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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2019113 páginasCódigo CVM 24627Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 17/02/2020valores em R$ mil

DFP 2019 de BLAU FARMACEUTICA S.A.

BLAU FARMACEUTICA S.A. · CNPJ 58.430.828/0001-60

Versões deste exercício: v1 (14/02/2020) · v2 (14/02/2020) · v3 (17/02/2020), esta

BLAU FARMACEUTICA S.A.
CNPJ 58.430.828/0001-60
DFP 2019 (V3)
Exercício 2019
Carregando…

Metadados

Empresa
BLAU FARMACEUTICA S.A.
CNPJ
58.430.828/0001-60
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
113
Ano de referência
2019*
Publicado em
17/02/2020 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:27

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201931/12/2018Var.
1Ativo Total738.444594.15524,3%
1.01Ativo Circulante501.158429.68616,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa6.41711.079−42,1%
1.01.02Aplicações Financeiras152.647101.86549,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber140.816162.774−13,5%
1.01.03.01Clientes00
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques187.572145.16329,2%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar7.9305.54743,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes5.7763.25877,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros00
1.02Ativo Não Circulante237.286164.46944,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo21.83519.82210,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber00
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos3063060,0%
1.02.01.07Tributos Diferidos9.4796.54644,8%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos9.4796.54644,8%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes12.05012.970−7,1%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Depósitos Judiciais6.1505.23117,6%
1.02.01.10.04Impostos a Recuperar663771−14,0%
1.02.01.10.05Outros créditos5.2376.968−24,8%
1.02.02Investimentos291593,3%
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado194.035135.70643,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível21.3878.926139,6%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

KPMG Auditores IndependentesRua Arquiteto Olavo Redig de Campos, 105, 6º andar - Torre A04711-904 - São Paulo/SP - Brasil Caixa Postal 79518 - CEP 04707-970 - São Paulo/SP - BrasilTelefone +55 (11) 3940-1500kpmg.com.brRelatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas Aos Administradores e Acionistas daBlau Farmacêutica S.A.Cotia - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Blau Farmacêutica S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2019 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Blau Farmacêutica S.A. em 31 de dezembro de 2019, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Reconhecimento de receita na venda de produtos - Individual e ConsolidadoVeja nota explicativas nº 8(c) e 28 das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Principais assuntos de auditoriaConforme apresentado nas notas explicativas nº 8(c) e 28 às demonstrações financeiras para o exercício findo em 31 de dezembro de 2019, a Companhia e suas controladas possuem na rubrica de receita líquida, individual e consolidada, os montantes de R$ 977.501 mil e R$ 954.711 mil, respectivamente, decorrentes da venda de produtos farmacêuticos, cuja mensuração do valor da receita líquida requer avaliação se as transações foram registrados no período contábil de acordo com o CPC 47 Receita de Contrato com Cliente (IFRS 15). Devido à relevância dos montantes envolvidos, e à necessidade de controles para determinar se a receita foi reconhecida no período contábil correto, ou seja, quando ocorre a transferência de controle sobre o produto para o seu cliente, consideramos este assunto como significativo em nossos trabalhos de auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:- Avaliação do desenho dos controles internos chave relacionados ao processo de prestação de serviços e vendas, em especial a identificação se a transação de venda da Companhia foi registrada no período contábil correto, ou seja, quando o controle sobre o produto é transferido para o cliente- Em base amostral, testamos se os critérios para reconhecimento da receita no período contábil correto foram atendidos, realizamos testes documentais, e avaliamos para o período crítico dos últimos dias do mês de dezembro de 2019 se houve receitas reconhecidas cujo o controle do produto ainda não tinha sido transferido para o cliente- Avaliação