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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201591 páginasCódigo CVM 16632Versão 1Recebida em 04/05/2016valores em R$ mil

DFP 2015 de DEXXOS PARTICIPACOES S.A.

DEXXOS PARTICIPACOES S.A. · CNPJ 02.193.750/0001-52

DEXXOS PARTICIPACOES S.A.
CNPJ 02.193.750/0001-52
DFP 2015
Exercício 2015
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Metadados

Empresa
DEXXOS PARTICIPACOES S.A.
CNPJ
02.193.750/0001-52
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
91
Ano de referência
2015*
Publicado em
04/05/2016 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:58

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201531/12/2014Var.
1Ativo Total710.682689.1433,1%
1.01Ativo Circulante308.740289.4416,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.0532.930−64,1%
1.01.02Aplicações Financeiras63857311,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber26.27326.644−1,4%
1.01.03.01Clientes16.1527.329120,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber10.12119.315−47,6%
1.01.03.02.01Outros Ativos Financeiros00—
1.01.04Estoques33.35525.06433,1%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar19.47622.390−13,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar19.47622.390−13,0%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes227.945211.8407,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros227.945211.8407,6%
1.01.08.03.01Bens e direitos a realizar20.8213.959425,9%
1.01.08.03.03Bens destinados a venda206.266206.398−0,1%
1.01.08.03.04Bancos contas vinculadas8581.483−42,1%
1.02Ativo Não Circulante401.942399.7020,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo120.486126.105−4,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber3.2391122.792,0%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber3.2391122.792,0%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas1.8381.7365,9%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas1.8381.7365,9%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes115.409124.257−7,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos a Recuperar916976−6,1%
1.02.01.09.04Bens e direitos a realizar59.51672.702−18,1%
1.02.01.09.05Depósitos Judiciais54.97750.5798,7%
1.02.02Investimentos116.612114.3821,9%
1.02.02.01Participações Societárias116.612114.3821,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas116.612114.3821,9%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado164.022158.3873,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação164.022158.3873,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível822828−0,7%
1.02.04.01Intangíveis822828−0,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAdministradores e Acionistas daGPC Participações S.A. - Em recuperação judicialRio de Janeiro - RJIntroduçãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, da GPC Participações S.A. - Em recuperação judicial ("Companhia") identificada como controladora e consolidado respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeisA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e dessas demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva.Base para opinião com ressalvaInvestimento Apolo Tubulars S.A.Conforme apresentado na Nota Explicativa n°10, a Companhia possui participação indireta na companhia Apolo Tubulars S.A., por meio de sua controlada Apolo Tubos e Equipamentos S.A no montante de R$ 93.496 mil. As demonstrações contábeis da Apolo Tubulars S.A. estão sendo examinadas por outros auditores independentes que ainda não emitiram o seu relatório de auditoria até a data da emissão deste relatório. Além disso, não nos foram disponibilizados os papéis de trabalho desenvolvidos por esses auditores independentes para que pudéssemos aplicar procedimentos de revisão com o objetivo de compreender o alcance da auditoria e as evidências obtidas em consonância ao requerido pela NBC TA 600 - Considerações Especiais - Auditorias de Demonstrações Contábeis de Grupos, incluindo o Trabalho dos Auditores dos Componentes. Consequentemente, não nos foi possível, nas circunstâncias, efetuar procedimentos alternativos de auditoria que possibilitem mensurar o valor adequado do investimento e da equivalência patrimonial da controlada e os seus possíveis efeitos que possa advir, se houver, nas demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2015.OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada da GPC Participações S.A. - Em recuperação judicial em 31 de dezembro de 2015, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo Accounting Stardards Board (IASB).Opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis consolidadasEm nossa opinião, exceto quanto aos possíveis efeitos decorrentes dos assuntos mencionados no parágrafo base para opinião com ressalva acima, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da GPC Participações S.A. - Em recuperação judicial em 31 de dezembro de 2015, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfasesContinuidade operacionalA Companhia vem apresentando prejuízos recorrentes em suas operações, principalmente decorrentes da sua estrutura de capital e, em 31 de dezembro de 2015, o passivo circulante da Companhia, individual e consolidado, excede o total do ativo circulante em R$69.702 mil e R$97.559 mil, respectivamente. Adicionalmente, a Companhia enfrenta dificuldades na obtenção de novas linhas de financiamento. Como resultado dessa situação, apesar das ações que vinham sendo implementadas pela Administração, conforme descrito na Nota Explicativa nº 1, em 09 de abril de 2013 a Companhia ingressou com pedido de recuperação judicial na Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro