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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201464 páginasCódigo CVM 3115Versão 1Recebida em 27/02/2015valores em R$ mil

DFP 2014 de COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA

COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA · CNPJ 15.144.017/0001-90

COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA
CNPJ 15.144.017/0001-90
DFP 2014
Exercício 2014
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Metadados

Empresa
COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA
CNPJ
15.144.017/0001-90
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
64
Ano de referência
2014*
Publicado em
27/02/2015 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:54

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201431/12/2013Var.
1Ativo Total462.871438.5105,6%
1.01Ativo Circulante185.269195.146−5,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.2321.522112,4%
1.01.01.01Caixa e Bancos3.2321.522112,4%
1.01.02Aplicações Financeiras153.965151.5771,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Créditos das Operações25.47928.249−9,8%
1.01.03.01Seguros e Resseguros25.47928.249−9,8%
1.01.03.01.01Prêmios a Receber9071.011−10,3%
1.01.03.01.02Operações com Seguradoras1924−20,8%
1.01.03.01.03Operações com Resseguradoras2.3454.636−49,4%
1.01.03.01.04Outros Créditos Operacionais7717167,7%
1.01.03.01.05Ativos de Reseguros - Provisões Técnicas21.43721.862−1,9%
1.01.03.02Previdência Complementar00—
1.01.03.03Capitalização00—
1.01.03.04Outras Operações00—
1.01.04Títulos e Créditos a Receber2.24013.653−83,6%
1.01.05Outros Valores e Bens1059016,7%
1.01.06Empréstimos e Depósitos Compulsórios00—
1.01.07Despesas Antecipadas24855350,9%
1.01.08Despesas de Comercialização Diferidas00—
1.01.08.01Custos de Aquisição Diferidos - Seguros00—
1.01.09Outros Ativos Circulantes00—
1.01.09.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.09.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante277.602243.36414,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo154.255142.5058,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado1.3970—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento1.3970—
1.02.01.03Créditos das Operações85.18480.5945,7%
1.02.01.03.01Operações com Resseguradoras1011010,0%
1.02.01.03.02Ativos de Resseguros - Provisões Técnicas85.08380.4935,7%
1.02.01.04Títulos e Créditos a Receber67.67461.9119,3%
1.02.01.04.01Créditos Tributários e Previdenciários3.5433.4163,7%
1.02.01.04.02Depósitos Judiciais e Fiscais64.13158.4959,6%
1.02.01.04.03Outros Créditos a Receber00—
1.02.01.04.04Direito resultante da venda de imóveis00—
1.02.01.04.05Créditos a Receber00—
1.02.01.05Outros Valores e Bens00—
1.02.01.06Empréstimos e Depósitos Compulsórios00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Despesas de Comercialização Diferidas00—
1.02.01.09Tributos Diferidos00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.10.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos117.78795.07923,9%
1.02.02.01Participações Societárias96.88674.30130,4%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas no País96.12873.43930,9%
1.02.02.01.02Participações em Coligadas no Exterior00—
1.02.02.01.05Outras Participações Societárias758862−12,1%
1.02.02.02Propriedades para Investimento20.90120.7780,6%
1.02.02.02.01Imóveis Urbanos não Destinados a Uso Próprio20.90120.7780,6%
1.02.03Imobilizado5.5085.680−3,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação5.5085.680−3,0%
1.02.03.01.01Imóveis de uso Próprio4.8565.075−4,3%
1.02.03.01.02Bens Móveis de Uso Próprio51646610,7%
1.02.03.01.03Outras Imobilizações136139−2,2%
1.02.03.01.04Provisão para Desvalorização00—
1.02.03.01.05Depreciação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível52100−48,0%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISAos Acionistas e aos Administradores daCOMPANHIA DE SEGUROS ALIANÇA DA BAHIAExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Companhia de Seguros Aliança da Bahia (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração pelas demonstrações contábeisA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standard Board (IASB), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidades dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis (individuais e consolidadas) com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento das exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da companhia para planejar procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Companhia de Seguros Aliança da Bahia em 31 de dezembro de 2014, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado - DVA, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS's que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Salvador - Ba, 20 de fevereiro de 2015AUDICONT AUDITORES E CONSULTORESCRC-BA - 0568ADEÍLDO OSÓRIO DE OLIVEIRACRC-BA - 7.710PARECER DOS AUDITORES ATUARIAIS INDEPENDENTESDestinatário Examinamos as provisões técnicas e os ativos de resseguro e retrocessão registrados nas demonstrações financeiras e os demonstrativos do capital mínimo, dos valores redutores da necessidade de cobertura das provisões técnicas, da solvência e dos limites de retenção da Companhia de Seguros Aliança da Bahia, em 31 de dezembro de 2014, elaborados sob a responsabilidade de sua Administração, em conformidade com os princípios atuariais divulgados pelo Instituto Brasileiro de Atuária - IBA e com as normas da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP. Responsabilidade da AdministraçãoA Administração da Companhia de Seguros Aliança da Bahia é responsável pelas provisões técnicas, pelos ativos de resseguro e retrocessão registrados nas demonstrações financeiras e pelos demonstrativos do capital mínimo, dos valores redutores da necessidade de cobertura das provisões técnicas, da solvência e dos limites de retenção elaborados de acordo com os princípios atuariais divulgados pelo Instituto Brasileiro de Atuária - IBA e com as normas da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, e pelos controles internos que ela determinou serem necessários para permitir a sua elaboração livre de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos atuários independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre as provisões técnicas e os ativos de resseguro e retrocessão registrados nas demonstrações financeiras e os demonstrativos do capital mínimo, dos valores redutores da necessidade de cobertura das provisões técnicas, da solvência e dos limites de retenção com base em nossa auditoria atuarial, conduzida de acordo com os princípios atuariais emitidos pelo Instituto Brasileiro de Atuária - IBA. Estes princípios atuariais requerem que a auditoria atuarial seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as provisões técnicas, os ativos de resseguro e retrocessão registrados nas demonstrações financeiras e os demonstrativos do capital mínimo, dos valores redutores da necessidade de cobertura das provisões técnicas, da solvência e dos limites de retenção estão livres de distorção relevante. Uma auditoria atuarial envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores das provisões técnicas e dos ativos de resseguro e retrocessão registrados nas demonstrações financeiras e dos demonstrativos do capital mínimo, dos valores redutores da necessidade de cobertura das provisões técnicas, da solvência e dos limites de retenção. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do atuário, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante independentemente se causada por fraude ou erro. Nessas avaliações de risco, o atuário considera os controles internos relevantes para o cálculo e elaboração das provisões técnicas e dos ativos de resseguro e retrocessão registrados nas demonstrações financeiras e dos demonstrativos do capital mínimo, dos valores redutores da necessidade de cobertura das provisões técnicas, da solvência e dos limites de retenção da Companhia de Seguros Aliança da Bahia para planejar procedimentos de auditoria atuarial que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a efetividade desses controles internos da Companhia de Seguros Aliança da Bahia. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião de auditoria atuarial. Opinião Em nossa opinião, as provisões técnicas e os ativos de resseguro e retrocessão registrados nas demonstrações financeiras e os demonstrativos do capital mínimo, dos valores redutores da necessidade de cobertura das provisões técnicas, da solvência e dos limites de retenção da Companhia de Seguros Aliança da Bahia em 31 de dezembro de 2014 foram elaborados, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as normas e orientações emitidas pelos órgãos reguladores e pelo Instituto Brasileiro de Atuária - IBA. Rio de Janeiro, 12 de fevereiro de 2015Cláudio Silva Duarte da Paz - MIBA nº 761CP Serviços de Matemática e Atuária Ltda - CIBA nº 136

