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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017203 páginasCódigo CVM 21237Versão 1Recebida em 14/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de ENEVA S.A.

ENEVA S.A. · CNPJ 04.423.567/0001-21

ENEVA S.A.
CNPJ 04.423.567/0001-21
DFP 2017
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
ENEVA S.A.
CNPJ
04.423.567/0001-21
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
203
Ano de referência
2017*
Publicado em
14/03/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total10.907.38110.360.5715,3%
1.01Ativo Circulante1.877.2571.249.60150,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa766.884493.99755,2%
1.01.01.01Caixa e Bancos12.17254.894−77,8%
1.01.01.02Fundo de investimento FICFI RF CP ENEVA283.763245.94515,4%
1.01.01.03Fundo de Investimento FIC Master Plus 50 RF DI LP303.4560—
1.01.01.04CDB/Compromissadas167.493193.158−13,3%
1.01.01.05Outras Aplicações em Renda FIxa00—
1.01.02Aplicações Financeiras217.146132.75763,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo217.146132.75763,6%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários217.146132.75763,6%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber524.886315.15366,5%
1.01.03.01Clientes524.886315.15366,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques170.367163.1884,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar116.311101.34114,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar116.311101.34114,8%
1.01.07Despesas Antecipadas14.84417.724−16,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes66.81925.441162,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros66.81925.441162,6%
1.01.08.03.01Adiantamentos Diversos11.3242494.447,8%
1.01.08.03.03Ganhos com Derivativos00—
1.01.08.03.04Depósitos Vinculados15.1595129.623,5%
1.01.08.03.05Subsídios a receber - CCC00—
1.01.08.03.06Outros Créditos40.33625.14160,4%
1.02Ativo Não Circulante9.030.1249.110.970−0,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo934.046885.5145,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber010.366−100,0%
1.02.01.03.01Clientes010.366−100,0%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos357.815396.295−9,7%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos357.815396.295−9,7%
1.02.01.07Despesas Antecipadas227.502−99,7%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes576.209471.35122,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ganhos com Derivativos00—
1.02.01.09.04Depósitos Vinculados76.74532.152138,7%
1.02.01.09.05Subsídios a Receber - CCC00—
1.02.01.09.07Impostos a Recuperar157.322166.946−5,8%
1.02.01.09.08Contas a Receber com Outras Pessoas Ligadas341.556265.23928,8%
1.02.01.09.09AFAC com Controladas em Conjunto00—
1.02.01.09.11Mutuo com Controladas em Conjunto00—
1.02.01.09.12Contas a Receber com Controladas em Conjuto00—
1.02.01.09.13Derivativos embutidos00—
1.02.01.09.14Outros Créditos5867.014−91,6%
1.02.01.09.15Títulos e Valores Mobiliário00—
1.02.02Investimentos422.587440.843−4,1%
1.02.02.01Participações Societárias422.587440.843−4,1%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas358.201347.5133,1%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias64.38693.330−31,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.02.02.01Goodwill / Mais Valia00—
1.02.02.02.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.02.04Outras Participações Societárias00—
1.02.03Imobilizado6.452.8116.528.059−1,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível1.220.6801.256.554−2,9%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasEneva S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Eneva S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Eneva S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Eneva S.A. e da Eneva S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017 foi planejada e executada considerando que as operações da Companhia e suas controladas não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior, exceto pela melhora na situação financeira da Companhia decorrente da renegociação de contratos de empréstimos e financiamentos e da entrada de recursos financeiros proveniente de operação no mercado de capitais. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior, exceto pela exclusão da menção a situação financeira da Companhia e da Combinação de Negócios que ocorreu no exercício de 2016.Porque é um PAA Projeções de resultado utilizadas na avaliação do valor recuperável do imobilizado e intangível (notas explicativas 4.9, 4.10, 13 e 14) e na realização de tributos diferidos (notas explicativas 4.14 e 10) Determinadas controladas da Companhia possuem saldos relevantes de imobilizado e intangível cuja avaliação anual de recuperabilidade envolve julgamentos críticos por parte da administração na determinação dos fluxos de caixa futuros esperados de cada controlada à qual os saldos se relacionam (unidade geradora de caixa - UGC).Adicionalmente, certas controladas, como indicado na nota explicativa 10, também possuem saldos de imposto de renda e contribuição social diferidos ativos substancialmente relacionados a prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social e diferenças temporárias, os quais foram reconhecidos com base em estudo que contêm as projeções de lucro tributável futuro.Essas projeções incluem premissas referentes ao desempenho da economia brasileira, prazos das projeções considerando as vidas úteis de cada ativo, investimentos para sua manutenção, bases tributárias e as correspondentes alíquotas de tributos, taxa de desconto além de premissas operacionais específicas de cada UGC tais como: capacidade instalada, garantias físicas, energia comercializada, preço fixo, custos e prazos de operação, volume de gás e variação no percentual de despacho. Focamos nossos trabalhos nas projeções de resultados realizadas pela administração, pois envolvem premissas e julgamentos complexos e subjetivos, os quais, se alterados, poderão resultar em valores substancialmente diferentes dos apurados pela Companhia.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento e avaliação do ambiente de controles internos do processo de mensuração ao valor recuperável dos ativos da Companhia e para apuração e registro dos seus créditos tributários. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAvaliamos a governança em torno desse processo, incluindo a aprovação dos orçamentos utilizados nesse cálculo e revisões das equipes de especialistas em cálculos financeiros da Companhia.Envolvemos nossos especialistas em projeções financeiras para a avaliação da razoabilidade das principais premissas operacionais e financeiras utilizadas pela administração, comparando-as com previsões econômicas e setoriais disponíveis. Também testamos a coerência lógica e aritmética das projeções. Com o apoio de nossos especialistas em temas tributários, testamos as bases de cálculo dos prejuízos fiscais, bases negativas de contribuição e diferenças temporárias, confrontando-as com as escriturações fiscais correspondentes.Realizamos análise de sensibilidade e recalculamos as projeções considerando determinados intervalos e cenários de taxas de de descontos, percentual de despacho e custos dos combustíveis (carvão e gás), bem como efetuamos leitura das divulgações realizadas pela administração nas demonstrações financeiras.Adicionalmente, comparamos as projeções com resultados de anos anteriores efetivamente realizados.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e as premissas utilizadas pela administração na projeção do resultado são razoáveis e as divulgações são consistentes com dados e informações obtidos.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demons tração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da c omunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 14 de março de 2018PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 "F" RJGuilherme Naves ValleContador CRC 1MG070614/O-5 "S" RJ

