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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016171 páginasCódigo CVM 12793Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 17/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de FIBRIA CELULOSE S/A

FIBRIA CELULOSE S/A · CNPJ 60.643.228/0001-21

Versões deste exercício: v1 (30/01/2017) · v2 (17/02/2017), esta

FIBRIA CELULOSE S/A
CNPJ 60.643.228/0001-21
DFP 2016 (V2)
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
FIBRIA CELULOSE S/A
CNPJ
60.643.228/0001-21
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
171
Ano de referência
2016*
Publicado em
17/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total34.440.32829.433.97817,0%
1.01Ativo Circulante7.516.8565.460.57837,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.660.0731.077.651146,8%
1.01.02Aplicações Financeiras2.033.1591.411.86444,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo2.033.1591.411.86444,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação2.033.1591.411.86444,0%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber634.987742.352−14,5%
1.01.03.01Clientes634.987742.352−14,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.03.02.01Contas a receber relativo a venda de terras e benfeitorias00—
1.01.04Estoques1.638.0141.571.1464,3%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar144.182462.487−68,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar144.182462.487−68,8%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes406.441195.078108,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros406.441195.078108,3%
1.01.08.03.01Instrumentos Financeiros Derivativos256.72326.795858,1%
1.01.08.03.02Outros ativos149.718168.283−11,0%
1.02Ativo Não Circulante26.923.47223.973.40012,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo9.110.1989.896.609−7,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado5.68868.142−91,7%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento5.68868.142−91,7%
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos4.351.6414.114.9985,8%
1.02.01.06Tributos Diferidos1.210.5412.399.213−49,5%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.210.5412.399.213−49,5%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas9.77711.714−16,5%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas9.77711.714−16,5%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes3.532.5513.302.5427,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda598.257598.2570,0%
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Instrumentos Financeiros Derivativos242.323273.694−11,5%
1.02.01.09.04Impostos a Recuperar1.717.9011.511.97113,6%
1.02.01.09.05Adiantamento a Fornecedores664.381630.5625,4%
1.02.01.09.06Demais Contas a Receber111.03292.71419,8%
1.02.01.09.07Depósitos Judiciais198.657195.3441,7%
1.02.02Investimentos130.388137.771−5,4%
1.02.02.01Participações Societárias130.388137.771−5,4%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias130.388137.771−5,4%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado13.107.1929.433.38638,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação8.642.1218.966.368−3,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento4.465.071467.018856,1%
1.02.04Intangível4.575.6944.505.6341,6%
1.02.04.01Intangíveis4.575.6944.505.6341,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangíveis4.575.6944.505.6341,6%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAosAcionistas e Administradores daFibria Celulose S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Fibria Celulose S.A. ("Companhia"), identificadas como "Controladora" e "Consolidado", que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Fibria Celulose S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidade do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Ativos biológicos mensurados ao valor justoConforme divulgado nas notas explicativas nº 2.14 e nº 18, a Companhia realiza semestralmente a apuração de valor justo de seu ativo biológico através de modelo financeiro de fluxo de caixa descontado. Essa metodologia prevê que a Administração adote premissas, também revisadas semestralmente, baseadas em informações geradas por relatórios internos e fontes externas.Ajustes nas premissas utilizadas no cálculo do ativo biológico podem, potencialmente, gerar efeitos significativos nas demonstrações contábeis nas rubricas "Ativo Biológico" no grupo de Ativo Não Circulante e em "Custos dos produtos vendidos" e "Outras receitas operacionais liquidas" no Resultado do Exercício. Como