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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025126 páginasCódigo CVM 21610Versão 1Recebida em 26/02/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de B3 S.A. - BRASIL, BOLSA, BALCAO

B3 S.A. - BRASIL, BOLSA, BALCAO · CNPJ 09.346.601/0001-25

B3 S.A. - BRASIL, BOLSA, BALCAO
CNPJ 09.346.601/0001-25
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
B3 S.A. - BRASIL, BOLSA, BALCAO
CNPJ
09.346.601/0001-25
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
126
Ano de referência
2025*
Publicado em
26/02/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total48.487.64745.228.8507,2%
1.01Ativo Circulante17.712.10315.172.53416,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.603.6171.636.275−2,0%
1.01.02Aplicações Financeiras13.937.16011.664.03019,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado12.924.09710.586.53122,1%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo12.912.56210.584.77822,0%
1.01.02.01.03Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.04Instrumentos Financeiros Derivativos11.5351.753558,0%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes672.901874.488−23,1%
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado340.162203.01167,6%
1.01.03Contas a Receber618.339506.64722,0%
1.01.03.01Clientes618.339506.64722,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar1.197.167605.06897,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.197.167605.06897,9%
1.01.07Despesas Antecipadas121.561123.419−1,5%
1.01.08Outros Ativos Circulantes234.259637.095−63,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros234.259637.095−63,2%
1.02Ativo Não Circulante30.775.54430.056.3162,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo3.661.8562.905.06426,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado390.169185.861109,9%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo390.169185.861109,9%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes2.044.0161.825.81012,0%
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado633.007405.98655,9%
1.02.01.04Contas a Receber215.46569.225211,3%
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos52.58484.019−37,4%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos52.58484.019−37,4%
1.02.01.08Despesas Antecipadas25.23339.836−36,7%
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes301.382294.3272,4%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda13.90714.878−6,5%
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Depósito Judicial287.475279.4492,9%
1.02.01.10.04Outros00—
1.02.02Investimentos662.554648.6822,1%
1.02.02.01Participações Societárias649.246631.7092,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas649.246631.7092,8%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento13.30816.973−21,6%
1.02.03Imobilizado880.467856.7952,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação822.364833.959−1,4%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento58.10322.836154,4%
1.02.04Intangível25.570.66725.645.775−0,3%
1.02.04.01Intangíveis25.570.66725.645.775−0,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Ágio24.358.87524.333.7770,1%
1.02.04.01.03Softwares, Projetos e outros1.211.7921.311.998−7,6%
1.02.04.01.04Relações Contratuais00—
1.02.04.01.05Marcas00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Administradores e Acionistas daB3 S.A. - Brasil, Bolsa, BalcãoOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, da B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão("Companhia"), identificadas como B3 e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balançopatrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultadoabrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bemcomo as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos osaspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da B3 S.A. - Brasil, Bolsa,Balcão em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seusrespectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com aspráticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards),emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossasresponsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada"Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas".Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticosrelevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas peloConselho Federal de Contabilidade - CFC, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidadesde interesse público no Brasil. Nós também cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordocom essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada parafundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria ("PAA") são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os maissignificativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossaauditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossaopinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos umaopinião separada sobre esses assuntos.Análise quanto a redução ao valor recuperável ("impairment") dos ágios decorrentes decombinações de negócioPor que é um PAAEm 31 de dezembro de 2025, conforme nota explicativa nº 8 às demonstrações financeiras individuais econsolidadas, a Companhia possui saldos significativos decorrentes de ágios gerados em combinações denegócios, os quais estão sujeitos à avaliação anual de impairment. Durante o exercício de 2025, a Companhiaefetuou um processo de reorganização operacional de suas unidades geradoras de caixa ("UGCs"), queresultou na consolidação das antigas UGCs CETIP UIF, Neoway, Neurotech, Datastock e PDtec na nova UGCSoluções Analíticas de Dados (Trillia). Essa reorganização exigiu a reavaliação da alocação dos ágios e da basede ativos associados, bem como a revisão das premissas utilizadas nos testes de recuperabilidaderelacionados a essa nova estrutura. A determinação do valor recuperável das unidades geradoras de caixa,incluindo a recém-formada UGC Soluções Analítica de Dados (Trillia), requer o exercício de julgamentosrelevantes sobre determinadas premissas subjetivas, tais como: (i) estimativa de fluxos de caixa futuros que aCompanhia espera obter com a utilização de seus ativos (ii) estimativa dos custos e despesas necessários àoperação e (iii) definição da taxa de desconto apropriada a esses fluxos de caixa futuros.Esse assunto foi considerado como um dos principais assuntos de auditoria pois: (i) os montantes envolvidosforam considerados materiais para nossa auditoria (ii) há julgamento envolvido quanto a estimativa de fluxosde caixa futuros, que contempla projeção de receitas futuras, bem como custos e despesas associados aoperação e (iii) há julgamento envolvido na determinação da taxa de desconto a ser aplicada a esses fluxos decaixa futuros.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) avaliação das metodologias e premissasrelevantes com a finalidade de identificação de riscos de erros materiais no nível de cada unidade geradora decaixa (ii) a avaliação do desenho e da implementação das atividades de controles internos relevantesassociadas com a elaboração e revisão da análise do valor recuperável das UGCs (iii) a avaliação da habilidadeda Diretoria em realizar projeções acuradas de fluxos de caixa futuros, por meio do confronto entre projeçõesde períodos anteriores e os fluxos de caixa atuais observados (iv) o envolvimento de nossos especialistas emvalorização para nos auxiliar na avaliação da razoabilidade do modelo de avaliação, na metodologia e na taxade desconto utilizada, bem como na acurácia matemática (v) a avaliação da razoabilidade das premissas denegócio relevantes utilizadas pela Companhia, entre elas a projeção das receitas, dos custos e despesasprojetados, e de sua razoabilidade perante informações macroeconômicas e dos segmentos em que aCompanhia atua e (vi) a avaliação da adequação das divulgações da Companhia sobre as premissas maissensíveis utilizadas no seu teste, ou seja, aquelas que têm efeito mais significativo na determinação do valorrecuperável de suas UGCs.Com base nos procedimentos de auditoria efetuados, consideramos que os critérios e premissas adotadaspela Diretoria para sua análise de redução ao valor recuperável de seus ágios, bem como as divulgações emnotas explicativas, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadastomadas em conjunto.Reconhecimento de receitas sobre prestação de serviçosPor que é um PAAConforme nota explicativa nº 17 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Companhiareconhece suas receitas à medida em que suas obrigações de desempenho são cumpridas, em um valor quereflita a expectativa de caixa em decorrência da prestação de serviços no curso normal das atividades daCompanhia.Esse assunto foi considerado como um dos principais assuntos de auditoria pois: (i) os montantes envolvidosforam considerados materiais para nossa auditoria e (ii) há um elevado volume de transações, cujoprocessamento é altamente dependente do funcionamento apropriado do ambiente de tecnologia compostopor diversos sistemas e controles automatizados.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a avaliação do desenho, implementação eeficácia operacional das atividades de controles internos relevantes, tanto manuais quanto automatizadas,associadas com a mensuração e reconhecimento das receitas (ii) a avaliação do desenho, implementação eeficácia operacional dos controles gerais de tecnologia ("ITGC") para os sistemas considerados relevantes paraa auditoria, o que inclui avaliação sobre os controles de acesso, gestão de mudanças e segurança dainformação e (iii) desenvolvimento de estimativa independente para determinadas linhas de receita deprestação de serviços, por meio de procedimentos analíticos substantivos e analises preditivas .Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos de auditoria descritos anteriormente,consideramos o reconhecimento de receitas sobre a prestação de serviços da Companhia, bem como asrespectivas divulgações nas notas explicativas, aceitáveis no contexto das demonstrações financeirasindividuais e consolidadas tomadas em conjunto.Papel de contr aparte central garantidora do mercadoPor que é um PAAA B3 possui um modelo verticalmente integrado onde um único agente é responsável por todas as fases doprocesso de negociação e pós-negociação do mercado. Nesse contexto, a Companhia atua como centraldepositária de ativos, câmara de compensação e de liquidação, além de assumir o papel de contrapartecentral. Como contraparte central garantidora, a B3 assume a posição de compradora para todos osvendedores e vendedora para todos os compradores durante o processo de liquidação. Essa função implica nanecessidade de que a B3 estabeleça mecanismos para estimar e cobrir total ou parcialmente eventuais perdasdecorrentes de falhas na liquidação por parte de um ou mais participantes e mantenha investimentosfinanceiros em ativos de alta liquidez e com baixa exposição aos riscos de mercado e de crédito.Em 31 de dezembro de 2025, a B3 possuía R$ 779.450.942 mil em garantias depositadas pelos participantes,conforme descrito na nota explicativa nº 14 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Considerando os montantes envolvidos e seu papel como contraparte central garantidora do mercado,determinamos essa área como um principal assunto de auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) o entendimento das atividades das câmaras,com foco nos processos de Modelagem de Risco, Risco de Contraparte Central e Administração de Garantias(ii) a avaliação dos aspectos de estrutura organizacional e governança, definição de estratégia e limites,políticas e metodologias de medição (iii) a identificação e avaliação do desenho e implementação dosprincipais controles e teste de efetividade operacional para determinados controles relacionados ao cálculo echamada de margem (iv) o envolvimento de nossos profissionais especializados em modelagem na execuçãodo recálculo independente, com base na metodologia utilizada pela B3, da margem requerida em determinadoscenários e períodos (v) testes, em base amostral, dos extratos de custódia de ativos e confirmações externasdas posições depositadas como garantias junto aos participantes do mercado e (vi) reconciliação dasinformações divulgadas nas notas explicativas com os relatórios dos sistemas operacionais em31 de dezembro de 2025.Com base nos procedimentos de auditoria efetuados sobre os saldos de garantias depositados pelosparticipantes do mercado, consideramos que os saldos avaliados e divulgados pela Diretoria, conforme notaexplicativa nº 14 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, são aceitáveis na formação daopinião sobre as demonstrações financeiras individuas e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da Diretoria da Companhia e apresentadas comoinformação suplementar para fins de IFRS Accounting Standards, foram submetidas a procedimentos deauditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para aformação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstraçõesfinanceiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordocom os critérios definidos na NBC TG 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essasdemonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes,segundo os critérios definidos nessa norma e são consistentes em relação às demonstrações financeirasindividuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas eo relatório do auditorA Diretoria da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório daAdministração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório daAdministração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossaresponsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, deforma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido naauditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado,concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar essefato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Diretoria e da governança pelas demonstrações financeirasindividuais e consolidadasA Diretoria é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuaise consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as IFRS Accounting Standards,emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboraçãode demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Diretoria é responsável pelaavaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntosrelacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração dasdemonstrações financeiras, a não ser que a Diretoria pretenda liquidar a Companhia e suas controladas oucessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pelasupervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais econsolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada porfraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível desegurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras einternacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podemser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto,possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas combase nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria,exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais econsolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamosprocedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriadae suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante defraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controlesinternos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentosde auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre aeficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a ra zoabilidade das estimativas contábeis erespectivas divulgações feitas pela Diretoria. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Diretoria, da base contábil de continuidade operacional e, combase nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condiçõesque possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional daCompanhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatóriode auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, ouincluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estãofundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condiçõesfuturas podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive asdivulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentestransações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Planejamos e executamos auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficientereferente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base paraformar uma opinião sobre as demonstrações financeiras do grupo. Somos responsáveis pela direção,supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e,consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e daépoca dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive asdeficiências significativas nos controles internos que eventualmente tenham sido identificadas durante nossostrabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com os requisitoséticos pertinentes de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos quepoderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadaspara eliminar as ameaças ou as salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aquelesque foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercíciocorrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntosem nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto,ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicadoem nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectivarazoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 26 de fevereiro de 2026DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Auditores Independentes Ltda. CRC nº 2 SP 011609/O-8 Dario Ramos da CunhaContadorCRC nº 1 SP 214144/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o inciso VI do artigo 27 da Resolução CVM 80/22, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras da B3 relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.São Paulo, 26 de fevereiro de 2026.Gilson Finkelsztain - PresidenteViviane Basso - Vice-Presidente de Operações - Emissores, Depositária e BalcãoMario Palhares - Vice-Presidente de Operações - Negociação Eletrônica e Contraparte CentralRodrigo Antônio Nardoni Gonçales - Vice-Presidente de TecnologiaMarcos Vanderlei Belini Ferreira - Vice-Presidente da Unidade de Infraestrutura para FinanciamentosAna Buchaim - Vice-Presidente de Pessoas, Marca, Comunicação, Sustentabilidade e Investimento SocialLuiz Masagão Ribeiro Filho - Vice-Presidente de Produtos e ClientesAndré Veiga Milanez - Diretor Executivo Financeiro, Administrativo e de Relações com InvestidoresEduardo Farias - Diretor Executivo de Governança, Gestão Integrada e Segurança CibernéticaSilvia Maria de Almeida Bugelli Valença - Diretora Executiva Jurídica

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm conformidade com o inciso V do artigo 27 da Resolução CVM 80/22, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da B3 relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.São Paulo, 26 de fevereiro de 2026.Gilson Finkelsztain - PresidenteViviane Basso - Vice-Presidente de Operações - Emissores, Depositária e BalcãoMario Palhares - Vice-Presidente de Operações - Negociação Eletrônica e Contraparte CentralRodrigo Antônio Nardoni Gonçales - Vice-Presidente de TecnologiaMarcos Vanderlei Belini Ferreira - Vice-Presidente da Unidade de Infraestrutura para FinanciamentosAna Buchaim - Vice-Presidente de Pessoas, Marca, Comunicação, Sustentabilidade e Investimento SocialLuiz Masagão Ribeiro Filho - Vice-Presidente de Produtos e ClientesAndré Veiga Milanez - Diretor Executivo Financeiro, Administrativo e de Relações com InvestidoresEduardo Farias - Diretor Executivo de Governança, Gestão Integrada e Segurança CibernéticaSilvia Maria de Almeida Bugelli Valença - Diretora Executiva Jurídica

