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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025102 páginasCódigo CVM 25453Versão 1Recebida em 25/02/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de INTELBRAS S.A. INDUSTRIA DE TELECOMUNICACAO ELETRONICA BRASILEIRA

INTELBRAS S.A. INDUSTRIA DE TELECOMUNICACAO ELETRONICA BRASILEIRA · CNPJ 82.901.000/0001-27

INTELBRAS S.A. INDUSTRIA DE TELECOMUNICACAO ELETRONICA BRASILEIRA
CNPJ 82.901.000/0001-27
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
INTELBRAS S.A. INDUSTRIA DE TELECOMUNICACAO ELETRONICA BRASILEIRA
CNPJ
82.901.000/0001-27
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
102
Ano de referência
2025*
Publicado em
25/02/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total5.325.6825.569.521−4,4%
1.01Ativo Circulante3.866.3074.076.783−5,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.070.774887.96920,6%
1.01.02Aplicações Financeiras13.0861409.247,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado13.0861409.247,1%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários13.0861409.247,1%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber1.149.2181.213.341−5,3%
1.01.03.01Clientes1.149.2181.213.341−5,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques1.473.9381.772.722−16,9%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar142.068133.0126,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar142.068133.0126,8%
1.01.06.01.01Tributos a recuperar142.068133.0126,8%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes17.22369.599−75,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros17.22369.599−75,3%
1.01.08.03.01Instrumentos financeiros e derivativos2.99528.815−89,6%
1.01.08.03.02Outros créditos14.22840.784−65,1%
1.02Ativo Não Circulante1.459.3751.492.738−2,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo182.529198.553−8,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado010.833−100,0%
1.02.01.04Contas a Receber20.26735.576−43,0%
1.02.01.04.01Clientes20.26735.576−43,0%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos102.94883.44723,4%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos102.94883.44723,4%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes59.31468.697−13,7%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Depósitos judiciais3.3055.120−35,4%
1.02.01.10.04Tributos a recuperar54.93462.794−12,5%
1.02.01.10.05Outros créditos1.07578337,3%
1.02.02Investimentos7.4005.84926,5%
1.02.02.01Participações Societárias7.4005.84926,5%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos7.4005.84926,5%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.02.02.01Investimentos00—
1.02.03Imobilizado697.922703.527−0,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação681.804686.234−0,6%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento16.11817.293−6,8%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível571.524584.809−2,3%
1.02.04.01Intangíveis571.524584.809−2,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível571.524584.809−2,3%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas e aos Administradores da Intelbras S.A. - Indústria de Telecomunicação Eletrônica BrasileiraOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Intelbras S.A. - Indústria de Telecomunicação Eletrônica Brasileira ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Intelbras S.A. - Indústria de Telecomunicação Eletrônica Brasileira em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais ("IFRS Accounting Standards"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria ("PAA") são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Realização de impostos diferidos ativosPorque é um PAA Conforme descrito nas notas explicativas nº 4.3 e nº 24 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Companhia apresenta saldos materiais de Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos ativos decorrentes de prejuízos fiscais, base negativa de contribuição social e diferenças temporárias. Diante desse cenário se torna necessária a preparação por parte da Companhia de projeções de lucros tributáveis futuros que sustentem o registro desses ativos diferidos.Esse tema foi considerado um principal assunto em nossa auditoria pois: (i) os impostos diferidos ativos sobre prejuízos fiscais, base negativa de contribuição social e diferenças temporárias reconhecidos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas são materiais para a auditoria (ii) a estimativa de resultados tributáveis futuros necessários para realização dos impostos diferidos ativos é complexa e envolve subjetividade em relação as premissas utilizadas e trata-se de um julgamento relevante da Diretoria (iii) alterações nas premissas adotadas poderiam ter impactos relevantes nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e no valor dos impostos diferidos ativos e (iv) o assunto gerou extensão de procedimentos de auditoria e interações com a Diretoria da Companhia para avaliação do tema.