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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025116 páginasCódigo CVM 4669Versão 1Recebida em 11/02/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de GUARARAPES CONFECCOES S/A

GUARARAPES CONFECCOES S/A · CNPJ 08.402.943/0001-52

GUARARAPES CONFECCOES S/A
CNPJ 08.402.943/0001-52
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
GUARARAPES CONFECCOES S/A
CNPJ
08.402.943/0001-52
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
116
Ano de referência
2025*
Publicado em
11/02/2026 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total14.872.67013.633.2679,1%
1.01Ativo Circulante10.027.1078.781.16414,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.415.4431.158.20622,2%
1.01.02Aplicações Financeiras895.398314.010185,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários00—
1.01.02.01.04Instrumentos Financeiros Derivativos00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes357.708313.15814,2%
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado537.69085263.009,2%
1.01.03Contas a Receber5.478.4865.111.7277,2%
1.01.03.01Clientes5.478.4865.111.7277,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.03.02.01Outros créditos00—
1.01.04Estoques1.609.5631.461.44110,1%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar438.498605.313−27,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.06.01.01Impostos e Contribuições a compensar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes189.719130.46745,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda17.23418.362−6,1%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros172.485112.10553,9%
1.02Ativo Não Circulante4.845.5634.852.103−0,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.458.4461.353.6217,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Contas a Receber00—
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos1.148.7971.157.516−0,8%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.148.7971.157.516−0,8%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.05Ativos não circulantes mantidos para venda00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes309.649196.10557,9%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Depósitos Judiciais e Outros66.19154.10022,3%
1.02.01.10.04Tributos a recuperar243.458142.00571,4%
1.02.01.10.05Ativos não circulantes mantidos para venda00—
1.02.02Investimentos0164.428−100,0%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento0164.428−100,0%
1.02.02.02.01Imóveis Comerciais00—
1.02.02.02.02Outros00—
1.02.03Imobilizado2.416.8772.371.0761,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.473.0441.406.2274,8%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento943.833964.849−2,2%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível970.240962.9780,8%
1.02.04.01Intangíveis970.240962.9780,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Diferido00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasGuararapes Confecções S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Guararapes Confecções S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia e da Companhia e suas controladas em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Estimativa para perdas de crédito esperadas (Nota 13)Porque é um PAAEm 31 de dezembro de 2025, as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia incluem estimativas para perdas de créditos esperadas no montante de R$ 1.587.015 mil (R$ 1.006.059 mil em 31 de dezembro de 2024). Estas perdas provisionadas estão, principalmente, relacionadas às contas a receber em atraso na controlada Midway Financeira S.A., que realiza a gestão da carteira de recebíveis da Lojas Riachuelo S.A. e oferece cartões de crédito próprios e empréstimos pessoais a seus clientes.Consideramos este tema um dos principais assuntos de auditoria por se tratar de uma estimativa contábil crítica da administração, sujeita a incertezas nas premissas utilizadas para calcular a perda de crédito esperada. Tais incertezas incluem a consideração de riscos específicos da carteira, a conjuntura econômica, a estimativa de renegociações e a análise do histórico de perdas com base no perfil dos clientes, fatores que podem gerar ajustes materiais nas demonstrações financeiras da Companhia.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria consideraram, entre outros:(a)Entendimento dos critérios e premissas adotados pela administração para a determinação da estimativa para perdas de crédito esperadas e análise sobre a aderência das políticas contábeis adotadas pela Companhia e suas controladas com as práticas contábeis aplicáveis. (b)Análise da conciliação dos saldos contábeis com a posição analítica das contas a receber, preparada pela administração.(c)Análise comparativa da estimativa de perda esperada calculada e o histórico de perda incorrida nas transações da Companhia.(d)Avaliação sobre a metodologia de cálculo utilizada pela administração por meio de recálculo independente e com o apoio de nossos especialistas em modelagem financeira. Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os critérios e premissas utilizados pela administração são razoáveis e as divulgações consistentes com dados e informações obtidas.Realização do imposto de renda e contribuição social diferidos ativos (Nota 29)Porque é um PAAEm 31 de dezembro de 2025, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia incluem impostos de renda e contribuição social diferidos ativos líquidos nos montantes de R$ 212.444 mil (R$ 162.893 mil em 31 de dezembro de 2024) e R$ 1.148.797 mil (R$ 1.157.516 mil em 31 de dezembro de 2024), respectivamente, que são provenientes de diferenças temporárias, prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social.A análise de recuperabilidade desses créditos é baseada em projeção de geração de lucros tributáveis futuros, envolvendo, assim, julgamento significativo da administração em relação a essas projeções. Esta foi uma das áreas de foco de nossa auditoria pois o valor recuperável dos tributos diferidos ativos reconhecidos pode variar significativamente se forem aplicadas diferentes premissas de projeção dos lucros tributáveis futuros, além da estimativa envolvendo o momento da realização desses tributos e a magnitude dos valores envolvidos.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria consideraram, entre outros:(a)Entendimento do processo de revisão e aprovação do plano de negócios que é utilizado para estimar a realização futura do imposto de renda e contribuição social diferidos.(b)Avaliação da razoabilidade das principais premissas utilizadas para suportar a projeção de lucros tributáveis futuros, incluindo expectativa de crescimento e comparação com dados históricos. (c)Avaliação sobre a metodologia de cálculo utilizada e a coerência lógica e aritmética dos cálculos apresentados nas projeções.(d)Análise, com o suporte de nossos especialistas tributários, na avaliação das bases de cálculo dos prejuízos fiscais, bases negativas de contribuição social e diferenças temporárias. (e)Leitura das divulgações incluídas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, considerando os requerimentos dos pronunciamentos contábeis correspondentes.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e premissas utilizados pela administração são razoáveis, e as divulgações consistentes com dados e informações obtidas.Conciliações de saldos e processos relacionados à tesouraria Porque é um PAATendo em vista o processo operacional da Companhia e considerando o volume significativo de transações de tesouraria relacionadas ao seu negócio, a estrutura operacional de tesouraria requer um sistema de controles internos e processos capazes de permitir, à sua Tendo em vista o processo operacional da Companhia e considerando o volume significativo de transações de tesouraria relacionadas ao seu negócio, a estrutura operacional de tesouraria requer um sistema de controles internos e processos capazes de permitir, à sua administração, pleno monitoramento das operações financeiras diárias para apoio na tomada de decisões, e no suporte ao processo de elaboração de seus relatórios financeiros.Atualm ente, esses controles e processos estão em diferentes estágios de maturidade e eficácia e podem, eventualmente, ocasionar processamento incorreto de informações e resultar na contabilização e apresentação inadequadas das demonstrações financeiras.Esta foi uma área de foco em nossa auditoria em função da relevância e volume de operações transacionadas e uma vez que referidos controles e processos impactam diretamente nos procedimentos planejados para obtenção de evidências de auditoria apropriadas e suficientes, bem como na avaliação sobre riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria consideraram, entre outros:(a)Entendimento dos sistemas de informação que são importantes para a produção de relatórios financeiros, assim como dos principais controles de conciliação de saldos e processos da Administração.(b)Análises de transações, realizados em base de teste, para amostras aumentadas em resposta às deficiências de controles detectadas no processo.(c)Testes sobre a conciliação dos saldos contábeis com a posição analítica preparada pela administração.(d)Procedimentos de imprevisibilidade e de revisão dos lançamentos contábeis específicos para risco de exceções de acesso.