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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201698 páginasCódigo CVM 3980Versão 1Recebida em 22/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de GERDAU S.A.

GERDAU S.A. · CNPJ 33.611.500/0001-19

GERDAU S.A.
CNPJ 33.611.500/0001-19
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
GERDAU S.A.
CNPJ
33.611.500/0001-19
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
98
Ano de referência
2016*
Publicado em
22/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total54.635.14170.094.709−22,1%
1.01Ativo Circulante17.796.74022.177.498−19,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa5.063.3835.648.080−10,4%
1.01.02Aplicações Financeiras1.024.4111.270.760−19,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo1.024.4111.270.760−19,4%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação1.024.4111.270.760−19,4%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber4.245.5945.041.566−15,8%
1.01.03.01Clientes3.576.6994.587.426−22,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber668.895454.14047,3%
1.01.04Estoques6.332.7308.781.113−27,9%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar1.128.0651.397.998−19,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.128.0651.397.998−19,3%
1.01.06.01.01Créditos Tributários504.429673.155−25,1%
1.01.06.01.02Imposto de Renda/Contribuição Social a recuperar623.636724.843−14,0%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes2.55737.981−93,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros2.55737.981−93,3%
1.01.08.03.01Ganhos não realizados com derivativos2.55737.981−93,3%
1.02Ativo Não Circulante36.838.40147.917.211−23,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo5.897.7096.779.812−13,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber447.260490.583−8,8%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber447.260490.583−8,8%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos3.407.2304.307.462−20,9%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos3.407.2304.307.462−20,9%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas57.54154.4025,8%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.985.6781.927.3653,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Outros00—
1.02.01.09.04Ganhos não realizados com derivativos10.3945.62084,9%
1.02.01.09.05Depósitos judiciais1.861.7841.703.3679,3%
1.02.01.09.06Gastos antecipados com plano de pensão56.797140.388−59,5%
1.02.01.09.07Créditos Tributários56.70377.990−27,3%
1.02.02Investimentos798.8441.392.882−42,6%
1.02.02.01Participações Societárias798.8441.392.882−42,6%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas798.8441.392.882−42,6%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.02.02.01Adiantamento para Futuro Investimento em Participação Societária00—
1.02.03Imobilizado19.351.89122.784.326−15,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível10.789.95716.960.191−36,4%
1.02.04.01Intangíveis1.319.9411.835.761−28,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Outros intangíveis1.319.9411.835.761−28,1%
1.02.04.02Goodwill9.470.01615.124.430−37,4%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasGerdau S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Gerdau S.A. (a "Companhia") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Gerdau S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Gerdau S.A. e da Gerdau S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria doexercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos umaopinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAAInvestigações e processos no âmbito da Operação Zelotes (Nota 17)Certas sociedades controladas pela Companhia são partes em processos administrativos e judiciais que discutem a dedutibilidade de ágio originado em reorganização societária e a tributação de lucros gerados no exterior. Para esses processos, não foram constituídas provisões, tendo em vista que a avaliação de risco de perda foi classificada como "possível" pela administração da Companhia, a partir da análise de seus consultores jurídicos tributários. Parte das decisões obtidas no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais - CARF relacionada a esses processos, e outros temas envolvendo a Companhia no âmbito da denominada Operação Zelotes, estão sendo investigadas por autoridades federais brasileiras, incluindo o Poder Judiciário, a fim de apurar supostos atos ilícitos. Internamente, em relação a esses temas, a Companhia contratou profissionais independentes para investigação. Tanto a investigação interna como as investigações das autoridades brasileiras, inclusive pelo Poder Judiciário, estão em andamento. Em 26 de maio de 2016, adquirentes de certificados norte-americanos de depósitos de ações (ADRs - American Depositary Receipts) ajuizaram, na Corte Distrital dos Estados Unidos, ação coletiva (Class Action) contra a Companhia, e alguns de seus administradores e ex-administradores, demandando ressarcimento por perdas em decorrência das comunicações feitas em relação ao assunto descrito no parágrafo anterior, bem como em função de perdas em conexão com o assunto referente às aquisições de participações minoritárias da Companhia, tratado no PAA a seguir. Em razão dos estágios das investigações e da Class Action, a administração concluiu não ser possível estimar o desfecho e o montante de eventuais perdas e, por esse motivo, não constituiu provisão para perdas. Consideramos esses temas como um dos principais assuntos de auditoria, tendo em vista o elevado grau de julgamento e a complexidade dos processos, bem como seus potenciais desdobramentos, inclusive no que diz respeito às eventuais sanções, penalidades e contingências, que podem trazer impactos nas demonstrações financeiras da Companhia.