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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012Código CVM 20532Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 29/03/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A.

BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A. · CNPJ 90.400.888/0001-42

Versões deste exercício: v1 (31/01/2013) · v2 (29/03/2013), esta

BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A.
CNPJ 90.400.888/0001-42
DFP 2012 (V2)
Exercício 2012
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A.
CNPJ
90.400.888/0001-42
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2012*
Publicado em
29/03/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total421.084.963399.886.0825,3%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa55.535.24065.938.003−15,8%
1.01.01Disponibilidades e Reservas no Banco Central do Brasil55.535.24065.938.003−15,8%
1.02Aplicações Financeiras77.015.20675.175.0652,4%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo77.015.20675.175.0652,4%
1.02.01.01Títulos para Negociação31.638.26829.901.4955,8%
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda44.148.62044.608.201−1,0%
1.02.01.03Outros Ativos Financeiros ao Valor Justo no Resultado1.228.318665.36984,6%
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.03Empréstimos e Recebíveis226.957.041202.757.19111,9%
1.03.01Empréstimos e outros valores com instituições de crédito29.913.13219.628.86152,4%
1.03.02Empréstimos e adiantamentos a clientes196.774.297183.066.2687,5%
1.03.03Instrumentos de dívida269.61262.062334,4%
1.04Tributos Diferidos19.881.42516.250.37322,3%
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos16.343.18714.173.14915,3%
1.04.02Imposto de Renda e Contribuição Social Correntes3.538.2382.077.22470,3%
1.05Outros Ativos3.265.4072.899.83912,6%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda165.710132.38825,2%
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.05.03Outros3.099.6972.767.45112,0%
1.05.03.01Derivativos Utilizados como Hedge156.16480.70893,5%
1.05.03.02Outros Ativos2.943.5332.686.7439,6%
1.06Investimentos472.093422.22511,8%
1.06.01Participações em Coligadas472.093422.22511,8%
1.06.02Outros00
1.07Imobilizado5.938.2285.008.30618,6%
1.07.01Imobilizado de Uso5.938.2285.008.30618,6%
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00
1.08Intangível32.020.32331.435.0801,9%
1.08.01Intangíveis4.802.7584.217.51513,9%
1.08.01.01Outros Ativos Intangíveis4.802.7584.217.51513,9%
1.08.02Goodwill27.217.56527.217.5650,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESAos Administradores e Acionistas do Banco Santander (Brasil) S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Santander (Brasil) S.A. e controladas ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras consolidadasA Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB", assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras consolidadas. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada, do Banco Santander (Brasil) S.A. e controladas em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoExaminamos, também, a demonstração consolidada do valor adicionado ("DVA") mencionada na nota explicativa nº 42.j) como informações complementares, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparada sob a responsabilidade da Administração do Banco, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS, que não requerem a apresentação da DVA. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 27 de março de 2013DELOITTE TOUCHE TOHMATSUGilberto Bizerra de SouzaAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 RJ 076328/O-2 "S" SP--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Administradores e Acionistas doBanco Santander (Brasil) S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras do Banco Santander (Brasil) S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações dos resultados, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa referentes ao semestre e exercício findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados às circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Santander (Brasil) S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoExaminamos, também, a demonstração do valor adicionado, para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012 , preparada sob a responsabilidade da Administração do Banco, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo, 30 de janeiro de 2013DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Gilberto Bizerra de SouzaAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 RJ 076328/O-2 "S" SP