o escopo de nossa auditoria respondeu ao assuntoAvaliamos para o exercício corrente a metodologia de cálculo do modelo de fluxo de caixa descontado, analisamos a integridade das informações, testamos e avaliamos os controles internos envolvidos na elaboração das informações utilizadas, além disso, também avaliamos a adequação da metodologia de apuração de preço de madeira apresentada por empresa terceirizada.Reconhecimento e mensuração de ativo imobilizado relacionado ao projeto de expansãoConforme divulgado na nota explicativa nº 1 (c), as obras relativas ao Projeto Horizonte 2 para expansão da unidade de Três Lagoas no Mato Grosso do Sul, encontram-se em andamento.Devido a representatividade dos valores envolvidos na construção deste empreendimento e da quantidade de fornecedores contratados, eventuais falhas nos controles internos da Companhia poderiam originar um ativo imobilizado registrado incorretamente.Como o escopo de nossa auditoria respondeu ao assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram análise de contratos, comparação dos investimentos realizados com o orçamento do projeto, revisão de controles internos relacionados aos processos de contratação dos fornecedores, inspeção física dos ativos e documentação relacionada, análise e acompanhamento do cronograma físico financeiro do projeto e das informações contábeis divulgadas ao mercado.Avaliação de impairment sobre Ágio AracruzConforme descrito na Nota Explicativa nº 38 (a) às demonstrações contábeis, a Companhia mantém registrado, em 31 de dezembro de 2016, ágio baseado em expectativa de rentabilidade futura alocado à UGC Aracruz em montante de R$ 4.230 milhões. A Administração avalia anualmente o risco de impairment dessa unidade geradora de caixa, baseada em projeções de fluxo de caixa futuro, em que qualquer ajuste nas premissas utilizadas pode gerar efeitos significativos no resultado da avaliação e eventuais impactos nas demonstrações contábeis da Companhia.Como o escopo de nossa auditoria respondeu ao assuntoAvaliamos e questionamos as premissas utilizadas na elaboração do fluxo de caixa futuro preparado pela Administração, bem como a metodologia usada na sua elaboração, efetuando, inclusive, a comparação com os seus planos mais recentes de negócios. Ainda, efetuamos teste de sensibilidade nas principais variáveis do modelo, além de questionarmos e corroborarmos com informações setoriais e históricas as principais premissas adotadas pela Administração para definição do preço líquido médio da celulose e das taxas de câmbio e de desconto utilizadas pela Companhia. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior As demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2015, apresentadas para fins de comparação com o exercício de 31 de dezembro de 2016, foram auditadas por outros auditores independentes, que emitiram relatório sem modificação de opinião datado de 27 de janeiro de 2016.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Com base no trabalho realizado no Relatório da Administração, não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstancias, mas não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidencias de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 27 de janeiro de 2017 BDO RCS Auditores Independentes SSCRC 2SP 013846/O-1Eduardo Affonso de VasconcelosContador - CRC-1SP166001/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOOs Diretores da Fibria Celulose S.A., inscrita no Ministério da Fazenda sob o CNPJ nº 60.643.228/0001-21, com sede na Rua Fidêncio Ramos, nº 302, 3º andar - torre B, Vila Olímpia, São Paulo, declaram para os fins do disposto no § 1º, do artigo 25, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que:a)revisaram, discutiram e concordaram com as conclusões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da companhia, individuais e consolidadas, do exercício findo em 31 de dezembro de 2016. b)revisaram, discutiram e concordaram com demonstrações financeiras da Companhia, individuais e consolidadas, do exercício findo em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 27 de janeiro de 2017.Fibria Celulose S.A./s/ Marcelo Strufaldi CastelliDiretor Presidente/s/ Guilherme Perboyre CavalcantiDiretor Financeiro e de Relação com Investidores/s/ Aires GalhardoDiretor de Operações/s/ Wellington Angelo Loureiro GiacominDiretor de Logística e Suprimentos/s/ Maria Luiza de Oliveira Pinto e Paiva Diretora de Sustentabilidade e Relações Corporativas/s/ Luiz Fernando Torres Pinto Diretor de Desenvolvimento Humano e Organizacional