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaEntre outros procedimentos de auditoria, para dar respostas a esses temas, destacamos a seguir os principais procedimentos de auditoria executados.No que diz respeito aos riscos dos processos tributários obtivemos cartas dos advogados patrocinadores das causas confirmando suas posições quanto às probabilidades de perda e quanto aos valores envolvidos. Também, obtivemos acesso a pareceres de outros assessores jurídicos tributários contratados pela administração para avaliação independente e, em conjunto com nossos especialistas tributários, efetuamos a leitura das cartas e pareceres emitidos. Em relação às alegações no âmbito da Operação Zelotes, com o apoio de nossos especialistas forenses, efetuamos reuniões com os profissionais independentes contratados pela Companhia para a investigação interna, com o objetivo de entender o escopo, a extensão, a metodologia e os resultados dessa investigação até a presente data. Também, discutimos com membros da administração, do Comitê Especial da Investigação e do Conselho de Administração sobre se a Companhia cumpre os aspectos da legislação anticorrupção, à luz das evidências e informações disponíveis. Adicionalmente, obtivemos carta de advogado que acompanha as investigações conduzidas pelas autoridades federais brasileiras, inclusive pelo Poder Judiciário. No que diz respeito a Class Action, obtivemos confirmação de advogado que representa a Companhia e confirmamos sua manifestação quanto a não ser possível estimar, no momento, o desfecho e/ou a necessidade de provisões, considerando o atual estágio do processo. Consideramos que as divulgações nas notas explicativas estão consistentes com as informações e representações obtidas.Porque é um PAAProcesso Administrativo Sancionador (CVM) (Nota 17)A Companhia adquiriu participações societárias adicionais em certas sociedades controladas de capital fechado, no exercício de 2015, no montante total de R$ 1.9 bilhão. Essa transação está sendo questionada em Processo Administrativo Sancionador movido pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM. A administração da Companhia considerou que, em função do estágio das discussões, não há elementos suficientes para concluir quanto à existência de obrigações e, dessa forma, não constituiu provisão para fazer frente a possíveis multas ou indenizações relacionadas a esse assunto.Esse tema foi foco de nossa auditoria dada a relevância da transação e o elevado grau de julgamento no que diz respeito aos aspectos de cumprimento ou descumprimento das leis e dos regulamentos.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaEm relação a esse tema, executamos procedimentos de auditoria, considerando, entre outros os descritos a seguir.Solicitamos e obtivemos posição do consultor jurídico contratado pela administração da Companhia, que avaliou o processo decisório relacionado com essa transação à luz das normas regulatórias e da legislação societária brasileira. Efetuamos a leitura do documento do consultor jurídico e discutimos com a administração e órgãos de governança, incluindo as bases para determinar a não constituição de provisão para perdas. Consideramos que as divulgações efetuadas nas notas explicativas são consistentes com os documentos inspecionados e as informações recebidas.Porque é um PAATeste de impairment de ágio e ativo imobilizado (Nota 28)Em 31 de dezembro de 2016, a Companhia registrou perdas por impairment de ágio e ativo imobilizado, em controladas, no montante de R$ 2.9 bilhões. Consideramos o risco de impairment de ágio e ativo imobilizado como um dos principais assuntos de auditoria em função da magnitude dos saldos de ágio e de ativo imobilizado e da complexidade envolvida nas análises de recuperabilidade desses ativos, uma vez que envolvem julgamentos significativos em relação a estimativa dos fluxos de caixa futuros descontados, que por sua vez consideram premissas e taxas de descontos que são afetadas por condições macroeconômicas e de mercado. Variações nesses julgamentos e premissas podem trazer impactos relevantes nas demonstrações financeiras.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros, o entendimento e avaliação da efetividade dos controles internos que suportam a avaliação de impairment de ativos de vida útil definida e indefinida a verificação do modelo de mensuração adotado e testes dos cálculos teste de reconciliação dos fluxos de caixa futuros com os planos de negócios aprovados pela administração da Companhia avaliação da razoabilidade das principais premissas adotadas nas projeções, inclusive a razoabilidade das divulgações relacionadas com a sensibilidade das premissas significativas divulgadas nas notas explicativas. Consideramos que as contabilizações efetuadas e as divulgações nas notas explicativas são consistentes com documentos e informações obtidos em nossos procedimentos de auditoria.Porque é um PAARecuperabilidade de tributos diferidos ativos (nota 8)Em 31 de dezembro de 2016, a Companhia e suas controladas possuem registrado R$ 3.4 bilhões de créditos tributários (IRPJ e CSLL) diferidos reconhecidos em seu balanço patrimonial.Consideramos que esse foi um dos principais assuntos na nossa auditoria porque além de relevante, a realização desses créditos depende do êxito da administração em atingir os resultados projetados em cada empresa do Grupo, estimadas com base em premissas e previsões de condições macroeconômicas futuras e de mercado e condicionantes a limitações das regras tributárias em cada jurisdição.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria, os quais foram realizados com apoio de especialistas tributários incluíram, dentre outros, a avaliação da razoabilidade das premissas significativas, metodologia e dados utilizados nos estudos de recuperabilidade dos créditos tributários diferidos e da consistência dessas premissas com os planos de negócio aprovados pelo Conselho de Administração e testes dos cálculos inseridos nesses estudos, respeitando as limitações das regras tributárias em cada jurisdição.A análise de recuperabilidade efetuada pela administração, bem como os dados e premissas utilizados, são consistentes com as contabilizações e divulgações efetuadas.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidade do auditor pela auditoria da demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Porto Alegre, 21 de fevereiro de 2017PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 "F" RJAdriano MachadoContador CRC 1PR042584/O-7 "S" RJ

