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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012217 páginasCódigo CVM 21199Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 28/03/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de BANCO PAN S.A.

BANCO PAN S.A. · CNPJ 59.285.411/0001-13

Versões deste exercício: v1 (18/02/2013) · v2 (18/02/2013) · v3 (28/03/2013), esta

BANCO PAN S.A.
CNPJ 59.285.411/0001-13
DFP 2012 (V3)
Exercício 2012
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Metadados

Empresa
BANCO PAN S.A.
CNPJ
59.285.411/0001-13
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
217
Ano de referência
2012*
Publicado em
28/03/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total19.459.93215.266.34027,5%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa36.77825.81642,5%
1.01.01Disponibilidades36.77825.81642,5%
1.02Aplicações Financeiras2.507.9071.270.31197,4%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo2.206.0161.269.54573,8%
1.02.01.01Títulos para Negociação565.03780.476602,1%
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda1.435.0091.068.72234,3%
1.02.01.03Outros Ativos Financeiros ao Valor Justo por meio do Resultado204.703119.41071,4%
1.02.01.04Depósitos Compulsórios no Banco Central1.26793735,2%
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado301.89176639.311,4%
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento301.89176639.311,4%
1.03Empréstimos e Recebíveis12.881.43510.581.75521,7%
1.03.01Empréstimos e adiantamentos de instituições financeiras509.392909.026−44,0%
1.03.02Empréstimos e adiantamentos a clientes12.244.2289.672.72926,6%
1.03.03Outros empréstimos e recebíveis4.0360
1.03.04Instrumentos de dívida106.4510
1.03.05Benefício residual em operações securitizadas17.3280
1.04Tributos Diferidos00
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.05Outros Ativos3.747.6503.363.21511,4%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda42.83236.18918,4%
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.05.03Outros3.704.8183.327.02611,4%
1.05.03.01Impostos a compensar147.78061.962138,5%
1.05.03.02Impostos Diferidos3.083.4012.715.03113,6%
1.05.03.03Outros ativos473.637550.033−13,9%
1.06Investimentos00
1.06.01Participações em Coligadas00
1.06.02Outros00
1.07Imobilizado42.21616.215160,4%
1.07.01Imobilizado de Uso42.21616.215160,4%
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00
1.08Intangível243.9469.0282.602,1%
1.08.01Intangíveis243.9469.0282.602,1%
1.08.01.01Ágio218.7270
1.08.01.02Outros ativos intangíveis25.2199.028179,3%
1.08.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes - IFRSAos AdministradoresBanco Panamericano S.A.Examinamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Panamericano S.A. e suas controladas ("Instituição"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e as demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras consolidadasA administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) ) emitidas pelo "International Accounting Standard Boards - IASB"e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras consolidadas. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro.Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada do Banco Panamericano S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo "International Accounting Standard Boards - IASB".ÊnfasesLimites Operacionais RegulatóriosConsoante apresentado na Nota 7.2.4, os limites operacionais regulatórios na data-base de 31 de dezembro de 2011 encontravam-se desenquadrados dos limites requeridos pelo Banco Central do Brasil. Dentre as medidas adotadas no exercício de 2012 para o referido enquadramento do Banco aos limites regulatórios foi efetuado aumento de capital no valor de R$ 1.759 milhões. Em 31 de dezembro de 2012 tais limites encontram-se atendidos, conforme mencionado na nota 7.2.4.Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto. Créditos tributários diferidosConforme descrito na Nota 16, existem em 31 de dezembro de 2012 créditos tributários ativos, no valor de aproximadamente R$ 3 bilhões, reconhecidos com base em projeções financeiras e plano de negócios revistos para 31 de dezembro de 2012 e aprovados pelo Conselho de Administração, que incluem estudo da conjuntura atual e cenários futuros de premissas utilizadas nas referidas projeções. A realização desses créditos tributários registrados contabilmente depende da materialização dessas projeções e plano de negócios na forma como aprovadas pelos órgãos da Administração. Nossa opinião não está sendo ressalvada em função deste assunto.São Paulo, 27 de março de 2013 PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 Edison Arisa PereiraContador CRC 1SP127241/O-0Relatório dos auditores independentes - BRGAAPAosAdministradores e AcionistasBanco Panamericano S.A. Examinamos as demonstrações financeiras individuais do Banco Panamericano S.A. ("Instituição") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012, e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre findos nessa data, bem como as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Panamericano S.A. e de suas controladas ("Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2012, e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e as demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Instituição. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Panamericano S.A. e do Banco Panamericano S.A. e suas controladas ("Consolidado") em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício e semestre findos nessa data, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa mesma data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.ÊnfasesLimites Operacionais RegulatóriosConsoante apresentado na nota 33, os limites operacionais regulatórios na data-base de 31 de dezembro de 2011 encontravam-se desenquadrados dos limites requeridos pelo Banco Central do Brasil. Dentre as medidas adotadas no exercício de 2012 para o referido enquadramento do Banco aos limites regulatórios foi efetuado aumento de capital no valor de R$ 1.759 milhões. Em 31 de dezembro de 2012 tais limites encontram-se atendidos, conforme mencionado na nota 33.Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Créditos tributários diferidosConforme descrito na nota 35, existem em 31 de dezembro de 2012 créditos tributários ativos, no valor de R$ 3.014 milhões, reconhecidos com base em projeções financeiras e plano de negócios revistos para 31 de dezembro de 2012 e aprovados pelo Conselho de Administração, que incluem estudo da conjuntura atual e cenários futuros de premissas utilizadas nas referidas projeções. A realização desses créditos tributários registrados contabilmente depende da materialização dessas projeções e plano de negócios na forma como aprovadas pelos órgãos da Administração. Nossa opinião não está sendo ressalvada em função deste assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos também as demonstrações, individual e consolidada, do valor adicionado (DVA) para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da administração da Instituição, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 18 de fevereiro de 2013 PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 Edison Arisa PereiraContador CRC 1SP127241/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria do Banco Panamericano S.A. declara que discutiu, reviu e concordou com as Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas referente ao exercício findo em 31/12/2012.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria do Banco Panamericano S.A. declara que discutiu, reviu e concordou com a conclusão expressa no relatório dos auditores independentes referente às Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas referentes ao exercício findo em 31/12/2012.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros efetivos do Conselho Fiscal do Banco Panamericano S/A após procederem ao exame do relatório da administração e das demonstrações financeiras referente ao exercício social encerrado em 31/12/2012 e com base:a)no Parecer dos Auditores Independentes - PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, datado de 18/02/2013, com ênfase em relação ao desenquadramento dos limites operacionais do exercício findo em 31 de dezembro de 2011, requeridos pelo Banco Central do Brasil, e ênfase em relação aos créditos tributários ativados que, para sua realização, dependem da materialização das projeções constantes do Plano de Negócios aprovado pelo Conselho de Administração, em 21/01/2013, conforme nota explicativa nº 35b)na reunião com os auditores externos e,c)no relatório do Comitê de Auditoria,Entendem que esses documentos refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas pela sociedade no exercício.Os exames das demonstrações citadas foram complementados, ainda, por análise de documentos e, substancialmente, por informações e esclarecimentos prestados aos membros do Conselho Fiscal, no decorrer do exercício, pela Administração da Instituição, essencialmente, pela Diretoria de Controladoria e Compliance.São Paulo, 18 de fevereiro de 2013Paulo Roberto Salvador CostaPresidenteDaniela Maluf PfeifferConselheiraFábio Franco Barbosa FernandesConselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.