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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016Código CVM 20915Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 13/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES SA

MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES SA · CNPJ 08.343.492/0001-20

Versões deste exercício: v1 (07/03/2017) · v2 (13/03/2017), esta

MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES SA
CNPJ 08.343.492/0001-20
DFP 2016 (V2)
Exercício 2016
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES SA
CNPJ
08.343.492/0001-20
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2016*
Publicado em
13/03/2017 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total12.327.01311.392.3098,2%
1.01Ativo Circulante7.120.0846.819.6124,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.763.5521.595.81410,5%
1.01.01.01Caixa e Bancos394.135347.74613,3%
1.01.01.02Aplicações Financeiras de Curto Prazo1.369.4171.248.0689,7%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber1.662.0252.075.203−19,9%
1.01.03.01Clientes1.662.0252.075.203−19,9%
1.01.03.01.01Cliente por Incorporação de Imóveis1.658.4352.069.233−19,9%
1.01.03.01.02Clientes por Prestação de Serviços3.5905.970−39,9%
1.01.03.01.03Clientes por Locação00
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques3.076.7342.726.28912,9%
1.01.04.01Imóveis em Construção2.376.4021.891.99125,6%
1.01.04.02Imóveis Concluídos40.89556.684−27,9%
1.01.04.03Estoques de Terrenos620.987735.359−15,6%
1.01.04.04Adiantamento a Fornecedores32.67830.8465,9%
1.01.04.05Estoques de Materiais5.77211.409−49,4%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar229.364196.35316,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar229.364196.35316,8%
1.01.07Despesas Antecipadas57.20544.00230,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes331.204181.95182,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros331.204181.95182,0%
1.01.08.03.01Aplicações Vinculadas em Poupança00
1.01.08.03.02Outros Ativos73.68553.54137,6%
1.01.08.03.03Titulos e Valores Mobiliários257.519128.410100,5%
1.01.08.03.04Instrumentos Financeiros Derivativos00
1.02Ativo Não Circulante5.206.9294.572.69713,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo4.197.2783.643.13115,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber991.4021.203.864−17,6%
1.02.01.03.01Clientes991.4021.203.864−17,6%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques3.058.9272.256.23735,6%
1.02.01.04.01Estoques de Terrenos3.058.9272.256.23735,6%
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas36.05032.41511,2%
1.02.01.07.01Despesas Pagas Antecipadamente36.05032.41511,2%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas36.64388.387−58,5%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas36.64388.387−58,5%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes74.25662.22819,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais e Outros72.67362.22816,8%
1.02.01.09.04Instrumentos Financeiros Derivativos1.5830
1.02.02Investimentos783.477739.8405,9%
1.02.02.01Participações Societárias783.477739.8405,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias783.477739.8405,9%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado139.986105.31132,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação129.33498.79430,9%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento10.6526.51763,4%
1.02.04Intangível86.18884.4152,1%
1.02.04.01Intangíveis86.18884.4152,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Intangíveis71.90269.7193,1%
1.02.04.01.03Intangíveis em Desenvolvimento14.28614.696−2,8%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAosAcionistas e Administradores daMRV Engenharia e Participações S.ABelo Horizonte - MGOpinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas preparadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC)Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da MRV Engenharia e Participações S.A ("Companhia"), identificadas como Individual e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da MRV Engenharia e Participações S.A. ("Companhia"),em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil e aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. ÊnfaseOrientação OCPC 04Conforme descrito na Nota 2.1, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As demonstrações financeiras individuais e consolidadas preparadas de acordo com as IFRS aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária consideram adicionalmente a Orientação OCPC 04 editada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Essa orientação trata do reconhecimento da receita desse setor e envolve assuntos relacionados ao significado e aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle na venda de unidades imobiliárias, conforme descrito em maiores detalhes na Nota 2.1. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Contabilização da receita, custos e despesas da incorporação imobiliáriaConforme mencionado na nota explicativa 2.2 (a), a Companhia contabiliza as receitas, custos e despesas da incorporação imobiliária durante o andamento da obra com base na orientação OCPC -04 Aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 (Contrato de Construção do Setor Imobiliário) às Entidades de Incorporação Imobiliária Brasileiras do Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Dessa forma, a apuração, apropriação do resultado e registro dos valores nas contas de receita de incorporação imobiliária, imóveis a comercializar, clientes por incorporação de imóveis e adiantamentos recebidos de clientes seguem o referido pronunciamento, aprovado pela Deliberação CVM Nº 653/10. As receitas de vendas são apropriadas ao resultado à medida em que a construção avança, uma vez que a transferência de riscos e benefícios ocorre de forma contínua. Desta forma, é adotado o método da percentagem completada (percentage of completion - "POC"). Este método é feito utilizando a razão do custo incorrido em relação ao custo total orçado dos respectivos empreendimentos e a receita é apurada multiplicando-se este percentual pelas vendas contratadas. Os custos de terrenos e de construção inerentes às respectivas incorporações das unidades vendidas são apropriados ao resultado quando incorridos.Este assunto foi considerado significativo para nossa auditoria tendo em vista que o processo de reconhecimento de receita envolve julgamento da administração na determinação do orçamento e na sua revisão tempestiva e é altamente complexo e crítico. Adicionalmente, os saldos de receita operacional líquida, reconhecidos para o exercício de 2016 totalizam R$ 2.349.112 mil no individual e R$4.249.049 mil no consolidado e, portanto, são relevantes para as demonstrações financeiras. