Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016119 páginasCódigo CVM 16659Versão 1Recebida em 06/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de PORTO SEGURO S/A

PORTO SEGURO S/A · CNPJ 02.149.205/0001-69

PORTO SEGURO S/A
CNPJ 02.149.205/0001-69
DFP 2016
Exercício 2016
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
PORTO SEGURO S/A
CNPJ
02.149.205/0001-69
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
119
Ano de referência
2016*
Publicado em
06/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total25.356.70723.189.4949,3%
1.01Ativo Circulante19.135.42717.934.1166,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa882.0671.154.904−23,6%
1.01.02Aplicações Financeiras8.948.9238.236.5068,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo8.948.9238.236.5068,6%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação8.070.4336.146.41231,3%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda878.4902.090.094−58,0%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber7.211.9226.594.5159,4%
1.01.03.01Clientes7.211.9226.594.5159,4%
1.01.03.01.01Prêmios a receber de segurados3.327.9303.320.4370,2%
1.01.03.01.02Operações de crédito1.033.050965.1157,0%
1.01.03.01.03Títulos e créditos a receber2.753.9912.253.60122,2%
1.01.03.01.04Recebíveis de prestação de serviços96.95155.36275,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar170.743138.00823,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar170.743138.00823,7%
1.01.06.01.01Impostos e contribuições a recuperar170.743138.00823,7%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.921.7721.810.1836,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1.921.7721.810.1836,2%
1.01.08.03.01Ativos não financeiros mantidos para venda188.672167.09812,9%
1.01.08.03.02Custos de aquisição diferidos1.224.6051.188.2063,1%
1.01.08.03.03Outros ativos426.845344.17224,0%
1.01.08.03.04Instrumentos Financeiros Derivativos1.45537.343−96,1%
1.01.08.03.05Ativos de resseguro80.19573.3649,3%
1.02Ativo Não Circulante6.221.2805.255.37818,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo2.853.5862.118.43034,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo1.688.143987.20071,0%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação1.2041.02617,3%
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda1.686.939986.17471,1%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber301.571290.1413,9%
1.02.01.03.01Clientes300.744289.3313,9%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber8278102,1%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos507.880509.203−0,3%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos501.508502.875−0,3%
1.02.01.06.02Prejuízo fiscal e base negativa00—
1.02.01.06.03Diferenças temporárias00—
1.02.01.06.04Impostos e contribuições a recuperar6.3726.3280,7%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes355.992331.8867,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ativos de Resseguro97971636,7%
1.02.01.09.04Custos de aquisição diferidos17.0187.072140,6%
1.02.01.09.05Outros ativos337.995324.0984,3%
1.02.02Investimentos8.5548.5110,5%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento8.5548.5110,5%
1.02.03Imobilizado1.535.5991.478.7933,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.535.5991.478.7933,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível1.823.5411.649.64410,5%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Custos de aquisição de contratos diferidos00—
1.02.04.01.03Intangíveis00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Administradores e Acionistas da Porto Seguro S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, da Porto Seguro S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Porto Seguro S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, individuais e consolidados, para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRS") emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. - Metodologias e premissas utilizadas no cálculo das provisões técnicas de contratos de seguros e de previdência complementar:Em 31 de dezembro de 2016, a Porto Seguro S.A. e suas controladas possuem saldos de provisões técnicas de contratos de seguros e de previdência complementar no montante de R$ 11.964.959 mil, conforme detalhado na nota explicativa nº 17 às demonstrações financeiras. Na determinação dos valores das provisões técnicas dos contratos de seguros e previdência complementar é requerido um julgamento relevante da Administração na seleção das premissas e metodologias chave, tais como: valor estimado de abertura de sinistros, desenvolvimento histórico de sinistros, taxa de desconto, taxa de cancelamento, expectativa de recuperação de sinistros (salvados/ressarcimento), riscos assumidos e vigentes de apólices em processo de emissão, tábuas de mortalidade, expectativa de aumento na longevidade, e a aplicação de metodologia para o desenvolvimento dos sinistros ocorridos e prêmios emitidos baseado no triangulo de Run-off, entre outros.Em função da relevância do julgamento exercido pela Administração, a avaliação das premissas e metodologias utilizadas no cálculo das referidas provisões técnicas foi considerada um risco significativo para nossa auditoria. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) testes do desenho, implementação e efetividade dos controles chave relacionados ao processo de registro e avaliação da provisão de sinistros a liquidar, (ii) testes de exatidão e integridade das bases de dados utilizadas nos cálculos atuariais (iii) envolvimento de especialistas atuariais objetivando: a) avaliar a adequação das metodologias utilizadas no cálculo das provisões técnicas, b) desafiar as premissas e julgamentos relevantes da Administração em relação às referências da indústria, c) avaliar se a metodologia vem sendo consistentemente aplicada nos últimos exercícios, e d) recalcular, em base de testes, os saldos das provisões técnicas.- Impairment de ativos financeiros - operações de créditos e cartões de crédito:A Portoseg S.A. Crédito, Financiamento e Investimento ("Portoseg"), controlada da Porto Seguro S.A., tem como principal atividade a concessão de financiamentos e operações de cartões de crédito. Em 31 de dezembro de 2016, o Consolidado possui saldos a receber de operações de créditos e cartões de crédito no montante total de R$ 4.376.343 mil, para os quais a Administração efetua periodicamente análise de recuperação desses ativos ("impairment"), sendo que na referida data base, o montante total provisionado é de R$ 288.558 mil. A metodologia utilizada na avaliação do risco de crédito tanto para as operações de crédito quanto para as operações de cartões de crédito é o de perda incorrida, conforme requerido pela IAS 39/CPC 38, para o qual é requerido julgamento da Administração na determinação das premissas e na avaliação do comportamento das carteiras de créditos. Devido à complexidade do modelo de provisão para perdas de crédito, do uso de estimativa e do julgamento por parte da Administração na determinação das provisões que foram constituídas, esse assunto demandou esforços na auditoria, incluindo o trabalho de membros seniores da nossa equipe, por se tratar de risco significativo de auditoria. Nossos procedimentos incluíram, entre outros: (i) entendimento e análise do critério de provisionamento adotado pela Portoseg (ii) leitura da política de provisionamento da Companhia (iii) testes de exatidão e integridade das bases de dados utilizadas nos cálculos das provisões (iv) testes do desenho, implementação e efetividade dos controles chave relacionados ao processo de provisionamento (v) desafio das premissas e julgamentos relevantes da Administração em relação às referências da indústria (vi) recálculo, em base de testes, dos valores provisionados. Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionado As demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do audi tor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, não abrange o Relatório da Administração e não expressamos ou expressaremos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcidas de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRSs"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB" e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 1 de fevereiro de 2017DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores IndependentesCRC nº 2 SP 011609 /O-8Carlos ClaroContadorCRC nº 1 SP 236588/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOOs Senhores FABIO LUCHETTI, LUIZ ALBERTO POMAROLE, CELSO DAMADI, MARCELO BARROSO PICANÇO, LENE ARAÚJO DE LIMA, NEY FERRAZ DIAS, ROBERTO DE SOUZA SANTOS e JOSÉ RIVALDO LEITE DA SILVA, na qualidade de Diretores da PORTO SEGURO S.A., declaram, nos termos do que dispõem os incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM 480/2009 (e alterações) que:a)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes eb)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras. São Paulo, 1 de fevereiro de 2017.FABIO LUCHETTIDiretor PresidenteLUIZ ALBERTO POMAROLEDiretor Geral - Produto AutomóvelCELSO DAMADIDiretor Geral - Financeiro e ControladoriaMARCELO BARROSO PICANÇODiretor Geral - Negócios Financeiros e Investimentos, Vida e PrevidênciaDiretor de Relações com InvestidoresLENE ARAÚJO DE LIMADiretor Geral - Suporte e GovernançaNEY FERRAZ DIASDiretor Geral - Produtos e ServiçosROBERTO DE SOUZA SANTOSDiretor Geral - Seguros Patrimoniais e SaúdeJOSÉ RIVALDO LEITE DA SILVADiretor Geral - Corretores de Seguros e Vendas On-Line