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) recálculo dos impostos diferidos (ii) avaliação da razoabilidade da metodologia, das premissas relevantes utilizadas pela Companhia na preparação da projeção de lucros tributáveis futuros e consistência com as informações do mercado e/ou dados históricos e se são condizentes com o orçamento aprovado pelos órgãos de governança da Companhia, analisando também a intenção e capacidade da Diretoria em executar o plano, bem como a consideração dos efeitos futuros esperados oriundos da Reforma Tributária e (iii) avaliação das divulgações requeridas para as demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com base em nossos procedimentos anteriormente descritos e as evidências de auditoria obtidas entendemos que os critérios de reconhecimento contábil dos impostos diferidos ativos e as respectivas divulgações nas notas explicativas são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Reconhecimento de verbas comerciais redutoras das receitas ("rebates")Porque é um PAA Conforme descrito nas notas explicativas nº 3.12, nº 4.6 e nº 26 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Companhia apresenta saldos relevantes de verbas comerciais relacionadas a programas de descontos e incentivos a vendas, pelos quais oferece abatimentos por volume de vendas aos seus clientes mediante o atingimento de determinadas metas comerciais pré-definidas. Os descontos são apresentados como deduções das vendas, quando associados ao preço da transação. A Companhia efetua cálculos ou mensurações dos valores de descontos com base em critérios nos contratos, acordos e dados históricos para estimar o valor de ajuste das suas receitas.Esse tema foi considerado um principal assunto em nossa auditoria pois: (i) os valores registrados são considerados materiais para a auditoria (ii) há uma quantidade relevante de programas de descontos os quais são calculados através de planilhas eletrônicas e envolvem alto grau de complexidade (iii) alterações nas premissas adotadas ou erros nos cálculos executados nas planilhas eletrônicas poderiam ter impactos relevantes nos valores envolvidos, e consequentemente, nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e (iv) o assunto gerou extensão de procedimentos de auditoria e frequentes interações com a Diretoria da Companhia para avaliação do tema. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a avaliação do desenho e da implementação dos controles internos relevantes determinados pela Diretoria (ii) obtenção do entendimento dos programas de incentivos à vendas em vigência no exercício (iii) recálculo por amostragem de valores de incentivos à vendas concedidos aos clientes e teste da documentação suporte que inclui contratos, comprovantes de pagamentos ou de compensações para avaliação da acuracidade dos cálculos realizados pela Companhia (iv) avaliação das divulgações requeridas para as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Com base em nossos procedimentos anteriormente descritos e as evidências de auditoria obtidas entendemos que os critérios de reconhecimento contábil dos programas de descontos e incentivos às vendas e as respectivas divulgações nas notas explicativas são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado ("DVA"), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da Diretoria da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados com a a uditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Diretoria da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Diretoria e da Governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Diretoria é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais "IFRS Accounting Standards", emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB", e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Diretoria é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Diretoria pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Diretoria.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Diretoria, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que eventualmente tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com os requisitos éticos pertinentes de independência, bem como comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar as ameaças ou as salvaguardas aplicadas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Curitiba, 24 de fevereiro de 2026DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores Independentes Ltda.CRC nº 2 SP 011609/O-8 "F" PROtávio Ramos PereiraContadorCRC nº RS 057770/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANUAIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASOs Diretores da Intelbras S.A. Indústria de Telecomunicação Eletrônica Brasileira ("Companhia"), em conformidade com o inciso II, do§1º, do artigo 31 da Resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022, declaram que revisaram, discutiram e concordaram com asdemonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia referentes ao exercício de 31 de dezembro de 2025 comparativacom 31 de dezembro de 2024, autorizando a sua conclusão nesta data.São José, 24 de fevereiro de 2026.____________________________Henrique FernandezDiretor Presidente____________________________Rafael BoeingDiretor de Relações com Investidores e Diretor Superintendente Administrativo Financeiro____________________________Marcio Ferreira da SilvaDiretor Superintendente de Energia____________________________Paulo Daniel CorreaDiretor Superintendente de Segurança