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) utilização de especialistas para validação dos orçamentos das obras e análise do andamento físico das mesmas (b) testes de controle interno no que tange ao processo orçamentário adotado pela Companhia, incluindo revisão retrospectiva de orçamentos anteriores preparados pela Administração para identificar alguma potencial inconsistência no desenvolvimento de orçamentos (c) avaliação da exatidão e integridade das informações utilizadas nos cálculos apresentados pela Companhia (d) teste documental sobre base de vendas e custos incorridos e (e) revisão da adequação das divulgações incluídas na Nota 2.2 (a) às demonstrações financeiras.Provisão para manutenção de imóveis (garantias)De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes, uma provisão deve ser reconhecida quando: (a) a entidade tem uma obrigação presente (legal ou não formalizada) como resultado de evento passado (b) seja provável que será necessária uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos para liquidar a obrigação e (c) possa ser feita uma estimativa confiável do valor da obrigaçãoConforme mencionado na nota explicativa 2.2 (n), as provisões para os gastos esperados com a manutenção de imóveis são reconhecidas ao resultado utilizando-se o mesmo critério de apropriação da receita de incorporação imobiliária, ou seja, a partir da data da venda das respectivas unidades imobiliárias e com base na melhor estimativa da Administração em relação aos gastos necessários para liquidar a obrigação da Companhia. Este assunto foi considerado significativo para nossa auditoria tendo em vista que o processo de avaliação envolve julgamento e premissas críticas utilizadas pela administração. A Companhia oferece garantia limitada de cinco anos contra eventuais problemas de construção dos seus empreendimentos comercializados, em cumprimento à legislação brasileira. O cálculo dessa provisão é baseado em percentuais históricos de gastos e estimativas do departamento de engenharia da Companhia. Adicionalmente, os saldos desta conta, em 31 de dezembro de 2016, totalizam R$ 70.990 mil no individual e R$140.078 mil no consolidado e, portanto, são relevantes para as demonstrações financeiras. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) validação dos valores históricos incorridos com garantias e do percentual desses gastos em relação as vendas, (b) realização de cálculo independente a partir das premissas adotadas pela Companhia, (c) realização de uma revisão retrospectiva de projeções anteriores para identificar alguma potencial inconsistência no desenvolvimento futuro das estimativas e (d) revisão da adequação das divulgações incluídas na Nota 16 às demonstrações financeiras.Outros assuntos Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), aplicáveis à entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas re presentam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Belo Horizonte, 07 de março de 2017ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/F-6Flávio de Aquino MachadoContador CRC-1MG065899/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Belo Horizonte, 07 de março de 2017Pelo presente instrumento, o Diretor-Presidente e os demais Diretores da MRV Engenharia e Participações S.A. ("MRV"), sociedade anônima de capital aberto, com sede na Avenida Mário Werneck, 621 - Estoril - Belo Horizonte - Minas Gerais, para fins do disposto nos incisos V e VI do § 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009 ("INSTRUÇÃO"), declaram que:(i)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da MRV relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.(ii)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Ernst & Young Auditores Independentes S.S., relativamente às demonstrações financeiras da MRV referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.________________________________________________Rafael N. Menin Teixeira de Souza________________________________________________Leonardo Guimarães Corrêa

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Belo Horizonte, 07 de março de 2017Pelo presente instrumento, o Diretor-Presidente e os demais Diretores da MRV Engenharia e Participações S.A. ("MRV"), sociedade anônima de capital aberto, com sede na Avenida Mário Werneck, 621 - Estoril - Belo Horizonte - Minas Gerais, para fins do disposto nos incisos V e VI do § 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009 ("INSTRUÇÃO"), declaram que:(i)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da MRV relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.(ii)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Ernst & Young Auditores Independentes S.S., relativamente às demonstrações financeiras da MRV referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.________________________________________________Rafael N. Menin Teixeira de Souza________________________________________________Leonardo Guimarães Corrêa

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.