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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 20532Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 30/07/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A.

BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A. · CNPJ 90.400.888/0001-42

Versões deste exercício: v1 (30/01/2018) · v2 (16/02/2018) · v3 (30/07/2018), esta

BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A.
CNPJ 90.400.888/0001-42
DFP 2017 (V3)
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A.
CNPJ
90.400.888/0001-42
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
30/07/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total645.703.039634.393.2401,8%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa100.866.081110.604.911−8,8%
1.01.01Disponibilidades e Reservas no Banco Central do Brasil100.866.081110.604.911−8,8%
1.02Aplicações Financeiras150.169.471154.448.673−2,8%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo139.955.017144.399.912−3,1%
1.02.01.01Títulos para Negociação52.439.57684.873.663−38,2%
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda85.823.38457.815.04548,4%
1.02.01.03Outros Ativos Financeiros ao Valor Justo no Resultado1.692.0571.711.204−1,1%
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado10.214.45410.048.7611,6%
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento10.214.45410.048.7611,6%
1.03Empréstimos e Recebíveis322.336.767296.048.5068,9%
1.03.01Empréstimos e outros valores com instituições de crédito32.300.09527.762.47316,3%
1.03.02Empréstimos e adiantamentos a clientes272.420.157252.002.7748,1%
1.03.03Instrumentos de dívida17.616.51516.283.2598,2%
1.04Tributos Diferidos28.825.74128.753.1840,3%
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos24.778.07824.437.1121,4%
1.04.02Imposto de Renda e Contribuição Social Correntes4.047.6634.316.072−6,2%
1.05Outros Ativos5.926.4896.664.614−11,1%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda1.155.4561.337.885−13,6%
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.05.03Outros4.771.0335.326.729−10,4%
1.05.03.01Derivativos Utilizados como Hedge192.763222.717−13,4%
1.05.03.02Outros Ativos4.578.2705.104.012−10,3%
1.06Investimentos866.564990.077−12,5%
1.06.01Participações em Coligadas866.564990.077−12,5%
1.06.02Outros00
1.07Imobilizado6.509.8836.646.433−2,1%
1.07.01Imobilizado de Uso6.509.8836.646.433−2,1%
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00
1.08Intangível30.202.04330.236.842−0,1%
1.08.01Intangíveis1.837.7871.881.803−2,3%
1.08.01.01Outros Ativos Intangíveis1.837.7871.881.803−2,3%
1.08.02Goodwill28.364.25628.355.0390,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasBanco Santander (Brasil) S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais do Banco Santander (Brasil) S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Santander (Brasil) S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Santander (Brasil) S.A. e do Banco Santander (Brasil) S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa individual e consolidado para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017 foi planejada e executada considerando que as operações do Banco e do Consolidado não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior.Provisão para créditos de liquidação duvidosa (Notas Explicativas 3i e 8)Porque é um PAAA estimativa da provisão para créditos de liquidação duvidosa envolve elevado nível de julgamento por parte da Administração. A determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa leva em consideração a avaliação de várias premissas e fatores internos e externos, incluindo os níveis de inadimplência e garantias das carteiras, política de renegociação, cenário econômico atual e prospectivo. Dessa forma, essa área se manteve como foco em nossa auditoria. Esse julgamento considera diversas premissas na determinação das provisões. A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída levando-se em consideração as normas regulamentares do Banco Central do Brasil - BACEN, notadamente a Resolução do Conselho Monetário Nacional - CMN 2.682, e é fundamentada nas análises das operações de crédito em aberto (vencidas e vincendas), de acordo com políticas internas que consideram o estabelecimento de ratings (classificação de risco) de crédito. Da mesma forma, considera a expectativa de realização da carteira de crédito, em adição ao requerido pela regulamentação vigente, com base na experiência passada, cenário atual e expectativas futuras, riscos específicos das carteiras e avaliação de risco da Administração na constituição de provisão.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos nosso entendimento e realizamos testes dos controles internos relevantes na apuração e reconhecimento da provisão para créditos de liquidação duvidosa, contemplando substancialmente os seguintes principais processos: Aprovação da política de crédito análise de crédito concessão de crédito e operações renegociadas atribuição de rating considerando o risco do valor recuperável das operações processamento e contabilização das provisões reconciliação dos saldos contábeis com a posição analítica e elaboração das notas explicativas. Efetuamos, também, testes a fim de observar a integridade e completude da base de dados utilizada para o cálculo da provisão para créditos de liquidação duvidosa, além de testes para observar a aplicação da metodologia de cálculo dessa provisão em relação aos ratings atribuídos, bem como confronto dos saldos contábeis com os relatórios analíticos.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para a apuração e registro contábil da provisão para créditos de liquidação duvidosa são consistentes com o ano anterior e razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras.Reconhecimento e valor recuperável do crédito tributário (Notas Explicativas 3s, 3t e 11)Porque é um PAAO crédito tributário de imposto de renda e contribuição social, decorrente de diferenças temporárias na base de cálculo desses tributos, bem como de prejuízos fiscais, incluindo bases negativas de contribuição social sobre o lucro líquido, é reconhecido contabilmente na medida em que haja expectativa de lucros tributáveis futuros para realização do mesmo.A expectativa de realização desses créditos tributários está baseada em projeções de resultados futuros que requerem a aplicação de julgamento por parte da Administração, incluindo utilização de premissas. Considerando a subjetividade inerente a esse processo, essa permanece sendo considerada uma área de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos nosso entendimento e realizamos testes dos controles internos relevantes que envolvem a apuração desses créditos tributários, bem como das estimativas do valor recuperável desses créditos tributários, de acordo com as normas aplicáveis do Conselho Monetário Nacional e Banco Central do Brasil.Obtivemos entendimento quanto às premissas críticas incluídas nas projeções de resultados e efetuamos testes quanto a exatidão matemática dos valores projetados. Adicionalmente, confrontamos os resultados históricos projetados com os resultados realizados. Aplicamos testes para confirmar a natureza e os montantes das diferenças temporárias, prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social sobre o lucro líquido, passíveis de serem deduzidos das bases de tributos futuros com o auxílio de nossos especialistas na área tributária.Discutimos com a Administração e com o Comitê de Auditoria e confirmamos a aprova ção do estudo técnico que suporta a realização do crédito tributário pelos órgãos adequados da Administração.