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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025139 páginasCódigo CVM 20346Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 27/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de PROFARMA DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS FARMACEUTICOS SA

PROFARMA DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS FARMACEUTICOS SA · CNPJ 45.453.214/0001-51

Versões deste exercício: v1 (16/03/2026) · v2 (27/03/2026), esta

PROFARMA DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS FARMACEUTICOS SA
CNPJ 45.453.214/0001-51
DFP 2025 (V2)
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
PROFARMA DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS FARMACEUTICOS SA
CNPJ
45.453.214/0001-51
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
139
Ano de referência
2025*
Publicado em
27/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total6.234.2755.616.23811,0%
1.01Ativo Circulante4.494.0654.020.09411,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa235.121229.5522,4%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber1.555.9681.393.74011,6%
1.01.03.01Clientes1.555.9681.393.74011,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques2.095.2271.820.45915,1%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar443.618454.958−2,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar443.618454.958−2,5%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes164.131121.38535,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.01.01Instrumentos Financeiros00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros164.131121.38535,2%
1.01.08.03.01Adiantamentos17.21010.75160,1%
1.01.08.03.02Outras contas a receber143.446101.13041,8%
1.01.08.03.03Instrumentos Financeiros3.4759.504−63,4%
1.02Ativo Não Circulante1.740.2101.596.1449,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo277.968290.611−4,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber1.0539995,4%
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber1.0539995,4%
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos226.777234.129−3,1%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos226.777234.129−3,1%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes50.13855.483−9,6%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda1.6062.306−30,4%
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Depositos Judiciais42.37041.0733,2%
1.02.01.10.05Instrumentos Financeiros6846.886−90,1%
1.02.01.10.06Impostos a recuperar5.4785.2185,0%
1.02.02Investimentos1.8582.039−8,9%
1.02.02.01Participações Societárias1.8582.039−8,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas1.8582.039−8,9%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado824.329674.17822,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação824.329674.17822,3%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível636.055629.3161,1%
1.02.04.01Intangíveis636.055629.3161,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Marcas e patentes00—
1.02.04.01.03Softwares00—
1.02.04.01.04Agio00—
1.02.04.01.05Software em desenvolvimento00—
1.02.04.01.09Ponto comercial / Goodwill00—
1.02.04.01.10Outros00—
1.02.04.01.11Intangíveis636.055629.3161,1%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Acionistas, Conselheiros e Diretores daProfarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A.Rio de Janeiro - RJOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Companhia em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foi o mais significativo em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações financeiras. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações financeiras da Companhia.Reconhecimento de receitaConforme mencionado nas Notas 4.2.b e 24, as receitas do Grupo são derivadas da venda de mercadorias, reconhecidas em momento específico do tempo. As vendas são pulverizadas, descentralizadas e ocorrem em grande volume requerendo controles internos e processos que garantam a integridade das operações e o reconhecimento da receita somente quando se dá a transferência de controle das mercadorias.Devido à relevância dos montantes envolvidos e às características inerentes ao processo de reconhecimento de receita, incluindo o volume e a segurança de captura de todas as vendas dentro do período de competência, consideramos esse tema como um assunto significativo em nosso trabalho de auditoria.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros (i) entendimento dos processos e controles internos da Companhia para mensuração e realização das vendas (ii) confirmação externa para uma amostra da base que compõe o saldo de contas a receber mediante o envio de cartas de confirmação (iii) verificação, por amostragem, das documentações suporte das vendas realizadas no exercício (iv) por meio de uma amostragem analisamos o relatório de prazo médio de entrega das mercadorias, junto com os respectivos comprovantes de entregas (v) teste de corte de competência das receitas, com base em amostra de transações e análise das devoluções realizadas em período subsequente (vi) análise mensal das receitas utilizando dados agregados e desagregados para identificar relações ou movimentações dissonantes às nossas expectativas baseadas em nosso conhecimento da Companhia e do setor de distribuição e varejo e (vii) avaliação da adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre esse assunto nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, que está consistente com a avaliação da diretoria, consideramos que as políticas de reconhecimento de receita da Companhia adotadas pela diretoria, assim como as respectivas divulgações efetuadas, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Recuperabilidade de ativos não-financeiros ("Impairment")Conforme mencionado nas Notas 4.1.d, 4.2.j, 4.2.k, 15 e 21.a, em 31 de dezembro de 2025, a Companhia possui ativos não financeiros significativos, representados principalmente pelo ativo intangível, que inclui os ágios por rentabilidade futura gerados em combinações de negócios, e créditos fiscais diferidos. Tais ativos são revisados anualmente com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas e operacionais que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável, sendo que ativos intangíveis com vidas úteis indefinidas, incluindo o ágio, devem ser submetidos a testes de recuperabilidade ("impairment") anualmente, independente de indicativos de deterioração. A avaliação quanto à recuperabilidade desses ativos, incluindo a definição das Unidades Geradoras de Caixa (UGC), tem alto grau de subjetividade, assim como é baseado em diversas premissas cuja realização é afetada por projeções de mercado e cenários econômicos incertos. Devido à relevância dos saldos, o nível de incerteza e alto grau de julgamento inerentes à determinação dos valores recuperáveis correspondentes, consideramos este tema um assunto significativo para a auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros (i) a avaliação dos critérios de definição e identificação das UGCs (ii) o envolvimento de especialistas para nos auxiliar na avaliação das projeções elaboradas pela diretoria para recuperabilidade destes ativos (iii) avaliação da adequação e consistência das premissas utilizadas nas estimativas e projeções dos fluxos de caixa futuros comparando-as, quando disponíveis, com dados de fontes externas, tais como o crescimento econômico projetado e a inflação de custos (iv) avaliação da metodologia de cálculo e análise de sensibilidade das premissas e (v) avaliação da adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre esse assunto nas demonstrações financeiras.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre o teste de valor recuperável dos ativos não financeiros, que está consistente com a avaliação da diretoria, consideramos que os critérios e premissas de valor recuperável adotados pela diretoria, assim como as respectivas divulgações, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da diretoria da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado, individual e consolidada, foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA diretoria da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da diretoria e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA diretoria é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais de relatório financeiro (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a diretoria é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a diretoria pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela diretoria. Concluímos sobre a adequação do uso, pela diretoria, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com os requisitos éticos pertinentes, de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, ações tomadas para eliminar as ameaças ou as salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aquele que foi considerado como mais significativo na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constitui o principal assunto de auditoria. Descrevemos esse assunto em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 16 de março de 2026.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S/S Ltda.CRC SP-015199/FMarcelo Felipe L. de SáSócioContador CRC RJ-094644/O

