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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2019171 páginasCódigo CVM 20087Versão 1Recebida em 26/03/2020valores em R$ mil

DFP 2019 de EMBRAER S.A.

EMBRAER S.A. · CNPJ 07.689.002/0001-89

EMBRAER S.A.
CNPJ 07.689.002/0001-89
DFP 2019
Exercício 2019
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Metadados

Empresa
EMBRAER S.A.
CNPJ
07.689.002/0001-89
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
171
Ano de referência
2019*
Publicado em
26/03/2020 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:27

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201931/12/2018Var.
1Ativo Total42.614.65643.758.768−2,6%
1.01Ativo Circulante34.548.65427.398.39426,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.446.9864.963.041−30,5%
1.01.02Aplicações Financeiras1.651.8206.755.298−75,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado1.651.8204.783.689−65,5%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo1.651.8204.783.689−65,5%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes01.967.332−100,0%
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado04.277−100,0%
1.01.03Contas a Receber618.3842.083.535−70,3%
1.01.03.01Clientes618.3842.083.535−70,3%
1.01.03.01.01Contas a receber602.2821.232.276−51,1%
1.01.03.01.02Financiamento a clientes04.800−100,0%
1.01.03.01.03Contas a receber vinculadas16.102846.459−98,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques5.257.7499.714.286−45,9%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar625.313732.232−14,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar625.313732.232−14,6%
1.01.07Despesas Antecipadas73.37784.264−12,9%
1.01.08Outros Ativos Circulantes22.875.0253.065.738646,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas20.857.4010—
1.01.08.03Outros2.017.6243.065.738−34,2%
1.01.08.03.01Outros ativos149.998340.658−56,0%
1.01.08.03.02Instrumentos financeiros derivativos5.45021.110−74,2%
1.01.08.03.03Depósito em garantia3481.316.884−100,0%
1.01.08.03.04Ativos de contrato1.861.8281.387.08634,2%
1.02Ativo Não Circulante8.066.00216.360.374−50,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo371.5741.365.931−72,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado60.153525.917−88,6%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado0185.001−100,0%
1.02.01.04Contas a Receber54.977108.100−49,1%
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04.03Financiamento a clientes040.872−100,0%
1.02.01.04.04Contas a receber vinculadas54.97767.228−18,2%
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos2.84283.573−96,6%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos2.84283.573−96,6%
1.02.01.08Despesas Antecipadas4239.825−95,7%
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes253.179453.515−44,2%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Tributos a recuperar89.781119.644−25,0%
1.02.01.10.04Outros ativos158.583279.923−43,3%
1.02.01.10.05Depósito em garantia2.00937.944−94,7%
1.02.01.10.06Instrumentos financeiros derivativos2.80616.004−82,5%
1.02.02Investimentos32.64824.30034,4%
1.02.02.01Participações Societárias32.64824.30034,4%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas32.64824.30034,4%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado4.057.8687.612.678−46,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação3.905.4587.612.678−48,7%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento152.4100—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível3.603.9127.357.465−51,0%
1.02.04.01Intangíveis3.603.9127.357.465−51,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasEmbraer S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Embraer S.A. ("Companhia" ou "Embraer"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2019 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Embraer S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2019 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Embraer S.A. e da Embraer S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2019, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2019 foi planejada e executada considerando que as operações da Companhia e de suas controladas não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior.Assim, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior, ajustados pelos impactos das apresentações e divulgações de ativos e passivos mantidos para venda