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que discutiu, reviu e concordou com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2014. Salvador, 20 de fevereiro de 2015.Paulo Sérgio Freire de Carvalho Gonçalves Tourinho Diretor Presidente José Alfredo Cruz Guimarães DiretorAntônio Tavares da Câmara Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que discutiu, reviu e concordou com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2014. Salvador, 20 de fevereiro de 2015.Paulo Sérgio Freire de Carvalho Gonçalves Tourinho Diretor Presidente José Alfredo Cruz Guimarães DiretorAntônio Tavares da Câmara Diretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Companhia de Seguros Aliança da Bahia, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, de acordo com o disposto no artigo 163, da Lei 6.404/76, examinou o Relatório da Administração, as contas da Diretoria, as Demonstrações Financeiras, a Proposta de Destinação do Lucro Líquido e o Orçamento de Capital, todos referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2014 , e ainda com base nos documentos analisados, nos esclarecimentos prestados pelo representante da Administração e considerando, ainda, os esclarecimentos complementares dos auditores externos - AUDICONT Auditores e Consultores - e respectivo relatório emitido sem ressalvas em 20.02.2015, opinando os seus membros, por maioria de votos, que os referidos documentos estão em condições de serem apresentados à Assembleia Geral Ordinária, para deliberação.Salvador, 25 de fevereiro de 2015.Raimundo Santos SilvaPresidente do Conselho Fiscal Manoel Mota FonsecaConselheiroSonia Lucia Nogueira da SilvaConselheira

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.