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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 21199Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 29/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de BANCO PAN S.A.

BANCO PAN S.A. · CNPJ 59.285.411/0001-13

Versões deste exercício: v1 (05/02/2019) · v2 (29/03/2019), esta

BANCO PAN S.A.
CNPJ 59.285.411/0001-13
DFP 2018 (V2)
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BANCO PAN S.A.
CNPJ
59.285.411/0001-13
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
29/03/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total27.472.05426.147.0155,1%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa20.26312.04768,2%
1.01.01Disponibilidades19.71410.74883,4%
1.01.02Depósitos Compulsórios no Banco Central5491.299−57,7%
1.02Ativos Financeiros23.162.86521.483.3547,8%
1.02.01Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através do Resultado2.326.2221.822.18327,7%
1.02.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.03Instrumentos de Dívida401.22550.757690,5%
1.02.01.04Derivativos281.632174.06761,8%
1.02.01.05Empréstimos e Adiantamentos a Clientes1.643.3651.597.3592,9%
1.02.01.06Títulos Disponíveis para a Venda00
1.02.01.07Outros Ativos Financeiros ao Valor Justo por meio do Resultado00
1.02.02Ativos Financeiros Avaliados a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes889.1161.122.511−20,8%
1.02.02.01Instrumentos de Dívida889.1161.122.511−20,8%
1.02.03Ativos Financeiros Avaliados ao Custo Amortizado19.947.52718.538.6607,6%
1.02.03.01Instrumentos de Dívida641.445539.31218,9%
1.02.03.02Empréstimos e Adiantamentos a Instituições Financeiras3.8971.032.983−99,6%
1.02.03.03Empréstimos e Adiantamentos a Clientes17.620.59916.009.94610,1%
1.02.03.04Benefício Residual em Operações Securitizadas7.49511.214−33,2%
1.02.03.05Recebíveis Imobiliários21.27528.655−25,8%
1.02.03.06Outros Ativos Financeiros1.652.816916.55080,3%
1.02.03.07Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.03Tributos Diferidos3.229.3053.426.000−5,7%
1.03.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.03.02A Compensar285.564250.16014,2%
1.03.03Diferido2.943.7413.175.840−7,3%
1.04Outros Ativos762.545937.974−18,7%
1.04.01Ativos Não Correntes a Venda348.909342.5931,8%
1.04.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.04.03Outros413.636595.381−30,5%
1.05Investimentos1.144379201,8%
1.05.01Participações em Coligadas00
1.05.02Participações em Controladas em Conjunto00
1.05.03Propriedades para Investimento00
1.05.04Outros Investimentos1.144379201,8%
1.06Imobilizado24.09327.690−13,0%
1.06.01Imobilizado de Uso24.09327.690−13,0%
1.06.01.01Tangível24.09327.690−13,0%
1.06.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.07Intangível271.839259.5714,7%
1.07.01Intangíveis271.839259.5714,7%
1.07.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobreas demonstrações financeiras consolidadasAos Administradores e AcionistasBanco Pan S.A. e suas controladasOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Pan S.A. ("Banco") e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Pan S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2018, o desempenho consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas ". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria doexercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobreesses assuntos. Nossa auditoria em 2018 foi planejada e executada considerando que as operações do Banco e suas controladas não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados aqueles do exercício anterior, exceto pela modificação do PAA relacionado a provisão para perdas ao valor recuperável "impairment" em razão da alteração da política contábil nessa área.Porque é um PAA Provisão para perdas ao valor recuperável - "impairment" (Notas explicativas 3g e 12, 13) O Banco Pan S.A. e suas controladas atuam substancialmente no setor do varejo, conforme divulgado na nota explicativa 1. A determinação da provisão para perdas ao valor recuperável - "impairment" continua exigindo julgamento por parte da Administração na determinação de premissas e critérios utilizados.A partir de 1º de janeiro de 2018 entrou em vigor a norma contábil IFRS 9 - Financial Instruments, que substituiu a IAS 39 - Financial Instruments, e estabelece novos requisitos de reconhecimento e mensuração dos instrumentos financeiros, dentre as quais um novo modelo de provisão de perda para risco de crédito "impairment" que tem como base a perda esperada. O IAS 39 tinha como base a perda incorrida.O processo estabelecido busca capturar potenciais eventos futuros que possivelmente podem aumentar o risco de crédito por meio de fatores internos e externos, cenários econômicos, situação financeira da contraparte, níveis de inadimplência, fluxos de caixa futuros esperados, políticas de renegociação, valores estimados de recuperação e realização das garantias, bem como as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Tendo em vista esses aspectos, esta área foi considerada como uma área foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaObtivemos o entendimento dos desenhos e dos controles relevantes relacionados a apuração da provisão para perdas ao valor recuperável - "impairment" que tratam da integridade da base de dados, processamento, contabilização das provisões e divulgações em notas explicativas.Testamos a conciliação dos saldos contábeis com a posição analítica, bem como recalculamos, em base de testes, a provisão para perdas ao valor recuperável - "impairment" com base na política estabelecida que inclui, entre outros aspectos, o valor, tanto para as provisões calculadas individualmente quanto para as de avaliação coletiva.Analisamos também, a consistência dos modelos e premissas adotadas no processo com os requisitos da norma vigente e com as práticas de mercado.Consideramos que as premissas e critérios adotados pela Administração são razoáveis e consistentes com as informações divulgadas nas demonstrações financeiras consolidadas. Ambiente de tecnologia da informação O Banco Pan S.A. e suas controladas operam em um ambiente de negócio no qual a estrutura de tecnologia de informação é crítica para o desenvolvimento de suas operações e a continuidade de seus negócios, os quais envolvem o processamento de um elevado número de transações diariamente, além de diversos processos para gestão de acessos e segurança da informação. Os riscos relativos aos processos de tecnologia da informação que suportam as transações nos diferentes sistemas legados, podem, eventualmente, resultar em informações críticas incorretas, inclusive aquelas utilizadas na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas. Em função desses aspectos, essa continua sendo uma área de foco em nossa auditoria.Como parte de nossos procedimentos de auditoria, com o auxílio de nossos especialistas de sistemas, entendemos e testamos os controles gerais relevantes de tecnologia e segurança da informação, relacionados aos processos de gerenciamento e desenvolvimento de mudanças sistêmicas, segurança de acessos a programas e banco de dados, segurança física do centro de processamento de dados, incluindo os controles compensatórios, quando necessários.Também testamos os controles automatizados ou as informações dependentes de tecnologia, restrições de acessos e segregações de funções relacionados aos processos relevantes para a preparação das demonstrações financeiras consolidadas.Os resultados de nossos procedimentos nos proporcionaram evidência razoável de auditoria com relação ao ambiente de tecnologia da informação relacionado com o processo de elaboração das demonstrações financeiras consolidadas.Créditos Tributários (Notas explicativas 3s e 15)O Banco Pan S.A. e suas controladas apresentam créditos tributários no total de R$ 2,9 bilhões, provenientes de adições temporárias nas bases de cálculo do Imposto de Renda - Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido e prejuízos fiscais e bases de cálculo negativas, reconhecidos com base em projeção de lucros tributários para a realização desses créditos tributários. Essa projeção, preparada a partir de estudo do cenário atual e futuro pela Administração do Banco, envolve julgamentos e premissas subjetivas.Continuamos consideran do essa uma área de foco de auditoria, pois a utilização de diferentes premissas na projeção do lucro tributário poderia modificar significativamente os prazos e valores previstos para realização dos créditos tributários com potencial impacto no registro e manutenção desses ativos nas demonstrações financeiras consolidadas.Realizamos o entendimento dos processos de apuração e registro nos termos das normas fiscais e contábeis relacionados aos créditos tributários incluindo os requisitos específicos do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil, bem como obtivemos o entendimento das premissas relevantes estabelecidas pela Administração para a estimativa de projeção de lucros tributários para realização dos créditos tributários.corroborar a consistência dessas estimativas de realização.Comparamos as premissas utilizadas pelo Banco Pan S.A. e suas controladas para projeção de lucros tributários com as projeções orçamentárias aprovadas pelo Conselho de Administração e com as projeções macroeconômicas divulgadas no mercado, bem como analisamos os dados históricos para corroborar a consistência dessas estimativas de realização. Consideramos que as premissas e critérios adotados pela Administração são razoáveis em relação ao registro, manutenção e realização do crédito tributário. Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoA demonstração consolidada do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco, e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras consolidadas do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras consolidadas A administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstraçõesfinanceiras, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança, a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa indepe ndência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 29 de março de 2019Carlos Augusto da Silva Contador CRC 1SP197007/O-2PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria do Banco PAN declara que discutiu, reviu e concordou com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31/12/2018.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria do Banco PAN declara que discutiu, reviu e concordou com a conclusão expressa no relatório dos auditores independentes referente às demonstrações financeiras individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31/12/2018.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

