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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025139 páginasCódigo CVM 21881Versão 1Recebida em 05/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de FLEURY S.A.

FLEURY S.A. · CNPJ 60.840.055/0001-31

FLEURY S.A.
CNPJ 60.840.055/0001-31
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
FLEURY S.A.
CNPJ
60.840.055/0001-31
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
139
Ano de referência
2025*
Publicado em
05/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total13.220.48113.062.4101,2%
1.01Ativo Circulante4.421.4654.375.7941,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa21.77221.788−0,1%
1.01.02Aplicações Financeiras2.140.6192.319.955−7,7%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado2.140.6192.319.955−7,7%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Títulos e valores mobiliários2.140.6192.319.955−7,7%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber1.747.1661.634.9046,9%
1.01.03.01Clientes1.747.1661.634.9046,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques180.702155.03616,6%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar248.153164.84450,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar248.153164.84450,5%
1.01.06.01.01Impostos a recuperar22.86321.6025,8%
1.01.06.01.02IRPJ e CSLL a compensar225.290143.24257,3%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes83.05379.2674,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros83.05379.2674,8%
1.01.08.03.01Instrumentos Financeiros Derivativos00—
1.01.08.03.02Créditos a Receber00—
1.01.08.03.03Créditos com Partes Relacionadas00—
1.01.08.03.04Outros Ativos83.05379.2674,8%
1.02Ativo Não Circulante8.799.0168.686.6161,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo229.761227.4661,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado112.622104.2188,1%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo112.622104.2188,1%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.03.01Aplicações Financeiras00—
1.02.01.04Contas a Receber9.5323.786151,8%
1.02.01.04.01Clientes9.5323.786151,8%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos11.05820.478−46,0%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos11.05820.478−46,0%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes96.54998.984−2,5%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Depositos Judiciais19.48827.605−29,4%
1.02.01.10.04Impostos a recuperar1.9897.509−73,5%
1.02.01.10.05Outros Ativos67.11645.52947,4%
1.02.01.10.06IRPJ e CSLL a compensar7.95618.341−56,6%
1.02.02Investimentos111.77281.91036,5%
1.02.02.01Participações Societárias111.77281.91036,5%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas34.55581.910−57,8%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto77.2170—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado2.477.8462.513.708−1,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.379.2551.375.0650,3%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento1.098.5911.138.643−3,5%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível5.979.6375.863.5322,0%
1.02.04.01Intangíveis5.979.6375.863.5322,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangíveis5.979.6375.863.5322,0%
1.02.04.01.03Direito de Uso00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasFleury S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais de Fleury S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia e da Companhia e suas controladas em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoria Reconhecimento da Receita (Nota 26) As receitas da Companhia são oriundas de prestação de serviços e o reconhecimento é efetuado com base nos serviços realizados até a data do balanço, para os quais é necessário determinar o montante da receita a ser reconhecida, considerando os serviços prestados e faturados e os serviços prestados, porém, ainda não faturados, e a estimativa das perdas com procedimentos efetuados, mas não aprovados pelos planos e operadoras de saúde (denominadas "glosas"). Considerando o número elevado de localidades onde os serviços são prestados, os processos adotados pela administração devem envolver controles e análises rígidos para assegurar que as receitas dos serviços prestados sejam contabilizadas dentro do correto período de competência, bem como assegurar que os saldos a receber correspondentes estejam reconhecidos pelo valor realizável.Devido à relevância dos montantes no processo de reconhecimento das receitas de prestação de serviços, bem como às características inerentes ao processo de determinação das estimativas relacionadas à mensuração das perdas estimadas com glosas, que envolve análise de premissas e critérios de mensuração, entendemos que esses assuntos são significativos em nossos trabalhos de auditoria.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:(i)Avaliação do desenho, implementação e efetividade dos controles internos relevantes determinados pela Administração da Companhia e suas controladas para o reconhecimento de receita, especificamente os relacionados ao faturamento dos serviços prestados e à mensuração dos serviços prestados e ainda não faturados (receitas a faturar), bem como do ambiente de tecnologia que suporta a estrutura de controles internos da Companhia.(ii)Análise da reconciliação dos relatórios de faturamento para o período de janeiro a dezembro de 2025 com o saldo contábil de receita reconhecida nas demonstrações financeiras. (iii)Realização de testes documentais, em base amostral, sobre a existência de receita de serviços faturados e a faturar no exercício, avaliando o momento do reconhecimento da receita e montantes reconhecidos. (iv)Análise das premissas e dos critérios para mensuração das perdas estimadas com glosas e sua aderência às políticas contábeis da Companhia, bem como a realização de recálculo das provisões para perdas com glosas em 31 de dezembro de 2025.