(e)Obtenção de confirmação externa de saldos junto às instituições financeiras com as quais a Companhia tem relacionamento.Os resultados desses procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada e suficiente de auditoria sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Controles gerais de tecnologia da informação Porque é um PAATendo em vista o volume significativo de transações operacionais e pelo fato das operações da Companhia e suas controladas serem altamente dependentes do funcionamento apropriado da estrutura de tecnologia e seus sistemas, somados à natureza dos seus negócios e sua dispersão geográfica, consideramos o ambiente de tecnologia como um principal assunto de auditoria. Esta foi uma área de foco em nossa auditoria em função da relevância e volume de operações transacionadas que impactam diretamente nos procedimentos planejados para obtenção de evidências de auditoria apropriadas e suficientes, bem como na avaliação sobre riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria consideraram, entre outros:(a)Entendimento dos sistemas de informação que são importantes para a produção de relatórios financeiros, assim como dos principais controles de conciliação de saldos e processos da Administração.(b)Avaliação do desenho e da eficácia operacional dos controles gerais de tecnologia da informação implementados pela Companhia, para as dimensões e processos relevantes que suportam as operações em escopo de auditoria e preparação das demonstrações financeiras.(c)Acompanhamento das ações planejadas e implementadas pela Administração no aprimoramento do ambiente de controles internos para tecnologia da informação.(d)Avaliação do processo de geração e extração de relatórios que suportam os saldos contábeis e execução de testes de aderência sobre as informações produzidas pelos sistemas e aplicações da Companhia.(e)Envolvemos nossos profissionais de tecnologia para auxílio na execução desses procedimentos.Identificamos deficiências nos controles sobre a dimensão de acesso à programas e dados. Avaliamos as deficiências e desenhamos respostas de auditoria apropriada, de forma que não foi necessário alterar nossa abordagem de auditoria planejada. Os resultados desses procedimentos nos proporcionaram evidência apropriada e suficiente de auditoria sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Arrendamentos (Nota 23)Porque é um PAAEm 31 de dezembro de 2025, as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia incluem ativos de direito de uso no montante de R$943.833 mil (R$ 964.849 mil em 31 de dezembro de 2024) e passivos de arrendamento no montante de R$ 1.069.523 mil (R$ 1.077.072 mil em 31 de dezembro de 2024), referentes ao registro dos contratos de arrendamentos realizados pela controlada Lojas Riachuelo.Essa foi uma área de foco em nossa auditoria devido à relevância dos montantes envolvidos a partir de contratos com diferentes condições, a utilização de premissas que requerem elevado nível de julgamento, tais como a determinação da taxa de desconto e prazo, bem como a existência de controles manuais e automatizados em diferentes estágios de maturidade que podem, eventualmente, ocasionar processamento incorreto ou incompleto de informações e, consequentemente, resultar na apresentação inadequada das demonstrações financeiras.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria consideraram, entre outros:(a)Entendimento dos procedimentos e dos critérios adotados pela administração para a inclusão, exclusão ou renovação de contratos, a fim de garantir a completude tempestiva do inventário de contratos, bem como a análise adotada para a categorização desses contratos, com o propósito de segregar os contratos de arrendamento que apresentam cláusulas de pagamento fixo e de pagamento variável(b)Avaliação dos critérios adotados pela administração para definição dos períodos de contratos, tendo como referência cláusulas de cancelamento e renovações, bem como a determinação da taxa de desconto utilizada para a mensuração do passivo de arrendamento(c)Recálculo independente, por meio de amostragem, de contratos selecionados, com objetivo de validar os cálculos preparados pela administração, de forma a assegurar a acuracidade matemática e a adequada mensuração dos passivos de arrendamentoNossos procedimentos de auditoria nos proporcionaram evidência apropriada e suficiente de auditoria, bem como demonstraram que os julgamentos e premissas utilizados pela administração são razoáveis e as divulgações consistentes com dados e informações obtidas.Outros assuntos - Demonstrações do Valor AdicionadoAs Demonstrações do Valor Adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Rela tório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas, em seu conjunto. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria realizado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar ameaças à nossa independência ou salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 11 de fevereiro de 2026PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda. CRC 2SP000160/O-5Daniel Vinícius FumoContador CRC 1SP256197/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasEm conformidade com o inciso VI do artigo 27 da Resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022, a Diretoria declara que revisou e discutiu este relatório das Demonstrações Financeiras relativa ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, da Guararapes Confecções S.A. e Controladas, e com as discussões subsequentes, concordamos que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes a posição patrimonial e financeira correspondente aos exercícios apresentados.Natal, 11 de Fevereiro de 2026.André Michel Farber - Diretor GeralLuis Miguel Ferreira Cafruni - Diretor de Relações com InvestidoresJairo Amorim Gomes de Araújo - Diretor Sem Designação Específica

