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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201241 páginasCódigo CVM 5827Versão 1Recebida em 26/03/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de FABRICA DE TECIDOS CARLOS RENAUX S/A EM LIQUIDACAO

FABRICA DE TECIDOS CARLOS RENAUX S/A EM LIQUIDACAO · CNPJ 82.981.671/0001-45

FABRICA DE TECIDOS CARLOS RENAUX S/A EM LIQUIDACAO
CNPJ 82.981.671/0001-45
DFP 2012
Exercício 2012
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Metadados

Empresa
FABRICA DE TECIDOS CARLOS RENAUX S/A EM LIQUIDACAO
CNPJ
82.981.671/0001-45
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
41
Ano de referência
2012*
Publicado em
26/03/2013 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total136.821146.227−6,4%
1.01Ativo Circulante6.28910.785−41,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa11118516,7%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.6124.588−64,9%
1.01.03.01Clientes1.6124.588−64,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques3.2315.199−37,9%
1.01.05Ativos Biológicos0649−100,0%
1.01.06Tributos a Recuperar1.212462.534,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.212462.534,8%
1.01.07Despesas Antecipadas2129−27,6%
1.01.08Outros Ativos Circulantes102256−60,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1020—
1.02Ativo Não Circulante130.532135.442−3,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo57.60258.748−2,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos23.44624.500−4,3%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos23.44624.500−4,3%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes34.15634.248−0,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Imposto a recuperar176268−34,3%
1.02.01.09.04Emprestimo Compulsório Eletrobras33.88933.8890,0%
1.02.01.09.05Outros Créditos91910,0%
1.02.02Investimentos2222220,0%
1.02.02.01Participações Societárias2222220,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias2222220,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado72.66276.415−4,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação72.66276.415−4,9%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível4657−19,3%
1.02.04.01Intangíveis4657−19,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Marcas e patentes4657−19,3%
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Srs. Administradores, Conselheiros e Acionistas da:FÁBRICA DE TECIDOS CARLOS RENAUX S.A. - EM RECUPERAÇÃO JUDICIALBrusque - SC1.Examinamos as demonstrações contábeis da Fábrica de Tecidos Carlos Renaux S.A. - em Recuperação Judicial ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do passivo a descoberto e dos fluxos de caixas para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis2.A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes 3.Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião4.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Fábrica de Tecidos Carlos Renaux S.A. - em Recuperação Judicial ("Companhia") em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseContinuidade Operacional e Plano de Recuperação Judicial - PRJ5.As demonstrações contábeis foram preparadas no pressuposto da continuidade normal dos negócios da Companhia, conforme as práticas contábeis mencionadas na nota explicativa nº 3. A existência de prejuízos operacionais ocorridos nos últimos exercícios, a deficiência de capital de giro e o passivo a descoberto levou os gestores a empreender planos de medidas operacionais e administrativas, conforme mencionado na nota explicativa n° 26. Em 09 de dezembro de 2011 a Companhia ajuizou a Ação de Recuperação Judicial perante a Vara Comercial do Foro da Comarca de Brusque - SC, conforme mencionado na nota explicativa nº 1.2 e no relatório da administração. Em 28 de junho de 2012 o Plano de Recuperação Judicial foi aprovado pela Assembleia Geral dos credores, que aguarda a homologação pelo poder judiciário. As demonstrações contábeis não incluem quaisquer ajustes relativos à realização e classificação de ativos ou quanto aos valores e classificação de passivos, que poderiam ser requeridos no caso de uma descontinuidade operacional definitiva. Nossa opinião não foi modificada em função deste assunto.Parcelamento de dívidas Lei nº. 11.941 de 27 de maio de 2009 ("REFIS IV")6.Conforme mencionado na nota explicativa nº 31, em 31 de dezembro de 2012 a Companhia possuía dezesseis parcelas em atraso, podendo caracterizar a sua exclusão do parcelamento em questão, entretanto até a data deste relatório não houve comunicação de exclusão por parte da Receita Federal do Brasil. A possível exclusão implicaria na perda dos benefícios utilizados em 2009 no valor de R$ 20.914 mil e o consequente aumento no grau de endividamento. Nossa opinião não foi modificada em função deste assunto.Outros assuntosDemonstração do valor adicionado7.Examinamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA), referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para Companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Auditoria dos Valores Correspondentes ao Exercício Anterior8.Os valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente por nós auditados de acordo com as normas de auditoria vigentes por ocasião da emissão do relatório em 07 de março de 2012, que não conteve nenhuma modificação.Blumenau, 13 de março de 2013.ACTUS AUDITORES INDEPENDENTES S/S.CRC-SC N° 001.059/O-7Samir da Silveira - Sócio ResponsávelContador CRC N° SC - 024.199/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOEm cumprimento ao preceituado pelo art.25, incVI da Instrução Normativa da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nº480 de 07 de dezembro de 2009, declaramos, a quem interessar possa, que revimos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício 2012, devidamente auditadas pelos auditores independentes contratados pela Companhia, Actus Auditores Independentes S/S.JORGE PAULO KRIEGER FILHO WALTER BUECKMANNDiretor de Relação com Investidores Diretor Presidente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOEm cumprimento ao preceituado pelo art.25, incV da Instrução Normativa da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nº480 de 07 de dezembro de 2009, declaramos, a quem interessar possa, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes contratados pela Companhia, Actus Auditores Independentes S/S, emitido sem qualquer ressalva, datado de 13 de março de 2013 JORGE PAULO KRIEGER FILHO WALTER BUECKMANNDiretor de Relação com Investidores Diretor Presidente

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.