(v)Leitura das divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos razoáveis os critérios adotados pela administração para o reconhecimento de receitas de prestação de serviços e das provisões para perdas estimadas com glosas.Valor recuperável do ágio por rentabilidade futura (Nota 12) Em 31 de dezembro de 2025, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia incluíam ágio na aquisição de empresas, cujo valor recuperável é testado anualmente conforme requerido pelo CPC 01/IAS 36 - "Redução ao valor recuperável de ativos". Para testes de redução ao valor recuperável, o ágio é agrupado em Unidades Geradoras de Caixa (UGC) cujo valor em uso é baseado em fluxos de caixa futuros estimados, descontados a valor presente, que envolvem premissas tais como: taxas de crescimento dos negócios e taxas de descontos. Devido às incertezas relacionadas às premissas utilizadas para estimar o valor em uso da UGC, que podem resultar em um ajuste material nos saldos contábeis, consideramos esse assunto significativo em nossos trabalhos de auditoria.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:(i)Entendimento sobre a preparação e revisão dos estudos técnicos e análises ao valor recuperável disponibilizados pela Companhia. (ii)Análise, com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, das premissas utilizadas pela Companhia, especialmente as relativas às taxas de crescimento dos negócios, às projeções de fluxo de caixa e às respectivas taxas de descontos e comparação das premissas utilizadas pela Companhia quando disponíveis, com dados obtidos de fontes externas, tais como o crescimento econômico projetado e taxas de desconto.(iii)Leitura das divulgações efetuadas pela Companhia nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que as metodologias de avaliação e as premissas adotadas pela administração são razoáveis, e as divulgações são consistentes com as informações obtidas. Combinação de negócios (Nota 3) Conforme descrito na Nota 3 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2025, a Companhia adquiriu participações em outras empresas, obtendo seu controle. As estimativas associadas com a contabilização de uma combinação de negócios envolvem premissas relevantes na determinação do valor justo dos ativos adquiridos e dos passivos assumidos, tais como taxas de desconto, projeções de crescimento e outras.Devido às incertezas relacionadas às premissas e estimativas utilizadas para mensuração dos ativos adquiridos e dos passivos assumidos que podem resultar em um ajuste material nos saldos contábeis, consideramos esse assunto significativo em nossos trabalhos de auditoria.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:(i)Leitura dos principais documentos relacionados com as aquisições das empresas, análise dos atos societários relevantes e os principais eventos que levaram a administração a concluir sobre as datas efetivas das aquisições.(ii)Avaliação da competência e a objetividade dos especialistas externos contratados pela administração para a emissão dos laudos de alocação do preço de compra na combinação de negócios e, com o apoio de nossos especialistas, avaliamos a razoabilidade da metodologia e discutimos as principais premissas adotadas na identificação e mensuração do valor justo dos ativos adquiridos e passivos assumidos nas aquisições, comparando-as com informações históricas disponíveis ou com dados observáveis de mercado e/ou do segmento de atuação.(iii)Comparação dos valores apurados nos relatórios de alocação do preço pago na combinação de negócios com os respectivos saldos contábeis. (iv)Leitura das divulgações incluídas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas considerando os requerimentos dos pronunciamentos contábeis correspondentes.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que a metodologia, os julgamentos e as premissas utilizadas são razoáveis e as divulgações são consistentes com os dados e informações obtidos.Outros assuntos - Demonstrações do Valor AdicionadoAs Demonstrações do Valor Adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas, em seu conjunto. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e sua s controladas, em seu conjunto, a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria realizado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar ameaças à nossa independência ou salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 5 de março de 2026PricewaterhouseCoopersAuditores Independentes Ltda.CRC 2SP000160/O-5Marcelo OrlandoContador CRC 1SP217518/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASOs Diretores do Fleury S.A. ("Companhia"), em conformidade com o inciso VI, do parágrafo 1º, do artigo 27 da Resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022, conforme alterada, declaram que revisaram, discutiram e concordaram com as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025, autorizando a conclusão nesta data.São Paulo, 04 de março de 2026Jeane Mike Tsutsui - Diretora Presidente José Antonio de Almeida Filippo - Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores Edgar Gil Rizzatti - Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos Roberto Santoro Meirelles - Diretor Executivo L2L e Suporte de OperaçõesPatricia Yumi Maeda Bertoncello - Diretora Executiva Unidades de Atendimento

