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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017105 páginasCódigo CVM 22551Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 21/02/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de SOMOS EDUCACAO S.A.

SOMOS EDUCACAO S.A. · CNPJ 02.541.982/0001-54

Versões deste exercício: v1 (21/02/2018) · v2 (21/02/2018), esta

SOMOS EDUCACAO S.A.
CNPJ 02.541.982/0001-54
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
SOMOS EDUCACAO S.A.
CNPJ
02.541.982/0001-54
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
105
Ano de referência
2017*
Publicado em
21/02/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total3.749.1693.476.2807,9%
1.01Ativo Circulante1.818.2011.568.92515,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa646.266604.3386,9%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Aplicação Financeira Escrow00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber588.751364.86561,4%
1.01.03.01Clientes588.751364.86561,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques416.982457.233−8,8%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar142.743113.88425,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar142.743113.88425,3%
1.01.07Despesas Antecipadas5.5325.2016,4%
1.01.07.01Pagamentos Antecipados5.5325.2016,4%
1.01.07.02Comissão Sobre Venda de Franquias00—
1.01.07.03Propaganda e Publicidade00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes17.92723.404−23,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros17.92723.404−23,4%
1.01.08.03.03Outros Ativos17.92723.404−23,4%
1.01.08.03.04Venda de Participação Societária00—
1.02Ativo Não Circulante1.930.9681.907.3551,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo213.491220.841−3,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Ativos Financeiros00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos195.233199.962−2,4%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos195.233199.962−2,4%
1.02.01.07Despesas Antecipadas633675,0%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes18.19520.843−12,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Tributos a Recuperar4.1574.1570,0%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais5.8156.337−8,2%
1.02.01.09.05Outros8.22310.349−20,5%
1.02.01.09.06Venda de Participação Societária00—
1.02.02Investimentos1307.537−98,3%
1.02.02.01Participações Societárias1307.537−98,3%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias1307.537−98,3%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado142.096126.49812,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação141.427102.73637,7%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento66923.762−97,2%
1.02.04Intangível1.575.2511.552.4791,5%
1.02.04.01Intangíveis765.923792.565−3,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Marcas e Patentes356.496357.867−0,4%
1.02.04.01.03Carteira de Clientes202.987223.960−9,4%
1.02.04.01.04Outros176.727158.18411,7%
1.02.04.01.05Cessão de Direitos de Edição29.71352.554−43,5%
1.02.04.02Goodwill809.328759.9146,5%
1.02.04.02.01Ágio809.328759.9146,5%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas Aos Administradores e Acionistas da Somos Educação S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Somos Educação S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Somos Educação S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Somos Educação S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Valor recuperável de ágio e intangíveis com vida útil indefinida - Controladora e ConsolidadoVeja as Notas 1.12 e 12 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaEm 31 de dezembro de 2017, as demonstrações financeiras da Companhia incluíam ágios e marcas com vida útil indefinida, cuja realização está suportada por estimativas de rentabilidade futura. A Companhia avalia anualmente a rentabilidade futura bem como as premissas utilizadas, tais como, a rentabilidade das Unidades Geradoras de Caixa (UGC), as projeções de fluxo de caixa e as respectivas taxas de descontos aplicadas sobre os fluxos financeiros esperados base para os estudos de imparidade. Devido aos julgamentos inerentes ao processo de determinação das estimativas de rentabilidade futura das unidades geradoras de caixa para fins de avaliação do valor recuperável de tais ativos, e à complexidade do processo, que requer um grau significativo de julgamento por parte da Companhia e que pode impactar o valor desses ativos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse assunto significativo em nossos trabalhos de auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoObtivemos o entendimento do processo de preparação e revisão das análises disponibilizadas pela Companhia do valor recuperável das unidades geradoras de caixa onde o ágio e os ativos intangíveis com vida útil indefinida foram alocados. