Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201765 páginasCódigo CVM 21741Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 23/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de ECO SECURITIZADORA DE DIREITOS CREDITORIOS DO AGRONEGOCIO SA

ECO SECURITIZADORA DE DIREITOS CREDITORIOS DO AGRONEGOCIO SA · CNPJ 10.753.164/0001-43

Versões deste exercício: v1 (22/03/2018) · v2 (23/03/2018), esta

ECO SECURITIZADORA DE DIREITOS CREDITORIOS DO AGRONEGOCIO SA
CNPJ 10.753.164/0001-43
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
ECO SECURITIZADORA DE DIREITOS CREDITORIOS DO AGRONEGOCIO SA
CNPJ
10.753.164/0001-43
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
65
Ano de referência
2017*
Publicado em
23/03/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total5.8027.288−20,4%
1.01Ativo Circulante4.4215.074−12,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.2874.297−23,5%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber4344115,6%
1.01.03.01Clientes27315477,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber161257−37,4%
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar2040—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar2040—
1.01.07Despesas Antecipadas49636635,5%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante1.3812.214−37,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.3812.214−37,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber72649048,2%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber72649048,2%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas6551.724−62,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores6550—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas01.724−100,0%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e acionistas da Eco Securitizadora de Direitos Creditórios do Agronegócio S/ASão Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Eco Securitizadora de Direitos Creditórios do Agronegócio S/A (Companhia), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, da Eco Securitizadora de Direitos Creditórios do Agronegócio S/A em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Securitização e emissão de títulos A Companhia tem como principal objeto social a aquisição e securitização de direitos de crédito do agronegócio e a emissão e colocação no mercado financeiro de Certificado de Recebíveis do Agronegócio ("CRA"). A Companhia possui como principal fonte de recursos, a administração dos recebíveis decorrentes dos contratos que lastreiam suas emissões, que foram instituídos ao regime fiduciário e portanto é constituído um patrimônio separado utilizando-se exclusivamente dos recursos recebidos pelo pagamento dos contratos de lastro para pagamentos dos titulares do CRA.A administração do patrimônio separado das emissões ativas e novas emissões de Certificados de Recebíveis do Agronegócio - CRA, requer controle com relação aos ingressos e dispêndios de caixa, contemplando, a aquisição de papéis (lastros da operação) do originador (cedente), concomitantemente com a obrigação do pagamento ao investidor, bem como as obrigações junto ao agente fiduciário. Devido a relevância desta atividade para a Companhia, e o gerenciamento da existência, mensuração, e divulgação do seu patrimônio separado, consideramos este assunto relevante para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) análise da movimentação dos Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) e identificamos as emissões, os pagamentos e as inadimplências ocorridas no período em análise, bem como analisamos por amostragem o reconhecimento e a adequação da apresentação das operações divulgadas no patrimônio separado da Companhia (ii) para as emissões, solicitamos a documentação suporte que compreende o contrato de distribuição, o termo de securitização, os lastros atrelados a cada operação e os parâmetros utilizados para a seleção de tais lastros e validamos os valores e as informações relevantes tais como vencimentos e taxas (iii) para os recebimentos dos CRAs, analisamos a entrada dos recursos em conta corrente da companhia, bem como testamos com base em amostragem, a aplicação dos critérios adotados pela Companhia na apuração do valor recuperável e seu valor registrado e(iv)avaliação da adequação das divulgações efetuadas pela Companhia relacionadas a este assunto.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que, no tocante à sua existência, mensuração e divulgação, o valor dos recebíveis do agronegócio divulgados no patrimônio separado nas demonstrações financeiras fiduciárias é aceitável no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Outros assuntosInformações fiduciáriasExaminamos as informações complementares por emissão dos CRAs, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, apresentadas na nota explicativa n°18 e n° 19, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, cuja apresentação é requerida pelo artigo 12 da Lei n° 9.514, de 20 novembro de 1997, para companhias securitizadoras, e como informação suplementar para fins de IFRS, que não requerem a apresentação dessas informações complementares por emissão de CRA. Essas informações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foram adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Valores correspondentes Os valores correspondentes relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado em 17 de fevereiro de 2017 sem modificação.Responsabilidades da administração pelas demonstrações financeiras A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:-Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.-Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.-Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.-Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manterem em continuidade operacional.-Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 21 de março de 2018.KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Zenko NakassatoContador CRC 1SP160769/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os Diretores da Eco Securitizadora de Direitos Creditórios do Agronegócio S.A., que abaixo subscrevem, declaram, nos termos do art. 25 da Instrução CVM 480, de 7 de dezembro de 2009, que: reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017 São Paulo, 21 de Março de 2018.MILTON SCATOLINI MENTENDiretor PresidenteCRISTIAN DE ALMEIDA FUMAGALLIDiretor de Relação com InvestidoresEco Securitizadora

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Diretores da Eco Securitizadora de Direitos Creditórios do Agronegócio S.A., que abaixo subscrevem, declaram, nos termos do art. 25 da Instrução CVM 480, de 7 de dezembro de 2009, que: reviram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no parecer emitido em 21 de Março de 2018, por KPMG Auditores Independentes, com relação às demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017. São Paulo, 21 de Março de 2018.MILTON SCATOLINI MENTENDiretor PresidenteCRISTIAN DE ALMEIDA FUMAGALLIDiretor de Relação com InvestidoresEco Securitizadora

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.