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para a apuração e registro contábil dos créditos tributários referidos acima, estão suportados e são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras.Provisões para passivos contingentes (Notas Explicativas 3q e 23)Porque é um PAAO Banco Santander e suas controladas são parte em processos judiciais e administrativos de natureza tributária, trabalhista e cível, decorrentes do curso normal de suas atividades.Normalmente os referidos processos são encerrados após um longo tempo e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação vigente.A decisão de reconhecimento de um passivo contingente e as bases de mensuração consideram exercício de julgamento feito pela Administração do Banco o qual é reavaliado periodicamente, inclusive quando da elaboração das demonstrações financeiras, considerando novos eventos ocorridos. Nas circunstâncias, essa área se mantém como foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos nosso entendimento e realizamos testes nos controles internos relevantes que envolvem a identificação e constituição de passivos e as divulgações em notas explicativas, incluindo entre outros, os controles internos relacionados ao modelo de cálculo adotado para a constituição das provisões para contingências trabalhistas e cíveis que são realizadas pelo critério de médias históricas de perdas, para as ações consideradas comuns e semelhantes em natureza.Testamos a aplicação dos modelos matemáticos de apuração das médias históricas de perda, quando aplicável, relacionadas a contingências trabalhistas e cíveis, bem como testamos a quantidade de casos em aberto na data-base das demonstrações financeiras.Efetuamos procedimentos de confirmação com os escritórios de advocacia que patrocinam os processos judiciais e administrativos relevantes para confirmar a avaliação do prognóstico, inclusive considerando os novos eventos ocorridos no exercício, a completude das informações e o valor correto das provisões.Com o apoio de nossos especialistas, atualizamos nosso entendimento quanto a razoabilidade do prognóstico de perda das causas mais significativas de natureza tributária, trabalhista e cíveis.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para a apuração e registro contábil das provisões para contingências passivas estão consistentes com o ano anterior, e são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras.Provisão para planos de benefício pós emprego (Notas Explicativas 3n e 35)Porque é um PAAO Banco tem planos de benefício pós emprego com característica de benefício definido, decorrentes de planos existentes em instituições adquiridas em exercícios anteriores, cujos valores são relevantes no contexto das demonstrações financeiras e envolvem a necessidade de utilização de uma adequada base de dados e a determinação de premissas com elevado grau de subjetividade, tais como: taxas de desconto, de inflação e de mortalidade. Essa permanece como uma área de foco em nossa auditoria, pois alterações nas premissas podem resultar em impactos relevantes nas obrigações relacionadas aos planos de benefício definido. Adicionalmente, a determinação das premissas envolve um relevante grau de julgamento da Administração.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos nosso entendimento e realizamos testes dos controles internos relevantes que envolvem a constituição e a mensuração dos passivos decorrentes dos planos de benefícios pós emprego. Entre outros, nossos testes consideraram os controles relacionados à completude e adequação das bases de dados, à existência e valor correto dos ativos dos planos de benefício e os de aprovação das premissas consideradas nos cálculos atuariais. Atualizamos nosso entendimento das metodologias e os julgamentos utilizados pela Administração na determinação das premissas aplicadas no cálculo das obrigações em comparação com os parâmetros de mercado. Confirmamos a consistência das premissas mais relevantes adotadas nos cálculos atuariais com aquelas adotadas na última avaliação atuarial anual, bem como avaliamos a razoabilidade das alterações de premissas efetuadas pela administração. Também, em base amostral, realizamos testes de existência e de recálculo do valor justo dos ativos dos planos.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para a apuração e registro contábil da provisão para planos de benefícios pós emprego são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras.Mensuração do valor justo de determinados instrumentos financeiros e derivativos com pouca liquidez e sem mercado ativo (Notas Explicativas 3g, 3h e 6)Porque é um PAAA mensuração do valor justo dos instrumentos financeiros se mantém como área de foco em nossa auditoria devido à sua relevância no contexto das demonstrações financeiras e o envolvimento de elevado nível de julgamento por parte da Administração, uma vez que dependem de técnicas de avaliação realizadas por meio de modelos internos baseados em determinadas premissas para valorização de instrumentos com pouca liquidez e sem mercado ativo e/ou dados observáveis. Esses instrumentos financeiros são substancialmente compostos por aplicações em títulos emitidos por empresas e contratos de derivativos.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos nosso entendimento e realizamos testes dos controles internos relevantes que envolvem a mensuração, reconhecimento e divulgação do valor justo dos instrumentos financeiros e derivativos. Com o auxílio dos nossos especialistas em precificação de instrumentos financeiros, atualizamos nosso entendimento quanto as metodologias de cálculo para precificação, analisamos a razoabilidade das premissas utilizadas pela Administração nas construções de curvas e modelos internos de precificação, bem como analisamos o alinhamento destas premissas e destes modelos com as práticas utilizadas no mercado. Efetuamos testes independentes de valorização de determinadas operações, selecionadas em base amostral.