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BR - CVMInformações TrimestraisRef. 201583 páginasCódigo CVM 3204Versão 1Recebida em 15/05/2015valores em R$ mil

ITR 31/03/2015 de CPFL TRANSMISSAO S.A.

CPFL TRANSMISSAO S.A. · CNPJ 92.715.812/0001-31

CPFL TRANSMISSAO S.A.
CNPJ 92.715.812/0001-31
ITR 31/03/2015
Exercício 2015
Carregando…

Metadados

Empresa
CPFL TRANSMISSAO S.A.
CNPJ
92.715.812/0001-31
Tipo
Informações Trimestrais
Páginas
83
Ano de referência
2015*
Publicado em
15/05/2015 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:54

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/03/201531/12/2014Var.
1Ativo Total3.014.2943.018.093−0,1%
1.01Ativo Circulante890.597946.158−5,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa35.58973.972−51,9%
1.01.01.01Caixa9.99327.913−64,2%
1.01.01.02Aplicações Financeiras25.59646.059−44,4%
1.01.02Aplicações Financeiras449.636475.395−5,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo449.636475.395−5,4%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda449.636475.395−5,4%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber340.408326.9294,1%
1.01.03.01Clientes52.59255.134−4,6%
1.01.03.01.01Concessionárias e Permissionárias52.59255.134−4,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber287.816271.7955,9%
1.01.03.02.02Indenização Rede Básica Novos Investimentos - RBNI228.532222.6342,6%
1.01.03.02.03Outros Créditos a Receber59.28449.16120,6%
1.01.04Estoques8.2788.489−2,5%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar36.94241.696−11,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar36.94241.696−11,4%
1.01.06.01.01Créditos Tributários36.94241.696−11,4%
1.01.07Despesas Antecipadas788965−18,3%
1.01.07.01Pagamentos Antecipados788965−18,3%
1.01.08Outros Ativos Circulantes18.95618.7121,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros18.95618.7121,3%
1.01.08.03.01Ativo Financeiro da Concessão18.95618.7121,3%
1.02Ativo Não Circulante2.123.6972.071.9352,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.163.6301.130.9222,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber706.869685.4923,1%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber706.869685.4923,1%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos7.4180—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos7.4180—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes449.343445.4300,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Aplicações Financeiras7.8347.4465,2%
1.02.01.09.04Tributos a Recuperar550,0%
1.02.01.09.05Depósitos Judiciais43.74549.570−11,8%
1.02.01.09.06Ativo Financeiro da Concessão339.393332.9761,9%
1.02.01.09.07Bens e Direitos Destinados a Alienação e Renda3.0643.071−0,2%
1.02.01.09.08Indenização Rede Básica Novos Investimentos - RBNI00—
1.02.01.09.09Adiantamento para Futuro Aumento de Capital55.30252.3625,6%
1.02.02Investimentos573.542560.9572,2%
1.02.02.01Participações Societárias573.542560.9572,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas570.818558.2332,3%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias2.7242.7240,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado382.373375.9461,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível4.1524.1101,0%
1.02.04.01Intangíveis4.1524.1101,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Revisão do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório sobre a revisão de informações trimestraisAos Administradores e AcionistasCompanhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica - CEEE-GTIntroduçãoRevisamos as informações contábeis intermediárias, individuais e consolidadas, da Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica - CEEE-GT ("Companhia"), contidas no Formulário de Informações Trimestrais - ITR referente ao trimestre findo em 31 de março de 2015, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de março de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o período de três meses findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. A administração é responsável pela elaboração das informações contábeis intermediárias individuais de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 21 - Demonstração Intermediária e das informações contábeis intermediárias consolidadas de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 21 - Demonstração Intermediária e com a norma internacional de contabilidade IAS 34 -Interim Financial Reporting, emitida pelo International Accounting Standards Board (IASB), assim como pela apresentação dessas informações de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR. Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas informações contábeis intermediárias com base em nossa revisão.Alcance da revisãoConduzimos nossa revisão de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão de informações intermediárias (NBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade e ISRE 2410 - Review of Interim Financial Information Performed by the Independent Auditor of the Entity, respectivamente). Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos financeiros e contábeis e na aplicação de procedimentos analíticos e de outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é significativamente menor do que o de uma auditoria conduzida de acordo com as normas de auditoria e, consequentemente, não nos permitiu obter segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não expressamos uma opinião de auditoria.Base para conclusão com ressalvaConforme mencionado na Nota 21.3 às informações contábeis intermediarias, a Companhia através da Fundação CEEE de Seguridade Social - Eletroceee concede aos seus empregados planos de previdência complementar, os quais são denominados CEEEPrev e Plano Único. Este último é um plano de previdência complementar da modalidade de benefício definido, e recebe contribuições paritárias entre patrocinadora e participante. Em 31 de março de 2015 este plano apresentava déficit atuarial no montante de R$ 117.726 mil (em 31 de dezembro de 2014 - R$ 130.001 mil), calculado