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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2010Código CVM 22217Versão 4 · reapresentaçãoRecebida em 25/05/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de ALPER CONSULTORIA E CORRETORA DE SEGUROS S.A.

ALPER CONSULTORIA E CORRETORA DE SEGUROS S.A. · CNPJ 11.721.921/0001-60

Versões deste exercício: v1 (31/03/2011) · v2 (05/04/2011) · v3 (25/05/2011) · v4 (25/05/2011), esta

ALPER CONSULTORIA E CORRETORA DE SEGUROS S.A.
CNPJ 11.721.921/0001-60
DFP 2010 (V4)
Exercício 2010
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
ALPER CONSULTORIA E CORRETORA DE SEGUROS S.A.
CNPJ
11.721.921/0001-60
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2010*
Publicado em
25/05/2011 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/2010Var.
1Ativo Total354.070
1.01Ativo Circulante347.204
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.831
1.01.02Aplicações Financeiras324.818
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo324.818
1.01.02.01.01Títulos para Negociação324.818
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda0
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado0
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento0
1.01.03Contas a Receber16.990
1.01.03.01Clientes11.074
1.01.03.02Outras Contas a Receber5.916
1.01.04Estoques0
1.01.05Ativos Biológicos0
1.01.06Tributos a Recuperar303
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar303
1.01.07Despesas Antecipadas0
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.262
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda0
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas0
1.01.08.03Outros1.262
1.02Ativo Não Circulante6.866
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.859
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo0
1.02.01.01.01Títulos para Negociação0
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda0
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado157
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento157
1.02.01.03Contas a Receber0
1.02.01.03.01Clientes0
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber0
1.02.01.04Estoques0
1.02.01.05Ativos Biológicos0
1.02.01.06Tributos Diferidos0
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos0
1.02.01.07Despesas Antecipadas0
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas1.652
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas0
1.02.01.08.03Créditos com Controladores0
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas1.652
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes50
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda0
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas0
1.02.02Investimentos0
1.02.02.01Participações Societárias0
1.02.02.01.01Participações em Coligadas0
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias0
1.02.02.02Propriedades para Investimento0
1.02.03Imobilizado1.554
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.554
1.02.03.02Imobilizado Arrendado0
1.02.03.03Imobilizado em Andamento0
1.02.04Intangível3.453
1.02.04.01Intangíveis0
1.02.04.01.01Contrato de Concessão0
1.02.04.02Goodwill3.453
1.02.04.02.01Agio3.404
1.02.04.02.02Outros49

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e Acionistas daBrasil Insurance Participações e Administração S.A.Rio de Janeiro - RJExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Brasil Insurance Participações e Administração S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e Acionistas daBrasil Insurance Participações e Administração S.A.Rio de Janeiro - RJExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Brasil Insurance Participações e Administração S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Responsabilidade dos auditores independentes--ContinuaçãoUma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e finnceira da Brasil Insurance Participações e Administração S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Brasil Insurance Participações e Administração S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfase Conforme descrito na nota explicativa 2.1., as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Brasil Insurance Participações e Administração S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligada e controlada em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informações suplementares pelas IFRS que não requerem a apresentação do DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 29 de março de 2011ERNST & YOUNG TERCOAuditores Independentes S.S.CRC - 2SP 015.199/O-6 - F - RJEduardo José Ramón LeveroneContador CRC - 1RJ 067.460/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaramos na qualidades da Brasil Insurance Part. e Adm. S.A., companhia aberta com sede à Av. das Américas 500, bloco 19, sala 301 (parte), Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, CNPJ/MF 11.721.921/0001-60, nos termos do inciso V do parágrafo 1o do Art. 25 da IN CVM no. 480 de 7 de dezembro de 2009 que revimos, discutimos e concordamos com as opinião dos auditores independentes da Companhia referentes às Demonstrações Financeiras da Companhia para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010. Rio de Janeiro, 30 de março de 2011Bruno Padilha de Lima Costa - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresLuis Eduardo Fischman - Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaramos na qualidades da Brasil Insurance Part. e Adm. S.A., companhia aberta com sede à Av. das Américas 500, bloco 19, sala 301 (parte), Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, CNPJ/MF 11.721.921/0001-60, nos termos do inciso V do parágrafo 1o do Art. 25 da IN CVM no. 480 de 7 de dezembro de 2009 que revimos, discutimos e concordamos com as opinião dos auditores independentes da Companhia referentes às Demonstrações Financeiras da Companhia para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010. Rio de Janeiro, 30 de março de 2011Bruno Padilha de Lima Costa - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresLuis Eduardo Fischman - Diretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

No momento não há conselho fiscal instalado.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.