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração na mensuração do valor justo desses instrumentos financeiros e derivativos são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras.Ambiente de tecnologia da informação (Nota Explicativa 36)Porque é um PAAO Banco Santander (Brasil) S.A. tem um ambiente de negócio altamente dependente da tecnologia requerendo uma infraestrutura complexa para suportar o elevado número de transações processadas diariamente em seus diversos sistemas.Os riscos inerentes à tecnologia da informação, associados a deficiências em processos e controles que suportam o processamento dos sistemas de tecnologia, considerando os sistemas legados e os ambientes de tecnologia existentes, podem, eventualmente, ocasionar processamento incorreto de informações críticas, inclusive aquelas utilizadas na elaboração das demonstrações financeiras. Por essa razão, essa permanece uma área de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaCom o auxílio de nossos especialistas, atualizamos nossa avaliação do desenho e testamos a efetividade operacional dos controles relacionados à gestão do ambiente de tecnologia da informação, incluindo os controles compensatórios estabelecidos.Os procedimentos executados envolveram a combinação de testes de controles e, quando aplicável, testes dos controles compensatórios, assim como a execução de testes sobre processos-chave relacionados à segurança da informação, desenvolvimento e manutenção de sistemas e operação de computadores relacionados com a infraestrutura que suporta o negócio do Banco.Com o resultado desses trabalhos, consideramos que os processos e controles do ambiente de tecnologia nos proporcionaram uma base razoável, para determinamos a natureza e a extensão de nossos procedimentos de auditoria sobre as demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e é apresentada como informação suplementar para fins do BACEN, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a nossa auditoria das demonstrações financeiras. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco e suas controladas continuarem operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demon strações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança, a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 29 de janeiro de 2018PricewaterhouseCoopers Edison Arisa PereiraAuditores Independentes Contador CRC 1SP127241/O-0CRC 2SP000160/O-5******************************************************************************************************************************************************************Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras consolidadasAos Administradores e AcionistasBanco Santander (Brasil) S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Santander (Brasil) S.A. ("Banco") e suas controladas, que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Santander (Brasil) S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017 foi planejada e executada considerando que as operações do Banco e suas controladas não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior.Provisão para perdas sobre créditos (Notas Explicativas 1.c.1, 1.c.2.1.i, 2.i, 10 e 48.b)Porque é um PAAA estimativa da provisão para perdas sobre créditos envolve um elevado nível de julgamento por parte da Administração. A determinação da provisão considera a existência de evidência objetiva de perda no valor recuperável do crédito, e envolve a utilização de várias premissas, considerando fatores internos e externos, incluindo os níveis de inadimplência e garantias das carteiras, política de renegociação, cenário econômico atual e prospectivo. Dessa forma, essa área se manteve como foco em nossa auditoria.O Banco avalia se existe evidência objetiva de perda no valor recuperável individual e/ou coletivamente, o que for aplicável.Na avaliação individual, a perda por redução ao valor recuperável considera as condições do mutuário, tais como sua situação econômica e financeira, nível de endividamento, capacidade de geração de renda, fluxo de caixa, entre outras, e também com base no histórico de perdas e outras circunstâncias conhecidas no momento da avaliação.Na avaliação coletiva, a perda por redução ao valor recuperável é calculada usando modelos estatísticos que levam em consideração fatores históricos como: EAD (exposição à inadimplência), PD (probabilidade de inadimplência) e LGD (perda por inadimplência). Adicionalmente, a partir de 1º. de janeiro de 2018 entra em vigor a norma contábil IFRS 9 - Financial Instruments, que estabelece novos requerimentos de reconhecimento e mensuração dos instrumentos financeiros, dentre os quais um novo modelo de provisão de perda para risco de crédito (impairment) que tem como base a perda esperada. O Banco estabeleceu um projeto estruturado a fim de adaptar os seus processos às novas regras de classificação, mensuração e impairment de instrumentos financeiros, de acordo com o estabelecido pela norma em questão. Dessa forma, em atendimento aos requisitos de divulgação do IAS 8 - Accounting Policies, Changes in Accounting Estimates and Errors, a administração divulgou informações qualitativas da aplicação da norma, além de estimar os impactos mais relevantes que essa norma produzirá nas informações financeiras do próximo exercício, com base nos saldos e premissas das operações em 31 de dezembro de 2017. Considerando a abrangência e complexidade da implantação da norma e os requisitos de divulgação, incluímos este tema como parte relevante do nosso foco de auditoria dessa área.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos nosso entendimento e realizamos testes dos controles internos relevantes na apuração e reconhecimento da provisão para perdas sobre créditos, contemplando substancialmente os seguintes principais processos: i) validação dos modelos e premissas adotados pela Administração para determinação do valor recuperá vel do crédito ii) adequada mensuração das garantias na determinação do valor recuperável iii) aprovação e registros de operações renegociadas iv) processamento e contabilização das provisões v) conciliação dos saldos contábeis com a posição analítica vi) elaboração das notas explicativas. Para as provisões calculadas considerando a avaliação individual, avaliamos e testamos os critérios utilizados para a determinação do valor recuperável com base no risco de crédito.Para as provisões calculadas considerando a avaliação coletiva, avaliamos o processo de aprovação dos modelos aplicados na determinação do valor recuperável do crédito. Em base amostral, testamos os referidos modelos para as carteiras mais significativas, bem como a integridade da base de dados utilizada para os cálculos.Em relação as informações divulgadas quanto a implementação da IFRS 9, avaliamos os procedimentos adotados pela Administração para adequação de seus processos, considerando os critérios adotados para a classificação e mensuração dos instrumentos financeiros e para implantação dos novos modelos de impairment, previstos na IFRS 9. Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração proporcionam uma base razoável para a apuração e registro contábil da provisão para perdas sobre créditos no contexto das demonstrações financeiras consolidadas, bem como para as divulgações referentes à norma contábil IFRS 9.Reconhecimento e valor recuperável do crédito tributário (Notas Explicativas 1.c.2.1.ii, 2.aa e 25.d)Porque é um PAAO crédito tributário decorrente de diferenças temporárias na base de cálculo dos tributos, bem como de prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social sobre o lucro líquido, é reconhecido contabilmente na medida em que haja expectativa de lucros tributáveis futuros para realização do mesmo.A expectativa de realização dos créditos tributários está baseada em projeções de resultados futuros que requerem a aplicação de julgamento por parte da Administração, incluindo utilização de premissas. Considerando a subjetividade inerente a esse processo, essa permanece sendo uma área de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos nosso entendimento e realizamos testes dos controles internos relevantes que envolvem a apuração dos créditos tributários decorrentes das diferenças temporárias, prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social sobre o lucro líquido, bem como das estimativas do valor recuperável desses créditos tributários, de acordo com as normas contábeis aplicáveis.Obtivemos entendimento quanto às premissas críticas incluídas nas projeções de resultados e efetuamos testes quanto a exatidão matemática dos valores projetados. Adicionalmente, confrontamos os resultados históricos projetados com os realizados. Aplicamos testes para confirmar a natureza e os montantes das diferenças temporárias, prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição sobre o lucro líquido, passíveis de serem deduzidos das bases de tributos futuros com o auxílio de nossos especialistas na área tributária.Discutimos com a Administração e com o Comitê de Auditoria e confirmamos a aprovação do estudo técnico que suporta a realização do crédito tributário pelos órgãos adequados da Administração.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para a apuração e registro contábil dos créditos tributários são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras consolidadas.Provisões para passivos contingentes (Notas Explicativas 1.c.2.1.v, 2.r e 24.c)Porque é um PAAO Banco Santander e suas controladas são parte em processos judiciais e administrativos de natureza tributária, trabalhista e cível, decorrentes do curso normal de suas atividades.Normalmente os referidos processos são encerrados após um longo tempo e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação vigente.A decisão de reconhecimento de um passivo contingente e as bases de mensuração consideram exercício de julgamento feito pela Administração do Banco, o qual é reavaliado periodicamente, inclusive quando da elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, considerando novos eventos ocorridos. Nas circunstâncias, essa área se mantém como foco em nossa auditoria. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos nosso entendimento e realizamos testes nos controles internos relevantes que envolvem a identificação e constituição de passivos e as divulgações em notas explicativas, incluindo, entre outros, os controles internos relacionados ao modelo de cálculo adotado para a constituição das provisões para contingências trabalhistas e cíveis que são realizadas pelo critério de médias históricas de perdas, para as ações consideradas comuns e semelhantes em natureza. Testamos a aplicação dos modelos matemáticos de apuração das médias históricas de perda, quando aplicável, relacionadas a contingências trabalhistas e cíveis, bem como testamos a quantidade de casos em aberto na data-base das demonstrações financeiras consolidadas.Efetuamos procedimentos de confirmação com os escritórios de advocacia que patrocinam os processos judiciais e administrativos relevantes para confirmar a avaliação do prognóstico, inclusive considerando os novos eventos ocorridos no exercício, a completude das informações e o valor correto das provisões.Com o apoio de nossos especialistas, atualizamos nosso entendimento quanto a razoabilidade do prognóstico de perda das causas mais significativas de natureza tributária, trabalhista e cíveis.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para a apuração e registro contábil das provisões para passivos contingentes são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras consolidadas.Provisão para planos de benefício pós emprego (Notas Explicativas 1.c.2.1.iv, 2.x, e 23)Porque é um PAAO Banco tem planos de benefício pós emprego com característica de benefício definido, decorrentes de planos existentes em instituições adquiridas em exercícios anteriores, cujos valores são relevantes no contexto das demonstrações financeiras consolidadas e envolvem a necessidade de utilização de uma adequada base de dados e a determinação de premissas com elevado grau de subjetividade, tais como: taxas de desconto, de inflação e de mortalidade. Essa permanece como uma área de foco em nossa auditoria, pois alterações nas premissas podem resultar em impactos relevantes nas obrigações relacionadas aos planos de benefício definido. Adicionalmente, a determinação das premissas envolve um relevante grau de julgamento da Administração.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos nosso entendimento e realizamos testes dos controles internos relevantes que envolvem a constituição e a mensuração dos passivos decorrentes dos planos de benefícios pós emprego. Entre outros, nossos testes consideraram os controles relacionados à completude e adequação das bases de dados, à existência e valor correto dos ativos dos planos de benefício e os de aprovação das premissas relevantes consideradas nos cálculos atuariais. Atualizamos nosso entendimento das metodologias e os julgamentos utilizados pela Administração na determinação das premissas aplicadas no cálculo das obrigações em comparação com os parâmetros de mercado. Confirmamos a consistê ncia das premissas mais relevantes adotadas nos cálculos atuariais com aquelas adotadas na última avaliação atuarial anual, bem como avaliamos a razoabilidade das alterações de premissas efetuadas pela administração.Também, em base amostral, realizamos testes de existência e de recálculo do valor justo dos ativos dos planos.