e operações descontinuadas decorrentes da transação com a The Boeing Co. ("Boeing"), que trata da negociação da venda do controle das operações do segmento de aviação comercial. Adicionalmente, excluímos os seguintes PAAs sobre (i) a adoção das normas contábeis CPC 47/IFRS 15 e CPC 48/ IFRS 09, em virtude dos impactos decorrentes de sua adoção inicial terem recaído somente no exercício findo em 31 de dezembro de 2018 e (ii) os acordos concluídos com autoridades norte- americanas e brasileiras, pois, não há mudanças ou fatos relevantes sobre tais acordos no exercício findo em 31 de dezembro de 2019.Porque é um PAAAtivos e passivos mantidos para venda e operações descontinuadas Conforme mencionado nas Notas 1 e 4 às demonstrações financeiras, em 17 de dezembro de 2018, Embraer e Boeing aprovaram transação que consistirá na criação de joint venture contemplando ativos da aviação comercial da Embraer e serviços associados com participação de 80% da Boeing e 20% da Embraer. Em 10 de janeiro de 2019, o governo brasileiro, que tem ação ordinária de classe especial com poder de veto na transferência do controle acionário da Companhia ("Golden Share") informou que não exerceria seu poder de veto.Por fim, essa operação foi aprovada pelos acionistas da Embraer em Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 26 de fevereiro de 2019. A consumação da transação continua sujeita à aprovação pela Comissão Europeia e à satisfação de outras condições usuais em transações desta natureza.A apresentação e divulgação dos ativos e passivos mantidos para venda no balanço patrimonial e operações descontinuadas no resultado do exercício, do segmento de aviação comercial, leva em consideração premissas relevantes, orientadas pelos termos do contrato de compra e venda entre a Companhia e Boeing - Master Transaction Agreement ("MTA"), bem como a classificação da transação como 'altamente provável' no julgamento da Administração à luz do IFRS 5/CPC 31 e circunstâncias divulgadas, e representa uma mudança relevante na apresentação de ativos e passivos e dos resultados de suas operações pela Companhia. Este fato nos levou a considerar essa como uma área de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAspectos relevantes da nossa resposta de auditoria envolveram os seguintes principais procedimentos: Entendimento e teste dos principais controles relacionados aos processos de preparação das demonstrações financeiras e segregação dos saldos relacionados aos ativos e passivos mantidos para venda e o resultado das operações descontinuadas. Entrevistas com os principais executivos e membros dos órgãos de governança da Companhia com o objetivo de atualizar nosso entendimento sobre a negociação que foi efetuada com a Boeing. Avaliação das principais premissas utilizadas pela administração para segregação dos saldos relacionados aos ativos e passivos mantidos para venda e operações descontinuadas e confronto com os termos descritos no MTA.  Avaliação das divulgações realizadas pela administração nas notas explicativas em atendimento aos requisitos do CPC 31/IFRS 5.Com base no resultado dos procedimentos realizados, consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração da Companhia para a segregação dos saldos, bem como as respectivas divulgações em notas explicativas, estão consistentes com o MTA e demais evidências obtidas. Porque é um PAAAvaliação do valor recuperável dos ativos não circulantes Conforme descrito nas Notas 2.2.14 e 19, a Companhia é requerida ao menos uma vez por ano a realizar o teste de recuperabilidade dos ativos intangíveis com vida útil indefinida, assim como realizar avaliação de indicativos de impairment para os demais ativos não financeiros. Havendo indicativo, a Companhia deve estimar o valor recuperável dos ativos. Uma perda por redução ao valor recuperável é reconhecida quando o valor contábil do ativo excede o seu valor recuperável. Em virtude da aprovação da transação com a Boeing, foi identificado indicador de impairment para as unidades geradoras de caixa (UGCs) do segmento de aviação comercial. Adicionalmente, em 31 de dezembro de 2019, o valor de mercado das ações da Companhia ("Market Cap") est ava abaixo do valor do patrimonial, indicando haver risco para potenciais perdas por redução do valor recuperável (impairment).A administração determinou o valor recuperável das UGCs relacionadas ao segmento de aviação comercial, pelo