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras (Controladora e Consolidado), relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016.Rio de Janeiro, 21 de fevereiro de 2017.Diretor Presidente - André Bier Gerdau JohannpeterDiretor Vice-Presidente - Claudio JohannpeterDiretor Vice-Presidente - Guilherme Chagas Gerdau JohannpeterDiretor Vice-Presidente - Francisco Deppermann FortesDiretor Vice-Presidente - Harley Lorentz Scardoelli

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com a opinião expressa no Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras (Controladora e Consolidado), emitido nesta data, e relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016.Rio de Janeiro, 21 de fevereiro de 2017.Diretor Presidente - André Bier Gerdau JohannpeterDiretor Vice-Presidente - Claudio JohannpeterDiretor Vice-Presidente - Guilherme Chagas Gerdau JohannpeterDiretor Vice-Presidente - Francisco Deppermann FortesDiretor Vice-Presidente - Harley Lorentz Scardoelli

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Gerdau S.A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras Individuais da Controladora e Consolidadas da Companhia elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), todos referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016 e aprovados pelo Conselho de Administração da Companhia em 21 de fevereiro de 2017. Com base nos exames efetuados, considerando, ainda, o relatório da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, datado de 21 de fevereiro de 2017, bem como as informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício, opina que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária de Acionistas.Porto Alegre, 21 de fevereiro de 2017.Bolívar CharneskiCarlos Roberto SchröderHayton Jurema da RochaGeraldo ToffanelloVanessa Claro Lopes

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.