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do AuditorEm conformidade com o inciso V do artigo 27 da Resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022, a Diretoria declara que revisou e discutiu o conteúdo e opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, emitido nesta data.A Diretoria declara que concorda com o conteúdo e opinião expressos no referido relatório dos auditores independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia.Natal, 11 de Fevereiro de 2026.André Michel Farber - Diretor GeralLuis Miguel Ferreira Cafruni - Diretor de Relações com InvestidoresJairo Amorim Gomes de Araújo - Diretor Sem Designação Específica

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Guararapes Confecções S.A., instalado em 30 de abril de 2025, no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, tendo examinado o relatório da administração da Companhia, o balanço patrimonial, as demonstrações do resultado do exercício, dos fluxos de caixa, do valor adicional, dos resultados abrangentes, das mutações do patrimônio líquido e as respectivas notas explicativas, e proposta da Administração para destinação do resultado, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, sendo que nossos exames foram complementados por análise de documentos, e informações e esclarecimentos prestados pela administração da Companhia, tendo em conta ainda os esclarecimentos e o relatório dos auditores independentes PricewaterhouseCoopers emitido em 11 de fevereiro de 2026. Após verificarem que os documentos acima mencionados refletem a situação patrimonial, financeira e de gestão da Companhia, opinam que as citadas peças, examinadas à luz da legislação societária vigente, encontram-se em condições de serem encaminhadas à aprovação pela Assembleia Geral Ordinária da Companhia. Natal, 11 de fevereiro de 2026.Conselheiros: Marcello Joaquim Pacheco Murici Dos SantosEduardo Seiji Yamaguchi

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Pareceres e Declarações / Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)REFERENTE AO EXERCÍCIO SOCIAL DA COMPANHIA FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2025O Comitê de Auditoria é órgão estatutário de assessoramento ao Conselho de Administração e composto por três membros Independentes, nomeado pelo Conselho de Administração, sendo suas atividades definidas pela Resolução CVM n.º 23, de 25 de fevereiro de 2024, conforme alterada ("RCVM 23"), Regulamento do Novo Mercado [B]³, e demais legislações vigentes, além das atribuições definidas pelo Estatuto Social da Companhia e por seu Regimento Interno. O Comitê de auditoria Estatutário emitiu a seguinte conclusão em seu relatório anual resumido: De acordo com as práticas contábeis adotas no Brasil, aplicáveis, com observância à Lei das Sociedades por Ações, às normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Comitê examina regularmente as demonstrações financeiras, mantém contato frequente com a Contabilidade, com a Auditoria Interna, com Controles internos, riscos e compliance e com a Auditoria Independente, permitindo-lhe avaliar a qualidade dessas demonstrações e entender que estão livres de distorções relevantes. Com base nas atividades desenvolvidas por este Comitê de Auditoria Estatutário, concluímos que as demonstrações financeiras e respectivas notas explicativas da Guararapes Confecções S.A., foram elaboradas em conformidade com as normas legais e regulamentares, entendendo que as referidas demonstrações financeiras do Grupo Econômico (consolidado), para o exercício findo em 31 de dezembro de 2025, naquilo que lhes foi dado conhecer, são adequadas, recomendando a sua aprovação pelo Conselho de Administração.São Paulo, 10 de fevereiro de 2026.Leonardo de Paiva Rocha - CoordenadorCorinto Lucca Arruda - Membro EfetivoIvo Luiz de Sá Freire Vieitas Junior - Membro - Conselheiro de Administração Independente

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO ANUAL RESUMIDO DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIOREFERENTE AO EXERCÍCIO SOCIAL DA COMPANHIA FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2025O Comitê de Auditoria é um órgão estatutário de assessoramento ao Conselho de Administração e composto por três membros Independentes, nomeado pelo Conselho de Administração, sendo suas atividades definidas pela Resolução CVM n.