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos as principais premissas incluídas na avaliação do valor recuperável e comparamos com dados obtidos de fontes externas, tais como o crescimento econômico projetado, a inflação e as taxas de desconto. Comparamos os fluxos de caixa descontados com o valor dos ágios por rentabilidade futura e marcas com vida útil indefinida por Unidade Geradora de Caixa (UGC). Avaliamos a razoabilidade dos cálculos matemáticos incluídos na avaliação do valor recuperável. Avaliamos também a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia.Baseados nos procedimentos de auditoria acima sumarizados para testar a mensuração do valor recuperável do ágio e marcas com vida útil indefinida preparada pela Companhia, e nas evidências de auditoria obtidas, consideramos que a mensuração preparada pela Companhia é aceitável, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Reconhecimento da receita de vendas - Controladora e ConsolidadoVeja as Notas 1.21 e 24 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaAs receitas de vendas da Companhia são reconhecidas quando os riscos e benefícios são substancialmente transferidos ao comprador. Em razão das diferentes modalidades de vendas de produtos da Companhia, da relevância dos valores e do julgamento envolvido na determinação do momento em que os riscos e benefícios dos produtos vendidos são transferidos para a contraparte, que pode impactar o valor reconhecido nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras individuais, consideramos esse assunto significativo em nossos trabalhos de auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos incluíram a avaliação dos controles internos relevantes relacionados ao reconhecimento da receita de vendas e ao entendimento das respectivas políticas contábeis adotadas pela Companhia. Adicionalmente realizamos testes documentais, em base amostral, sobre a existência e precisão das receitas de vendas. Avaliamos também o momento do reconhecimento da receita de vendas pela transferência da propriedade do produto ao cliente. Adicionalmente consideramos a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras.No decorrer da nossa auditoria identificamos ajustes que afetam a mensuração e a divulgação das receitas de vendas, os quais não foram registrados e divulgados pela Administração, por terem sido considerados imateriais. Com base nos procedimentos acima sumarizados, consideramos aceitável o reconhecimento da receita de vendas no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Perdas estimadas por redução ao valor recuperável de estoques - Controladora e ConsolidadoVeja as Notas 1.8 e 8 das demonstrações financei ras individuais e consolidadasPrincipais assuntos de auditoriaO custo dos estoques pode não ser recuperável se esses estoques estiverem danificados, se tornarem-se total ou parcialmente obsoletos ou se os seus preços de venda forem inferiores ao seu valor de custo. Devido ao fato da determinação da perda por redução ao valor recuperável envolver estimativas e julgamentos feitos pela Companhia, e do impacto que eventuais mudanças nas premissas utilizadas na mensuração dessas provisões teriam sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e sobre o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos essa área significativa para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoOs procedimentos de auditoria realizados compreenderam a avaliação dos processos relacionados com a mensuração da provisão para perda dos estoques e sua aderência às políticas contábeis da Companhia. Avaliamos a razoabilidade dos cálculos matemáticos efetuados pela Companhia para a mensuração das perdas estimadas nos estoques. Analisamos as premissas aplicadas pela Companhia e a metodologia de cálculo da provisão, considerando históricos de vendas dos produtos em estoques, bem como a venda de itens com valor abaixo do seu valor de custo. Avaliamos também a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia.No decorrer de nossa auditoria, identificamos ajustes que afetam a mensuração e a divulgação das perdas estimadas para o valor recuperável dos estoques, os quais não foram registrados e divulgados pela Administração por terem sido considerados imateriais. Com base nos procedimentos acima sumarizados, consideramos aceitável o nível de provisionamento e as divulgações correlatas no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:-Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.-Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.-Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.-Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.-Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.-Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 20 de fevereiro de 2018KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Marcos Antonio BoscoloContador CRC 1SP198789/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade com as disposições na Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que discutiu e revisou as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017.Atenciosamente,A AdministraçãoSão Paulo, 20 de Fevereiro de 2018.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em conformidade com as disposições na Instrução CVM no. 480/09, a Diretoria declara que discutiu e revisou as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, e que concordou com as opiniões expressas no Relatório de Auditores Independentes.Atenciosamente,A AdministraçãoSão Paulo, 20 de Fevereiro de 2018.

