando manifestar-se, encerraram-se os trabalhos, lavrando-se esta ata que, lida e aprovada, foi por todos assinada. São Paulo (SP), 8 de fevereiro de 2017. (aa) Antonio Joaquim de Oliveira - Diretor Presidente Raul Penteado de Oliveira Neto - Diretor Vice-Presidente da Unidade de Negócios Deca Henrique Guaragna Marcondes - Diretor Vice-Presidente da Unidade de Negócios Madeira Bruno Basile Antonaccio, Carlos Henrique Pinto Haddad José Ricardo Paraíso Ferraz, Marco Antonio Milleo, Maria Julieta Pinto Rodrigues Nogueira, Nelson Ricardo Teixeira e Paulo Cesar Maróstica - Diretores.ANTONIO JOAQUIM DE OLIVEIRADiretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DURATEX S.A.CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia AbertaNIRE 35300154410ATA SUMÁRIA DA REUNIÃO DA DIRETORIAREALIZADA EM 8 DE FEVEREIRO DE 2017DATA, HORA E LOCAL: em 8 de fevereiro de 2017, às 8:00 horas, na Avenida Paulista, 1938, piso Terraço, em São Paulo (SP).MESA: Antonio Joaquim de Oliveira (Presidente) e Carlos Henrique Pinto Haddad (Secretário).QUORUM: a totalidade dos membros eleitos.DELIBERAÇÕES TOMADAS POR UNANIMIDADE: após exame das demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, bem como do relatório da Ernst & Young Auditores Independentes S/S, a Diretoria deliberou, por unanimidade e em observância às disposições dos Incisos V e VI do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, alterada, declarar que:a)reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório emitido pela Ernst & Young Auditores Independentes S/S e,b)reviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016.ENCERRAMENTO: nada mais havendo a tratar e ninguém desejando manifestar-se, encerraram-se os trabalhos, lavrando-se esta ata que, lida e aprovada, foi por todos assinada. São Paulo (SP), 8 de fevereiro de 2017. (aa) Antonio Joaquim de Oliveira - Diretor Presidente Raul Penteado de Oliveira Neto - Diretor Vice-Presidente da Unidade de Negócios Deca Henrique Guaragna Marcondes - Diretor Vice-Presidente da Unidade de Negócios Madeira Bruno Basile Antonaccio, Carlos Henrique Pinto Haddad José Ricardo Paraíso Ferraz, Marco Antonio Milleo, Maria Julieta Pinto Rodrigues Nogueira, Nelson Ricardo Teixeira e Paulo Cesar Maróstica - Diretores.ANTONIO JOAQUIM DE OLIVEIRADiretor de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

DURATEX S.A.Companhia AbertaCNPJ: 97.837.181/0001-47RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA E DE GERENCIAMENTO DE RISCOSIntroduçãoO Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos da Duratex S.A., criado em novembro de 2009, tem como principais responsabilidades: (i) supervisionar os processos de controles internos, de conformidade com leis, regulamentos e normativos internos, e de gerenciamento dos riscos inerentes às atividades da Companhia e de suas controladas, bem como os trabalhos desenvolvidos pelas Auditorias Interna e Externa e (ii) avaliar a qualidade e integridade das demonstrações financeiras. ResponsabilidadesA Administração é responsável pela correta elaboração das demonstrações financeiras da Duratex S.A. e de suas controladas e coligadas, assim como pela implementação e manutenção de sistemas de controles internos e de gerenciamento de riscos condizentes com o porte e a estrutura da Companhia. Cabe, também, à Administração estabelecer procedimentos que garantam a qualidade dos processos que geram as informações financeiras. A Auditoria Interna tem como atribuições avaliar os riscos dos principais processos e os controles utilizados na mitigação desses riscos, bem como verificar o cumprimento das políticas e dos procedimentos determinados pela Administração, inclusive aqueles voltados para elaboração das demonstrações financeiras.A Ernst & Young Auditores Independentes S.S. é a responsável pela auditoria das demonstrações financeiras e deve assegurar que elas representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Duratex S.A. e suas controladas, e que foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis vigentes no Brasil, determinadas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM. No cumprimento de suas atribuições, as análises e avaliações procedidas pelo Comitê baseiam-se em informações recebidas da Administração, da Auditoria Interna, dos auditores externos e dos executivos responsáveis pela gestão de riscos e pelos controles internos nos diversos segmentos da Organização.Atividades do ComitêNo decorrer do ano de 2016, o Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos reuniu-se em doze ocasiões, com os seguintes objetivos: »Revisão das Políticas de Endividamento, Aplicações Financeiras, Controles Internos e Recepção e Tratamento de Denúncias e Combate a Atos Ilícitos.»Revisão de seu Regimento.»Análise dos riscos financeiro, operacional e ambiental e principais controles internos mitigadores dos riscos, em reuniões com diretores da Organização.»Conhecimento dos trabalhos realizados pela Comissão de Riscos e verificação do cumprimento da Política de Gestão de Riscos.»Conhecimento e análise do Mapa de Riscos atualizado.»Conhecimento das medidas tomadas pela Administração para adequação dos processos e controles da Companhia às exigências da Lei Anticorrupção.»Conhecimento dos principais projetos que envolvem a área de tecnologia da informação.»Discussão e análise das principais práticas contábeis utilizadas na preparação e elaboração das demonstrações financeiras trimestrais e do balanço anual.»Conhecimento das principais contingências que envolvem a Companhia.»Análise de aspectos do Formulário de Referência, principalmente aqueles referentes a riscos, antes de seu arquivamento junto à Comissão de Valores Mobiliários - CVM.»Discussão e aprovação do Planejamento dos trabalhos da Auditoria Externa para o ano de 2016.»Conhecimento do Relatório de Controles Internos elaborado pela Auditoria Externa com data-base em 31.12.2015.»Discussão dos pontos de atenção ou melhoria observados no decorrer dos trabalhos de Auditoria Externa relativamente a controles internos e a aspectos contábeis.»Aprovação do Planejamento dos trabalhos da Auditoria Interna para o ano de 2017.»Aprovação do Planejamento dos trabalhos da área de Controles Internos para os anos de 2016 e 2017.»Análise do resultado dos trabalhos de Auditoria Interna.»Acompanhamento dos planos de ação decorrentes de recomendações da Auditoria Interna, através de reuniões com diretores da Companhia.»Conhecimento e acompanhamento das atividades da Ouvidoria.»Análise e discussão dos principais assuntos de auditoria, que são parte do relatório do auditor independente.»Realização da avaliação das auditorias externa e interna e da autoavaliação do Comitê.Em reunião realizada em 6 de fevereiro de 2017, foram discutidas e analisadas as demonstrações financeiras de 31.12.2016.ConclusãoO Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos reconhece e suporta as iniciativas da Companhia no sentido de rever processos e implementar melhorias em controles internos e nas práticas de gerenciamento de riscos.O Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de Riscos, com base nas informações recebidas e nas atividades desenvolvidas no período, ponderadas devidamente suas responsabilidades e as limitações decorrentes do escopo de sua atuação, entende que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas em 31.12.2016 foram elaboradas em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e recomenda sua aprovação pelo Conselho de Administração. São Paulo, 8 de fevereiro de 2017.O Comitê de Auditoria e de Gerenciamento de RiscosTereza Cristina Grossi TogniPresidenteJuliana Rozenbaum MunemoriRaul Calfat(a partir de 16 de junho de 2016)Ricardo Egydio SetúbalRodolfo Villela Marino

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.