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para a apuração e registro contábil da provisão para planos de benefícios pós emprego são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras consolidadas.Mensuração do valor justo de determinados ativos financeiros com pouca liquidez e sem mercado ativo (Notas Explicativas 1.c.2.1.iii, 2.e, 7, 8, 9 e 31)Porque é um PAAA mensuração do valor justo dos instrumentos financeiros se mantém como área de foco em nossa auditoria devido à sua relevância no contexto das demonstrações financeiras consolidadas e o elevado nível de julgamento por parte da Administração, uma vez que dependem de técnicas de avaliação realizadas por meio de modelos internos baseados em determinadas premissas para valorização de instrumentos com pouca liquidez e sem mercado ativo e/ou dados observáveis. Esses instrumentos financeiros são substancialmente compostos por aplicações em títulos emitidos por empresas e contratos de derivativos.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos nosso entendimento e realizamos testes dos controles internos relevantes que envolvem a mensuração, reconhecimento e divulgação do valor justo dos instrumentos financeiros e derivativos. Com o auxílio dos nossos especialistas em precificação de instrumentos financeiros, atualizamos nosso entendimento quanto as metodologias de cálculo para precificação, analisamos a razoabilidade das premissas utilizadas pela Administração nas construções de curvas e modelos internos de precificação, bem como analisamos o alinhamento destas premissas e destes modelos com as práticas utilizadas de mercado. Efetuamos testes independentes de valorização de determinadas operações, selecionadas em base amostral.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração na mensuração do valor justo desses instrumentos financeiros e derivativos são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras consolidadas.Teste de recuperação: Ativo intangível - Ágio (Notas Explicativas 1.c.2.1.vi, 2.o.i e 14)Porque é um PAAO Banco e suas controladas têm ágio registrado referente a aquisições realizadas em exercícios anteriores cujo valor é relevante em relação às demonstrações financeiras consolidadas. A Administração elabora anualmente teste para avaliar a necessidade ou não de redução do ágio ao seu valor recuperável. Esse teste envolve estimativas e julgamentos significativos, relacionados, entre outros, com projeções e taxa de crescimento. Por esses motivos, consideramos que essa área continua sendo foco de nossa auditoria, uma vez que diferentes premissas utilizadas pela Administração na projeção de resultados futuros podem alterar significativamente a avaliação do valor recuperável do ágio, e consequentemente impactar as demonstrações financeiras.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAtualizamos nosso entendimento e realizamos testes dos controles internos relevantes relacionados ao teste do valor recuperável do ágio realizado pela Administração. Com o auxílio de nossos especialistas, atualizamos nosso entendimento das premissas e projeções críticas consideradas pela Administração e seus consultores externos.Também avaliamos a metodologia para a determinação do valor recuperável do ágio, considerando a adequação das diversas premissas, dentre elas, a taxa de crescimento, a taxa de desconto e as projeções efetuadas. Comparamos as projeções com os resultados históricos para avaliar a consistência, assim como os dados macroeconômicos com as projeções do mercado. Efetuamos também recálculos da taxa de desconto e valor presente dos fluxos de caixa futuros utilizados pela Administração.Consideramos que os critérios e premissas, adotados pela Administração para a realização dos testes de perda por redução ao valor recuperável, são consistentes e estão adequadamente suportados e divulgados, nos seus aspectos mais relevantes, no contexto das demonstrações financeiras.Ambiente de tecnologia da informação (Nota Explicativa 48.d.4)Porque é um PAAO Banco e suas controladas têm um ambiente de negócio altamente dependente de tecnologia requerendo uma infraestrutura complexa para suportar o elevado número de transações processadas diariamente em seus diversos sistemas.Os riscos inerentes à tecnologia de informação, associados a deficiências em processos e controles que suportam o processamento dos sistemas de tecnologia, considerando os sistemas legados e os ambientes de tecnologia existentes, podem, eventualmente, ocasionar processamento incorreto de informações críticas, inclusive aquelas utilizadas na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas. Por essa razão, essa permanece uma área de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaCom o auxílio de nossos especialistas, atualizamos nossa avaliação do desenho e testamos a efetividade operacional dos principais controles relacionados à gestão do ambiente de tecnologia da informação, incluindo os controles compensatórios estabelecidos.Os procedimentos executados envolveram a combinação de testes de controles e testes dos controles compensatórios, assim como a execução de testes sobre processos-chave relacionados à segurança da informação, desenvolvimento e manutenção de sistemas e operação de computadores relacionados com a infraestrutura que suporta o negócio do Banco e suas controladas.Com o resultado desses trabalhos, consideramos que os processos e controles do ambiente de tecnologia nos proporcionaram uma base razoável, para determinamos a natureza e a extensão de nossos procedimentos de auditoria sobre as demonstrações financeiras consolidadas.Outros assuntosAuditoria dos valores correspondentes ao exercício de 2015O exame das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2015, foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria, com data de 24 de fevereiro de 2017, sem ressalvas.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras consolidadas e o relatório do auditorA Administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras consolidadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras consolidadasA Administração do Banco é respons ável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco e suas controladas continuarem operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras consolidadas.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras consolidadas.