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOOs Diretores da Fibria Celulose S.A., inscrita no Ministério da Fazenda sob o CNPJ nº 60.643.228/0001-21, com sede na Rua Fidêncio Ramos, nº 302, 3º andar - torre B, Vila Olímpia, São Paulo, declaram para os fins do disposto no § 1º, do artigo 25, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que:a)revisaram, discutiram e concordaram com as conclusões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da companhia, individuais e consolidadas, do exercício findo em 31 de dezembro de 2016. b)revisaram, discutiram e concordaram com demonstrações financeiras da Companhia, individuais e consolidadas, do exercício findo em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 27 de janeiro de 2017.Fibria Celulose S.A./s/ Marcelo Strufaldi CastelliDiretor Presidente/s/ Guilherme Perboyre CavalcantiDiretor Financeiro e de Relação com Investidores/s/ Aires GalhardoDiretor de Operações/s/ Wellington Angelo Loureiro GiacominDiretor de Logística e Suprimentos/s/ Maria Luiza de Oliveira Pinto e Paiva Diretora de Sustentabilidade e Relações Corporativas/s/ Luiz Fernando Torres Pinto Diretor de Desenvolvimento Humano e Organizacional

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

FIBRIA CELULOSE S.A.Companhia AbertaCNPJ/MF n.º 60.643.228/0001-21NIRE 35.300.022.807Parecer do Conselho Fiscal O Conselho Fiscal da FIBRIA CELULOSE S.A. ("Fibria" ou "Companhia"), em conformidade com as atribuições previstas no art. 163 da Lei 6.404/76, em reunião realizada em 27 de janeiro de 2017 na sede da Companhia, examinou as Demonstrações Financeiras: Individual (controladora) e Consolidada (Fibria e suas controladas) e as notas explicativas integrantes das mesmas, o Relatório Anual da Administração e os demais demonstrativos elaborados pela Companhia, relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, bem como as propostas neles contidas, inclusive a proposta de orçamento de capital para o exercício social de 2017. Com base nos exames efetuados e considerando-se ainda o parecer dos auditores independentes, BDO RCS Auditores Independentes SS, datado de 27 de janeiro de 2017, apresentado sem ressalvas, bem como as informações e esclarecimentos prestados por representantes da Companhia no decorrer do exercício, os membros do Conselho Fiscal abaixo assinados concluíram por unanimidade, em consonância com o disposto no art. 163 da Lei 6.404/76, opinar favoravelmente quanto ao encaminhamento dos referidos documentos e propostas para aprovação da Assembléia Geral Ordinária do exercício de 2016.São Paulo, 27 de janeiro de 2017.Mauricio Aquino HalewiczPresidente do ConselhoGilsomar Maia SebastiãoConselheiroRaphael Manhães MartinsConselheiroFIBRIA CELULOSE S.A.Companhia AbertaCNPJ/MF n.º 60.643.228/0001-21NIRE 35.300.022.807Relatório do Comitê de Auditoria Estatutário Os membros do Comitê de Auditoria Estatutário da Fibria Celulose S.A., no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no Regimento Interno do próprio comitê, procederam à análise das demonstrações financeiras, acompanhadas do relatório dos auditores independentes e do relatório anual da administração relativo ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016 ("Demonstrações Financeiras Anuais de 2016"). Tomando em conta as informações prestadas pela administração da Companhia e pela BDO RCS Auditores Independentes S/S, bem como a proposta de destinação do resultado do exercício de 2016, considerando que este reflete adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimonial e financeira da Companhia e de suas controladas, e recomendam, por unanimidade, a aprovação dos documentos pelo Conselho de Administração da Companhia e o seu encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária de Acionistas, nos termos da Lei das Sociedades por Ações. São Paulo, 27 de janeiro de 2017.Maria Paula Soares AranhaCoordenadora do ComitêJosé Écio Pereira da Costa Junior MembroJúlio Sérgio de Souza CardozoMembro e Especialista Financeiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.