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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 24180Versão 1Recebida em 08/02/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de IRB-BRASIL RESSEGUROS S.A.

IRB-BRASIL RESSEGUROS S.A. · CNPJ 33.376.989/0001-91

IRB-BRASIL RESSEGUROS S.A.
CNPJ 33.376.989/0001-91
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
IRB-BRASIL RESSEGUROS S.A.
CNPJ
33.376.989/0001-91
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
08/02/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total14.343.21013.638.5305,2%
1.01Ativo Circulante8.334.7967.233.52215,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa25.771217.575−88,2%
1.01.01.01Caixa e bancos25.771217.575−88,2%
1.01.02Aplicações Financeiras1.596.357861.47385,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo1.310.624856.20953,1%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação1.194.064673.46477,3%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda116.560182.745−36,2%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado285.7335.2645.328,1%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento285.7335.2645.328,1%
1.01.03Créditos das Operações3.220.0122.285.03040,9%
1.01.03.01Seguros e Resseguros3.220.0122.285.03040,9%
1.01.03.01.01Operações com Seguradoras2.216.8551.776.50724,8%
1.01.03.01.02Operações com Resseguradoras937.982451.516107,7%
1.01.03.01.03Outros Créditos Operacionais65.17557.00714,3%
1.01.03.01.04Provisão para riscos de créditos00
1.01.03.02Previdência Complementar00
1.01.03.02.01Títulos e Créditos a Receber00
1.01.03.02.02Outros Créditos00
1.01.03.03Capitalização00
1.01.03.04Outras Operações00
1.01.04Títulos e Créditos a Receber149.678137.0259,2%
1.01.04.01Títulos e Créditos a Receber25.67635.376−27,4%
1.01.04.02Créditos Tributários e Previdênciários124.002101.64922,0%
1.01.05Outros Valores e Bens00
1.01.06Empréstimos e Depósitos Compulsórios00
1.01.07Despesas Antecipadas6.1033.32083,8%
1.01.07.01Despesas antecipadas6.1033.32083,8%
1.01.08Despesas de Comercialização Diferidas61.93853.33516,1%
1.01.08.04Custos de Aquisição Diferidos - Seguros61.93853.33516,1%
1.01.09Outros Ativos Circulantes3.274.9373.675.764−10,9%
1.01.09.01Ativos Não Correntes a Venda00
1.01.09.01.01Prêmios - Retrocessão00
1.01.09.01.02Sinistros - Retrocessão00
1.01.09.01.03Outras Provisões00
1.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.09.03Outros3.274.9373.675.764−10,9%
1.01.09.03.01Ativos de Resseguro e Retrocessão - Provisões Técnicas3.274.9373.675.764−10,9%
1.02Ativo Não Circulante6.008.4146.405.008−6,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo5.399.5965.911.246−8,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo4.219.7054.476.881−5,7%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda4.219.7054.476.881−5,7%
1.02.01.01.03Outras Provisões00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado0258.287−100,0%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento0258.287−100,0%
1.02.01.03Créditos das Operações00
1.02.01.04Títulos e Créditos a Receber1.130.4181.114.5001,4%
1.02.01.04.01Títulos e créditos a receber108.54426.728306,1%
1.02.01.04.02Créditos tributários e previdenciários57.868165.066−64,9%
1.02.01.04.03Ativo fiscal diferido335.770351.907−4,6%
1.02.01.04.04Depósitos judiciais e fiscais628.236570.79910,1%
1.02.01.04.05Outros créditos a receber00
1.02.01.05Outros Valores e Bens00
1.02.01.06Empréstimos e Depósitos Compulsórios00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Despesas de Comercialização Diferidas00
1.02.01.09Tributos Diferidos00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes49.47361.578−19,7%
1.02.01.10.01Ativos Não Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.02Investimentos477.135384.76724,0%
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas no País00
1.02.02.01.02Participações em Coligadas no Exterior00
1.02.02.01.05Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento477.135384.76724,0%
1.02.02.02.01Imóveis Destinados a Renda476.991384.66124,0%
1.02.02.02.02Outros Investimentos14410635,8%
1.02.03Imobilizado77.38546.71965,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação77.38546.71965,6%
1.02.03.01.01Imóveis51.37811.940330,3%
1.02.03.01.02Bens Móveis21.50319.21911,9%
1.02.03.01.03Outras Imobilizações4.50415.560−71,1%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível54.29862.276−12,8%