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

SOMOS EDUCAÇÃO S.A. CNPJ/MF nº 02.541.982/0001-54 NIRE 35.300.175.832PARECER DO COMITÊ DE AUDITORIA E RISCO ESTATUTÁRIODA SOMOS EDUCAÇÃO S.A.Os membros do Comitê de Auditoria e Risco Estatutário ("CAR") da Somos Educação S.A. ("Companhia"), no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no art. 13, item "A", alínea "iii" do Regimento Interno do CAR, revisaram as demonstrações financeiras, acompanhadas do parecer dos auditores independentes e do relatório anual da administração, relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017 e, considerando as informações prestadas pela administração da Companhia e pela KPMG Auditores Independentes, opinaram, por unanimidade, que estes refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimonial e financeira da Companhia e suas controladas, e recomendaram a aprovação dos documentos pela Conselho de Administração da Companhia.São Paulo, 16 de fevereiro de 2018.________________________________Kristian Huber - Coordenador________________________________Walter Iório - Membro________________________________Rogério Calderón Peres - Membro

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

SOMOS EDUCAÇÃO S.A. CNPJ/MF nº 02.541.982/0001-54 NIRE 35.300.175.832PARECER DO COMITÊ DE AUDITORIA E RISCO ESTATUTÁRIORELATÓRIO ANUAL RESUMIDO DO COMITÊ DE AUDITORIA E RISCO ESTATUTÁRIO REFERENTE AO EXERCÍCIO SOCIAL DA COMPANHIA FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017Conforme Regimento Interno do Comitê de Auditoria e Risco ("CAR") da Somos Educação S.A. ("Companhia"), os membros do CAR vêm apresentar seu Relatório Anual Resumido referente ao exercício social da Companhia findo em 31 de dezembro de 2017.Atividades do Comitê:O Comitê realizou 7 (sete) reuniões durante o exercício social de 2017, nas quais os seguintes trabalhos foram desenvolvidos:a)Assessorou o Conselho de Administração da Companhia, quando requisitado, e desempenhou, independentemente as finalidades descritas no Regimento Interno do CAR.b)Supervisionou as atividades da área de elaboração das demonstrações financeiras da Companhia, bem como monitorou a qualidade e a integridade de informações trimestrais, demonstrações intermediárias e demonstrações financeiras anuais da Companhia c)Revisou as demonstrações contábeis, parecer dos auditores externos e relatório da administração da Companhia d)Supervisionou as atividades dos auditores independentes, a fim de avaliar (i) a sua independência (ii) a qualidade dos serviços prestados e (iii) a adequação dos serviços prestados às necessidades da Companhiae)Analisou a estrutura organizacional da área de gerenciamento de riscos e supervisionou as atividades da área de controles internos da Companhia, bem como discutiu com a administração e os auditores independentes da Companhia a respeito da efetividade e adequação dos controles internos da Companhiaf)Revisou e considerou adequado o processo de monitoramento de riscos reportados pela área de controles internos da Companhiag)Supervisionou o controle dos processos judiciais em andamento, seu status e avaliaçãoh)Analisou e fez recomendações acerca dos trabalhos de elaboração da Matriz de Riscos da Companhiai)Analisou e monitorou, juntamente com a administração e a área de auditoria interna, a adequação das transações com partes relacionadas realizadas pela Companhia e suas respectivas evidenciações.O Comitê reuniu-se com a KPMG Auditores Independentes e tomou conhecimento do relatório de auditoria sobre as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2017, dando-se por satisfeito com as informações e esclarecimentos prestados por eles, recomendando sua aprovação pelo Conselho de Administração da Companhia. Reuniu-se também, com estes mesmos Auditores ao longo do ano de 2017 para discussão das demonstrações financeiras trimestrais (ITRs) da Companhia, recomendando sua aprovação pelo Conselho de Administração da Companhia.Durante o curso dos trabalhos, não houve situação de divergência significativa entre a administração da Companhia, os auditores independentes e o Comitê em relação a tais demonstrações financeiras.ConclusãoCom base nos trabalhos desenvolvidos, este Comitê recomenda a aprovação pelo Conselho de Administração das demonstrações financeiras auditadas da Somos Educação S.A., para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 16 de fevereiro de 2018.________________________________Kristian Huber - Coordenador________________________________Walter Iório - Membro________________________________Rogério Calderón Peres - Membro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.