valor justo líquido de despesa de venda conforme determinado no MTA. Para as demais UGCs, o valor recuperável foi determinado pela administração pelo valor estimado em uso, calculado com base no método de fluxo de caixa descontado. A Companhia reconheceu, em 2019, perdas por redução ao valor recuperável na plataforma Legacy/Praetor, do negócio de aviação executiva. O processo de estimativa do valor recuperável, usando a abordagem do valor em uso, requer o exercício de julgamentos relevantes sobre determinadas premissas, tais como estimativa dos fluxos de caixa futuros, taxas de crescimento, vidas úteis e taxa de descontos desses fluxos de caixas. Adicionalmente, a definição das Unidades Geradoras de Caixa ("UGC''s") também demanda julgamentos relevantes por parte da administração.Considerando que a utilização de diferentes estimativas e premissas para a determinação do valor em uso poderiam produzir perdas por "impairment" significativamente diferentes daquelas apuradas pela administração, associado a necessidade de aprimoramento em seus controles internos, mantivemos esse tema como um dos principais assuntos de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAspectos relevantes da nossa resposta de auditoria envolveram os seguintes principais procedimentos: Atualização do nosso entendimento e teste dos principais controles relacionados aos processos de avaliação dos indicadores de impairment e de determinação do valor recuperável dos ativos não circulantes.  Avaliação da definição das UGC's pela administração vis-à-vis os critérios estabelecidos pelas normas contábeis relevantes. Para as UGCs do segmento de aviação comercial, comparamos os valores contábeis ("carrying amount") com o valor de venda contido no MTA.  Para as demais principais UGCs, executamos os seguintes principais procedimentos de auditoria, com apoio de nossos especialistas internos em avaliação de ativos: (a) Comparação das principais premissas das projeções usadas para o cálculo do valor em uso com o planejamento estratégico da Companhia(b) Avaliação da razoabilidade das principais premissas, incluindo comparações com benchmarks externos, quando aplicável, entendimento das principais variações do período e revisão retrospectiva das projeções. Também efetuamos teste da exatidão matemática dos cálculos. (c) Discussão com a administração sobre os critérios usados para determinação da taxa de desconto.(d) Teste de sensibilidade sobre as principais premissas utilizadas pela Companhia.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração da Companhia para determinação do valor recuperável dos ativos imobilizados e intangíveis, bem como as divulgações em notas explicativas, são consistentes com as evidências que obtivemos.Porque é um PAAReconhecimento de receita de contratos de longo prazoConforme descrito na Nota 32, o montante de R$ 1.564.428 mil das receitas consolidadas do segmento Defesa e Segurança durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2019, decorre de contratos de desenvolvimento de produtos ou tecnologias contabilizados ao longo do período de desenvolvimento e/ou construção, substancialmente com base nos custos incorridos. A contabilização desses contratos requer uso de estimativas e julgamentos relevantes para determinação dos custos necessários para execução dos contratos, incluindo materiais e mão-de-obra, das margens de lucros esperadas e das projeções de receitas esperadas.Esse tema foi mantido como um dos principais assuntos de auditoria em virtude da relevância das receitas reconhecidas advindas desses contratos e dos julgamentos e estimativas descritos acima, aplicados na sua contabilização, associado a necessidade de aprimoramento em seus controles internos.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAspectos relevantes da nossa resposta de auditoria envolveram os seguintes principais procedimentos: Atualizamos nosso entendimento e testamos os principais controles relacionados aos processos de determinação das receitas contabilizadas ao longo do período de desenvolvimento e/ou construção, substancialmente com base nos custos incorridos. Efetuamos a leitura dos termos dos contratos de longo prazo e efetuamos testes documentais, em bases amostrais, para avaliação do tratamento contábil aplicado, estendendo a amostra dos referidos testes em decorrência do ambiente de controles e dos ajustes identificados, avaliados como não relevantes no conjunto das demonstrações financeiras. Avaliamos a razoabilidade das premissas-chave, que incluem entre outras os custos de materiais e mão-de-obra, incluindo entendimento das principais variações do período e revisão retrospectiva das projeções.