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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201063 páginasCódigo CVM 3115Versão 1Recebida em 28/02/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA

COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA · CNPJ 15.144.017/0001-90

COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA
CNPJ 15.144.017/0001-90
DFP 2010
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA
CNPJ
15.144.017/0001-90
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
63
Ano de referência
2010*
Publicado em
28/02/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total418.523447.021−6,4%
1.01Ativo Circulante206.929232.353−10,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.7072.993−9,6%
1.01.01.01Caixa e Bancos2.7072.993−9,6%
1.01.02Aplicações Financeiras159.595171.861−7,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo159.595171.861−7,1%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação159.595171.861−7,1%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Créditos das Operações32.74538.486−14,9%
1.01.03.01Seguros e Resseguros32.74538.486−14,9%
1.01.03.01.01Prêmios Emitidos1.7144.932−65,2%
1.01.03.01.02Seguradoras3.4534.615−25,2%
1.01.03.01.03Resseguradoras30.14230.896−2,4%
1.01.03.01.04Outros Créditos Operacionais552719−23,2%
1.01.03.01.05Provisão para Riscos de Créditos−3.116−2.676−16,4%
1.01.03.02Previdência Complementar00—
1.01.03.03Capitalização00—
1.01.03.04Outras Operações00—
1.01.04Títulos e Créditos a Receber8.1158.321−2,5%
1.01.05Outros Valores e Bens524320,9%
1.01.06Empréstimos e Depósitos Compulsórios00—
1.01.07Despesas Antecipadas6070−14,3%
1.01.08Despesas de Comercialização Diferidas4681.356−65,5%
1.01.09Outros Ativos Circulantes3.1879.223−65,4%
1.01.09.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.09.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante211.594214.668−1,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo120.081122.842−2,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Créditos das Operações67.88371.283−4,8%
1.02.01.03.01Operações com Resseguradoras67.88371.283−4,8%
1.02.01.04Títulos e Créditos a Receber52.19851.5591,2%
1.02.01.04.01Créditos Tributários e Previdenciários2.9012.8242,7%
1.02.01.04.02Depósitos Judiciais e Fiscais48.27547.8101,0%
1.02.01.04.03Outros Créditos a Receber1.3681.2856,5%
1.02.01.04.04Provisão para Riscos sobre Créditos−389−360−8,1%
1.02.01.04.05Créditos a receber430—
1.02.01.05Outros Valores e Bens00—
1.02.01.06Empréstimos e Depósitos Compulsórios00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Despesas de Comercialização Diferidas00—
1.02.01.09Tributos Diferidos00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.10.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos83.01782.9410,1%
1.02.02.01Participações Societárias62.57661.7521,3%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas no País59.45558.6361,4%
1.02.02.01.02Participações em Coligadas no Exterior00—
1.02.02.01.05Outras Participações Societárias3.1213.1160,2%
1.02.02.02Propriedades para Investimento20.44121.189−3,5%
1.02.03Imobilizado8.3598.769−4,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação8.3598.769−4,7%
1.02.03.01.01Imóveis7.9947.9940,0%
1.02.03.01.02Bens móveis6.8796.6333,7%
1.02.03.01.03Outras imobilizações3583570,3%
1.02.03.01.04Provisão para desvalorização−80−800,0%
1.02.03.01.05Depreciação−6.792−6.135−10,7%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível13711618,1%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Salvador (BA), 04 de fevereiro de 2011Aos Administradores e Acionistas daCOMPANHIA DE SEGUROS ALIANÇA DA BAHIAExaminamos as demonstrações financeiras da Companhia de Seguros Aliança da Bahia ("Seguradora") e as demonstrações financeiras consolidadas desta Companhia e sua controlada, que compreendem o balanço patrimonial (individual e consolidado) em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado (individual e consolidado), do resultado abrangente (somente individual), das mutações do patrimônio líquido (somente individual) e dos fluxos de caixa (individual e consolidado) para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração pelas Demonstrações Financeiras Consolidadas A Administração da Seguradora é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidades dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras (individual e consolidada) com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento das exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis financeiras consolidadas. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração das demonstrações contábeis financeiras consolidadas da Seguradora para planejar procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Seguradora. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis financeiras consolidadas tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia de Seguros Aliança da Bahia e a posição patrimonial e financeira consolidada desta Companhia e sua controlada em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações (individual e consolidado) e os seus fluxos de caixa (individual e consolidado) para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP.Outros assuntosDemonstração do valor adicionado Examinamos, também, a Demonstração do Valor Adicionado - DVA referente ao exercício findo em 31 de dezbro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Salvador, 04 de fevereiro de 2011PERFORMANCEAUDITORIA E CONSULTORIA EMPRESARIAL S/SCRC-2BA - 00710/OJOSÉ RENATO MENDONÇACONTADOR - CRC-1BA 9.749/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DE DIRETORIA - Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que discutiu, reviu e concordou com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DE DIRETORIA - Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que discutiu, reviu e concordou com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs abaixo assinados, membros do Conselho Fiscal da Companhia de Seguros Aliança da Bahia, tendo examinado nas épocas próprias os livros e documentos de contabilidade, e agora, o Parecer dos Auditores Independentes, o Balanço Patrimonial e as respectivas demonstrações de resultado, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado correspondentes, assim como o Relatório da Administração, todos relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, opinam favoravelmente à aprovação dos citados documentos pelos acionistas em Assembléia Geral Ordinária convocada para esse fim.Salvador, 24 de fevereiro de 2011.Manoel Mota FonsecaRomano Guido Nello Gaucho AllegroSilvano Gianni

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.