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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2013136 páginasCódigo CVM 18309Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 11/03/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de EQUATORIAL PARA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.

EQUATORIAL PARA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. · CNPJ 04.895.728/0001-80

Versões deste exercício: v1 (26/02/2014) · v2 (11/03/2014) · v3 (11/03/2014), esta

EQUATORIAL PARA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.
CNPJ 04.895.728/0001-80
DFP 2013 (V3)
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
EQUATORIAL PARA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.
CNPJ
04.895.728/0001-80
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
136
Ano de referência
2013*
Publicado em
11/03/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total4.469.7364.518.762−1,1%
1.01Ativo Circulante1.095.7501.318.101−16,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa109.29468.85058,7%
1.01.02Aplicações Financeiras130.106363.039−64,2%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber560.455547.9692,3%
1.01.03.01Clientes560.455547.9692,3%
1.01.03.01.01Consumidores560.455547.9692,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.03.02.01Títulos a receber00—
1.01.04Estoques13.9448.87357,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar85.30645.27588,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar85.30645.27588,4%
1.01.06.01.01Impostos sobre o lucro a recuperar10.7885.351101,6%
1.01.06.01.02Impostos e contibuições a recuperar74.51839.92486,6%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes196.645284.095−30,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros196.645284.095−30,8%
1.01.08.03.01Serviços pedidos68.94138.96576,9%
1.01.08.03.02Conta de consumo de combustíveis CCC94.346153.394−38,5%
1.01.08.03.03Depósitos judiciais1.39563.734−97,8%
1.01.08.03.04Instrumentos financeiros derivativos4.2870—
1.01.08.03.05Recuperação de custo de energia e encargos1.0320—
1.01.08.03.06Outros créditos a receber26.64428.002−4,8%
1.02Ativo Não Circulante3.373.9863.200.6615,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.075.891815.02832,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber34.93223.42949,1%
1.02.01.03.01Clientes34.93223.42949,1%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.040.959791.59931,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Cauções e depósitos vinculados00—
1.02.01.09.04Depósitos judiciais130.54420.612533,3%
1.02.01.09.05Impostos sobre o lucro a recuperar33.20743.623−23,9%
1.02.01.09.06Impostos e contribuições a recuperar24.71649.247−49,8%
1.02.01.09.07Sub-rogação da CCC185.688211.699−12,3%
1.02.01.09.08Ativo financeiro da concessão600.544428.24140,2%
1.02.01.09.09Instrumentos financeiros derivativos2320—
1.02.01.09.10Outros créditos a receber66.02838.17773,0%
1.02.02Investimentos7.1307.315−2,5%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento7.1307.315−2,5%
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.290.9652.378.318−3,7%
1.02.04.01Intangíveis2.290.9652.378.318−3,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão2.290.9652.378.318−3,7%
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstraçõesfinanceirasAosAcionistas, Conselheiros e Diretores daCentrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA - "Em Recuperação Judicial"Belém - PAExaminamos as demonstrações financeiras da Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA - "Em Recuperação Judicial" ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e pelos controles internos que a Administração determinou como necessários para permitir a elaboração das demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras, acima referidas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA - "Em Recuperação Judicial" em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfasesRecuperação JudicialSem ressalvar nossa opinião, chamamos a atenção para o fato de a Companhia estar em recuperação judicial. Conforme nota explicativa 1, em 01 de setembro de 2012, a Assembleia Geral de Credores aprovou o Plano de Recuperação Judicial apresentado pela Companhia. O Plano de Recuperação Judicial foi elaborado tendo por base as premissas de transferência do controle acionário para a Equatorial Energia S.A., aporte mínimo de recursos novos no valor de R$ 700.000 mil por parte do novo controlador, a aprovação, pela ANEEL, do Plano de Transição, a obtenção de parcelamentos para os tributos atualmente em atraso, bem como para os Encargos Sociais em prazo não inferior a 60 (sessenta) meses, e a repactuação de seu endividamento. Essas condições indicam a existência de incerteza que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia. As demonstrações financeiras foram preparadas levando-se em conta que o Plano de Recuperação Judicial da Companhia será executado com êxito.Reapresentação dos valores correspondentesConforme mencionado na nota explicativa 5, em decorrência da mudança de prática contábil referente à adoção do Pronunciamento Técnico CPC 33 (R1) - Benefícios a Empregados e do registro de complemento do passivo atuarial, os valores correspondentes, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto no CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Fortaleza (CE), 26 de fevereiro de 2014.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC 2SP015199/O-6-S-PACarlos Santos Mota FilhoContador CRC - PE 020.728/O-7-S-PA

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia Srs. Raimundo Nonato Alencar de Castro, Diretor-Presidente Eduardo Haiama, Diretor de Relações com Investidores Augusto Dantas Borges, Diretor Carla Ferreira Medrado, Diretora Tinn Freire Amado, Diretor Mauro Chaves De Almeida, Diretor Leonardo da Silva Lucas Tavares de Lima, Diretor Daniel Campos Negreiros, Diretor, declaram que (i) revisaram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013 e (ii) revisaram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no parecer emitido em 26 de fevereiro de 2014 pela Ernst & Young Terco Auditores Independentes, auditores independentes da Companhia, com relação às demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia Srs. Raimundo Nonato Alencar de Castro, Diretor-Presidente Eduardo Haiama, Diretor de Relações com Investidores Augusto Dantas Borges, Diretor Carla Ferreira Medrado, Diretora Tinn Freire Amado, Diretor Mauro Chaves De Almeida, Diretor Leonardo da Silva Lucas Tavares de Lima, Diretor Daniel Campos Negreiros, Diretor, declaram que (i) revisaram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013 e (ii) revisaram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no parecer emitido em 26 de fevereiro de 2014 pela Ernst & Young Terco Auditores Independentes, auditores independentes da Companhia, com relação às demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da CELPA CENTRAIS ELETRICA DO PARÁ S.A. Em Recuperação Judicial, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, em reunião realizada nesta data, examinou o Relatório Anual da Administração, as Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas que o acompanham, quais sejam, o Balanço Patrimonial, as Demonstrações do Resultado, do Resultado Abrangente, das Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado, bem como as Notas Explicativas relacionadas, e o correspondente relatório emitido pelos Auditores Independentes, todos relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2.013.Nossos exames das demonstrações citadas no parágrafo anterior foram complementados, ainda, por análises e documentos e, substancialmente, por informações e esclarecimentos prestados aos membros do Conselho Fiscal pelos Auditores Independentes e pela Administração da Companhia.Desta forma, com base nos trabalhos e esclarecimentos prestados pela ERNST & YOUNG Auditores Independentes e no seu relatório, emitido em 26 de fevereiro de 2014, e, ainda, nos esclarecimentos prestados pela Administração da Companhia, este Conselho Fiscal, pela unanimidade de seus membros, opina favoravelmente ao encaminhamento das Demonstrações Financeiras, acima mencionadas, acompanhadas do Relatório Anual da Administração, para deliberação da Assembleia Geral Ordinária de Acionistas.Sergio Passos RibeiroRenato MoritzPaulo Roberto FranceschiLeonardo da Silva Lucas Tavares de LimaRepresentante da Companhia

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.