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração da Companhia para determinação das receitas, ao longo do tempo com base nos custos incorridos estão suportados pelas informações disponíveis, bem como as divulgações em notas explicativas são consistentes com essas informações.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pe la elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade da Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.  Avaliamos a adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São José dos Campos, 26 de março de 2020PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Rafael Alvim GuimarãesContador CRC 1RJ104572/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasEm conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019.São José dos Campos, 26 de março de 2020.FRANCISCO GOMES NETO - Diretor-PresidenteANTONIO CARLOS GARCIA - Vice-Presidente Executivo Financeiro e Relações com InvestidoresDANIEL MOCZYDLOWER - Vice-Presidente Executivo de Engenharia e TecnologiaFABIANA KLAJNER LESCHZINER - Vice-Presidente Executiva Jurídica e ComplianceJACKSON MEDEIROS DE FARIAS SCHNEIDER - Vice-Presidente Executivo de Negócio de Defesa e SegurançaNELSON KRAHENBUHL SALGADO - Vice-Presidente Executivo de OperaçõesJOHANN CHRISTIAN JEAN CHARLES BORDAIS - Vice-Presidente de Serviços e SuporteLUÍS CARLOS AFFONSO - Vice-Presidente de Estratégia, Inovação e Digital

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório dos Auditores IndependentesEm conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com o relatório dos auditores independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019.São José dos Campos, 26 de março de 2020.FRANCISCO GOMES NETO - Diretor-PresidenteANTONIO CARLOS GARCIA - Vice-Presidente Executivo Financeiro e Relações com InvestidoresDANIEL MOCZYDLOWER - Vice-Presidente Executivo de Engenharia e TecnologiaFABIANA KLAJNER LESCHZINER - Vice-Presidente Executiva Jurídica e ComplianceJACKSON MEDEIROS DE FARIAS SCHNEIDER - Vice-Presidente Executivo de Negócio de Defesa e SegurançaNELSON KRAHENBUHL SALGADO - Vice-Presidente Executivo de OperaçõesJOHANN CHRISTIAN JEAN CHARLES BORDAIS - Vice-Presidente de Serviços e SuporteLUÍS CARLOS AFFONSO - Vice-Presidente de Estratégia, Inovação e Digital

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Parecer do Conselho FiscalOs membros efetivos do Conselho Fiscal da Companhia, no uso de suas atribuições legais, consoante as disposições do artigo 163 da Lei n.º 6.404/76 e, nos limites da sua competência, após concluírem os trabalhos de verificação das Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2019, com os devidos esclarecimentos prestados pelos administradores da Companhia e baseados no relatório e parecer dos Auditores, emitiram parecer favorável às Demonstrações Financeiras, bem como sobre a destinação do resultado do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2019, que acompanhadas do Relatório da Administração, estão adequadas e em condições de serem submetidas à apreciação dos acionistas e apresentadas à Comissão de Valores Mobiliários - CVM.São José dos Campos, 25 de março de 2020.IVAN MENDES DO CARMO - Presidente do Conselho FiscalJOSÉ MAURO LAXE VILELA - Vice-Presidente do Conselho FiscalJOÃO MANOEL PINHO DE MELLO - ConselheiroMAURÍCIO ROCHA ALVES DE CARVALHO - ConselheiroWILSA FIGUEIREDO - Conselheira

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Parecer e Relatório Resumido dos Trabalhos do Comitê de Auditoria, Riscos e ÉticaDe acordo com o estabelecido em seu Regimento Interno, compete ao Comitê de Auditoria, Riscos e Ética ("Comitê") da Embraer S.A. ("Embraer" ou "Companhia") assessorar o Conselho de Administração com foco nos seguintes assuntos: (a) acompanhamento e avaliação de riscos empresariais, de natureza operacional, mercadológica, de imagem, de governança corporativa, financeira ou legal dos mercados administrados pela Companhia, por meio do diagnóstico das fontes de risco das atividades da Companhia(b) avaliação sobre a adequação dos modelos de aferição dos riscos citados no item acima, bem como dos testes de aderência e validação dos