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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201289 páginasCódigo CVM 21709Versão 1Recebida em 18/07/2012valores em R$ mil

DFP 2012 de COMPANHIA MINEIRA DE ACUCAR E ALCOOL PARTICIPACOES

COMPANHIA MINEIRA DE ACUCAR E ALCOOL PARTICIPACOES · CNPJ 08.493.364/0001-62

COMPANHIA MINEIRA DE ACUCAR E ALCOOL PARTICIPACOES
CNPJ 08.493.364/0001-62
DFP 2012
Exercício 2012
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Metadados

Empresa
COMPANHIA MINEIRA DE ACUCAR E ALCOOL PARTICIPACOES
CNPJ
08.493.364/0001-62
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
89
Ano de referência
2012*
Publicado em
18/07/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/03/201231/03/2011Var.
1Ativo Total640.806405.40358,1%
1.01Ativo Circulante63.18537.49068,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa12.64820.525−38,4%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber13.7446.404114,6%
1.01.03.01Clientes3.169298963,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber10.5756.10673,2%
1.01.04Estoques35.3239.628266,9%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.47093357,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante577.621367.91357,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo127.98887.64646,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber1.3262.745−51,7%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber1.3262.745−51,7%
1.02.01.04Estoques3.3068.468−61,0%
1.02.01.05Ativos Biológicos87.38552.44366,6%
1.02.01.06Tributos Diferidos1.1561.1391,5%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes34.81522.85152,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Tributos a Compensar34.10222.85149,2%
1.02.01.09.04Instrumentos Financeiros Derivativos7130—
1.02.01.09.05Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.02Investimentos21100,0%
1.02.02.01Participações Societárias21100,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias21100,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado447.892279.61460,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação447.892279.61460,2%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível1.739652166,7%
1.02.04.01Intangíveis1.739652166,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASAos Administradores e Acionistas daCompanhia Mineira de Açúcar e Álcool ParticipaçõesUberaba - MGExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia Mineira de Açúcar e Álcool Participações ("Companhia"), respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de março de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Mineira de Açúcar e Álcool Participações em 31 de março de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Companhia Mineira de Açúcar e Álcool Participações em 31 de março de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfasesa) Conforme mencionado na nota explicativa n°19 às demonstrações financeiras, a controlada Vale do Tijuco possui obrigações contratuais decorrente de financiamento e não cumpriu com determinadas obrigações relacionadas a indicadores financeiros (covenants) para o exercício findo em 31 de março de 2012. Baseada na aprovação parcial do pedido de "waiver" pela gerência local e regional da instituição financeira líder do consórcio de bancos, entretanto, a administração da Sociedade decidiu por manter o saldo de R$83.242, referente às parcelas vincendas no não circulante, em linha com o cronograma original de vencimentos definidos pelo contrato de repasse indireto de recursos do BNDES. Nossa opinião não está ressalvada com relação a esse assunto.b) Sem modificar nossa opinião, enfatizamos que, conforme descrito na nota explicativa no 2 às demonstrações financeiras, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia, essas práticas diferem das IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial que, para fins das IFRS, seria custo ou valor justo.c) Sem ressalvarmos nossa opinião, chamamos a atenção para o fato de a Companhia ter apresentado prejuízo de R$13.286 no exercício findo em 31 de março de 2012, e que, naquela data, o passivo circulante excede o ativo circulante em R$198.601 mil. Essas condições indicam a existência de incerteza que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Enfatizamos que, nessa data, a Companhia depende do suporte financeiro de seus acionistas e/ou da obtenção de empréstimos com terceiros para continuar operando. d) No exercício findo em 31 de março de 2011, a Companhia e suas controladas alteraram as datas de início e encerramento de seu exercício social, para 1º de abril e 31 de março, respectivamente, de cada ano. Dessa forma, a demonstração do resultado do exercício findo em 31 de março de 2011, apresentada para fins de comparação, compreende um período de 15 meses, enquanto que a demonstração do resultado mencionada no parágrafo 1 acima compreende as operações de 12 meses. Assim sendo, a demonstração do resultado para o exercício findo em 31 de março de 2012 não é comparável com a demonstração do resultado para o exercício findo em 31 de março de 2011. Nossa opinião não está ressalvada com relação a esse assunto.e) Conforme divulgado na nota explicativa n° 6, as demonstrações financeiras referentes ao período de 15 meses findo em 31 de março de 2011 estão sendo reapresentadas em conjunto com a divulgação das demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de março de 2012, para permitir a apresentação das demonstrações financeiras comparativas com práticas contábeis consistentes.Outros assuntosExaminamos, também, as demonstrações, individual e consolidada, do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de março de 2012, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS, que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Belo Horizonte, 6 de julho de 2012DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAudi tores IndependentesCRC-2SP 011.609/O-8 F/MGWalmir BolgheroniContadorCRC-1SP 139.601/O-9 T/MG

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASNos termos do artigo 25, parágrafo 1º, inciso 6º da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que reviu discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de março de 2012

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESNos termos do artigo 25, parágrafo 1º, inciso 5º da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que reviu discutiu e concorda com opiniões expressas no parecer dos auditores independentes emitido em 31 de Março de 2012

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Sem texto na entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.