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras consolidadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança, a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras consolidadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 15 de fevereiro de 2018.PricewaterhouseCoopers Edison Arisa PereiraAuditores Independentes Contador CRC 1SP127241/O-0CRC 2SP000160/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasPara fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso VI, da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) 480, de 7 de dezembro de 2009, os membros da Diretoria Executiva do Banco Santander (Brasil) S.A. (Banco Santander ou Companhia) declaram que discutiram, revisaram e concordam com as Demonstrações Financeiras pelo critério BRGAAP do Banco Santander, relativas ao período encerrado em 31 de dezembro de 2017, e os documentos que as compõem, sendo: Relatório da Administração, balanços patrimoniais, demonstração dos resultados, demonstração das mutações do patrimônio líquido, demonstração dos fluxos de caixa, demonstração do valor adicionado e notas explicativas, os quais foram elaborados de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, conforme a Lei de Sociedades por Ações, as normas do Conselho Monetário Nacional, do Banco Central do Brasil de acordo com o modelo do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional ("COSIF") e demais regulamentações e legislações aplicáveis, bem como as Demonstrações Financeiras pelo critério IFRS (International Financial Reporting Standards) e os documentos que as compõem, sendo: Relatório da Administração, balanço patrimonial consolidado, demonstrações consolidadas do resultado, demonstrações do resultado abrangente, demonstrações consolidadas do fluxo de caixa, demonstrações consolidadas das mutações do patrimônio líquido e notas explicativas, os quais foram elaborados de acordo com as normas internacionais de contabilidade internacional emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). As referidas Demonstrações Financeiras e os documentos que as compõem, foram objeto de relatório sem ressalva dos Auditores Independentes e do Comitê de Auditoria da Companhia.Membros da Diretoria Executiva do Banco Santander em 31 de Dezembro de 2017:Diretor PresidenteSergio Agapito Lires RialDiretores Vice-Presidente Executivos SênioresConrado EngelJosé de Paiva FerreiraDiretor Vice-Presidente Executivo e de Relações com InvestidoresAngel Santodomingo MartellDiretores Vice-Presidente ExecutivosAlexandre Silva D''AmbrósioAntonio Pardo de Santayana Montes Carlos Rey de VicenteJean Pierre DupuiJuan Sebastian Moreno Blanco Manoel Marcos MadureiraMário Roberto Opice LeãoVanessa de Souza Lobato BarbosaDiretores ExecutivosJose Alberto Zamorano HernandezJosé Roberto Machado FilhoMaria Eugênia Andrade Lopez SantosDiretores sem Designação EspecíficaAlexandre Grossmann ZancaniAmancio Acúrcio GouveiaAndré de Carvalho NovaesCassio SchmittCassius SchymuraEde Ilson VianiFelipe Pires Guerra de CarvalhoGilberto Duarte de Abreu FilhoIgor Mario Puga Leopoldo Martinez CruzLuis Guilherme Mattos de Oliem BittencourtLuiz Masagão Ribeiro FilhoMarcelo MalangaMarcelo Zerbinatti Marino Alexandre Calheiros Aguiar Nilton Sergio Silveira CarvalhoRafael Bello NoyaRamón Sanchez DíezReginaldo Antonio RibeiroRoberto de Oliveira Campos NetoRobson de Souza RezendeRonaldo Wagner RondinelliSérgio GonçalvesThomas Gregor IlgUlisses Gomes Guimarães

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório dos Auditores IndependentesPara fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso V, da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) 480, de 7 de dezembro de 2009, os membros da Diretoria Executiva do Banco Santander (Brasil) S.A. (Banco Santander ou Companhia) declaram que discutiram, revisaram e concordam com as Demonstrações Financeiras pelo critério BRGAAP do Banco Santander, que inclui o Relatório dos Auditores Independentes, relativo às Demonstrações Financeiras pelo critério BRGAAP do Banco Santander, para o período encerrado em 31 de dezembro de 2017, e os documentos que as compõem, sendo: Relatório da Administração, balanços patrimoniais, demonstração dos resultados, demonstração das mutações do patrimônio líquido, demonstração dos fluxos de caixa, demonstração do valor adicionado e notas explicativas, os quais foram elaborados de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, conforme a Lei de Sociedades por Ações, as normas do Conselho Monetário Nacional, do Banco Central do Brasil de acordo com o modelo do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional ("COSIF") e demais regulamentações e legislações aplicáveis, bem como as Demonstrações Financeiras pelo critério IFRS (International Financial Reporting Standards) e os documentos que as compõem, sendo: Relatório da Administração, balanço patrimonial consolidado, demonstrações consolidadas do resultado, demonstrações do resultado abrangente, demonstrações consolidadas do fluxo de caixa, demonstrações consolidadas das mutações do patrimônio líquido e notas explicativas, os quais foram elaborados de acordo com as normas internacionais de contabilidade internacional emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). As referidas Demonstrações Financeiras e os documentos que as compõem, foram objeto de relatório sem ressalva dos Auditores Independentes e de recomendação para aprovação emitida pelo Comitê de Auditoria da Companhia.Membros da Diretoria Executiva do Banco Santander em 31 de Dezembro de 2017:Diretor PresidenteSergio Agapito Lires RialDiretores Vice-Presidente Executivos SênioresConrado EngelJosé de Paiva FerreiraDiretor Vice-Presidente Executivo e de Relações com InvestidoresAngel Santodomingo MartellDiretores Vice-Presidente ExecutivosAlexandre Silva D''Ambrósio Antonio Pardo de Santayana Montes Carlos Rey de VicenteJean Pierre DupuiJuan Sebastian Moreno Blanco Manoel Marcos MadureiraMário Roberto Opice LeãoVanessa de Souza Lobato BarbosaDiretores ExecutivosJose Alberto Zamorano HernandezJosé Roberto Machado FilhoMaria Eugênia Andrade Lopez SantosDiretores sem Designação EspecíficaAlexandre Grossmann ZancaniAmancio Acúrcio GouveiaAndré de Carvalho NovaesCassio SchmittCassius SchymuraEde Ilson VianiFelipe Pires Guerra de CarvalhoGilberto Duarte de Abreu FilhoIgor Mario PugaLeopoldo Martinez Cruz Luis Guilherme Mattos de Oliem BittencourtLuiz Masagão Ribeiro FilhoMarcelo MalangaMarcelo Zerbinatti Marino Alexandre Calheiros Aguiar Nilton Sergio Silveira CarvalhoRafael Bello NoyaRamón Sanchez DíezReginaldo Antonio RibeiroRoberto de Oliveira Campos NetoRobson de Souza RezendeRonaldo Wagner RondinelliSérgio GonçalvesThomas Gregor IlgUlisses Gomes Guimarães