modelos utilizados(c) análise e opinião sobre as diretrizes e políticas da gestão de risco, principalmente na estimação do impacto financeiro das perdas inesperadas em situação normal e de estresse(d) análise e opinião sobre as informações gerenciais e contábeis divulgadas ao público e órgãos reguladores no que tange ao perfil e controle de risco da Companhia(e) avaliação sobre a adequação dos recursos humanos e financeiros destinados à gestão de riscos da organização(f) implementação, disseminação, revisão, atualização e recomendação de planos de treinamento no que tange ao Código de Ética e Conduta da Companhia e do canal de denúncias (Helpline) e (g) condução de apurações e propositura de medidas corretivas relativas às infrações ao Código de Ética e Conduta da Companhia, podendo delegar determinadas atividades ao Comitê de Ética e Conduta da Companhia. Além disso, o Comitê exerce as funções de (i) Comitê de Auditoria (Audit Committee) para os fins da legislação norte-americana, especialmente o "Sarbanes-Oxley Act", de (ii) Comitê de Auditoria Estatutário, nos termos da Instrução 509, de 16 de novembro de 2011 ("Instrução CVM 509"), da Comissão de Valores Mobiliários ("CVM"), e de (iii) Comitê de Ética e Conduta.As funções do Comitê são desempenhadas com base nas informações recebidas da Administração, dos auditores externos, da auditoria interna e dos responsáveis pelo gerenciamento de riscos e de controles internos e pela elaboração das demonstrações financeiras.O especialista em finanças (audit committee financial expert), nos termos do Regimento Interno do Comitê e da regulamentação aplicável, é o Sr. Sergio Eraldo de Salles Pinto.Atividades do Comitê referentes ao Exercício de 2019Em 27 de maio de 2019 os acionistas aprovaram reforma no Estatuto Social da Embraer, incluindo alterações na composição do Comitê que passou a ter um membro independente externo.O Comitê reuniu-se 8 vezes no período de 25 de fevereiro a 06 de dezembro de 2019, quando foram avaliados e analisados os temas de competência do Comitê, dentre os quais destacam-se os relacionados a seguir.1. Sistema de Controles Internos e de Administração de RiscosDurante o exercício de 2019 o Comitê avaliou, em reuniões com a Gerência de Riscos e Controles Internos, aspectos relativos ao gerenciamento e controle de riscos da Embraer. O Comitê, com base nas informações trazidas ao seu conhecimento, registra como positivos os esforços que vêm sendo desenvolvidos com vistas a garantir a efetividade dos sistemas de controle interno e de gerenciamento de riscos da Companhia.2. Auditoria ExternaO Comitê mantém com os auditores externos um canal de interlocução periódica para ampla discussão dos resultados de seus trabalhos e de aspectos contábeis relevantes, de maneira que permita aos seus membros fundamentar opinião acerca da integridade das demonstrações contábeis e relatórios financeiros. Em 2019, o Comitê reuniu-se com os auditores externos da Companhia em cinco ocasiões.O Comitê avalia como plenamente satisfatórios o volume e a qualidade das informações fornecidas pela Pricewaterhousecoopers Auditores Independentes.O Comitê acompanhou as atividades de auditoria externa independente a fim de avaliar a sua independência, a qualidade e a adequação dos serviços prestados às necessidades da Companhia.3. Auditoria InternaO Comitê acompanhou o processo de auditoria desenvolvido pela Diretoria de Auditoria Interna, por meio da realização de reuniões periódicas e da aprovação do planejamento de seus trabalhos relativos ao exercício de 2019 e do acompanhamento de sua execução.O Comitê avalia positivamente a cobertura e a qualidade dos trabalhos realizados pela Auditoria Interna. Os resultados desses trabalhos, apresentados nas reuniões do Comitê, não trouxeram ao conhecimento do Comitê a existência de riscos que possam afetar de forma relevante a sustentabilidade da Companhia.4. ComplianceO Comitê acompanhou e monitorou, em reuniões com a Diretoria de Compliance, o aprimoramento e evolução do Embraer Enhanced Compliance Program. Este projeto de longa duração abrange o reexame de todos os aspectos de sistemas de compliance e, onde apropriado, o seu aprimoramento e complementação.Dentre os temas de compliance tratados pelo Comitê em 2019, destacam-se, além dos trabalhos de monitoria externa, a reavaliação de políticas e procedimentos, a campanha de comunicação e os relatos de Helpline com