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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 24201Versão 1Recebida em 27/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de STARA S.A. - INDUSTRIA DE IMPLEMENTOS AGRICOLAS

STARA S.A. - INDUSTRIA DE IMPLEMENTOS AGRICOLAS · CNPJ 91.495.499/0001-00

STARA S.A. - INDUSTRIA DE IMPLEMENTOS AGRICOLAS
CNPJ 91.495.499/0001-00
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
STARA S.A. - INDUSTRIA DE IMPLEMENTOS AGRICOLAS
CNPJ
91.495.499/0001-00
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
27/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total624.013576.3118,3%
1.01Ativo Circulante401.073339.76818,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa36.21139.541−8,4%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber167.973124.00635,5%
1.01.03.01Clientes167.973124.00635,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques150.463139.4117,9%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar40.46832.64624,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar40.46832.64624,0%
1.01.06.01.01Impostos a Recuperar36.09517.182110,1%
1.01.06.01.02Imposto de renda e contribuição social a recuperar4.37315.464−71,7%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes5.9584.16443,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros5.9584.16443,1%
1.01.08.03.01Adiantamento a fornecedores5.9584.16443,1%
1.01.08.03.02Outros ativos00
1.02Ativo Não Circulante222.940236.543−5,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo9.62725.525−62,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos6.4135.80210,5%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos6.4135.80210,5%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes3.21419.723−83,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais19951290,2%
1.02.01.09.04Outros ativos3.01519.672−84,7%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado181.390183.878−1,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação181.390183.878−1,4%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível31.92327.14017,6%
1.02.04.01Intangíveis31.92327.14017,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasStara S.A. Indústria de Implementos AgrícolasOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Stara S.A. Indústria de Implementos Agrícolas ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Stara S.A. Indústria de Implementos Agrícolas e sua controlada ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia e da Companhia e sua controlada em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e sua controlada, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017 foi planejada e executada considerando que as operações da Companhia e sua controlada não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior, exceto pela exclusão do assunto relacionado à provisão para créditos de liquidação duvidosa, pois julgamos que, entre os assuntos comunicados aos responsáveis pela governança, esse não foi considerado como um dos mais significativos na auditoria do exercício corrente. Provisão para garantias (Notas explicativas 3(b) e 15(b))Porque é um PAAA Companhia fornece garantias de até um ano para os equipamentos agrícolas autopropulsados, e de até seis meses para os demais produtos.A determinação da provisão para as garantias concedidas aos clientes é calculada com base no percentual histórico de desembolsos e sua estimativa pode mudar em função dos desenvolvimentos dos produtos e peças aplicadas. Portanto, em função dos julgamentos envolvidos e a possibilidade de ocorrer variações entre os valores históricos e os desembolsos efetivos, mantivemos essa área como foco de nossa auditoria. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Nossa resposta de auditoria incluiu a atualização do entendimento e avaliação do ambiente de controles internos considerados relevantes no processo de garantias. Avaliamos também o processo adotado pela administração para a determinação da provisão, incluindo as premissas adotadas quando da apuração do percentual histórico de ocorrências (garantias concedidas), a verificação da base de informações que foram utilizadas na constituição dessa provisão, bem como executamos o recálculo da provisão contabilizada pela Companhia.Nossos procedimentos demonstraram que os julgamentos e premissas utilizados pela administração em relação a esse tema são razoáveis, e as divulgações são consistentes com dados e informações obtidos. Intangíveis - desenvolvimento de produtos (Notas explicativas 2.8(a), 3(c) e 11)Porque é um PAAA Companhia registra no ativo intangível os desembolsos incorridos em conexão com o desenvolvimento de novos produtos.A determinação da natureza dos gastos que podem ser capitalizados envolve julgamentos significativos por parte da administração, incluindo a determinação de que é provável que os projetos têm viabilidade comercial e tecnológica e que, portanto, gerarão benefícios futuros para a Companhia, recuperando os valores capitalizados, de acordo com os requisitos das normas contábeis aplicáveis. Em função dos julgamentos significativos, como acima descrito, esta área permanece como de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossa resposta de auditoria incluiu, principalmente, a atualização do entendimento dos controles e dos processos existentes para o acompanhamento dos projetos, bem como a execução de testes documentais sobre os gastos incorridos nos projetos e a validação da análise da administração que suporta a viabilidade comercial e tecnológica dos projetos capitalizados. Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e premissas utilizados pela administração em relação a esse tema são razoáveis, e as divulgações são consistentes com dados e informações obtidos.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administr ação.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e sua controlada são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e sua controlada.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Porto Alegre, 20 de março de 2018PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 Maurício Colombari Contador CRC 1SP195838/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasDeclaramos, na qualidade de Diretores da Stara S.A. - Indústria de Implementos Agrícolas, pessoa jurídica brasileira de direito privado, com sede e foro na cidade de Não-Me-Toque, Estado do Rio Grande do Sul, na Avenida Stara, nº 519, bairro Stara, CEP. 99470-000, inscrita no CNPJ sob o nº 91.495.499/0001-00, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício findo em 31 de dezembro de 2017, para os fins do Artigo 25, § 1º, inciso V, da Instrução CVM nº 480/09, conforme alterada.Não-Me-Toque/RS, 20 de março de 2018.GILSON LARI TRENNEPOHL - Diretor PresidenteÁTILA STAPELBROEK TRENNEPOHL - Diretor Vice-Presidente ExecutivoCRISTIANO PAIM BUSS - Diretor de Pesquisa e DesenvolvimentoFABIO AUGUSTO BOCASANTA - Diretor Administrativo-FinanceiroLUCAS AREND - Diretor de ManufaturaMARCIO ELIAS FÜLBER - Diretor ComercialRICARDO EBER DIAZ - Diretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaração dos Diretores sobre o Relatório dos Auditores IndependentesDeclaramos, na qualidade de Diretores da Stara S.A. - Indústria de Implementos Agrícolas, pessoa jurídica brasileira de direito privado, com sede e foro na cidade de Não-Me-Toque, Estado do Rio Grande do Sul, na Avenida Stara, nº 519, bairro Stara, CEP. 99470-000, inscrita no CNPJ sob o nº 91.495.499/0001-00, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes referente às demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício findo em 31 de dezembro de 2017, para os fins do Artigo 25, § 1º, inciso V, da Instrução CVM nº 480/09, conforme alterada.Não-Me-Toque/RS, 20 de março de 2018.GILSON LARI TRENNEPOHL - Diretor PresidenteÁTILA STAPELBROEK TRENNEPOHL - Diretor Vice-Presidente ExecutivoCRISTIANO PAIM BUSS - Diretor de Pesquisa e DesenvolvimentoFABIO AUGUSTO BOCASANTA - Diretor Administrativo-FinanceiroLUCAS AREND - Diretor de ManufaturaMARCIO ELIAS FÜLBER - Diretor ComercialRICARDO EBER DIAZ - Diretor de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Não aplicável à Companhia, pois não há Conselho Fiscal ou órgão equivalente instalado.

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Não aplicável à Companhia, pois não há Comitê de Auditoria Estatutário ou órgão equivalente instalado.

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Não aplicável à Companhia, pois não há Comitê de Auditoria Estatutário ou órgão equivalente instalado.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.