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASOs Diretores do Fleury S.A. ("Companhia"), em conformidade com o inciso V, do parágrafo 1º, do artigo 27 da Resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022, conforme alterada, declaram que revisaram, discutiram e concordaram com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025, autorizando a conclusão nesta data.São Paulo, 04 de março de 2026Jeane Mike Tsutsui - Diretora Presidente José Antonio de Almeida Filippo - Diretor Executivo de Finanças e Relações com InvestidoresEdgar Gil Rizzatti - Diretor Executivo Médico, Técnico e de Processos Roberto Santoro Meirelles - Diretor Executivo L2L e Suporte de OperaçõesPatricia Yumi Maeda Bertoncello - Diretora Executiva Unidades de Atendimento

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

FLEURY S.A.Companhia AbertaCNPJ nº 60.840.055/0001-31 NIRE 35.300.197.534 ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE AUDITORIA, INTEGRIDADE E GESTÃO DE RISCOS 1.Data, hora e local: Realizada aos 27 dias do mês de fevereiro de 2026, às 09:00 horas, na Avenida Morumbi, 8860 - 8º andar, Brooklin - São Paulo/SP, CEP 04703-002. 2.Convocação e Presença: Dispensada a convocação, nos termos do Regimento Interno dos Órgãos de Governança do Fleury S.A. ("Companhia"), tendo em vista a declaração de ciência de todos os membros do Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos. Presentes a maioria dos membros do Comitê, por meio de videoconferência, conforme cláusula 3.7 do Regimento Interno do Comitê, a saber: (i) Luiz Carlos Nannini (coordenador), (ii) Roberto Diniz Teixeira Neto, (iii) Vivien Navarro Rosso e (iv) Marcelo Santos Dall'Occo (consultor especialista). Presentes também Marcelo Orlando, representante da PwC - PricewaterhouseCoopers Jeane Mike Tsutsui, Presidente da Companhia José Antonio de Almeida Filippo, Diretor Executivo de Finanças e Relações com Investidores da Companhia. 3.Mesa: Presidente: Luiz Carlos Nannini Secretária: Angélica Dente de Menezes. 4.Ordem do Dia: Reuniram-se os membros do Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos da Companhia para (i) examinar, discutir e deliberar sobre o relatório anual da administração e as demonstrações financeiras relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, acompanhadas do relatório dos auditores independentes, emitido, sem ressalvas (ii) emitir o parecer do Comitê sobre as Demonstrações Financeiras, bem como emitir o relatório anual do Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos da Companhia, em atendimento ao disposto no Artigo 2.2, incisos II e V do Regimento Interno do Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos.5.Deliberações: Os membros do Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos reunidos com os executivos da Companhia e com os responsáveis da PwC - PricewaterhouseCoopers, analisaram as informações da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, e com base nos exames efetuados, considerando as informações e esclarecimentos prestados, bem como os documentos apresentados, incluindo o relatório dos auditores independentes, recomendaram ao Conselho de Administração da Companhia, a aprovação das demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, e firmaram o parecer a ser submetido à Assembleia Geral da Companhia, bem como o relatório anual do Comitê, que integram a presente ata na forma dos Anexos I e II, respectivamente.6.Encerramento: Nada mais havendo a ser tratado e inexistindo qualquer outra manifestação, foi encerrada a presente reunião, da qual se lavrou a presente ata que, lida e aprovada, foi assinada por todos os presentes. Assinaturas: Mesa: Luiz Carlos Nannini, Presidente Angélica Dente de Menezes, Secretária. Membros do Comitê: (i) Luiz Carlos Nannini (coordenador), (ii) Roberto Diniz Junqueira Neto (iii) Vivien Navarro Rosso e (iv) Marcelo Santos Dall'Occo (consultor especialista). Esta ata confere com a original lavrada em livro próprio. São Paulo/SP, 27 de fevereiro de 2026. Luiz Carlos Nannini - PresidenteAngélica Dente de Menezes - Secretária FLEURY S.A.Companhia AbertaCNPJ nº 60.840.055/0001-31 NIRE 35.300.197.534 ANEXO I À ATA DA REUNIÃO DO COMITÊ DE AUDITORIA, INTEGRIDADE E GESTÃO DE RISCOS REALIZADA EM 27 DE FEVEREIRO DE 2026PARECER DO COMITÊ DE AUDITORIA, INTEGRIDADE E GESTÃO DE RISCOSOs membros do Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos do Fleury S.A. ("Companhia"), no exercício da atribuição legais, conforme previsto no Regimento Interno, procederam ao exame e análise do relatório anual da administração e das demonstrações financeiras relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, acompanhadas do relatório sem ressalvas dos auditores independentes e, considerando as informações e esclarecimentos prestados pela administração da Companhia e pela PwC - PricewaterhouseCoopers, recomendam a aprovação, por unanimidade, pelo Conselho de Administração da Companhia e pelos acionistas, em Assembleia Geral Ordinária, visto que os referidos documentos refletem adequadamente a posição patrimonial e financeira da Companhia na data base, .São Paulo/SP, 27 de fevereiro de 2026Membros do Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos:Luiz