nos termos do artigo 51 e seguintes da Lei nº 11.101/05, o qual teve seu processamento deferido em 27 de maio de 2013. A Companhia apresentou em 24 de julho de 2013, o seu Plano de Recuperação Judicial, no qual contempla a estratégia da Administração da Companhia, dentre outros aspectos, sobre a viabilidade econômica do referido Plano, considerando os meios de recuperação a serem utilizados. Nos 30 dias subsequentes à publicação do Plano de Recuperação, tendo em vista a apresentação de oposição por parte de alguns credores, em 18 de outubro de 2013, foi publicado edital para convocação da Assembleia Geral de Credores da Companhia e de suas controladas GPC Química S.A. e Apolo Tubos e Equipamentos S.A., em 1º convocação no dia 05 de novembro de 2013 e em 2º convocação, para o dia 19 de novembro de 2013, para apresentação e votação do Plano de Recuperação Judicial pelos credores.Em 11 de dezembro de 2013, o Juízo da 7ª Vara Empresarial da Capital do Estado do Rio de Janeiro declarou aprovado e homologou o Plano de Recuperação Judicial e seu aditivo, apresentados de forma consolidada pela Companhia e suas controladas Apolo Tubos e Equipamentos S.A. e GPC Química S.A. ("Recuperandas") nos autos do respectivo processo judicial (processo nº 0116330-24.2013.8.19.0001, em trâmite no referido Juízo), e concedeu a Recuperação Judicial das Recuperandas, publicada em 07 de janeiro de 2014. Em 05 de agosto de 2015 foi aprovado, em Assemb leia Geral de Credores, a prorrogação por 6 (seis) meses o prazo originalmente previsto no Plano de Recuperação Judicial, para a alienação da "UPI Terreno Benfica. Em 16 de março de 2016 foi convocada uma nova Assembleia Geral de Credores para deliberar sobre este assunto. Essas condições indicam a existência de incertezas que podem levantar dúvidas quanto à capacidade da continuidade operacional da Companhia. Consequentemente, a continuidade operacional da Companhia depende do sucesso de seu Plano de Recuperação. As demonstrações contábeis foram preparadas considerando que o Plano de Recuperação Judicial da Companhia será executado com êxito. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.Créditos financeiros resultantes do "trânsito em julgado"Conforme mencionado na Nota Explicativa nº 8, a Controlada GPC Química S.A., adquiriu de terceiros, nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2001 e 2002, créditos financeiros resultantes do "trânsito em julgado" de ações de repetição de indébito movidas pelas empresas cedentes, McKinlay S.A ("McKinlay"). e Cooperativa Regional dos Cafeicultores de Guaxupé ("Guaxupé") contra a União Federal, relativos a valores indevidamente recolhidos a título da extinta quota de contribuição sobre a exportação de café, os quais foram compensados pela Companhia com tributos federais devidos. Em 31 de dezembro de 2013, os pedidos de compensação encontravam-se ainda pendentes da decisão final da Receita Federal, quanto à homologação ou não das compensações realizadas, considerando os benefícios para quitação de débitos tributários instituídos pela Lei Federal nº 11.941/2009 (com a redação dada pela Lei Federal nº 12.865/2013), a Companhia decidiu incluir os débitos objeto de compensação no Programa de Recuperação Fiscal (Refis), conforme mencionado na Nota Explicativa nº 16. Dessa forma, à Administração da Companhia optou por reconstituir aos seus ativos, os direitos creditórios contra a União nos montantes atualizados até 31 de dezembro de 2013, de R$ 29.341 mil e R$ 38.177 mil, os quais seriam objeto de execução judicial através de petição apresentada nos próprios autos dos processos originários, e após o recebimento dessa petição, o Juiz federal determinará a manifestação da União Federal Em 18 de julho de 2014 a Administração da Companhia, realizou a execução processual dos créditos oriundos de "Guaxupé", e em setembro de 2014 a Secretaria da Receita Federal reconheceu o direito da GPC Química referente a parte dos créditos adquiridos da "MC Kinley", homologando as compensações de diversos débitos de IRPJ, CSLL, PIS e COFINS. O valor corrigido na data-base de 30 setembro de 2014 foi de R$10.156, onde R$ 9.053 foram utilizados para abater os débitos que haviam entrado no programa Refis e R$1.103 transferido para conta de Impostos a recuperar. A Administração da Companhia, considerando a decisão judicial transitada emjulgado no âmbito da Justiça Federal e consubstanciada na opinião de seus Assessores Legais, entende que, enquanto perdurar a presunção legal de liquidez e certeza quanto aos citados direitos creditórios, é a de que a probabilidade de liquidação é "praticamente certa", portanto, nenhuma provisão para desvalorização sobre esses ativos foi constituída.Em junho de 2015 a União Federal emitiu certidão de precatório referente ao saldo da McKinlay S.A. no montante de R$ 16.237 com previsão de pagamento até dezembro de 2016.Os saldos atualizados dos direitos creditórios em 31 de dezembro de 2015 referentes a McKinlay S.A., e Cooperativa Regional dos Cafeicultores de Guaxupé, somaram os montantes de R$ 16.883 mil e R$ 47.733 mil, respectivamente. Adicionalmente a Companhia não tem nenhum interesse em realizar qualquer tipo de negociação com terceiros interessados, visando à alienação dos créditos financeiros registrados contabilmente nessas demonstrações contábeis. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.Outros assuntosInformação suplementar - Demonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individuais e consolidadas do Valor Adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 03 de maio de 2016.BDO RCS Auditores Independentes SSCRC 2 SP 013846/O-1-S-RJJulian ClementeContador CRC 1SP 197232/0-6-S-RJ