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução nº 480/09, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras (Controladora e Consolidado) relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017.Rio de Janeiro, 14 de março de 2018Pedro Zinner (Diretor presidente e Diretor Vice-Presidente e de Relações com Investidores)

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos AuditoresIndependentes Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução nº 480/09, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com a conclusão expressa no relatório de revisão dos Auditores Independentes, datado em 14 de março de 2018, relativo às demonstrações financeiras (Controladora e Consolidado) do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017.Rio de Janeiro, 14 de março de 2018.Pedro Zinner (Diretor presidente e Diretor Vice-Presidente e de Relações com Investidores)

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Não aplicável.

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

ATA DA REUNIÃO DO COMITÊ DE AUDITORIA REALIZADA EM 14 DE MARÇO DE 2018 1. DATA, HORA E LOCAL: Aos 14 dias de março de 2018, às 8:30hs, na Praia de Botafogo, n° 501, Bloco I, 7º andar, CEP 22250-040, Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro. 2. CONVOCAÇÃO E PRESENÇA: A reunião foi convocada nos termos do Estatuto Social da ENEVA S.A. ("Companhia") e da legislação aplicável e contou com a participação dos seguintes membros: Guilherme Bottura, Edwyn Neves, e como convidados a controller, o Diretor Jurídico e o Gerente de Auditoria Interna da Companhia, Paula Alves, Thiago Freitas e Alexandre Pimentel, respectivamente, e os representantes da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, Guilherme Valle, Gustavo Sardinha e Gabriel Barreira. 3. MESA: Guilherme Bottura assumiu a presidência da mesa e designou Thiago Freitas para atuar como Secretário. 4. ORDEM DO DIA: Orientações gerais sobre os seguintes temas: (i) atualização dos assuntos relativos à Auditoria Interna da Companhia (ii) demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, e relatório dos auditores independentes (iii) proposta de alterações das políticas contábeis da Companhia e (iv) atualização dos temas relativos ao programa de integridade. 5. DISCUSSÕES: Com relação aos temas incluídos na ordem do dia, foi deliberado, por unanimidade, o seguinte: (i) o Comitê tomou conhecimento das atualizações sobre Auditoria Interna apresentada pela Companhia (ii) após a revisão das Demonstrações Financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017 e do relatório dos auditores independentes, os membros do Comitê deliberaram emitir o seguinte parecer: "O Comitê de Auditoria da Eneva S.A. tomou conhecimento e analisou as demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017 e o relatório dos auditores independentes. Com base em referida análise, e considerando as informações prestadas pela administração da Companhia e pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, este Comitê de Auditoria recomenda ao Conselho de Administração que aprove as demonstrações financeiras e o relatório dos auditores independentes" (iii) o Comitê tomou conhecimento da proposta de alteração às políticas contábeis da Companhia que modificou a classificação dos encargos de dívida pagos na demonstração de fluxo de caixa para atividades de financiamento e (iv) o Comitê tomou conhecimento sobre as atualizações sobre o programa de integridade apresentado pela Companhia. 6. ENCERRAMENTO E LAVRATURA: Nada mais havendo a ser discutido, a reunião foi encerrada e a ata foi registrada, lida e assinada por todos os presentes. Rio de Janeiro, 14 de março de 2018. Thiago Freitas Secretário

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Não aplicável.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.