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria - 31 de dezembro de 2017O Comitê de Auditoria do Banco Santander (Brasil) S.A. ("Santander"), instituição líder do Conglomerado Econômico-Financeiro do Santander ("Conglomerado"), possui atuação única para todas as instituições que compõem o Conglomerado, inclusive para aquelas sociedades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - Susep. Conforme seu Regimento Interno, disponível no site de Relações com Investidores do Santander (www.ri.santander.com.br), o Comitê de Auditoria dentre suas atribuições, assessora o Conselho de Administração na avaliação da qualidade das demonstrações financeiras, na verificação do cumprimento das exigências legais e regulamentares, na efetividade e independência dos trabalhos desenvolvidos pelas auditorias interna e independente, bem como na efetividade dos sistemas de controles internos e gerenciamento do risco operacional. Além disso, recomenda a correção e aprimoramento de políticas, práticas e procedimentos identificados no âmbito de suas atribuições, sempre que julgar necessário. O Comitê de Auditoria é atualmente composto por quatro membros independentes, eleitos na Reunião do Conselho de Administração de 02 de maio de 2017. Atua por meio de reuniões com executivos, auditores e especialistas e conduz análises a partir da leitura de documentos e informações que lhe são submetidas, além de tomar iniciativas em relação a outros procedimentos que entenda necessários. As avaliações do Comitê de Auditoria estão baseadas, primordialmente, nas informações recebidas da Diretoria Executiva, das auditorias interna e independente e das áreas responsáveis pelo monitoramento dos controles internos e riscos operacionais. O Comitê também acompanha e atua sobre os resultados de inspeções e apontamentos dos órgãos reguladores e autorreguladores e as respectivas providências adotadas pela administração para atendimento de tais apontamentos, mantendo ainda reuniões específicas com representantes do Banco Central do Brasil.Os relatórios das atividades e as atas das reuniões do Comitê são regularmente enviadas ao Conselho de Administração, com o qual o Comitê de Auditoria reuniu-se regularmente no segundo semestre de 2017. No tocante a suas atribuições o Comitê de Auditoria desenvolveu as seguintes atividades:I - Demonstrações Financeiras BrGaap e Conglomerado Prudencial - O Comitê de Auditoria procedeu à análise das demonstrações financeiras das instituições que compõem o Conglomerado, confirmando sua adequação. Nesse sentido, tomou conhecimento do resultado contabilizado do 2º semestre e exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017, reunindo-se com os auditores independentes e com os profissionais responsáveis pela contabilidade e elaboração das demonstrações financeiras, previamente à sua divulgação. II - Controles Internos e Gerenciamento de Riscos OperacionaisO Comitê de Auditoria recebeu informações e manteve reuniões com a Vice-Presidência Executiva de Riscos, Vice-Presidência Executiva de Meios, Tecnologia e Operações, Diretoria de Compliance e principais instâncias responsáveis pela gestão, implementação e disseminação da cultura e infraestrutura de controles internos e gerenciamento de riscos do Conglomerado. Verificou, ainda, os casos sob acompanhamento do Canal Aberto (nova denominação do Canal de Denúncias) e pelas áreas de Segurança e Combate à Fraudes. Tais verificações foram conduzidas em conformidade com as Resoluções CMN nos. 2.554/1998 e 3.380/2006, Lei Sarbanes-Oxley (SOX) e a Circular Susep no. 249/2004.III - Auditoria InternaReuniu-se, formalmente, com o Diretor responsável pela área e com outros representantes da Auditoria Interna em diversas ocasiões durante o segundo semestre de 2017, tendo apreciado o planejamento e o programa de trabalho da Auditoria Interna para 2018, além de verificado os reportes acerca dos trabalhos executados, dos relatórios emitidos e suas respectivas conclusões e recomendações, dando destaque ao cumprimento de recomendações de melhorias nas áreas onde os controles foram considerados como "A melhorar" ou "Insatisfatório". Em diversas outras oportunidades, os profissionais da Auditoria Interna participaram das reuniões do Comitê de Auditoria. IV - Auditoria IndependenteEm relação aos trabalhos de Auditoria Independente realizados pela Pricewaterhouse Coopers Auditores Independentes ("PwC"), o Comitê de Auditoria reuniu-se com a empresa, formalmente, em diversas ocasiões no segundo semestre de 2017. Nessas reuniões tiveram destaque, as discussões envolvendo as demonstrações financeiras do segundo semestre de 2017, as práticas contábeis, o plano de continuidade de negócios e as eventuais deficiências e recomendações de melhoria integrantes do relatório sobre controles internos. O Comitê de Auditoria avaliou as propostas apresentadas pela PwC para a realização de outros serviços, no que se refere à verificação da inexistência de conflitos de interesse ou risco de perda de independência. V - OuvidoriaEm consonância com a Resolução CMN 4.433/15 e Resolução Susep 279/13, foram executados trabalhos específicos no segundo semestre de 2017, os quais foram apresentados ao Comitê de Auditoria que os discutiu e avaliou. VI - Outras AtividadesAlém das atividades descritas, como parte dos trabalhos inerentes às suas atribuições, o Comitê de Auditoria reuniu-se com diretores executivos e com diversas áreas do Santander, aprofundando suas análises, cabendo destacar os seguintes temas:(i) Planos de Previdência(ii) Cabesp e(iii) Ofícios de Órgãos Reguladores e Inspeções em andamento.No período, os membros do Comitê de Auditoria também participaram de treinamentos, palestras e programas de atualização sobre temas relacionados com as atividades do mesmo e atos normativos de interesse e impacto para o Conglomerado.VII - Conclusão Com base nos trabalhos e avaliações realizados e considerando o contexto e escopo em que exerce suas atividades, o Comitê de Auditoria concluiu que os trabalhos desenvolvidos são adequados e conferem transparência e qualidade às referidas Demonstrações Financeiras do Conglomerado, para o semestre e exercício encerrados em 31 de dezembro de 2017, recomendando a sua aprovação pelo Conselho de Administração do Santander.São Paulo, 29 de janeiro de 2018Comitê de AuditoriaJose Luciano Duarte Penido - Coordenador Luiz Carlos Nannini - Especialista FinanceiroElidie Palma BifanoJulio Sergio de Souza Cardozo*****************************************************************************************************************************************************************Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria - 31 de Dezembro de 2017O Comitê de Auditoria do Banco Santander (Brasil) S.A. ("Santander"), instituição líder do Conglomerado Econômico-Financeiro do