dos cancelamentos e devoluções ocorridos em janeiro de 2020 referentes às vendas reconhecidas no final do exercício de 2019, a fim de testar se as receitas foram contabilizadas no período correto e- Também consideramos a adequação das divulgações apresentadas nas notas explicativas.Nossos testes revelaram deficiências no desenho e efetividade operacional dos controles internos relacionados ao reconhecimento das transações de venda no período contábil correto. Em função disso, expandimos a extensão de nossosprocedimentos substantivos, além do originalmente planejado, para obtermos evidência de auditoria suficiente e apropriada quanto a mensuração do saldo da receita líquida em 31 de dezembro de 2019. Com base nos procedimentos executados e nos resultados obtidos, consideramos que são aceitáveis os saldo da receita líquida em 31 de dezembro de 2019 e as divulgações correlatas no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Debêntures conversíveis em ações - Individual e ConsolidadoVeja notas explicativas nº 8j e 21 Principais assuntos de auditoriaConforme descrito nas notas explicativas nº 8j e 21 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, em 12 de dezembro de 2019, a Controladora Blau Farmacêutica S.A. emitiu 80.000 (oitenta mil) debentures. A Companhia deve classificar o instrumento, no seu reconhecimento inicial e mensuração subsequente, de acordo com o CPC 39 Instrumentos Financeiros: Apresentação (IAS 32) Devido à relevância do montante envolvido e ao fato da transação ter ocorrido junto a parte relacionada, e à complexidade envolvida na classificação do referido instrumento, que deve considerar aspectos relacionados a sua conversibilidade de instrumento de dívida em instrumentos patrimonial, que podem impactar de forma relevante a sua classificação e apresentação contábil, consideramos essa assunto como significativo em nossos trabalhos de auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:- Avaliação do desenho dos controles internos chaves relacionados ao processo de classificação e mensuração contábil dos instrumentos financeiros da Companhia e de suas controladas- Avaliação das informações gerais constantes da escritura de emissão, base para a determinação da classificação no momento inicial do instrumento financeiro como instrumento de dívida e instrumento patrimonial, e cotejamos estas informações com as planilhas de controle da Companhia- Conferimos se o valor captado foi creditado em conta corrente da Companhia e devidamente reconhecido contabilmenteCom o auxílio dos nossos especialistas em instrumentos financeiros e práticas profissionais, avaliamos o reconhecimento e classificação inicial do instrumento financeiro em instrumento de dívida e instrumento patrimonial e mensuração subsequente e - Avaliação das divulgações da Companhia, relacionadas as políticas contábeis e requerimentos específicos em nota explicativa.Com base nas evidencias obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que os saldos registrados no reconhecimento inicial da emissão de debêntures, assim como as divulgações correspondentes são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. No decorrer da nossa auditoria identificamos ajustes que afetariam a mensuração das debentures, os quais não foram registrados pela Companhia, por terem sido considerados imateriais.Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:- Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.- Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.- Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.- Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.- Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.- Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditori a, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo 14 de fevereiro de 2020KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Cristiano Seabra Di GirolamoContador CRC BA 017826/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOPelo presente instrumento, os diretores da Blau Farmacêutica S.A. ("Companhia") abaixo designados declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31de dezembro de 2019 e(ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31de dezembrode 2019.Cotia, 14 de fevereiro de 2020.MARCELO RODOLFO HAHNDiretor PresidenteDOUGLAS LEANDRO RODRIGUESDiretor Administrativo Financeiro e de Relações com InvestidoresROBERTO ALTIERIDiretor Jurídico e de ComplianceELIZA YUKIE SAITODiretor de QualidadeROBERTO CARLOS DE CAMPOS MORAISDiretor de Operações