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕESFINANCIAIS ANUAIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASOs Diretores da Intelbras S.A. Indústria de Telecomunicação Eletrônica Brasileira ("Companhia"), em conformidade com o inciso II, do§1º, do artigo 31 da Resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022, declaram que revisaram, discutiram e concordaram com oparecer e relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras anuais individuais e consolidadas da Companhiareferentes ao exercício de 31 de dezembro de 2025 comparativa com 31 de dezembro de 2024, autorizando a sua conclusão nestadata.São José, 24 de fevereiro de 2026.____________________________Henrique FernandezDiretor Presidente____________________________Rafael BoeingDiretor de Relações com Investidores e Diretor Superintendente Administrativo Financeiro____________________________Marcio Ferreira da SilvaDiretor Superintendente de Energia____________________________Paulo Daniel CorreaDiretor Superintendente de Segurança

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

INTELBRAS S.A. INDÚSTRIA DE TELECOMUNICAÇÃO ELETRÔNICA BRASILEIRACompanhia Aberta de Capital Autorizado CNPJ: 82.901.000/0001-27RELATÓRIO ANUAL DO COMITÊ DE AUDITORIAEXERCÍCIO SOCIAL ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 20251.ApresentaçãoO Comitê de Auditoria ("Comitê") da Intelbras S.A. Indústria de Telecomunicação Brasileira S.A. ("Companhia") é um órgão não estatutário de assessoramento vinculado ao Conselho de Administração da Companhia e atua com autonomia operacional e orçamento próprio no exercício de suas funções. Seus objetivos, entre outros, incluem supervisionar as atividades dos auditores independentes relativamente à sua independência, qualidade e adequação dos serviços prestados às necessidades da Companhia monitorar a qualidade e integridade de suas demonstrações financeiras e dos mecanismos de controles internos utilizados e avaliar e monitorar a exposição de riscos considerando a política de riscos adotada. 2.Composição e mandatoO Comitê de Auditoria é composto por três membros, sendo um membro independente do Conselho de Administração e dois membros externos, sendo um deles o especialista financeiro, com reconhecida experiência em assuntos de contabilidade societária, nos termos da regulamentação editada pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM e pelo Regulamento do Novo Mercado da B3. Os três membros possuem mandatos vigentes até 21 de maio de 2027 e são: José Ronaldo Vilela Rezende, coordenador e especialista em contabilidade, Gilberto Heinzelmann - membro independente do Conselho de Administração e Marciel Manoel Linhares. 3.Atribuições e ResponsabilidadesAs competências do Comitê estão previstas no Regimento interno e são desempenhadas conforme as exigências da regulamentação aplicável que são: Avaliar o desempenho e opinar sobre a contratação e destituição dos serviços de auditoria independente Avaliar as informações trimestrais , demonstrações intermediárias e demonstrações financeiras anuais Acompanhar as atividades da auditoria interna e da área de controles internos da Companhia Revisar e submeter à aprovação do Conselho de Administração a proposta do Apetite ao Risco da Companhia elaborada pela Diretoria Avaliar e analisar a Estrutura de Gestão de Riscos e os Riscos da Companhia, recomendando melhorias sempre que necessário e Avaliar, monitorar, e recomendar à administração a correção ou aprimoramento das políticas internas da Companhia, incluindo a política de transações entre partes relacionadas.O Comitê elabora relatório resumido, contemplando as reuniões realizadas, os principais assuntos discutidos e as recomendações feitas, para envio ao Conselho de Administração.4.Atividades do Comitê de AuditoriaO Comitê se reuniu 8 vezes no período de 21 de fevereiro de 2025 a 19 de fevereiro de 2026. Os temas, formalizados em atas que refletem a profundidade dos debates, foram reportados regularmente ao Conselho de Administração pelo Coordenador e/ou o membro independente do Conselho atuante no Comitê. No período, o colegiado apresentou recomendações voltadas ao aperfeiçoamento contínuo da governança, sendo que as proposições prioritárias foram acatadas ou estão em fase de implementação pela Administração.O Comitê se reuniu para analisar a