Santander ("Conglomerado"), possui atuação única para todas as instituições que compõem o Conglomerado, inclusive para aquelas sociedades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - Susep. Em atendimento à U.S. Securities and Exchange Commission - SEC, o Comitê de Auditoria desempenha a função de Audit Committee do Santander, em conformidade com o disposto na Sarbanes-Oxley Act.Conforme seu Regimento Interno, disponível no site de Relações com Investidores do Santander (www.ri.santander.com.br), o Comitê de Auditoria dentre suas atribuições, assessora o Conselho de Administração na avaliação da qualidade das demonstrações financeiras, na verificação do cum primento das exigências legais e regulamentares, na efetividade e independência dos trabalhos desenvolvidos pelas auditorias interna e independente, bem como na efetividade dos sistemas de controles internos e gerenciamento do risco operacional. Além disso, recomenda a correção e aprimoramento de políticas, práticas e procedimentos identificados no âmbito de suas atribuições, sempre que julgar necessário.O Comitê de Auditoria é atualmente composto por quatro membros independentes, eleitos na Reunião do Conselho de Administração de 02 de maio de 2017. Atua por meio de reuniões com executivos, auditores e especialistas e conduz análises a partir da leitura de documentos e informações que lhe são submetidas, além de tomar iniciativas em relação a outros procedimentos que entenda necessários. As avaliações do Comitê de Auditoria estão baseadas, primordialmente, nas informações recebidas da Diretoria Executiva, das auditorias interna e independente e das áreas responsáveis pelo monitoramento dos controles internos e riscos operacionais. O Comitê também acompanha e atua sobre os resultados de inspeções e apontamentos dos órgãos reguladores e autorreguladores e as respectivas providências adotadas pela administração para atendimento de tais apontamentos, mantendo ainda reuniões específicas com representantes do Banco Central do Brasil.Os relatórios das atividades e as atas das reuniões do Comitê são regularmente enviadas ao Conselho de Administração, com o qual o Comitê de Auditoria reuniu-se regularmente no segundo semestre de 2017. No tocante a suas atribuições o Comitê de Auditoria desenvolveu as seguintes atividades:I - Demonstrações Financeiras IFRS - O Comitê de Auditoria procedeu à análise das demonstrações financeiras das instituições que compõem o Conglomerado, confirmando sua adequação, em observância à legislação societária, práticas contábeis, com as normas da Comissão de Valores Mobiliários - CVM e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e, por ser listada na NYSE, das normas emitidas pela SEC e Lei Sarbanes-Oxley. Nesse sentido, tomou conhecimento do resultado contabilizado do 2º semestre e exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017, reunindo-se com os auditores independentes e com os profissionais responsáveis pela contabilidade e elaboração das demonstrações financeiras, previamente à sua divulgação. II - Controles Internos e Gerenciamento de Riscos OperacionaisO Comitê de Auditoria recebeu informações e manteve reuniões com a Vice-Presidência Executiva de Riscos, Vice-Presidência Executiva de Meios, Tecnologia e Operações, Diretoria de Compliance e principais instâncias responsáveis pela gestão, implementação e disseminação da cultura e infraestrutura de controles internos e gerenciamento de riscos do Conglomerado. Verificou, ainda, os casos sob acompanhamento do Canal Aberto (nova denominação do Canal de Denúncias) e pelas áreas de Segurança e Combate à Fraudes. Tais verificações foram conduzidas em conformidade com as Resoluções CMN nos. 2.554/1998 e 3.380/2006, Lei Sarbanes-Oxley (SOX) e a Circular Susep no. 249/2004.III - Auditoria InternaReuniu-se, formalmente, com o Diretor responsável pela área e com outros representantes da Auditoria Interna em diversas ocasiões durante o segundo semestre de 2017, tendo apreciado o planejamento e o programa de trabalho da Auditoria Interna para 2018, além de verificado os reportes acerca dos trabalhos executados, dos relatórios emitidos e suas respectivas conclusões e recomendações, dando destaque ao cumprimento de recomendações de melhorias nas áreas onde os controles foram considerados como "A melhorar" ou "Insatisfatório". Em diversas outras oportunidades, os profissionais da Auditoria Interna participaram das reuniões do Comitê de Auditoria. IV - Auditoria IndependenteEm relação aos trabalhos de Auditoria Independente realizados pela Pricewaterhouse Coopers Auditores Independentes ("PwC"), o Comitê de Auditoria reuniu-se com a empresa, formalmente, em diversas ocasiões no segundo semestre de 2017. Nessas reuniões tiveram destaque, as discussões envolvendo as demonstrações financeiras do segundo semestre de 2017, as práticas contábeis, o plano de continuidade de negócios e as eventuais deficiências e recomendações de melhoria integrantes do relatório sobre controles internos. O Comitê de Auditoria avaliou as propostas apresentadas pela PwC para a realização de outros serviços, no que se refere à verificação da inexistência de conflitos de interesse ou risco de perda de independência. V - OuvidoriaEm consonância com a Resolução CMN 4.433/15 e Resolução Susep 279/13, foram executados trabalhos específicos no segundo semestre de 2017, os quais foram apresentados ao Comitê de Auditoria que os discutiu e avaliou. VI - Outras AtividadesAlém das atividades descritas, como parte dos trabalhos inerentes às suas atribuições, o Comitê de Auditoria reuniu-se com diretores executivos e com diversas áreas do Santander, aprofundando suas análises, cabendo destacar os seguintes temas:(i) Planos de Previdência(ii) Cabesp e(iii) Ofícios de Órgãos Reguladores e Inspeções em andamento.No período, os membros do Comitê de Auditoria também participaram de treinamentos, palestras e programas de atualização sobre temas relacionados com as atividades do mesmo e atos normativos de interesse e impacto para o Conglomerado.VII - Conclusão Com base nos trabalhos e avaliações realizados e considerando o contexto e escopo em que exerce suas atividades, o Comitê de Auditoria concluiu que os trabalhos desenvolvidos são adequados e conferem transparência e qualidade às referidas Demonstrações Financeiras do Conglomerado, para o semestre e exercício encerrados em 31 de dezembro de 2017, recomendando a sua aprovação pelo Conselho de Administração do Santander.São Paulo, 15 de fevereiro de 2018.Comitê de AuditoriaJose Luciano Duarte Penido - Coordenador Luiz Carlos Nannini - Especialista FinanceiroElidie Palma BifanoJulio Sergio de Souza Cardozo

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.