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOPelo presente instrumento, os diretores da Blau Farmacêutica S.A. ("Companhia") abaixo designados declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2019 e(ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2019.Cotia, 14 de fevereiro de 2020.MARCELO RODOLFO HAHNDiretor PresidenteDOUGLAS LEANDRO RODRIGUESDiretor Administrativo Financeiro e de Relações com InvestidoresROBERTO ALTIERIDiretor Jurídico e de ComplianceELIZA YUKIE SAITODiretor de QualidadeROBERTO CARLOS DE CAMPOS MORAISDiretor de Operações

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO ANUAL RESUMIDO DO COMITÊ DE AUDITORIA (NÃO ESTATUTÁRIO) - 2019Aos membros do Conselho de Administração daBlau Farmacêutica S.A.1.APRESENTAÇÃO:Em conformidade com o estatuto social da Blau Farmacêutica S.A. ("Companhia"), o Conselho de Administração da Companhia ("Conselho") em sua reunião do dia 23 de outubro de 2017, realizada na sede da empresa na Cidade de Cotia, no Estado de São Paulo, Brasil, decidiu criar um Comitê de Auditoria não estatutário ("Comitê de Auditoria"), cujas atividades foram estabelecidas em regimento interno ("Regimento do Comitê de Auditoria"), o qual restou aprovado em reunião do Conselho realizada em 23 de outubro de 2017, e alterado em reuniões do Conselho havidas em 5 de janeiro de 2018 e 12 de janeiro de 2018. O Comitê de Auditoria tem como objetivo:1.1. Assessorar o Conselho e ser a ele vinculado, possuindo autonomia operacional e orçamento próprio aprovado pelo Conselho, destinado a cobrir despesas com seu funcionamento.1.2. Auxiliar no acompanhamento e supervisão das práticas de contabilidade, auditoria e de relatórios financeiros, em conformidade com a regulamentação aplicável e com as políticas internas da Companhia.1.3. Ter, em qualquer caso, as responsabilidades previstas nas regras gerais das melhores práticas da governança corporativa no Brasil, incluindo, mas não se limitando, às regras do Regulamento do Novo Mercado da B3 - Brasil, Bolsa, Balcão S.A.1.4. Apresentar propostas e propor resoluções para apreciação do Conselho. O Conselho permanecerá responsável por suas decisões, mesmo que sejam baseadas nas recomendações do Comitê de Auditoria.O Comitê de Auditoria é composto por 3 (três) membros escolhidos por maioria simples dos membros do Conselho, onde é vedada a participação, como membro do Comitê, de diretores da Companhia, de diretores de suas controladas, de seu acionista controlador, de coligadas ou sociedades sob controle comum. tendo sido eleitos, inicialmente para compo-lo os Srs. Rodolfo Alfredo Gerardo Hahn e Renato Cil da Silva Akaishi como coordenador e membro do Comitê de Auditoria, respectivamente, mediante adoção da nomenclatura usual para os cargos em questão. Assim o Comitê de Auditoria foi, inicialmente composto pelos Sr. Rodolfo Alfredo Gerardo Hahn - coordenador, Sr. José Antonio Miguel Neto - membro, e Sr. Renato Akaishi - membro. Recentemente, conforme decisão do Conselho em reunião havida no dia 29 de janeiro de 2020, o Conselho elegeu como novo membro, o Sr. Bruno Sá Barbosa, como membro, passando o Sr. Jose Antonio Miguel Neto a atuar como coordenador e membro do Comitê de Auditoria.Pelo menos um membro do Comitê de Auditoria deverá ter reconhecida experiência em assuntos de contabilidade societária, nos termos da regulamentação editada pela Comissão de Valores Mobiliários que dispõe sobre o registro e o exercício da atividade de auditoria independente no âmbito do mercado de valores mobiliários e define os deveres e as responsabilidades dos administradores das entidades auditadas no relacionamento com os auditores independentes.2.RESUMO DAS ATIVIDADES REALIZADAS EM 2019:Ao longo do exercício de 2019, o Comitê de Auditoria realizou 12 reuniões ordinárias, onde foram tomadas deliberações e formuladas recomendações ao Conselho. Neste mesmo período, foram reportadas nas reuniões com o Conselho, onde foram apresentados os trabalhos realizados pelo Comitê, bem como as recomendações a serem aprovadas. A seguir, são relacionados os principais assuntos discutidos ao longo do exercício:(i)Demonstrações Financeiras:oRevisão e recomendação, ao Conselho, quanto à aprovação das demonstrações financeiras trimestrais e anualoAcompanhamento das provisões para riscos e estimativas contábeisoAnálise das informações referentes à implementação das normas contábeis vigentes(ii)Gerenciamento de Riscos e Controles Internos:oAvaliação dos Riscos apontados no Formulário de Referência bem como suas ações de gerenciamento e monitoramentooAvaliação dos Riscos e pontos de Controles apontados no relatório dos Auditores Independentes e dos Auditores Internos da Companhia oRecomendação para aprovação do Conselho da Politica de Gerenciamento Estratégico de RiscosoRecomendação para aprovação do Conselho da nova Política de Alçadas(iii)Compliance e Ética:oRecomendação para aprovação do Conselho das alterações feitas nas atuais Políticas de Compliance e Código de Conduta e ÉticaoRecomendação para aprovação do Conselho das Políticas de Licitações, Política de Denunciante e Política do Programa de Integridade oAssessoria na identificação e contratação de sistema de garantia fiscaloAnálise e assessoria em questões de riscos tributários e situações de cobranças pelo fisco.(iv)Auditoria Independente:oAnálise e aprovação das informações referentes ao exercício de 2018oAprovação do plano de trabalho e honorários para o exercício de 2019 3.PARECER DO COMITÊ DE AUDITORIA:O Comitê de Auditoria da Companhia, em cumprimento às disposições legais, revisou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2019. Com base na revisão mencionada e considerando, ainda, as informações e esclarecimentos prestados pela Administração da Companhia e pela KPMG Auditores Independentes, recebidos no decorrer do exercício, o Comitê de Auditoria recomenda, ao Conselho de Administração, a aprovação do Relatório da Administração e das Demonstrações Financeiras (incluindo Notas Explicativas) relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2019.Cotia, 14 de fevereiro de 2020.Membros do Comitê de Auditoria:José Antônio Miguel NetoRenato Cil da Silva AkaishiBruno Sá BarbosaJosé Antônio Miguel NetoRenato Cil da Silva Akaishi

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.