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOOs Senhores FABIO LUCHETTI, LUIZ ALBERTO POMAROLE, CELSO DAMADI, MARCELO BARROSO PICANÇO, LENE ARAÚJO DE LIMA, NEY FERRAZ DIAS, ROBERTO DE SOUZA SANTOS e JOSÉ RIVALDO LEITE DA SILVA, na qualidade de Diretores da PORTO SEGURO S.A., declaram, nos termos do que dispõem os incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM 480/2009 (e alterações) que:a)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes eb)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras. São Paulo, 1 de fevereiro de 2017.FABIO LUCHETTIDiretor PresidenteLUIZ ALBERTO POMAROLEDiretor Geral - Produto AutomóvelCELSO DAMADIDiretor Geral - Financeiro e ControladoriaMARCELO BARROSO PICANÇODiretor Geral - Negócios Financeiros e Investimentos, Vida e PrevidênciaDiretor de Relações com InvestidoresLENE ARAÚJO DE LIMADiretor Geral - Suporte e GovernançaNEY FERRAZ DIASDiretor Geral - Produtos e ServiçosROBERTO DE SOUZA SANTOSDiretor Geral - Seguros Patrimoniais e SaúdeJOSÉ RIVALDO LEITE DA SILVADiretor Geral - Corretores de Seguros e Vendas On-Line

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.