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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012137 páginasCódigo CVM 7811Versão 4 · reapresentaçãoRecebida em 18/11/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de JOAO FORTES ENGENHARIA S A - EM RECUPERACAO JUDICIAL

JOAO FORTES ENGENHARIA S A - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 33.035.536/0001-00

Versões deste exercício: v1 (26/03/2013) · v2 (26/03/2013) · v3 (08/05/2013) · v4 (18/11/2013), esta

JOAO FORTES ENGENHARIA S A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 33.035.536/0001-00
DFP 2012 (V4)
Exercício 2012
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Metadados

Empresa
JOAO FORTES ENGENHARIA S A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
33.035.536/0001-00
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
137
Ano de referência
2012*
Publicado em
18/11/2013 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total2.623.6951.831.86143,2%
1.01Ativo Circulante1.667.0431.025.89762,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa138.55262.887120,3%
1.01.02Aplicações Financeiras60.22652.74014,2%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo60.22652.74014,2%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação55.19948.93112,8%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Instrumentos Financeiros Derivativos Usados para Hedg5.0273.80932,0%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber819.385455.84979,7%
1.01.03.01Clientes778.096453.42971,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber41.2892.4201.606,2%
1.01.04Estoques551.015384.94443,1%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar15.44912.96119,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar15.44912.96119,2%
1.01.07Despesas Antecipadas29.39517.39469,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes53.02139.12235,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros53.02139.12235,5%
1.02Ativo Não Circulante956.652805.96418,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo632.204520.21621,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo5.6455.663−0,3%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Títulos e Valores Mobiliários5000—
1.02.01.01.04Instrumentos Financeiros Derivativos Usados para Hedg5.1455.663−9,1%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber152.772346.282−55,9%
1.02.01.03.01Clientes146.470339.319−56,8%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber6.3026.963−9,5%
1.02.01.04Estoques280.61386.879223,0%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos73.65620.894252,5%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos73.65620.894252,5%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas113.33356.081102,1%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas113.33356.081102,1%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes6.1854.41740,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Outros Ativos6.1854.41740,0%
1.02.02Investimentos279.837213.04931,3%
1.02.02.01Participações Societárias27.79625.3589,6%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas27.79625.3589,6%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento252.041187.69134,3%
1.02.03Imobilizado4.5527.815−41,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação4.5527.815−41,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível40.05964.884−38,3%
1.02.04.01Intangíveis41.19861.673−33,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Softwares3.1091.426118,0%
1.02.04.01.03Projetos38.08960.247−36,8%
1.02.04.02Goodwill−1.1393.211−135,5%
1.02.04.02.01Goodwill−1.1393.211−135,5%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISAos Acionistas e Administradores da:JOÃO FORTES ENGENHARIA S.A.Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da JOÃO FORTES ENGENHARIA S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeisA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), assim como pelos controles internos que a Administração determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, acima referidas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da JOÃO FORTES ENGENHARIA S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Em nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da JOÃO FORTES ENGENHARIA S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Ênfases Orientação OCPC 04Conforme descrito na Nota 2.1, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As demonstrações contábeis consolidadas preparadas de acordo com as IFRS aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária consideram adicionalmente a Orientação OCPC 04 editada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Essa orientação trata do reconhecimento da receita desse setor e envolve assuntos relacionados ao significado e aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle na venda de unidades imobiliárias, conforme descrito em maiores detalhes na Nota 2.22. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Demonstrações financeiras individuaisConforme descrito na nota explicativa n° 2.1 (ii), as demonstrações contábeis individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da JOÃO FORTES ENGENHARIA S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações contábeis separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função deste assunto.Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da Administração, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS, que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Valores correspondentes ao exercício anterior As demonstrações contábeis correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentadas para fins de comparação, foram anteriormente examinados por outros auditores independentes, que emitiram relatório datado de 30 de março de 2012, sem qualquer modificação. Como parte de nosso exame das demonstrações contábeis de 2012, examinamos também as reclassificações descritas na Nota 2.29 que foram efetuadas para alterar as demonstrações contábeis de 2011, apresentadas para fins de comparação. Em nossa opinião, tais reclassificações são apropriadas e foram corretamente efetuadas. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as demonstrações contábeis da Companhia referentes ao exercício de 2011 e, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre as demonstrações contábeis de 2011 tomadas em conjunto. Rio de Janeiro, 08 de maio de 2013.PERFORMANCE AUDITORIA E CONSULTORIA EMPRESARIAL S/SCRC 2BA - 00710/O "S" RJJosé Rena to MendonçaContador - CRC 1BA - 9.749/O "S" RJ

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2012.Rio de Janeiro, 08 de Maio de 2013.FRANCISCO DE ALMEIDA E SILVADiretor Superintendente e de Relações com InvestidoresLUIZ HENRIQUE DE OLIVEIRA RIMESDiretor de NegóciosROBERTO ALEXANDRE DE A. A. Q. CORREADiretor FinanceiroWAGNER TADEU PEREIRA LOFAREDiretor de Operações NacionalJULIA PEREIRA NOBREGADiretora Jurídica

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O PARECER DOS AUDITORESEm conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com o relatório dos auditores independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2012.Rio de Janeiro, 08 de Maio de 2013.FRANCISCO DE ALMEIDA E SILVADiretor Superintendente e de Relações com InvestidoresLUIZ HENRIQUE DE OLIVEIRA RIMESDiretor de NegóciosROBERTO ALEXANDRE DE A. A. Q. CORREADiretor FinanceiroWAGNER TADEU PEREIRA LOFAREDiretor de Operações NacionalJULIA PEREIRA NOBREGADiretora Jurídica

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.