visibilidade dos relatos ao longo dos últimos anos.5. Investigação FCPADesde 2012 o Comitê atuou como responsável pela coordenação dos trabalhos relacionados à investigação interna de FCPA, iniciada em 2010, que resultou na celebração de acordos com autoridades norte-americanas (Departamento de Justiça dos Estados Unidos - DOJ e Securities and Exchange Comission - SEC) e também brasileiras (Ministério Público Federal - MPF e Comissão de Valores Mobiliários - CVM) em 2016. Como parte dos acordos, a Empresa concordou com a contratação e o monitoramento externo e independente, por três anos a partir do início de 2017, para acompanhar o cumprimento dos termos dos acordos. Posteriormente à celebração dos acordos, o Comitê atuou na recomendação de monitores para o DOJ, que resultou na escolha de um dos indicados, o advogado Alex Rene, do escritório Ropes & Gray.A Embraer e o DOJ acordaram em estender por 90 dias o prazo da monitoria com o objetivo de permitir a conclusão dos testes da monitoria para avaliação do cumprimento, pela Embraer, dos acordos definitivos com o DOJ, a SEC e a CVM. Com a extensão, a monitoria se encerrará em 22 de abril de 2020. Os temas relacionados à investigação e à celebração dos acordos foram apresentados pela Diretoria e discutidas com o Comitê em todas as reuniões ordinárias ocorridas em 2019. Em especial, o Comitê fez o acompanhamento, análise e recomendações com relação aos trabalhos de acompanhamento (i) dos acordos em outros países (ii) das investigações e ações correlatas no Brasil e no exterior (iii) da monitoria, em reuniões presenciais e virtuais.6. Parceria com a BoeingEm 24 de janeiro de 2019 a Embraer e Boeing celebraram acordos que definem a criação de joint venture contemplando ativos do segmento de aviação comercial da Embraer e serviços associados, com participação de 80% da Boeing e 20% da Embraer, assim como a criação de joint venture para promoção e desenvolvimento de novos mercados e aplicações para a aeronave multimissão C-390 Millenium, com participação de 51% Embraer e 49% Boeing.Em 26 de fevereiro de 2019, a Assembleia Geral Extraordinária da Companhia aprovou, com 96,8% dos votos válidos, a parceria estratégica com a Boeing.Em 01 de janeiro de 2020, foi implementada a segregação interna do negócio de Aviação Comercial da Companhia , por meio da contribuição, pela Embraer, ao capital social da controlada integral Yaborã Indústria Aeronáutica S.A., do acervo líquido composto por determinados ativos e passivos referentes à unidade de negócio. A consumação da operação continua sujeita (i) a sua aprovação pela Comissão Europeia e (ii) à satisfação de outras condições usuais em operações desta natureza.Durante o exercício de 2019 o Comitê de Auditoria, Riscos e Ética assessorou o Conselho em relação aos temas de sua competência relacionados a todas as fases da operação descritas acima.7. Demonstrações Financeiras Individuais e ConsolidadasO Comitê analisou os procedimentos que envolvem o processo de preparação dos balancetes e balanços, individuais e consolidados e das notas explicativas das demonstrações financeiras da Companhia. A respeito, debateu com a Pricewaterhousecoopers referente às informações referentes ao exercício de 2019, inclusive trimestralmente, e com executivos da Companhia. Foram, igualmente, examinados os controles internos da Companhia, bem como as práticas contábeis relevantes utilizadas pela Embraer na elaboração das demonstrações contábeis. Verificou-se que estão de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS).8. RecomendaçõesAo longo do exercício de 2019, o Comitê reportou periodicamente ao Conselho de Administração sobre o andamento de seus trabalhos, expondo opiniões e fazendo recomendações sobre diversos assuntos de sua competência.9. Parecer sobre as Demonstrações Contábeis Consolidadas - 31.12.2019O Comitê recomenda a aprovação pelo Conselho de Administração das demonstrações contábeis consolidadas da Embraer para a data-base de 31.12.2019.São José dos Campos, 24 de março de 2020.Sergio Eraldo de Salles PintoCoordenador dos Trabalhos do Comitê de Auditoria, Riscos e ÉticaIsrael VainboimMembro do Comitê de Auditoria, Riscos e ÉticaJoão Cox NetoMembro do Comitê de Auditoria, Riscos e ÉticaMárcio de SouzaMembro do Comitê de Auditoria, Riscos e ÉticaVanessa Claro LopesMembro do Comitê de Auditoria, Riscos e Ética

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.