performance da Companhia e avaliar os sistemas de identificação de riscos e controles internos da mesma, monitorando as suas exposições de risco e elaborando sugestões de melhoria ao Conselho de Administração. Adicionalmente, foram discutidas (a) as informações trimestrais, intermediárias e demonstrações financeiras anuais da Companhia (b) a avaliação e monitoramento das políticas internas da Companhia, sendo elaboradas recomendações para aprimoramento das mesmas (c) entendimento dos processos de gestão e atuação do Comitê de Compliance da Companhia e principais temas correlatos (d) entendimento dos processos de gestão das operações de pesquisa e desenvolvimento e forma de controle dos benefícios fiscais (e) monitoramento do ambiente interno de TI, políticas de segurança da informação e de uso de Inteligência Artificial, performance do ERP e estrutura de TI para suportar o crescimento (f) monitoramento de transações com partes relacionadas e controles internos correlatos (g) entendimento dos processos de gestão de estoques (h) apreciação dos planos da auditoria interna e da área de controles internos e gestão de riscos corporativos, bem como monitoramento da atuação destas áreas (i) deficiências de controles internos da Companhia relatadas pelos auditores independentes (j) entendimento do processo e controle na gestão de pós vendas da Companhia (k) acompanhamento dos processos judiciais envolvendo a Companhia, e respectiva provisão para contingências (l) monitoramento do status de desempenho das controladas e aquisições de novas empresas (m) monitoramento de investimentos relevantes em obras e imobilizados (n) acompanhamento do processo de contratação e avaliação anual dos trabalhos do auditores externos (o) monitoramento das atividades de ESG - Environmental, Social and Governance (p) monitoramento do processo de gestão de vendas, programas e benefícios para parceiros de negócio (q) supervisão e avaliação dos processos de apuração e reconhecimento de Imposto de Renda/Contribuição Social sobre Lucro Líquido (r) monitoramento da gestão de cobertura de seguros (s) contratação de instrumentos financeiros (derivativos) (t) inadimplência nas operações comerciais da Companhia (u) operação da Intelbras China / Trading (estrutura, controles, operação) e (v) assessment dos processos de governança da Companhia.O Comitê tem mantido interações com os responsáveis pelo Comitê de Riscos Estratégicos, do Departamento de Processos Corporativos e Riscos, do Departamento de Auditoria Interna, do Departamento de Controladoria e do Comitê de Compliance, além do processo de apuração de fraudes internas e externas e de prevenção a fraudes. O Comitê de Auditoria, com base no conjunto de informações obtidas durante suas interações com tais órgãos/áreas e em suas próprias averiguações, avalia como adequada a estrutura de controles internos mantidos pela Companhia e continuará a empreender os esforços para fortalecer o processo de controles internos e gerenciamento de riscos, com o efetivo engajamento de todos os níveis da Administração.5.Recomendação referente as Demonstrações FinanceirasOs membros do Comitê, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no Regimento Interno do Comitê, analisaram as demonstrações financeiras Individuais e Consolidadas da Companhia relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025, acompanhadas do Relatório da Administração e do Relatório dos Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras, em reunião realizada em 19 de fevereito de 2026. Com base nos trabalhos efetuados e, considerando as informações prestadas pela Administração da Companhia e pelos representantes da Deloitte Touche Thomatsu Auditores Independentes, os membros do Comitê de Auditoria, por unanimidade, recomendam ao Conselho de Administração da INTELBRAS S.A a aprovação das referidas demonstrações financeiras. São José, 19 de fevereiro de 2026.__________________________________José Ronaldo Vilela Rezende Coordenador do Comitê de Auditoria___________________________________Gilberto HeinzelmannMembro do Comitê de Auditoria__________________________________Marciel Manoel LinharesMembro do Comitê de Auditoria

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias327.611.110329.500
Preferenciais00
Total327.611.110329.500

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.