1.02.04.01Intangíveis54.29862.276−12,8%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasAos Administradores e Acionistas IRB-Brasil Resseguros S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais do IRB-Brasil Resseguros S.A. ("Companhia" ou "Resseguradora"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações contábeis do IRB-Brasil Resseguros S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do IRB-Brasil Resseguros S.A. e do IRB-Brasil Resseguros S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, inclusive as aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017 foi planejada e executada considerando que as operações da Companhia e suas controladas não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior.Porque é um PAA Mensuração e reconhecimento das provisões técnicas de contratos de resseguros (Notas 19 e 27.9) Em 31 de dezembro de 2017, a Companhia e suas controladas possuem obrigações derivadas de seus contratos de resseguros que estão registradas na rubrica "Provisões Técnicas - Resseguros e Retrocessões" ("Provisões Técnicas") que totalizam R$ 8.204.275 mil nas demonstrações contábeis consolidadas. A determinação dos valores de provisões técnicas dos contratos de resseguros envolve julgamento relevante da administração na elaboração de metodologias para a mensuração dessas provisões com base em premissas determinadas e suportadas pelas informações e experiência da equipe atuarial da Companhia.Adicionalmente, a administração realiza o teste de adequação de passivos ("TAP") com o objetivo de capturar possíveis deficiências nos valores das obrigações decorrentes dos contratos de resseguro. O TAP envolve a apuração do valor presente dos fluxos de caixa estimados brutos de retrocessão, descontados por taxa obtida por meio do modelo de Svensson para as curvas de cupom de IPCA prefixada e cupom cambial. O TAP também considerou premissas de sinistralidades calculadas conforme descrito na Nota 27.9. Essa foi uma área de foco em nossa auditoria uma vez que o uso de diferentes premissas e metodologia para a mensuração e o reconhecimento dessas provisões técnicas pode resultar em impactos relevantes na mensuração dessas provisões e nos resultados da Companhia.Receita de prêmios emitidos de contratos de resseguros (Notas 25.1 e 27.14)Em 31 de dezembro de 2017, a Companhia e suas controladas auferiram receitas de prêmios de contratos de resseguros que totalizam R$ 5.783.294 mil nas demonstrações contabéis consolidadas. A mensuração da receita de prêmios de contratos de resseguros é um processo complexo em virtude das diversas variáveis que são utilizadas em sua apuração, dentre as quais se destacam: (i) a análise e a aceitação do risco no processo de subscrição (ii) o processamento e a contabilização do prêmio conforme os tipos de contratos - facultativos ou automáticos - e (iii) os critérios de repartição dos prêmios - proporcionais e não proporcionais. Dessa forma, são necessárias a consideração de diversos aspectos na apuração das estimativas e o reconhecimento da receita de prêmios emitidos nos montantes e períodos corretos. Consideramos o reconhecimento da receita de prêmios emitidos de contratos de resseguros como relevante em nosso processo de auditoria devido aos montantes envolvidos e as inúmeras peculiaridades envolvendo o processo de aceitação do risco, bem como o seu reconhecimento contábil. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento e testes da efetividade dos controles internos relevantes relacionados ao processo de registro, avaliação e aprovação das provisões técnicas de resseguros da Companhia e de suas controladas. Consideramos, ainda, os controles de aprovação das notas técnicas atuariais da Companhia e suas controladas pelos responsáveis finais técnicos, confirmando se estes tinham as qualificações e experiência apropriadas.Adicionalmente, testamos as principais premissas financeiras e atuariais utilizadas pela administração na determinação das provisões e comparamos com as premissas utilizadas pelo mercado e/ou com base no histórico da Companhia, bem como procedemos ao recálculo dos principais saldos das provisões técnicas em 31 de dezembro de 2017, testando a exatidão e a integridade das bases de dados de emissão de apólices e de sinistros utilizadas, por meio de técnicas de auditoria por computador. Consideramos que as premissas utilizadas na determinação das provisões técnicas são razoáveis, o resultado do cálculo das provisões reflete as premissas utilizadas e as divulgações efetuadas são consistentes com as informações obtidas. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:Entendimento e teste da efetividade dos controles internos relevantes do processo de subscrição, de reconhecimento da receita de prêmios emitidos e dos sistemas relevantes de tecnologia da informação que suportam esses processo s e controles.Utilização de técnicas de auditoria por computador para confirmar a integridade dos dados operacionais de prêmios emitidos para posterior comparação com os montantes registrados no sistema contábil. Em base amostral, testes de transações das operações de resseguros com foco nas confirmações das variáveis contratuais mencionadas, inspeção de documentação-suporte (contratos e apólices), e análise da aderência às políticas aplicadas para o reconhecimento dos prêmios efetivos e estimados derivados dos referidos contratos e apólices.Testes de liquidação subsequente de prêmios emitidos, com a inspeção de documentos que comprovem o recebimento dos montantes registrados contabilmente. Como resultado da aplicação desses procedimentos, consideramos que as variáveis utilizadas no reconhecimento da receita de prêmios emitidos de contratos de resseguros são consistentes com as políticas contábeis da Companhia e suas controladas.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Resseguradora e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS e da SUSEP, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Resseguradora. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração da Resseguradora é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, inclusive as aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Resseguradora continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Resseguradora ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Resseguradora são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Resseguradora e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Resseguradora. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Resseguradora a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 7 de fevereiro de 2018PricewaterhouseCoopers Auditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Patricio Marques RocheContador CRC 1RJ081115/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISOs Diretores do IRB Brasil Resseguros S.A. ("Companhia") declaram, para os fins do disposto no parágrafo 1º, do artigo 25, inciso VI, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que reviram, discutiram e concordam com as informações contidas nas demonstrações contábeis da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017.Rio de Janeiro, 07 de fevereiro de 2018JOSÉ CARLOS CARDOSOPresidente FERNANDO PASSOSVice-Presidente Financeiro e de Relações com InvestidoresLUCIA MARIA DA SILVA VALLEVice-Presidente Executiva de Riscos e Compliance

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório dos Auditores IndependentesOs Diretores do IRB Brasil Resseguros S.A. ("Companhia") declaram, para os fins do disposto no parágrafo 1º, do artigo 25, inciso V, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no Relatório emitido pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, sem ressalvas, referente às demonstrações contábeis individuais e consolidadas do exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Rio de Janeiro, 07 de fevereiro de 2018.JOSÉ CARLOS CARDOSOPresidente FERNANDO PASSOSVice-Presidente Financeiro e de Relações com InvestidoresLUCIA MARIA DA SILVA VALLEVice-Presidente Executiva de Riscos e Compliance

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO CONSELHO FISCAL DO IRB-BRASIL RESSEGUROS S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, procedeu ao exame das Demonstrações Contábeis do IRB-Brasil Resseguros S.A., relativas ao exercício de 2017. Com base nesse exame e à luz do relatório sem ressalvas da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, de 07 de fevereiro de 2018, é da opinião que os referidos documentos refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas pela sociedade no período e reúnem condições de serem submetidos à apreciação e aprovação dos Senhores Acionistas.Rio de Janeiro, 7 de fevereiro de 2018Haydewaldo Roberto Chamberlain da CostaPresidenteNara de Deus VieiraConselheiroLíscio Fábio de Brasil CamargoConselheiro