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO Os diretores da Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A. e de suas controladas, abaixo assinados, deram que, em reunião nesta data, revisaram e discutiram as Demonstrações Financeiras da Companhia (Controladora e Consolidado), tendo aprovado os referidos documentos e deliberado encaminhar ao conselho de administração proposta de sua aprovação por aquele órgão.Rio de Janeiro, 13 de março de 2026.----------------------------------------------Sammy BirmarckerDiretor-Presidente----------------------------------------------Maximiliano Guimarães FischerDiretor Vice - Presidente Financeiro e de Relações com Investidores----------------------------------------------Fabio de Sa PorfirioDiretor financeiro

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOOs diretores da Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A. e de suas controladas, abaixo assinados, deram que, em reunião nesta data, revisaram e discutiram o relatório dos auditores independentes, tendo aprovado o referido documento e deliberado encaminhar ao conselho de administração proposta de sua aprovação por aquele órgão. Rio de Janeiro, 16 de Março de 2026.----------------------------------------------Sammy BirmarckerDiretor-Presidente----------------------------------------------Maximiliano Guimarães FischerDiretor Vice - Presidente Financeiro e de Relações com Investidores----------------------------------------------Fabio de Sa Porfirio Diretor financeiro

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O CONSELHO FISCAL da PROFARMA DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS ARMACÊUTICOS S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, de acordo com o disposto no artigo 163, da Lei nº 6.404/1976, examinou o relatório anual da administração, as demonstrações financeiras, a proposta para a destinação do resultado, todos referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. Com base nos documentos examinados, nas análises levadas a efeito e nos esclarecimentos apresentados por representante da Companhia e considerando, ainda, o relatório dos auditores externos, Ernst & Young Auditores Independentes S.S., que expressa uma opinião sem ressalvas, o CONSELHO FISCAL, por unanimidade, opina que os referidos documentos estão em condições de serem apresentados para deliberação e recomendam sua aprovação pela Assembleia Geral de Acionistas da Companhia.Rio de Janeiro, 16 de março de 2026._____________________________________ Gilberto BragaPresidente do Conselho Fiscal___________________________________Elias de Matos BritoMembro do Conselho Fiscal_____________________________________Fabian Bianca de Senço Membro do Conselho Fiscal