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIAEm observância às disposições da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria da GPC Participações S/A, declara que discutiu, reviu e concordou com as demonstrações financeiras relativas ao período encerrado em 31 de Dezembro de 2015.Rio de Janeiro, 03 de Maio de 2016.Presidente Alcides Morales FilhoDiretor Vice-Presidente Corporativo e de Relações com InvestidoresEmílio Salgado Filho

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIAEm observância às disposições da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria da GPC Participações S/A, declara que discutiu, reviu e concordou com as opiniões expressas no parecer da BDO RCS Auditores Independentes SS.Rio de Janeiro, 03 de maio de 2016Presidente Alcides Morales FilhoDiretor Vice-Presidente Corporativo e de Relações com InvestidoresEmílio Salgado Filho

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALNos termos da Legislação vigente, os membros presentes à reunião do Conselho Fiscal da GPC Participações S.A. - após esclarecimentos prestados por representes da Administração e Auditores Independentes e a análise do seu Parecer - aprovaram, por maioria, registrado o voto contrário do Sr. Alexandre Moreira Cardoso, as Demonstrações Financeiras e o Relatório Anual da Administração relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2015, estando em condições de serem submetidas à apreciação dos Senhores Acionistas da Companhia.Rio de Janeiro, 03 de maio de 2016Adolpho Luiz Laydner JúniorJosé Joaquim Geraldo NetoAlexandre Cardoso

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.