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasApós análise das Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, BRGAAP (elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, estabelecidas pela Lei das Sociedades por Ações, em conjunto às normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Bacen e modelo do documento previsto no Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (Cosif), da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no que não conflitam com as normas emitidas pelo Bacen, acompanhadas do Relatório da Administração, do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras, parecer dos auditores independentes e Relatório do Comitê de Auditoria ("Demonstrações Financeiras")) e IFRS - (elaboradas de acordo com as Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as interpretações do Comitê de Interpretações das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRIC)), acompanhadas do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras e parecer dos auditores independentes, os membros da Diretoria Executiva, para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso VI, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaram que discutiram, reviram e concordam com as Demonstrações Financeiras em BRGAAP e IFRS.Membros da Diretoria Executiva da Companhia em 31 de dezembro de 2012:Marcial Angel Portela AlvarezConrado EngelCarlos Alberto López GalánIgnacio Dominguez-Adame Bozzano João Guilherme de Andrade So ConsiglioLilian Maria Ferezim Guimarães Luís Felix Cardamone NetoMarco Antônio Martins de Araújo FilhoOscar Rodriguez HerreroPedro Carlos Araújo CoutinhoPedro Paulo LonguiniJose Alberto Zamorano HernandezJosé Roberto Machado FilhoLuciane RibeiroManoel Marcos Madureira*Amancio Acúrcio GouveiaAna Paula Nader Alfaya*Antonio Pardo de Santayana Montes Carlos Alberto Seiji Nomoto*Cassio SchmittCassius SchymuraClovis Hideaki IkedaEde Ilson VianiEduardo Müller BorgesFernando Díaz Roldán*Flávio Tavares ValadãoGilberto Duarte de Abreu FilhoGilson FinkelsztainJamil Habibe HannoucheLuiz Felipe Taunay FerreiraMara Regina Lima Alves Garcia Marcelo AudiMarcelo Zerbinatti Marcio Aurelio de NobregaMaria Eugênia Andrade Lopez SantosMauro SiequeroliMiguel Angel Albero OcerinNilo Sérgio Silveira CarvalhoNilton Sergio Silveira Carvalho*Ramón Sanchez DíezReginaldo Antonio RibeiroRoberto de Oliveira Campos Neto Ronaldo Yassuyuki Morimoto Sérgio GonçalvesThomas Gregor IlgWilson Luiz Matar *Posse Pendente de Aprovação do Bacen.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesApós análise das Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, BRGAAP (elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, estabelecidas pela Lei das Sociedades por Ações, em conjunto às normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Bacen e modelo do documento previsto no Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (Cosif), da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no que não conflitam com as normas emitidas pelo Bacen, acompanhadas do Relatório da Administração, do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras, parecer dos auditores independentes e Relatório do Comitê de Auditoria) e IFRS - (elaboradas de acordo com as Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as interpretações do Comitê de Interpretações das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRIC)), acompanhadas do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras e parecer dos auditores independentes, os membros da Diretoria Executiva, para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso V, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaram que discutiram, reviram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes.Membros da Diretoria Executiva da Companhia em 31 de dezembro de 2012:Marcial Angel Portela AlvarezConrado EngelCarlos Alberto López GalánIgnacio Dominguez-Adame Bozzano João Guilherme de Andrade So ConsiglioLilian Maria Ferezim Guimarães Luís Felix Cardamone NetoMarco Antônio Martins de Araújo FilhoOscar Rodriguez HerreroPedro Carlos Araújo CoutinhoPedro Paulo LonguiniJose Alberto Zamorano HernandezJosé Roberto Machado FilhoLuciane RibeiroManoel Marcos Madureira*Amancio Acúrcio GouveiaAna Paula Nader Alfaya*Antonio Pardo de Santayana Montes Carlos Alberto Seiji Nomoto*Cassio SchmittCassius SchymuraClovis Hideaki IkedaEde Ilson VianiEduardo Müller BorgesFernando Díaz Roldán*Flávio Tavares ValadãoGilberto Duarte de Abreu FilhoGilson FinkelsztainJamil Habibe HannoucheLuiz Felipe Taunay FerreiraMara Regina Lima Alves Garcia Marcelo AudiMarcelo Zerbinatti Marcio Aurelio de NobregaMaria Eugênia Andrade Lopez SantosMauro SiequeroliMiguel Angel Albero OcerinNilo Sérgio Silveira CarvalhoNilton Sergio Silveira Carvalho*Ramón Sanchez DíezReginaldo Antonio RibeiroRoberto de Oliveira Campos Neto Ronaldo Yassuyuki Morimoto Sérgio GonçalvesThomas Gregor IlgWilson Luiz Matar *Posse Pendente de Aprovação do Bacen.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.