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Relatório resumido das atividades do Comitê de Auditoria para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 20251.Histórico e Composição O Comitê de Auditoria da Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A. ("Companhia" ou "Profarma") foi criado e instalado em reunião do Conselho de Administração realizada em 14 de dezembro de 2020 ("Comitê").O Comitê é disciplinado pelo seu Regimento Interno, aprovado em reunião do Conselho de Administração realizada em 14 de dezembro de 2020 e revisado em 12 de abril de 2022, que prevê o seu funcionamento, em consonância com as disposições contidas no Estatuto Social da Companhia, no Regulamento do Novo Mercado da B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão ("Regulamento do Novo Mercado") e na legislação em vigor ("Regimento Interno").Em 28 de abril de 2022, em sede de Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, foi aprovada a alteração no Estatuto Social que, entre outros assuntos, transformou o Comitê de Auditoria em Comitê de Auditoria Estatutário. O Comitê é órgão de assessoramento vinculado ao Conselho de Administração, a quem se reporta, atuando com independência em relação à Diretoria. Tem como responsabilidades a análise e emissão de recomendações sobre os trabalhos da auditoria interna e da auditoria independente, a supervisão, monitoramento e avaliação continua dos sistemas de gestão de riscos, gestão financeira e de controles internos da Companhia, particularmente os procedimentos para elaboração de relatórios financeiros, a fim de conferir maior eficiência e eficácia às decisões do Conselho de Administração em relação aos assuntos relacionados à área de atuação do Comitê de Auditoria.De acordo com o seu Regimento Interno, o Comitê deve ser composto por 03 (três) membros indicados pelo Conselho de Administração. Desde a sua instalação, o Comitê é composto pelos seguintes membros: (i) Carlos Randolpho Gros, membro independente do Conselho de Administração da Companhia e coordenador do Comitê (ii) Lucia Maria Martins Casasanta, membro com reconhecida experiencia em assuntos de contabilidade societária e (iii) Marcel Sapir, membro independente e Presidente do Conselho de Administração da Companhia.2.Atividades do Comitê no período. Entre março de 2025 e março de 2026, o Comitê realizou 9 (nove) reuniões, a saber: 18/03/2025, 02/05/2025, 13/06/2025, 28/07/2025, 28/10/2025, 12/11/2025, 12/12/2025, 09/02/2026 e 13/03/2026.Nestas reuniões, foram tratados os seguintes e principais temas:Supervisão da atuação da Auditoria Independente.Revisão e recomendação de aprovação, pelo Conselho de Administração, das Informações Trimestrais - ITRs, do Relatório Anual da Administração e das Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025Acompanhamento da implantação dos planos de ação decorrentes das recomendações feitas pela Auditoria IndependenteAcompanhamento do plano anual de trabalho da Auditoria InternaAcompanhamento do processo de elaboração das demonstrações financeirasAcompanhamento das melhorias no processo de gestão de riscos e controles internos.Acompanhamento das transações e contratações intercompanyAcompanhamento dos principais projetos em andamento da Diretoria de Tecnologia da InformaçãoAcompanhamento dos principais projetos e marcos realizados pela Diretoria de ESG e pelo Instituto ProfarmaAcompanhamento da matriz de riscosAcompanhamento dos principais projetos de ComplianceAcompanhamento do processo para adequação da Lei 8.213/91 (cotas de PCD)Monitoramento das provisões e contingências judiciais e administrativas.Revisão do Informe sobre o Código Brasileiro de Governança Corporativa.Realização da avaliação anual do Comitê de Auditoria.Recomendação ao Conselho de Administração para aprovação da nova Matriz de Riscos da Companhia.Recomendação ao Conselho de Administração para aprovação do Plano de Auditoria da Companhia para 2026.Recomendação ao Conselho de Administração para definição do orçamento do Comitê de Auditoria para 2026.Aprovação do temário do Comitê de Auditoria para o exercício de 2026.Rio de Janeiro, 13 de março de 2026.Membros:Carlos Randolpho GrosCoordenador do ComitêLucia Maria Martins CasasantaMembro do ComitêMarcel SapirMembro do Comitê

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias123.8131.202
Preferenciais00
Total123.8131.202

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.