Carlos Nannini (Coordenador)Roberto Diniz Junqueira NetoVivien Navarro RossoMarcelo Santos Dall'Occo (Consultor Especial) FLEURY S.A.Companhia AbertaCNPJ nº 60.840.055/0001-31 NIRE 35.300.197.534 ANEXO II À ATA DA REUNIÃO DO COMITÊ DE AUDITORIA, INTEGRIDADE E GESTÃO DE RISCOS REALIZADA EM 27 DE FEVEREIRO DE 2026RELATÓRIO ANUAL DO COMITÊ DE AUDITORIA, INTEGRIDADE E GESTÃO DE RISCOS1.Sobre o Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos e suas atribuiçõesO Conselho de Administração do Fleury S.A. ("Companhia") constituiu em 15 de dezembro de 2004 o Comitê de Auditoria, com funcionamento permanente, para recomendar as condições de contratação de auditoria externa independente e propor seus objetivos analisar e avaliar os trabalhos da auditoria interna garantir e aprimorar os controles internos recomendar procedimentos diante da constatação de inadequações em relação às melhores práticas contábeis e acompanhar o mapeamento dos riscos a que a companhia está exposta e as respectivas ações preventivas e mitigantes. O Regimento Interno do Comitê de Auditoria Integridade e Gestão de Riscos, aprovado pelo Conselho de Administração em 2023, estabelece as regras de funcionamento deste Comitê.O Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos foi inicialmente composto por três integrantes: Sr. Luiz Carlos Nannini (coordenador), Marcelo Santos Dall'Occo e Márcio Pinheiro Mendes. Por sua vez, em 08 de fevereiro de 2024 o Sr. João Roberto Gonçalves Teixeira foi eleito para compor o Comitê. Posteriormente, em junho de 2025, houve uma reestruturação do Comitê, com a saída do Sr. João Roberto Gonçalves Teixeira e do Sr. Marcio Mendes, oportunidade na qual foram eleitos para compor o Comitê o Sr. Roberto Diniz Junqueira Neto e a Sra. Vivien Navarro Rosso.Composição do Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de RiscosLuiz Carlos Nannini - Coordenador (Conselheiro Independente)Marcelo Santos Dall'Occo - Consultor EspecialistaVivien Navarro Rosso - Integrante Roberto Diniz Junqueira Neto - Integrante (Conselheiro Independente)2.Atividades desenvolvidas em 2025Em 2025, o Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos realizou 8 (oito) reuniões ordinárias e 1 (uma) extraordinária.O Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos reporta periodicamente suas atividades através de relatos apresentados pelo Coordenador do Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos nas reuniões do Conselho de Administração, oportunidade na qual são prestados esclarecimentos e oferecidas recomendações para a aprovação do Conselho Administração quanto aos temas de sua competência.Diversos temas foram analisados pelo Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos nas reuniões por este realizadas, dentre os quais destacam-se as seguintes:a.Auditoria Interna e ExternaO Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos monitorou durante as reuniões a atuação da Auditoria Interna em relação as atividades realizadas e resultados obtidos, discutindo-os e reportando posteriormente ao Conselho de Administração. O Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos revisou e recomenda a aprovação do conteúdo das demonstrações financeiras e demais documentos elaborados pela Companhia e Auditoria Externa ao longo do ano.Em relação a Auditoria Externa o Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos se reuniu a cada trimestre com a PwC, a fim de se informar sobre o andamento dos trabalhos das revisões das demonstrações fi nanceiras do exercício social de 2025 e avaliar a qualidade dos serviços prestados e assegurar sua independência no exercício de suas funções.b.RiscosO Comitê acompanhou as ações desenvolvidas na Companhia com base no Mapa de Riscos Estratégico e a evolução dos planos de mitigação dos riscos. Destacam-se alguns riscos que foram priorizados na Companhia em 2025 e acompanhados pelo Comitê: Fortalecimento da Segurança do Ambiente Cibernético, Gestão de Riscos e Controles Internos, Fraudes e Desvios de Conduta.3.Parecer do Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos sobre as Demonstrações Financeiras AnuaisOs membros do Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos da Companhia, no exercício de suas atribuições e responsabilidades, procederam à revisão e análise das demonstrações financeiras consolidadas da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 bem como o relatório da Administração e relatório dos Auditores Externos. Considerando as conclusões apresentadas pela Companhia e Auditores Externos, o Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos recomendou ao Conselho de Administração a aprovação das demonstrações financeiras anuais da Companhia.O presente Relatório Anual do Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos da Companhia foi elaborado pelo Comitê de Auditoria, Integridade e Gestão de Riscos e será submetido à apreciação pelo Conselho de Administração em 27 de fevereiro de 2026.São Paulo/SP, 27 de fevereiro de 2025.

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias547.191.0262.175.555
Preferenciais00
Total547.191.0262.175.555

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.