BANCO PAN S.A.COMPANHIA ABERTACNPJ/MF nº 59.285.411/0001-13NIRE 35.300.012.879PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal do Banco PAN S.A. ("Banco PAN" ou "Companhia"), no uso de suas atribuições legais e estatutárias, procedeu ao exame do relatório da Administração e das Demonstrações Financeiras da Companhia, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018, incluindo as notas explicativas e, com base: (a) no Parecer dos Auditores Independentes - PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, datado de 1º de fevereiro de 2019, onde é mencionado que os auditores tiveram acesso suficiente às informações necessárias para sua elaboração, cujos principais assuntos de auditoria são: 1 - Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ("PCLD"), o qual concluiu que as premissas e critérios adotados pela administração da Companhia para a determinação da PCLD são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das Demonstrações Financeiras, conforme notas explicativas nº 3f e 8 2 - Ambiente de Tecnologia da Informação ("TI"), com procedimentos de segurança dos sistemas de TI, com teste de controles gerais relevantes de tecnologia e segurança da informação, controles automatizados ou as informações dependentes de tecnologia, restrições de acessos e segregação de funções, que propiciaram evidência para execução do processo de exame de auditoria das Demonstrações Financeiras da Companhia 3 - Crédito Tributário, em relação aos créditos ativados no valor de R$ 2,9 bilhões no Banco PAN e empresas controladas, reconhecidos com base em projeção para a realização de créditos tributários de longo prazo que, para a sua realização, dependem da materialização das premissas constantes do Estudo Técnico de Viabilidade de Realização de Créditos Tributários elaboradas pela Administração da Companhia e aprovados pelo Conselho de Administração em 1º de fevereiro de 2019, conforme notas explicativas de nº 3n e 32b (b) na reunião com os Auditores Independentes (c) no resumo do relatório do Comitê de Auditoria, datado de 1º de fevereiro de 2019 e (d) na análise de documentos, informações e esclarecimentos prestados aos membros do Conselho Fiscal pela Administração da Companhia, notadamente pela Diretoria de Controladoria e Compliance.O Conselho Fiscal é de opinião que esses documentos: (a) refletem adequadamente as atividades desenvolvidas no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018, a situação patrimonial e a posição financeira da Companhia e (b) estão em condições de serem apreciados e aprovados pela Assembleia Geral Ordinária da Companhia.São Paulo, 1º de fevereiro de 2019.Paulo Roberto Salvador CostaPeter Edward Cortes Marsden WilsonRodrigo Toledo de Cabral Cota

