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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 14923Versão 1Recebida em 29/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de SANTHER FABRICA DE PAPEL SANTA THEREZINHA S/A

SANTHER FABRICA DE PAPEL SANTA THEREZINHA S/A · CNPJ 61.101.895/0001-45

SANTHER FABRICA DE PAPEL SANTA THEREZINHA S/A
CNPJ 61.101.895/0001-45
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
SANTHER FABRICA DE PAPEL SANTA THEREZINHA S/A
CNPJ
61.101.895/0001-45
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
29/03/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total1.054.110920.68014,5%
1.01Ativo Circulante372.292302.01523,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa8.11610.605−23,5%
1.01.02Aplicações Financeiras93812.850−92,7%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado93812.850−92,7%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários e Derivativos93212.065−92,3%
1.01.02.01.04Aplicações Financeiras678−92,3%
1.01.02.01.05Instrumentos financeiros0707−100,0%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber158.58998.74760,6%
1.01.03.01Clientes158.58998.74760,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques119.358106.45412,1%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar66.83863.2395,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar66.83863.2395,7%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar16.43222.758−27,8%
1.01.06.01.02Tributos a recuperar50.40640.48124,5%
1.01.07Despesas Antecipadas13.8766.038129,8%
1.01.08Outros Ativos Circulantes4.5774.08212,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros4.5774.08212,1%
1.01.08.03.02Outros Ativos4.5774.08212,1%
1.02Ativo Não Circulante681.818618.66510,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo250.598180.94838,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber00
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos47.41243.03110,2%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos47.41243.03110,2%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas14.21713.3596,4%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.02Créditos com Controladas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas14.21713.3596,4%
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes188.969124.55851,7%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Títulos e Valores Mobiliários e Derivativos11.4754.794139,4%
1.02.01.10.04Depósitos Compulsórios Judiciais14.74512.65716,5%
1.02.01.10.05Outros Ativos3.9323.967−0,9%
1.02.01.10.06Tributos a Recuperar158.817103.14054,0%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.02Participações em Controladas00
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.04Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado426.989433.271−1,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Direito de Uso em Andamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível4.2314.446−4,8%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Acionistas, Conselheiros e Administradores da Santher - Fábrica de Papel Santa Therezinha S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Santher - Fábrica de Papel Santa Therezinha S.A. (Companhia), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Santher - Fábrica de Papel Santa Therezinha S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Notas explicativas nº 2.11 e 20.a) das demonstrações financeirasRealização do imposto de renda e contribuição social diferidos.A Companhia reconheceu ativos fiscais diferidos ativos relativos às diferenças temporárias, prejuízos fiscais e base de contribuição social negativa considerados recuperáveis com base na projeção de lucros tributáveis futuros.O valor recuperável dos ativos fiscais diferidos reconhecidos pode variar significativamente se forem aplicadas diferentes premissas de projeção dos lucros tributáveis futuros e na capacidade de utilização de prejuízos fiscais, o que pode impactar o valor do ativo fiscal diferido reconhecido nas demonstrações financeiras e na alíquota efetiva do período. Por essas razões esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoCom o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, efetuamos, entre outros, os seguintes procedimentos:Entendimento e análise das principais premissas consideradas pela Companhia na projeção dos lucros tributáveis futuros suficiente para a realização das diferenças temporárias e prejuízos fiscais acumulados.Revisão dos cálculosColeta externa de informações, visando melhor compreender o ambiente operacional no qual a Companhia está inseridaAnálise das variações para cada rubrica, bem como se as estruturas de custos e despesas em relação a receita líquidaComparamos o valor das projeções com os saldos contábeis de imposto de renda e contribuição social diferidos.Consideramos também as divulgações na nota explicativa, em especial em relação ao prazo estimado para utilização do crédito tributário registrado decorrente de prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social e quanto aos montantes de crédito tributário não registrados.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos aceitável o valor do imposto de renda e contribuição social diferidos e as respectivas divulgações no contexto das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018 tomadas em conjunto.Notas explicativas nº 2.16, 2.18 e 11 das demonstrações financeirasAvaliação do valor recuperável da planta de Governador Valadares/MG.Em novembro de 2016, como parte do processo de reestruturação de suas operações, a Companhia decidiu por encerrar as atividades operacionais da unidade industrial instalada na cidade de Governador Valadares/MG, ficando tais ativos ociosos até a presente data, até que a Companhia seja capaz de vender tais ativos. Tendo em vista esse fato, a Companhia tem avaliado a recuperabilidade de tais ativos por meio de laudo de valor justo líquido de despesas de vendas para suportar que uma perda por recuperação ao valor recuperável não é requerida na data-base das demonstrações financeiras.A determinação do valor recuperável de tais ativos da Companhia por meio do seu valor justo líquido de despesas de venda envolve julgamentos significativos para se avaliar se uma perda é devida na data-base das demonstrações financeiras. Por essas razões esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoCom o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, efetuamos, entre outros, os seguintes procedimentos:Análise das principais premissas utilizadas no cálculo do valor justoAnálise das sensibilidades das principais premissasAnálise das reconciliações dos resultados obtidos junto a consultoria especializada eComparamos o valor recuperável por meio do valor justo com os saldos contábeis de tais ativos. Consideramos também as divulgações em notas explicativas.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que os saldos do ativo imobilizado relativo à planta de Governador Valadares, no tocante à sua recuperação, assim como as respectivas divulgações, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018 tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações financeiras de exercícios anteriores examinadas por outro auditor independenteO exame do balanço patrimonial em 1 de janeiro de 2017 (derivados das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2016) preparados originalmente antes dos ajustes originados do erro identificado na mensuração dos encargos de depreciação, descritos na nota 2.24, foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria sem modificações, com data de 09 de fevereiro de 2018. Como parte do nosso exame das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2018, examinamos os ajustes nos valores correspondentes do balanço patrimonial em 1º de janeiro de 2017 e em nossa opinião são apropriados e foram corretamente efetuados, em todos os aspectos relevantes. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as informações referentes aos balanços patrimoniais em 1º de janeiro de 2017 e, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre eles tomados em con junto.Demonstrações do valor adicionadoA demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeirasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:-Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.-Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.-Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.-Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manterem em continuidade operacional.-Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 29 de março de 2019KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Fábio Lopes do Carmo Contador CRC 1SP192172/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Nos termos da Instrução CVM no. 480/2009, o Conselho Fiscal declara que revisou, discutiu e concorda com estas Demonstrações Financeiras e com as opiniões expressas no parecer dos Auditores Independentes referente às mesmas.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Nos termos da Instrução CVM no. 480/2009, os Diretores da Companhia declaram que revisaram, discutiram e concordam com estas Demonstrações Financeiras e com as opiniões expressas no parecer dos Auditores Independentes referente às mesmas.

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

N/A

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

N/A

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.