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da B3 S.A. Brasil, Bolsa, Balcão, em cumprimento das disposições legais e estatutárias, examinou o relatório da administração e as demonstrações financeiras e respectivas notas explicativas, bem como a proposta de destinação dos resultados do exercício aprovados pelo Conselho de Administração, todos relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025. Com base nos exames efetuados, nas informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício em reuniões com a administração, auditores externos e Comitê de Auditoria e considerando, ainda, o relatório dos auditores independentes - Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes Ltda., opina que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária dos acionistas.São Paulo, 26 de fevereiro de 2026.André CojiAristóteles Nogueira FilhoMarcus Moreira de AlmeidaStânia Lopes MoraesMaria Paula Soares AranhaReginaldo Ferreira Alexandre

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIAInformações iniciaisO Comitê de Auditoria da B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão ("B3" ou "Companhia") é órgão estatutário de assessoramento vinculado diretamente ao Conselho de Administração. É composto por duas conselheiras independentes e mais dois membros, todos independentes, sendo um deles o Especialista Financeiro do Comitê. Os membros são nomeados a cada dois anos pelo Conselho de Administração, que leva em consideração os requisitos legais e estatutários aplicáveis e as recomendações das melhores práticas de governança corporativa.Atribuições e responsabilidadesAs funções e responsabilidades do Comitê de Auditoria estão descritas em seu Regimento Interno, que contempla as exigências previstas na Resolução CVM 23/2021, no Regulamento do Novo Mercado, no Estatuto Social da Companhia e nas recomendações do Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa do IBGC. O documento foi aprovado pelo Conselho de Administração e sua versão mais recente está disponível na página de RI da Companhia.O Comitê de Auditoria baseia seu julgamento e forma suas opiniões considerando as informações recebidas da Administração e os resultados dos trabalhos da Auditoria Independente, da Auditoria Interna e da Diretoria Executiva de Governança, Gestão Integrada e Segurança Cibernética.Atividades do Comitê de AuditoriaO Comitê de Auditoria reuniu-se entre 25 de fevereiro de 2025 e 23 de fevereiro de 2026 em treze sessões, nas quais foram realizadas 78 reuniões com os membros da diretoria, auditores internos, auditores independentes, representantes dos reguladores e outros interlocutores. A Coordenadora apresenta um sumário das pautas e as principais conclusões do Comitê nas reuniões do Conselho de Administração imediatamente posteriores às do Comitê.Reuniões com a DiretoriaO Comitê reuniu-se com o Presidente (incluindo uma reunião reservada), Vice-Presidentes e Diretores e suas respectivas equipes para discutir as estruturas, o funcionamento das respectivas áreas, seus processos de trabalho, eventuais deficiências nos sistemas de controles e planos de melhorias.Dentre as matérias que demandaram mais atenção do Comitê, destacam-se:Tecnologia e Cibersegurança - Foram analisados e discutidos aspectos relacionados ao ambiente tecnológico, incluindo o tratamento de incidentes, resiliência tecnológica, gestão de obsolescência, segurança cibernética e gestão de acessos.Contingências Jurídicas - Foram analisados e discutidos com a Diretoria Executiva Jurídica e com os Auditores Independentes os principais processos administrativos e judiciais, incluindo as classificações em relação às probabilidades de êxito.Demonstrações Financeiras e Assuntos Contábeis - Com a Diretoria Executiva Financeira, Administrativa e de Relações com Investidores e os Auditores Independentes, foram discutidos aspectos relevantes relacionados à elaboração das demonstrações financeiras, incluindo a avaliação dos ágios e testes de impairment, além das incorporações de empresas controladas.O Comitê acompanhou a evolução de projetos relevantes, como a migração do sistema contábil, a implementação do novo sistema de compras, as adaptações para a adoção dos IFRS S1 e S2 (CBPS 01 e 02) e as adaptações para atendimento à Lei Complementar nº 214/2025 (Reforma Tributária).Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo (PLD/FTP) - Com a Vice-presidência de Pós Negociação e Emissores, foram discutidos os aspectos relacionados à estrutura existente para realizar a gestão de risco relacionado a LD/FTP, incluindo as questões relativas à governança do processo, monitoramentos e avanços em relação aos ciclos anteriores. O Comitê acompanhou a evolução trimestral na maturidade dos controles e iniciativas da área para aperfeiçoamento do monitoramento.Pessoas e Remuneração - Com a Vice-presidência de Pessoas, Marketing, Comunicação, Sustentabilidade e Investimento Social foram discutidos assuntos relacionados à remuneração e aos benefícios da Administração, assim como a avaliação do Diretor de Auditoria.Interações com ReguladoresAlém do trabalho de acompanhamento ordinário do relacionamento entre a B3 e seus reguladores, inclusive com diálogo direto com servidores do BCB e CVM para responder a questionamentos, ouvir suas observações e aquilatar o atendimento de suas demandas, o Comitê de Auditoria acompanhou os resultados das inspeções realizadas pelas duas autarquias para se certificar sobre a adequada aderência das infraestruturas de mercado operadas pela B3 à legislação em vigor e aos padrões internacionais contidos nos Princípios para Infraestruturas de Mercado (PFMI) do BIS/IOSCO.Com periodicidade regular, o Comitê recebe um resumo das comunicações encaminhadas pelas Agências Reguladoras e pelo Poder Judiciário, relativas a questões que estejam no escopo do Comitê, e avalia o tratamento conferido a tais comunicações.Compliance, Controles Internos e Riscos Corporativos A Diretoria Executiva de Governança, Gestão Integrada e Segurança Cibernética apresentou os pilares do programa de compliance e ética da B3, incluindo aspectos relacionados aos programas de integridade, conformidade e anticorrupção.O Comitê apreciou o Relatório de Riscos Corporativos que atende aos requerimentos da Resolução CVM 135/2022 e o Relatório de Controles Internos preparado nos moldes da Resolução BCB 304/2023.O Comitê de Auditoria é de opinião que os procedimentos adotados para a manutenção da eficácia dos processos de compliance, controles internos e de gestão de riscos são adequados e aderentes à legislação em vigor.Auditoria IndependenteO Comitê de Auditoria reuniu-se com os Auditores Independentes (Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes) para obter informações sobre a política de manutenção da independência na execução dos trabalhos e decidir sobre a inexistência de conflitos de interesse em outros trabalhos, que não os de auditoria das demonstrações financeiras, a eles eventualmente solicitados pela diretoria da Companhia.O Comitê apreciou o plano de auditoria elaborado pela Deloitte, visando contribuir com aspectos relacionados ao escopo dos trabalhos, temas relevantes abordados nas avaliações, riscos significativos considerados pelo auditor, principais assuntos de auditoria e cronograma de execução das atividades.Foram discutidos os resultados das auditorias efetuadas pela Deloitte nos controles sobre lançamentos manuais, fechamento contábil, contraparte central garantidora, receitas, testes de impairment sobre os ativos, tesouraria e contingências e depósitos judiciais. Ao longo do ano foram debatidos os resultados e conclusões de cada revisão das Informações Trimestrais (ITR).Todos os temas considerados relevantes foram abordados com o intuito de se avaliar os riscos potenciais envolvendo as demonstrações financeiras e a mitigação de tais riscos mediante procedimentos de auditoria e controle.O Comitê procedeu à avaliação formal da Auditoria Independente com conclusão satisfatória, inclusive com relação a sua independência.Auditoria InternaO Comitê de Auditoria é responsável pela supervisão técnica da Auditoria Interna. O Comitê revisa e aprova o Plano Anual de Auditoria Interna, além de realizar o acompanhamento periódico de sua execução.Todos os relatórios de auditoria finalizados no período foram apresentados e discutidos com o Comitê, que considerou satisfatórios o escopo, a metodologia e os resultados dos trabalhos realizados. Em complemento, o Comitê de Auditoria mantém acompanhamento tempestivo dos planos de ação decorrentes dos pontos de auditoria identificados nos processos e controles auditados.O Comitê procedeu à avaliação formal da Auditoria Interna, com conclusão satisfatória. Também foram avaliadas a estrutura e o orçamento da Auditoria Interna, julgando adequadas ao seu bom funcionamento.ConclusãoO Comitê de Auditoria julga que todos os temas relevantes que chegaram ao seu conhe cimento, com base nos trabalhos efetuados e descritos neste relatório, estão adequadamente apresentados no Relatório da Administração e nas demonstrações financeiras auditadas relativas a 31 de dezembro de 2025, recomendando sua aprovação pelo Conselho de Administração.São Paulo, 26 de fevereiro de 2026.Cristina Anne Betts - Coordenadora e Representante do Conselho de Administração da B3 S.A.Carlos Alberto Rebello SobrinhoClaudia de Souza Ferris - Representante do Conselho de Administração da B3 S.A.Maria Luiza Lage de Mattos Levi - Especialista Financeira

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias5.266.500.000231.938.708
Preferenciais00
Total5.266.500.000231.938.708

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.