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA2º SEMESTRE DE 2018O Comitê de Auditoria do Banco Pan S.A. ("Companhia" ou "Instituição") apresenta seu relatório, de forma resumida, para atender ao disposto na Resolução CMN nº 3.198, de 27 de maio de 2004, artigo 17, parágrafo 2º para publicação com as respectivas demonstrações contábeis do 2º. semestre de 2018, de forma a externar sua opinião e evidenciar informações que considera relevantes para o conhecimento e avaliação dos seus usuários.O Comitê no cumprimento de suas atribuições legais, em destaque: avaliar a efetividade das auditorias, interna e independente, e dos sistemas de controles internos e de gerenciamento de riscos verificar o cumprimento, pela administração, das recomendações de aprimoramento emanadas pelas auditorias e determinações de órgãos externos de fiscalização e revisar, previamente à publicação, as demonstrações contábeis e suas Notas Explicativas. As atividades desenvolvidas ocorreram em conformidade com o Plano de Trabalho 2018, submetido ao Conselho de Administração.As informações foram apresentadas nas reuniões realizadas com as áreas estratégicas da Companhia, nos relatórios produzidos que explicitaram a situação dos controles, da contabilidade e do gerenciamento de riscos, bem como nos resumos, relatórios e apresentações disponibilizados pelas auditorias interna e independente. O Comitê também realizou questionamento à administração decorrentes do comportamento da economia e de eventos externos, mas relacionados às operações praticadas, e aos possíveis impactos nos negócios da Instituição. Ainda recebeu esclarecimentos do Conselho de Administração sobre temas importantes da Companhia.Destaca-se que o Comitê foi informado que não ocorreram mudanças de critérios ou fatos relevantes que pudessem impactar o Balanço Patrimonial ou os resultados da Instituição, neste período, além daquelas mencionadas nas Notas Explicativas, onde se destacam: a realização de trabalhos na carteira de crédito para mensuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa - PCLD, nos quais a auditoria independente não apresentou nenhuma evidencia ou inconformidade nos procedimentos adotados, ressaltando os esforços em sistemas de tecnologia para apoio a essas operações.Foi aprovado o Plano de Negócios da Companhia pelo Conselho de Administração, inclusive em relação ao aproveitamento dos saldos de créditostributários. Da mesma forma, ainda em relação aos créditos tributários, a auditoria independente manteve parágrafo de ênfase no seu relatório.Feitos tais registros e limitando suas responsabilidades à confiabilidade das informações recebidas dos componentes da Instituição, o Comitê de Auditoria considera que:a) A Instituição vem promovendo o aprimoramento dos controles internos e de gerenciamento de risco, em especial nos aspectos relacionados a formalização e governança. A administração implementou novos sistemas tecnológicos, e vem implementando outros que permitem a correção dos apontamentos críticos indicados pela autoridade supervisora e auditorias. Também evoluiu na estrutura normativa relacionada à mitigação de riscos, com destaque para a elaboração da Declaração de Apetite a Riscos (Risk Appetite Statement - RAS)b) Não se verifica fato ou evidência relevante que pudesse comprometer a efetividade ou a independência das auditorias, interna e independente, sendo elas compatíveis com o porte e as características da Companhia e,c) As demonstrações contábeis, individual e consolidada, e respectivas Notas Explicativas, acompanhadas do relatório da administração e do parecer da auditoria independente, foram elaborados conforme a regulamentação vigente, refletindo em seus aspectos mais relevantes a situação econômico-financeira da Companhia.São Paulo (SP), 01 de fevereiro de 2019.MARCOS ANTONIO MACEDO CINTRAPresidentePEDRO PAULO LONGUINIMembroROGÉRIO BIMBIMembro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.