º 23, de 25 de fevereiro de 2024, conforme alterada ("RCVM 23"), Regulamento do Novo Mercado [B]³,e demais legislações vigentes, além das atribuições definidas pelo Estatuto Social da Companhia, e por seu Regimento Interno. Os membros do Comitê vêm apresentar seu Relatório Anual Resumido referente ao exercício social da Companhia findo em 31 de dezembro de 2025, reafirmando manter uma postura imparcial e cética no desempenho de suas atividades, especialmente em relação às estimativas presentes nas demonstrações financeiras e à gestão da Companhia. Atividades do Comitê: O planejamento dos trabalhos foi realizado considerando as principais atribuições, sendo revisado periodicamente à medida da evolução das atividades. Nesse período realizou 14 (catorze) reuniões, contemplando os seguintes trabalhos desenvolvidos: a) Revisou e considerou adequado o plano de trabalho do auditor independente para elaboração de auditoria externa independente b) Supervisionou as atividades dos auditores independentes, a fim de avaliar (i) a sua independência (ii) a qualidade dos serviços prestados e (iii) a adequação dos serviços prestados às necessidades da Companhia c) Supervisionou as atividades da área de riscos e controles internos da Companhia, bem como discutiu com a administração e os auditores independentes da Companhia a respeito da efetividade e adequação dos controles internos da Companhia d) supervisionou os trabalhos realizados pela auditoria interna e) Supervisionou as atividades da área responsável pela elaboração das demonstrações financeiras da Companhia, bem como revisou as análises e premissas utilizadas pela administração e corroboradas pelos auditores independentes da Companhia para a elaboração de suas demonstrações financeiras trimestrais e anual f) Avaliou e monitorou, juntamente com a administração, auditoria interna e os auditores independentes, a adequação das transações com partes relacionadas realizadas pela Companhia e suas respectivas divulgações. Todos os trabalhos desenvolvidos pelo Comitê de Auditoria Estatutário, foram devidamente formalizadas em atas. Ao longo do exercício de 2025 foram realizadas reuniões com a Contabilidade, Auditoria Interna, Controles Internos, Riscos e Compliance, Auditores Independentes, Diretoria Jurídica, Diretor Administrativo-Financeiro e de Relações com os Investidores e demais áreas que integram a Companhia. Salienta-se que, previamente às divulgações das informações trimestrais (ITRs) e anual, os integrantes do Comitê reuniram se com os representantes da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda. para avaliar os aspectos do ambiente de controle na geração dos números divulgados e da independência dos auditores. O Comitê avaliou a minuta do parecer da Auditoria Independente, com data prevista para sua emissão de 11 de fevereiro de 2026, sem ressalvas. Durante o curso dos trabalhos, não houve situação de divergência significativa entre a administração da Companhia, os auditores independentes e o Comitê em relação a tais demonstrações financeiras. Conclusão: A análise dos apontamentos dos relatórios da Auditoria Interna, da gestão de riscos, controles internos e compliance e da Auditoria Independente, ponderadas as limitações naturais decorrentes do escopo de sua atuação, não apresentou elementos que comprometem a efetividade do sistema de controles internos. A mitigação de pontos indicados está sendo processada e monitorada. Tendo em vista o Relatório dos Auditores Independentes sobre o Sistema de Controles Internos e Descumprimento de Dispositivos Legais e Regulamentares referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, não foram identificados aspectos relevantes que pudessem comprometer a efetividade dos controles internos da Companhia e de suas controladas. Neste período foram examinados os relatórios da Auditoria Interna até a data base de 31 de dezembro de 2025, e efetuadas recomendações de providências corretivas em relação aos seus apontamentos. De acordo com as práticas contábeis adotas no Brasil, aplicáveis, com observância à Lei das Sociedades por Ações, às normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Comitê examina regularmente as demonstrações financeiras, mantém contato frequente com a Contabilidade, com a Auditoria Interna, e com a Auditoria Independente, permitindo-lhe avaliar a qualidade dessas demonstrações e entender que estão livres de distorções relevantes. Com base nas atividades desenvolvidas por este Comitê de Auditoria Estatutário, concluímos que as demonstrações financeiras e respectivas notas explicativas da Guararapes Confecções S.A., foram elaboradas em conformidade com as normas legais e regulamentares, entendendo que as referidas demonstrações financeiras do Grupo Econômico (consolidado), para o exercício findo em 31 de dezembro de 2025, naquilo que lhes foi dado conhecer, são adequadas, recomendando a sua aprovação pelo Conselho de Administração. São Paulo, 11 de fevereiro de 2026.Leonardo de Paiva RochaCoordenadorCorinto Lucca ArrudaMembro EfetivoIvo Luiz de Sá Freire Vieitas JuniorMembro - Conselheiro de Administração Independente

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias500.058.2382.560
Preferenciais00
Total500.058.2382.560

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.