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria referente às Demonstrações Contábeis do Exercício de 2017.O IRB-Brasil Resseguros S.A. (IRB Brasil RE), sociedade anônima, regido pelo seu Estatuto Social e pela legislação vigente que lhe for aplicável, tem por objeto efetuar operações de resseguro e retrocessão no País e no Exterior.O Comitê de Auditoria do IRB Brasil RE, é órgão consultivo estatutário, constituído em consonância com a Resolução CNSP 321/2015, que se reporta diretamente ao Conselho de Administração e tem por finalidade: (i) assessorar o Conselho de Administração em suas funções de auditoria e fiscalização, principalmente no acompanhamento dos princípios e normas contábeis e das demonstrações financeiras da Empresa (ii) avaliar a efetividade e suficiência do sistema de controles internos e de gestão de riscos e (iii) avaliar a efetividade das auditorias independente e interna, inclusive quanto à verificação do cumprimento de dispositivos legais e normativos aplicáveis à Empresa, além de regulamentos e políticas internas. É composto por um integrante do Conselho de Administração, o qual não participa da Diretoria Estatutária e quatro membros independentes, não-vinculados à administração da Companhia.O presente relatório, emitido em observância ao artigo 136 da Resolução CNSP 321/2015, apresenta as atividades desenvolvidas no exercício de 2017, relativas ao acompanhamento das ações visando às demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2017.Como resultado dos trabalhos, foram analisadas as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2017. A análise baseou-se nas informações recebidas nas reuniões com: (i) a Administração (ii) auditores externos (iii) auditoria interna (iv) responsáveis pelo gerenciamento de riscos e de controles internos (v) gestor da área contábil-orçamentária e (vi) demais áreas operacionais e administrativas.As demonstrações contábeis do IRB, incluídas as notas explicativas, foram revistas pela empresa de auditoria independente externa, PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes. A Administração do IRB Brasil RE, responsável pela elaboração, apresentação e integridade das demonstrações contábeis da Companhia, forneceu ao auditor independente todos os dados, documentações, informações e condições necessárias para o efetivo desempenho do objeto da prestação de seus serviços. As demonstrações contábeis encerradas em 31.12.2017 foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, introduzidas pelos pronunciamentos técnicos emitidos pelo Código de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e homologados pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Os controles internos e o gerenciamento de riscos têm sido motivo de constante avaliação e acompanhamento por parte deste Comitê, por meio de reuniões periódicas com a Gerência de Compliance Gerência de Riscos Corporativos e com a participação da Vice-Presidente Executiva de Riscos e Compliance. A Administração do IRB Brasil RE continuou atuando no aperfeiçoamento do Sistema de Controles Internos e da gestão de riscos, visando torná-lo efetivo e adequado ao atual porte e complexidade dos negócios.O Comitê manteve com os auditores externos um canal regular de comunicação para discussão dos resultados da auditoria e de aspectos contábeis relevantes, o que permitiu aos seus membros avaliar a qualidade dos trabalhos realizados e as situações que pudessem afetar a efetividade, a objetividade e a independência da auditoria externa, dando como plenamente satisfatório os trabalhos desenvolvidos.No período em questão e considerada a forma jurídica da Companhia, a Auditoria Interna passou por nova estruturação.De acordo com as informações prestadas pela auditoria externa, auditoria interna e área contábil, não foi constatado qualquer registro de denúncia de descumprimento de normas, ausência de controles, ato ou omissão por parte da Administração da Companhia, que indicasse a existência ou evidência de fraudes, falhas ou erros que colocassem em risco a continuidade da Companhia ou a fidedignidade de suas demonstrações contábeis.A Companhia mantém sucursal em Londres, cujas operações encontram-se em processo de descontinuidade (run off) e na Argentina, cujas operações iniciaram-se em 2011. Os saldos dessas sucursais compõem os saldos individuais das demonstrações contábeis do IRB Brasil RE, sendo que os mesmos também foram auditados pela PwC.A revisão das Demonstrações Contábeis de 31 de dezembro de 2017 foi realizada pela PricewaterhouseCoopers com eficiência e independência atendendo, em sua totalidade, os termos do Contrato firmado, tendo emitido o relatório de revisão, datado de 7 de fevereiro de 2018, e apresentado de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários.Assim sendo, o Comitê entende que as Demonstrações Contábeis do IRB Brasil RE, findas em 31 de dezembro de 2017, elaboradas de acordo com as normas legais, regulamentares e as práticas contábeis adotadas no Brasil, estão aptas para manifestação pelo Conselho de Administração.Rio de Janeiro, 7 de fevereiro de 2018.Nelson MachadoPresidenteAdriana Queiroz de Carvalho Membro Leonardo Giuberti MattediMembroMarco Antonio da Silva Barros Membro Paulo Pereira FerreiraMembro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.