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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201048 páginasCódigo CVM 16438Versão 1Recebida em 30/03/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de SUL 116 PARTICIPACOES SA

SUL 116 PARTICIPACOES SA · CNPJ 01.957.772/0001-89

SUL 116 PARTICIPACOES SA
CNPJ 01.957.772/0001-89
DFP 2010
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
SUL 116 PARTICIPACOES SA
CNPJ
01.957.772/0001-89
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
48
Ano de referência
2010*
Publicado em
30/03/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total41.75561.973−32,6%
1.01Ativo Circulante41.46142.929−3,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa9.74810.774−9,5%
1.01.02Aplicações Financeiras21.17222.228−4,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber00—
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar10.4719.7607,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar10.4719.7607,3%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes70167−58,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros70167−58,1%
1.02Ativo Não Circulante29419.044−98,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo29219.041−98,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo118.751−100,0%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Títulos e Valores Mobiliários118.751−100,0%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas2582580,0%
1.02.01.07.01Depósitos Judiciais2582580,0%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes33323,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Tributos a Recuperar33323,1%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado23−33,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS AosAdministradores e Acionistas daSul 116 Participações S.A.Rio de Janeiro - RJExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Sul 116 Participações S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Sul 116 Participações S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Sul 116 Participações S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo om as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfases Conforme descrito na nota explicativa 2.1., as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Sul 116 Participações S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo.Conforme mencionado na Nota 1 e 14, a Companhia possui como únicos propósitos a participação nas controladas diretas Futuretel S. A., Zain Participações S. A. e Invitel Legacy S. A. e a garantia, nos termos do contrato de compra e venda de ações de emissão de Argolis Holdings S.A. ("Argolis") celebrado com a Telemar Participações S.A., em 25 de abril de 2008, das obrigações assumidas por seu acionista Investidores Institucionais Fundo de Investimento em Participações. As controladas diretas e indiretas não possuem atividades operacionais, exceto pelo fato da controlada indireta Newtel Participações S. A. ser garantidora do Contrato de Compra e Venda de Alienação de Ações da Telemig Celular Participações S.A. e Telenorte Celular Participações S.A., e da controlada direta Invitel Legacy que realiza a gestão dos direitos e obrigações decorrentes da alienação do controle indireto da Brasil Telecom. A geração de caixa da Companhia e das controladas diretas e indiretas é basicamente restrita às receitas financeiras auferidas de suas aplicações. As demonstrações financeiras foram elaboradas no pressuposto da continuidade das operações da Companhia e de suas controladas diretas e indiretas, e não refletem eventuais ajustes nos ativos e passivos no caso de liquidação, principalmente com respeito ao saldo de tributos a recuperar no montante de R$ 10.504 mil no consolidado (Nota 6), que dependem de lucratividade futura ou de pedido de restituição junto à Receita Federal do Brasil. Conforme mencionado na Nota 13, em 31 de dezembro de 2010, a controlada indireta Newtel Participações S. A. possui contingência fiscal com risco de perda possível no montante estimado de R$73.296 mil. A capacidade financeira da Companhia poderá vir a ser afetada, caso o desfecho da referida contingência seja distinto do risco atual considerado.Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, a demonstração individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorAs demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Sul 116 Participações S.A referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e 1o de janeiro de 2009, antes da reapresentação, foram examinadas pela Terco Grant Thornton Auditores Independentes (Terco), entidade separada legalmente da Ernst & Young Auditores Independentes S.S., que emitiu relatório em 29 de março de 2010 sobre essas demonstrações financeiras com opinião com ressalva em função de integralização de capital da participação acionária da Futuretel S. A. na Companhia com base em valor patrimonial de 31 de maio de 2009, anterior à redução d capital efetuada em junho de 2009 pela Futuretel em R$ 4.022 mil gerando uma perda indevida no resultado da Companhia para o exercício de 2009, e sem qualquer modificação para o exercício de 1o de janeiro de 2009, reapresentado. Em 1 de outubro de 2010, a Terco foi incorporada pela Ernst & Young Auditores Independentes S.S. Após essa incorporação, a Ernst & Young Auditores Independentes S.S. passou a ser denominada Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S.Rio de Janeiro, 29 de março de 2011 Auditores Independentes S.S.CRC - 2SP 015.199/O-6 - F - RJEduardo José Ramón LeveroneContador CRC - 1RJ -067.460/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Sul 116 Participações S.A., companhia aberta, com sede na Rua Lauro Müller, 116, sala 504 (parte), Botafogo, Rio de Janeiro - RJ, inscrita no CNPJ/MF sob nº 01.957.772/0001-89 ("Companhia"), nos termos do inciso VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras da Companhia para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010. Rio de Janeiro, 28 de março de 2011.André Rizzi de Oliveira Alberto Ribeiro GuthDiretor de Relações com Investidores e de Recursos HumanosDiretor Econômico-Financeiro e Administrativo

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Sul 116 Participações S.A., companhia aberta, com sede na Rua Lauro Müller, 116, sala 504 (parte), Botafogo, Rio de Janeiro - RJ, inscrita no CNPJ/MF sob nº 01.957.772/0001-89 ("Companhia"), nos termos do inciso V do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia referentes às demonstrações financeiras da Companhia para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010. Rio de Janeiro, 28 de março de 2011.André Rizzi de Oliveira Alberto Ribeiro GuthDiretor de Relações com Investidores e de Recursos HumanosDiretor Econômico-Financeiro e Administrativo

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.