com base no método de crédito unitário projetado de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 33 (R1) - Benefícios a Empregados. Em 31 de março de 2015, a Companhia reconheceu uma provisão para fazer frente ao referido passivo atuarial no montante de R$ 59.474 mil (em 31 de dezembro de 2014 - R$ 65.000 mil), equivalente a 50% do déficit atuarial apurado nesta data ("paridade"). Entendemos que, para fins de reconhecimento contábil do saldo passivo decorrente de déficit atuarial, este somente poderia ser registrado contabilmente limitado a razão de 50%, nos termos da Lei Complementar no 108/2001, se o saldo do déficit atuarial calculado de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 33 (R1) - Benefícios a Empregados estivesse equacionado mediante acordo aprovado entre as partes (patrocinadora e participante). Dessa forma, o passivo está apresentado a menor e o patrimônio líquido a maior no montante de R$ 59.474 mil (em 31 de dezembro de 2014 - R$ 65.001 mil) em 31 de março de 2015 e o prejuízo do exercício está apresentado a menor em R$ 1.428 mil (em 31 de março de 2014 - R$ 5.357 mil), líquido dos efeitos tributários. Cabe salientar que não foram preparados laudos de avaliação atuarial para a data-base de 31 de março de 2015 e de 2014 que poderiam, eventualmente, impactar os montantes registrados e correspondentes demonstrações nesses períodos.Conclusão com ressalva sobre as informações intermediárias Com base em nossa revisão, exceto pelos efeitos do assunto mencionado no parágrafo "Base para conclusão com ressalva", não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as informações contábeis intermediárias incluídas nas informações trimestrais acima referidas não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com o CPC 21 e o IAS 34, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR, e apresentadas de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários.ÊnfaseImpactos da Lei 12.783/2013Conforme descrito na Nota 1, em 11 de setembro de 2012, o Governo Federal emitiu a Medida Provisória nº 579, que trata das prorrogações de concessões de geração, distribuição e transmissão de energia elétrica, e sobre a redução dos encargos setoriais. Tal Medida Provisória foi convertida, em 11 de janeiro de 2013, na Lei nº 12.783/2013 e passou a ser regulamentada pelo Decreto7.891/2013 de 23 de janeiro de 2013. As novas tarifas e o valor da indenização dos ativos vinculados às concessões foram divulgados pela Portaria do Ministério de Minas e Energia nº 579 e a Portaria Interministerial do Ministério de Minas e Energia e do Ministério da Fazenda nº 580, publicadas em edição extraordinária do Diário Oficial da União do dia 1º de novembro de 2012.A Companhia aceitou as condições de renovação antecipada das concessões previstas na Medida Provisória 579 (Lei 12.783/13), assinando em 4 de dezembro de 2012 os contratos de prorrogação das concessões afetadas, passando todos os bens vinculados ao respectivo contrato para a União, sob a administração da Companhia.No que se refere às concessionárias que optaram pela prorrogação das concessões de transmissão de energia elétrica, alcançadas pelo § 5º do art. 17 da Lei nº 9.074, de 1995, a Lei 12.783/2013 em seu artigo 15, § 2º, autoriza o poder concedente a pagar, na forma de regulamento, o valor relativo aos ativos considerados não depreciados existentes em 31 de maio de 2000, registrados pela concessionária e reconhecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL. As concessionárias deverão submeter à ANEEL as informações para o cálculo dos ativos não depreciados. O prazo para envio destas informações será disposto pelo poder concedente.Adicionalmente, para os empreendimentos de geração, exceto os respectivos projetos básicos, o Decreto nº 7.850/2012 em seu artigo 2º estipula que, até 31 de dezembro de 2013, devem ser submetidas à ANEEL as informações complementares para o cálculo da parcela dos investimentos vinculados a bens reversíveis, realizados até 31 de dezembro de 2012, ainda não amortizados oudepreciados.Em 23 de março de 2015 a consultoria American Appraisal concluiu o estudo contratado pela Companhia para realização da avaliação patrimonial para cálculo da indenização dos ativos pertencentes a rede básica. Esse relatório foi entregue a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) na data de 29 de abril de 2015, e a referida agência tem o prazo de 150 dias para validar tal informação . Os valores dos ativos de transmissão abrangidos nessa situação correspondem a R$ 415.022 mil em 31 de março de 2015 e foram determinados pela administração a partir de suas melhores estimativas e interpretação da legislação acima, mantendo o critério de valoração dessa indenização pelo valor histórico residual, conforme descrito na Nota 9.3, podendo sofrer alterações até a homologação final dos mesmos. Nossa conclusão não está ressalvada em função deste assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoRevisamos, também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao período de três meses findo em 31 de março de 2015, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação nas informações intermediárias é requerida de acordo com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários aplicáveis à elaboração de Informações Trimestrais - ITR e considerada informação suplementar pelas IFRS, que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de revisão descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, exceto pelos efeitos do assunto descrito em "Base para conclusão com ressalva", não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foram elaboradas de maneira consistente, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às informações contábeis intermediárias individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Porto Alegre, 15 de maio de 2015.PricewaterhouseCoopersAuditores Independentes CRC 2SP000160/O-5 "F" RSAdriano MachadoContador CRC PR042584/O-7 "S" RS

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.